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Miguel Coelho rebate críticas de Lucas e diz que o foco é discutir o futuro de Petrolina

Por André Luis
FOTO: André Santos
FOTO: André Santos

Após ser mais uma vez criticado por Lucas Ramos pela condução do PSB em Petrolina, o deputado estadual Miguel Coelho condenou a atitude desagregadora do colega de partido. O presidente dos socialistas na capital do São Francisco afirmou que o correligionário insiste num debate já superado e até afronta a direção estadual do PSB e a escolha do governador Paulo Câmara pela renovação da sigla.

“Desde agosto do ano passado, o deputado Lucas Ramos insiste nessas críticas desnecessárias. Isso já cansou, está superado e ele permanece nessa discussão para se promover. Estamos focados em unir o partido, em buscar o diálogo, mas se ele quer criar uma rinha e fazer futrica é a vontade apenas dele”, condenou Miguel.

Para o deputado, a hora não é de dividir o partido, mas de ouvir a população e discutir o futuro do município sertanejo. “Vamos realizar neste mês mais duas agendas 40 atendendo a orientação do governador de aumentar a escuta à população. Então, se o deputado Lucas Ramos quiser trabalhar pela população de Petrolina vamos trabalhar em conjunto. É hora de ouvir a população, saber quais as principais demandas dos petrolinenses e construir um projeto para a cidade”, destacou Miguel.

Sobre o processo eleitoral, o presidente do PSB de Petrolina disse que somente a partir de abril será iniciada a discussão sobre as candidaturas. “Temos um senador, dois deputados federais, dois estaduais, vereadores e todos estão legitimados a disputar. O candidato será aquele que tiver mais condições de agregar. Estamos em janeiro ainda e este é momento de escuta. A partir de abril, dentro do que determina o prazo eleitoral, ai sim vamos chamar os partidos aliados para discutir nomes”, explicou.

Outras Notícias

Morre vigilante que trocou tiros com assaltantes do Sicoob Itapetim

Ele morreu antes de ser atendido em Patos. Um senhor de 85 anos chegou a ser feito refém, mas foi liberado Uma tentativa de  assalto com refém aconteceu esta manhã em Itapetim, no Pajeú. O alvo, a agência do Sicoob do município. Seis homens armados, quatro em um Strada prata e dois em uma moto tentaram assaltar […]

Foto: J Campos

Ele morreu antes de ser atendido em Patos. Um senhor de 85 anos chegou a ser feito refém, mas foi liberado

Uma tentativa de  assalto com refém aconteceu esta manhã em Itapetim, no Pajeú. O alvo, a agência do Sicoob do município.

Seis homens armados, quatro em um Strada prata e dois em uma moto tentaram assaltar o banco por volta de 8 e meia da manhã. Houve troca de tiros com um segurança. Ele foi baleado com tiros no tórax e foi levado ao Hospital de Patos, mas não resistiu e morreu. O vigilante foi inicialmente identificado como Lopes e trabalhava na Tupelo Segurança Privada.

A porta da frente do banco foi destruída. Muitos tiros aparentemente de calibre pesado. Os criminosos levaram um refém identificado como Alfredo Nunes, o Alfredinho, de 85 anos. Ele estava em uma farmácia, a Drogaria Passos, onde costuma chegar todas as manhãs.

Seu Alfredo foi liberadoo. Estava com a roupa ensanguentada, mas disse ser sangue de criminosos. Muitos policiais fazem a perseguição . A PM da Paraíba também foi contactada. Nada foi levado pelos criminosos. Uma caminhonete também foi deixada pelo caminho.

Afogarêta 2018: veja mais algumas fotos da 1ª noite

O parceiro do blog, o fotografo Cláudio Gomes, enviou alguns dos seus registros feitos na noite do 1º dia do Afogareta 2018. Veja abaixo alguns dos cliques de Cláudio:

O parceiro do blog, o fotografo Cláudio Gomes, enviou alguns dos seus registros feitos na noite do 1º dia do Afogareta 2018. Veja abaixo alguns dos cliques de Cláudio:

Padres Wellington Luiz e José Cícero assumem paróquias em São José do Egito e Tabira

Por Tito Barbosa Na noite da última sexta (22) tomou posse como administrador paroquial na Paróquia de São José, em São José do Egito, o padre Wellington Luiz. O padre foi acolhido pelas pastorais e movimentos da paróquia nas proximidades da matriz e, em seguida, seguiram para participarem da missa de posse presidida pelo bispo […]

Por Tito Barbosa

Na noite da última sexta (22) tomou posse como administrador paroquial na Paróquia de São José, em São José do Egito, o padre Wellington Luiz. O padre foi acolhido pelas pastorais e movimentos da paróquia nas proximidades da matriz e, em seguida, seguiram para participarem da missa de posse presidida pelo bispo diocesano dom Egidio Bisol. Vários padres da diocese estiveram participando.

Padre Wellington agradeceu ao povo de Flores que esteve presente e saudou ao povo de São José onde teve início a sua caminhada com o estágio pastoral em 2014.

“Volto com o mesmo objetivo de trabalhar e servir ao povo de Deus nesta paróquia , inspirado pelo meu lema sacerdotal que diz: Estou entre vós como aquele que serve. Quero ser para vocês este instrumento de Deus, agindo e atuando espelhado em Jesus, o Bom Pastor, que vai em busca da ovelha perdida e que enfaixa suas feridas e as cura. Quero visitar cada comunidade para conhecer a realidade de cada uma, ouvindo a voz do povo”, disse o padre.

Tabira: o padre José Cícero foi empossado na noite deste sábado (23) como pároco da Paróquia de Nossa Senhora dos Remédios, em Tabira. Muitos fieis foram recepcionar o padre nas imediações do terminal rodoviário da cidade.

Durante a missa de posse presidida pelo bispo diocesano, dom Egidio Bisol, uma forte chuva caiu sobre a cidade, acompanhada de relâmpagos e trovões.

Padre Cícero agradeceu aos paroquianos de Brejinho que estavam presentes, sua antiga paróquia, e disse contar agora com a ajuda dos paroquianos de Tabira durante os 8 anos que estará à frente da paróquia.

“Deus nos chama para viver com intensidade este novo tempo. Desde já, conto e preciso da ajuda de todos, cheios de esperança, impelidos pelo Espírito, com grande confiança em Deus e a intercessão de Maria Santíssima. A missão não termina. Não se acomodem, não parem. A Igreja precisa muito de vocês, de nós. Somos a Igreja”, concluiu.

Em Serra, líderes políticos trocam acusações sobre “guerra digital”

Luciano Duque e Sebastião Oliveira falam em guerra virtual por 2020. Até expressão “milícia digital” foi utilizada A principal cidade do Pajeú, Serra Talhada é palco de uma guerra digital mirando 2020. Principais líderes da cidade, Luciano Duque e Sebastião Oliveira trocam farpas sobre uso das redes sociais para desconstruir um e outro. Na imprensa […]

Luciano Duque e Sebastião Oliveira falam em guerra virtual por 2020. Até expressão “milícia digital” foi utilizada

A principal cidade do Pajeú, Serra Talhada é palco de uma guerra digital mirando 2020. Principais líderes da cidade, Luciano Duque e Sebastião Oliveira trocam farpas sobre uso das redes sociais para desconstruir um e outro.

Na imprensa da Capital do Xaxado, Luciano Duque criticou a diretora da XI Geres, Carla Milene, ligada ao grupo de oposição, liderado por Sebastião Oliveira. Chegou a dizer que a gestora utiliza grupos de WhatsApp para criticar a gestão. Como pano de fundo, as críticas de que as unidades básicas de saúde não absorvem 100% da demanda transferida para o Hospam, de urgência e emergência. Duque negou e disse haver médicos nas UBS.

Sebastião Oliveira foi mais longe. Falando ao programa Frequência Democrática, da Vilabella FM, acusou aliados de Duque de organizarem uma “milícia digital” em grupos de WhatsApp para defender o governo e bater na oposição.

“Tem uma milícia enorme nas redes sociais para falar bem do prefeito e falar mal de mim, falar mal da oposição e mal de quem contraria os interesses e desejos pessoais do prefeito”, criticou.

Temer anuncia ‘ajustamento’ com Congresso contra anistia a caixa 2

G1 O presidente da República, Michel Temer, anunciou neste domingo (27) um “ajustamento institucional” com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a fim de impedir a tramitação no Congresso de qualquer medida que permita anistia a políticos que em eleições passadas tenham praticado caixa 2 (uso de recursos […]

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O presidente da República, Michel Temer, anunciou neste domingo (27) um “ajustamento institucional” com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), a fim de impedir a tramitação no Congresso de qualquer medida que permita anistia a políticos que em eleições passadas tenham praticado caixa 2 (uso de recursos não declarados à Justiça Eleitoral).

O anúncio foi feito durante entrevista conjunta com Maia e Renan no Palácio do Planalto. Os três descartaram a hipótese de aprovação de alguma proposta que eventualmente venha a ser apresentada com a finalidade de anistiar o caixa 2 ou crimes associados a essa prática, como corrupção e lavagem de dinheiro.

Na quinta-feira (24), a votação do projeto com medidas anticorrupção acabou adiada para esta terça-feira (29) após ter sido revelada uma articulação que previa a apresentação de uma emenda para anistiar quem tivesse feito uso de caixa 2em eleições passadas. Nos bastidores da Câmara, chegou a circular um texto de uma emenda que previa livrar, em todas as esferas (cível, criminal e eleitoral) quem tivesse praticado caixa dois.

Segundo Temer, é preciso “ouvir a voz das ruas” em relação à anistia. “Estamos aqui para revelar que no tocante à anistia, há uma unanimidade daqueles dos poderes Legislativo e Executivo”, afirmou. “Não há a menor condição de se patrocinar, de se levar adiante essa proposta”, declarou.

De acordo com o presidente, o objetivo da entrevista foi desestimular qualquer movimentação interna na Câmara dos Deputados com o objetivo de viabilizar uma proposta de anistia ao caixa 2. Segundo ele, “seria impossível ao presidente da República sancionar uma matéria dessa natureza”.