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Miguel Coelho reforça compromisso de investir R$ 1 bilhão em segurança pública

Por André Luis

O pré-candidato ao governo de Pernambuco, Miguel Coelho, teve uma agenda sobre segurança pública, na manhã desta terça-feira (12).

Em reunião com representantes estaduais do Sindicato dos Peritos Oficiais de Natureza Criminal (Sinpocrim), e das associações de Polícia Científica (Apoc) e Pernambucana de Medicina e Odontologia Legal (Apemol), o postulante do União Brasil ouviu as principais demandas da categoria e reforçou que no seu governo vai investir pelo menos R$ 1 bilhão no setor, em quatro anos.

Na ocasião, Miguel Coelho recebeu uma carta-proposta com oito importantes pontos que, na avaliação dos peritos criminais, são determinantes para a categoria desempenhar suas atividades com mais eficiência, combatendo a criminalidade e devolvendo a segurança à sociedade. 

Dentre os itens elaborados, o documento aborda a autonomia administrativa e financeira da Polícia Científica, a equiparação salarial e ampliação do quadro efetivo da classe, o investimento maciço na estrutura física do Instituto de Criminalística (IC), a interiorização do órgão e a modernização da tecnologia nas investigações.

O ex-prefeito de Petrolina lembrou ações específicas realizadas em quase seis anos de gestão na cidade sertaneja, destacou os êxitos obtidos e afirmou que uma das metas do seu plano de governo é criar um novo projeto de segurança. 

Na avaliação de Miguel, o Pacto pela Vida passa por um processo de falência e inoperância, além de se tornar apenas um objeto de cumprimento de metas estatísticas que em nada tem contribuído para a segurança dos pernambucanos.

“Temos amplas condições de revolucionar a segurança pública de Pernambuco, inclusive com a concessão à iniciativa privada da Compesa, que vai gerar recursos da ordem de R$ 1 bilhão somente para as polícias”, disse Miguel. “Os peritos criminais têm um papel de extrema importância no combate à criminalidade e nós queremos trabalhar de forma integrada. É preciso vontade política para fazer as mudanças e vamos fazê-las”, completou.

Novas adesões – Um grupo de 10 vereadores de quatro municípios aderiu ao palanque do ex-prefeito de Petrolina na atual fase da pré-campanha eleitoral.

Em Tacaratu, Miguel conquistou o apoio do presidente da Câmara, Lucas Balbino, filiado ao Solidariedade, e dos vereadores Aécio Lima (Avante), Toinho de Bastinho (Solidariedade) e Messias (PSB). 

Além deles, o ex-candidato a vice-prefeito no pleito de 2020, Zito de Maninho, também seguiu apoiando a chapa. Ainda no Sertão, chegaram para reforçar a oposição os vereadores do PP, Roberto Cardoso (segundo mais votado nas eleições de 2020) e Bel Galdino, do município de Inajá, além das lideranças locais Saulo Diniz e Clebinho.

No Agreste, o palanque de Miguel também cresceu. Na visita a Capoeiras, no último domingo, os vereadores do PT, João do Bolo, e do PL, Ivanildo Nogueira, anunciaram que farão campanha para o pré-candidato do União Brasil. 

Também aderiram ao projeto de Miguel os vereadores de São Bento do Una, Léo da Ação Social (MDB) e Bruno Braga (MDB).

A base de apoio ao pré-candidato do União Brasil já soma mais de 250 vereadores. Miguel ainda conta em seu palanque com mais de 30 prefeitos e 40 ex-prefeitos das quatro regiões pernambucanas.

Outras Notícias

STF retoma proibição de cultos e missas presenciais

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta quinta-feira (8) maioria de votos contra a liberação — no momento mais crítico da pandemia de Covid-19 — de celebrações religiosas presenciais, como cultos e missas, em templos e igrejas. Até a última atualização desta reportagem, 7 dos 11 ministros já tinham manifestado o entendimento de que estados e municípios têm […]

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou nesta quinta-feira (8) maioria de votos contra a liberação — no momento mais crítico da pandemia de Covid-19 — de celebrações religiosas presenciais, como cultos e missas, em templos e igrejas.

Até a última atualização desta reportagem, 7 dos 11 ministros já tinham manifestado o entendimento de que estados e municípios têm autonomia para estabelecer medidas restritivas a atividades religiosas presenciais em razão da pandemia de coronavírus — somente Nunes Marques e Dias Toffoli divergiram dessa tese. A sessão não tinha terminado até a última atualização desta reportagem.

O julgamento foi marcado para esta semana pelo presidente do STF, Luiz Fux, após decisões conflitantes sobre o mesmo tema dos ministros Nunes Marques e Gilmar Mendes.

No sábado (3), ao julgar pedido da Associação Nacional dos Juristas Evangélicos (Anajure), o ministro Nunes Marques aceitou o argumento da liberdade religiosa e proibiu que celebrações em templos e igrejas fossem vetadas por estados, municípios e Distrito Federal em razão da pandemia.

Na segunda (5), o ministro Gilmar Mendes tomou decisão divergente. Ele rejeitou ação do partido PSD — que pedia a derrubada do decreto estadual que proibiu cultos e missas em São Paulo devido à pandemia — e enviou o caso ao plenário do STF.

MPRN deflagra operação para investigar desvio de recursos públicos em Touros

Ao todo, foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão nas cidades de Touros, Natal, Parnamirim, Garanhuns, Caruaru e Quipapá nesta quarta-feira (16) O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta quarta-feira (16) a operação 3º Batimento, com o objetivo de apurar crimes contra a Administração Pública na Prefeitura de Touros. A […]

Ao todo, foram cumpridos 24 mandados de busca e apreensão nas cidades de Touros, Natal, Parnamirim, Garanhuns, Caruaru e Quipapá nesta quarta-feira (16)

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta quarta-feira (16) a operação 3º Batimento, com o objetivo de apurar crimes contra a Administração Pública na Prefeitura de Touros. A investigação teve início a partir de um inquérito civil que apontou superfaturamento de mais de R$ 700 mil nos valores contratados pela Prefeitura.

A operação se concentra na análise da parceria firmada entre a Prefeitura e uma organização da sociedade civil que atuou na área da saúde no município. As irregularidades teriam ocorrido durante a execução de termos de colaboração entre março de 2021 e agosto de 2023.

A operação 3º Batimento contou com o apoio da Polícia Militar do Rio Grande do Norte, do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), e da PM e da Polícia Civil de Pernambuco para o cumprimento de 24 mandados de busca e apreensão nas cidades de Touros, Natal, Parnamirim, Garanhuns, Caruaru e Quipapá. A ação contou com 13 promotores de Justiça do MPRN, 26 servidores do MPRN, 12 promotores de Justiça do MPPE, 25 servidores do MPPE e 96 policiais potiguares e pernambucanos.

A investigação teve início a partir de um inquérito civil que apontou superfaturamento de R$ 701.016,42 nos valores contratados pela Prefeitura de Touros. O MPRN reuniu provas que indicam a fraude nos procedimentos de chamamento público que resultaram na parceria com a organização da sociedade civil. Os elementos colhidos na investigação, a exemplo de depoimentos, sugerem que empresários ligados à referida organização da sociedade civil elaboraram os documentos da licitação, direcionando a contratação.

Entre os crimes investigados na ação estão a apropriação de bens ou rendas públicas, desvio de recursos em proveito próprio ou alheio e enriquecimento ilícito. O MPRN apura indícios de direcionamento na contratação da organização da sociedade civil, superfaturamento nos repasses mensais e desvio de recursos para empresas terceirizadas e agentes públicos.

O esquema de desvio de recursos envolveria a inclusão de despesas fictícias nos repasses mensais à organização da sociedade civil, sob o pretexto de subcontratação de serviços. As investigações apontam que empresas terceirizadas, sediadas em Pernambuco e no Rio Grande do Norte, receberam pagamentos por serviços não realizados ou realizados apenas parcialmente.

Houve apreensão de equipamentos eletrônicos e dinheiro. O material apreendido será encaminhado para o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPRN, que irá aprofundar a investigação para identificar o envolvimento de outras pessoas e o cometimento de outros crimes, além de apontar a destinação final dos recursos desviados.

Governo destinará mais de R$ 1 bi para intervenção no Rio e Ministério da Segurança, diz ministro

Dyogo Oliveira (Planejamento) deu informação após se reunir com Temer e outros cinco ministros. Recursos serão remanejados do orçamento federal deste ano, explicou. Do G1 O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, informou na noite deste domingo (18) que o governo federal destinará mais de R$ 1 bilhão para a intervenção no Rio de Janeiro e […]

Dyogo Oliveira (Planejamento) deu informação após se reunir com Temer e outros cinco ministros. Recursos serão remanejados do orçamento federal deste ano, explicou.

Do G1

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, informou na noite deste domingo (18) que o governo federal destinará mais de R$ 1 bilhão para a intervenção no Rio de Janeiro e para o recém-criado Ministério da Segurança Pública.

Dyogo deu a informação ao deixar o Palácio da Alvorada, em Brasília, após se reunir com o presidente Michel Temer e outros cinco ministros, entre os quais Raul Jungmann (Segurança Pública), Torquato Jardim (Justiça) e Sérgio Etchegoyen (Segurança Institucional).

Segundo o ministro do Planejamento, o valor exato será definido até o fim desta semana e o montante será realocado no orçamento federal deste ano.

“É na casa de bilhão, mas acho precipitado adiantar valores (…). Teremos crédito extraordinário para o Rio de Janeiro, cujos valores ainda estão sendo levantados pelo Ministério da Segurança Pública e pelo interventor. E deveremos ter isso até o final desta semana enviado ao Congresso Nacional”, declarou Dyogo Oliveira.

Segundo o ministro, será editada uma medida provisória para a liberação dos recursos para a intervenção. Neste caso, a MP tem vigência imediata e precisa ser analisada pelo Congresso em até 120 dias.

Sobre os recursos para o Ministério da Segurança, Dyogo informou que o governo enviará ao Congresso um projeto de lei.

Destinação dos recursos

Dyogo Oliveira explicou que os recursos sairão do Orçamento Geral da União deste ano, por meio de remanejamento.

Deste modo, outras áreas perderão recursos consequentemente. “As fontes desse crédito extraordinário ainda não foram completamente definidas. Estaremos elaborando as fontes dentro do orçamento nos próximos dias que serão remanejadas para atender essa demanda da área de segurança”, afirmou.

Dyogo Oliveira disse, ainda, que o governo identificará as fontes de recursos no orçamento e encaminhará a MP e o projeto de Lei ao Congresso até o fim desta semana.

Segundo o ministro, parte dos recursos da intervenção irá diretamente para o Rio, enquanto outra parte será direcionada para as forças federais que atuam no estado.

Pezão repercute

À GloboNews, o governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, afirmou que a Secretaria de Segurança Pública do estado é a que tem o maior orçamento, mas “quase todos” os recursos são destinados ao pagamento de salários.

“Estamos com dificuldade na infraestrutura. Nosso orçamento hoje é quase todo para a folha de pagamento”, acrescentou.

Pezão informou que se reunirá nesta segunda (19) com o interventor federal, general Braga Netto, para discutir as ações e definir o orçamento necessário. Só depois disso, acrescentou o governador, é que Netto deve apresentar o plano de custos ao governo federal.

Amaral não assume Marina, mas nega resistir ao nome

O presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, que chegou, há pouco, a reunião que a viúva do ex-governador Eduardo Campos convocou para conversar com lideranças que apoiam Paulo Câmara a governador de Pernambuco e classificou de idiotas as versões de que ele tinha resistências ao nome de Marina para suceder Eduardo na corrida presidencial. A […]

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O presidente nacional do PSB, Roberto Amaral, que chegou, há pouco, a reunião que a viúva do ex-governador Eduardo Campos convocou para conversar com lideranças que apoiam Paulo Câmara a governador de Pernambuco e classificou de idiotas as versões de que ele tinha resistências ao nome de Marina para suceder Eduardo na corrida presidencial. A informação é do Blog do Magno.

Mesmo reagindo assim de forma tão contundente, Amaral, no entanto, ainda não assumiu que será Marina a candidata do partido à Presidência. Ele disse que quem vai decidir o sucessor de Eduardo é o diretório nacional, em reunião convocada para a próxima quarta-feira, em Brasília. Sobre a pesquisa do Datafolha que aponta Marina já vencendo Dilma no 2º turno e o ultrapassando Aécio no primeiro, Amaral disse que não será nenhuma pesquisa que vai motivar ou não a escolha do candidato, mas sim, uma deliberação consensual do diretório nacional do PSB.

O encontro de Renata Campos com os partidos aliados, que estava marcado paras 10 horas, somente terá início por volta das 11h30 porque as delegações do interior ainda estão chegando e há um congestionamento muito grande nas imediações da casa de recepções Blue Angel no Benfica. A própria Renata ainda não chegou nem tampouco o candidato Paulo Câmara e o candidato ao Senado Fernando Bezerra Coelho.

Em reunião com ministros, Dilma acerta cortes de R$ 20 bilhões

Após se reunir na véspera com 12 ministros, a presidente Dilma Rousseff voltou a se encontrar neste domingo (13) com os ministros Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Aloizio Mercadante (Casa Civil) no Palácio da Alvorada, em Brasília. O governo prepara cortes da ordem de R$ 20 bilhões nos gastos na máquina pública federal. […]

Dilma no Alvorada
Dilma no Alvorada. Reunião e corte de R$ 20 bi

Após se reunir na véspera com 12 ministros, a presidente Dilma Rousseff voltou a se encontrar neste domingo (13) com os ministros Joaquim Levy (Fazenda), Nelson Barbosa (Planejamento) e Aloizio Mercadante (Casa Civil) no Palácio da Alvorada, em Brasília. O governo prepara cortes da ordem de R$ 20 bilhões nos gastos na máquina pública federal. As medidas devem ser apresentadas nesta segunda-feira (14) aos presidentes do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), antes de serem divulgadas.

No sábado (12), Dilma convocou parte da sua equipe ministerial para dar diretrizes sobre as reduções que cada ministério terá de fazer no esforço de equilibrar as contas públicas.

Assim como as reuniões de sábado, o compromisso deste domingo não estava na agenda oficial da presidente. O Palácio do Planalto não informou a pauta discutida nem se outros ministros participaram do encontro, que teve início por volta das 15h30 e durou pouco menos de três horas. Também estiveram presentes o secretário-executivo da Fazenda, Tarcísio Godoy, e os secretários da Receita, Jorge Rachid, e do Tesouro, Marcelo Saintive.

No sábado, Dilma já havia recebido o grupo por mais de sete horas para discutir cortes.

Depois do rebaixamento da nota de crédito do Brasil pela agência Standard & Poor’s, que tirou o selo de bom pagador do Brasil, o Executivo intensificou as conversas para reduzir gastos e dar sinais ao mercado de comprometimento com o ajuste fiscal.

O objetivo é reverter o rombo previsto no Orçamento do ano que vem. No fim de agosto, o governo federal enviou ao Congresso uma proposta orçamentária para 2016 com déficit de R$ 30,5 bilhões. A medida teve repercussão negativa no mercado financeiro. (G1)