O pré-candidato ao governo do estado Miguel Coelho cancelou a apresentação das diretrizes do Plano de Governo, que estava marcada para esta segunda-feira (30), no Recife.
Segundo Miguel, a gravidade da situação exige que todos os esforços estejam voltados para socorrer e apoiar as vítimas da tragédia causada pelas chuvas que atingem o estado, sobretudo a Região Metropolitana e a Mata, e preservar o maior número de vidas.
“O momento é de solidariedade, atenção e respeito às famílias que estão sofrendo com a perda de parentes e amigos ou que viram suas casas arrastadas pelas enxurradas e deslizamentos de terra nesta que é uma das maiores tragédias da história recente do Recife. As cenas de desespero das famílias durante os desmoronamentos e inundações são chocantes, e o nosso dever é somar esforços para atender e amparar as vítimas e preservar o maior número de vidas”, disse o pré-candidato do União Brasil.
Miguel defendeu a adoção de medidas emergenciais para evitar novos deslizamentos nas áreas de risco e o envolvimento de toda a sociedade numa grande campanha de solidariedade para a arrecadação de alimentos, roupas e produtos de higiene. “Neste momento de dor, Pernambuco dará um grande exemplo de empatia e solidariedade, oferecendo apoio e assistência às famílias desoladas por esta tragédia.”
Dos muitos filiados descontentes com a entrada de Dinca no PMDB e que deixarão a legenda, dois deles, Paulo Manu e Flávio Marques, membros da antiga direção, falaram ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. O empresário, depois de dizer que estava indignado com a decisão da direção estadual, admitiu que estava no partido […]
Dos muitos filiados descontentes com a entrada de Dinca no PMDB e que deixarão a legenda, dois deles, Paulo Manu e Flávio Marques, membros da antiga direção, falaram ontem a Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.
O empresário, depois de dizer que estava indignado com a decisão da direção estadual, admitiu que estava no partido errado, até porque não votou nos candidatos da sigla na última eleição. Paulo que mais uma vez disse não ter interesse em disputar a Prefeitura de sua cidade. “Não posso abdicar de minhas empresas, não preciso de legenda. Por ser aliado desse partido sujo (PT), o PMDB de Tabira agora tem a pessoa certa(Dinca) no comando. Ele foi expulso do PSB do Governador Paulo Câmara, mesmo tendo votado nele, logo será expulso outra vez do PMDB”.
Paulo também lembrou que a maioria das dificuldades administrativas encontradas pelo Prefeito Sebastião Dias, o responsável é o ex-prefeito(Dinca).
O ex-Presidente do PMDB Flávio Marques, também não poupou o ex-prefeito Dinca. “Ninguém gosta dele. Eduardo não gostava. Paulo Câmara e os secretários do governo também não. O PSB bateu as portas pra ele. Fidelidade não é com ele. Então não temos nenhuma possibilidade de ficar perto de um ficha suja”, disse Flávio.
Para rebater as afirmações, o ex-prefeito Dinca enviou ao Programa Cidade Alerta, Certidões de débitos trabalhistas, Tribunal Superior eleitoral, certidão negativa para fins eleitorais, Comprovação de situação cadastral do CPF, e a informação do Tribunal de contas, pedindo a retratação por parte de Flávio Marques.
Foi quando o ex-presidente do PMDB depois de ler a documentação, não se retratou e ainda reforçou o termo ficha suja dizendo: “Essa é que interessa: A Certidão negativa do TCE ele não consegue diante do grande número de contas rejeitadas. E sobre questões trabalhistas, Dinca não tem porque o que mostrar, pois as empresas são em nome de laranjas”, completou Flávio.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo de perigo potencial de chuvas intensas para 79 municípios da Paraíba. O aviso foi emitido às 10h de ontem, sexta-feira (28) e segue até este sábado (29). Conforme o alerta, poderá chover entre 20 e 30 milímetros por hora, ou até 50 milímetros por dia, […]
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu um alerta amarelo de perigo potencial de chuvas intensas para 79 municípios da Paraíba.
O aviso foi emitido às 10h de ontem, sexta-feira (28) e segue até este sábado (29). Conforme o alerta, poderá chover entre 20 e 30 milímetros por hora, ou até 50 milímetros por dia, nas cidades listadas.
Os ventos devem ser intensos, de 40 a 60 quilômetros por hora. Há baixo risco de corte de energia elétrica, de queda de galhos de árvores, de alagamentos e descargas elétricas.
O Inmet recomenda que os moradores das cidades listadas, que em caso de rajadas de vento, evitem se abrigar embaixo de árvores. Veículos também não devem ser estacionados próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.
A população deve evitar utilizar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Em caso de problemas, o órgão orienta que as pessoas entrem em contato com a Defesa Civil, por meio do número 199, e com o Corpo de Bombeiros, por meio do número 193.
A Promotora de Justiça Adriana Cecília Lordelo Wludarski comunicou em nota a abertura de seleção para preenchimento de uma vaga de assessor de membro destinada ao quadro da 2ª Promotoria de Justiça de Afogados da Ingazeira. Os interessados deverão encaminhar currículo com qualificações e experiências profissionais ao e-mail oficial [email protected] até o próximo dia 10 […]
A Promotora de Justiça Adriana Cecília Lordelo Wludarski comunicou em nota a abertura de seleção para preenchimento de uma vaga de assessor de membro destinada ao quadro da 2ª Promotoria de Justiça de Afogados da Ingazeira.
Os interessados deverão encaminhar currículo com qualificações e experiências profissionais ao e-mail oficial [email protected] até o próximo dia 10 de dezembro.
Após a análise curricular, os candidatos serão convocados para entrevista em data e horário a serem agendados oportunamente.
A vaga destina-se a pessoas idôneas, sem vínculo com a Administração Pública, em qualquer dos entes federativos, que tenham concluído curso de nível superior em Bacharelado em Direito, devidamente reconhecido pelo Ministério da Educação até a data anterior à indicação, e que não possuam antecedentes criminais, não exerçam advocacia e que não incorram em quaisquer proibições previstas nas Resoluções CNMP nº 37/2009 e 177/2017.
As resoluções consistem em não ser cônjuge, companheiro ou parente em linha reta, colateral ou por afinidade, até o terceiro grau, inclusive, de qualquer membro do Ministério Público de Pernambuco ou de servidor ocupante de cargo ou função de confiança (direção, chefia ou assessoramento) da Instituição. A carga horária é de 30 (trinta) horas semanais. As demais informações serão fornecidas quando da entrevista pessoal.
Do Uol O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi reeleito neste domingo (1º) e vai comandar a Casa e o Congresso por mais dois anos. O alagoano recebeu o apoio de aliados da presidente Dilma Rousseff (PT). Este é o quarto mandato de Renan no comando do Legislativo. A votação foi secreta. Renan venceu […]
O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), foi reeleito neste domingo (1º) e vai comandar a Casa e o Congresso por mais dois anos. O alagoano recebeu o apoio de aliados da presidente Dilma Rousseff (PT). Este é o quarto mandato de Renan no comando do Legislativo. A votação foi secreta.
Renan venceu o senador Luiz Henrique (PMDB-SC), que recebeu apoio de senadores que fazem oposição ao governo de Dilma, por 49 votos 31. Um voto nulo foi registrado. O nome de Renan chegou a ser citado na Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que investiga irregularidades na Petrobras, segundo informações publicadas pela revista “Veja” e pelo jornal “O Estado de São Paulo”. Não há nenhuma denúncia formal contra ele. Renan nega qualquer tipo de evolvimento com o caso.
“As disputas democráticas engrandecem a instituição e robustecem a democracia e engrandecem aqueles que dela participam. Por isso é que gostaria de fazer uma menção ao meu ilustre colega ex-governador, ex-presidente do PMDB e ex-líder da bancada senador Luiz Henrique pela correção e espírito público verificados ao longo de sua trajetória. A disputa agora, senador Luiz Henrique, já é passado”, declarou Renan após a vitória.
A candidatura de Henrique é um reflexo do racha do PMDB e descontentamento de parte do Senado com Renan na presidência. Henrique obteve apoio de partidos da oposição e dos chamados independentes. Nesta semana, declararam apoio a ele três senadores do PMDB e membros do PSB, do PDT, do PSDB, do PP, do PSOL e do DEM. Mesmo com o apoio, Henrique não obteve maioria dos votos.
Renan tem apoio do Palácio do Planalto e do PT. Após a ala rebelde do PMDB lançar a candidatura avulsa de Henrique, membros do governo atuaram nos bastidores em favor de Renan.
“Serei presidente de todos senadores como demonstrado nos últimos anos. Desejo renovar meu firme compromisso pela autonomia e independência do Senado Federal. Por sua modernização, transparência e pela coletivização das decisões dessa direção”, disse Renan.
Para pedir votos aos congressistas, Renan destacou os trabalhos do Senado Federal no último biênio e a economia de recursos com os cortes de cargos comissionados. Também afirmou que é independente dos outros Poderes e que desempenhou uma “presidência coletiva”.
“Senadoras e senadores, peço o voto e a confiança de todos. Os daqui são testemunhas que sou um homem de equipe e que jogo para o time e não para a plateia. Tenho por princípios dar oportunidades a todos. A presidência continuará a ser coletiva”, discursou Renan.
Luiz Henrique foi o único senador citado nominalmente por Renan durante seu discurso para rebater as críticas veladas feitas pelo concorrente ao presidente do Senado. Henrique disse que se fosse eleito seria independente e não indicaria nomes para ocupar cargos em ministérios e estatais do governo para que o Senado não fique subordinado aos desmandos do Palácio do Planalto.
“Quando o presidente se verga para pedir favores ao executivo, ele perde autonomia”, declarou Luiz Henrique. Foi uma crítica direta a Renan que foi responsável por diversas indicações de cargos do governo. Suspeita-se que entre as nomeações está o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, preso em Curitiba, mas Renan nega que tenha feito a indicação.
Esta é quarta vez que Renan ocupa o cargo. Ele já esteve no cargo em 2005, mas deixou a presidência em 2007 após escândalos envolvendo seu nome. Na época, surgiram denúncias de que ele usou dinheiro de lobista para pagar pensão de uma filha fora do casamento. Renan chegou a sofrer um processo de cassação, mas foi absolvido pelo plenário do Senado. Em 2013, ele voltou a presidir a Casa.
O presidente do Senado também preside o Congresso e coordena os trabalhos e as pautas das duas Casas. Também é o terceiro na linha sucessória da Presidência da República, depois do vice-presidente e do presidente da Câmara.
Agência Brasil – O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse hoje (3) que o Brasil precisa ajustar a economia na direção da indústria. Levy deu a declaração em Paris, ao participar da assinatura de acordo do Brasil com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ele declarou que o país deve reduzir as […]
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, defendeu em Patis o ajuste da economia nacional na direção da indústria
Agência Brasil – O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, disse hoje (3) que o Brasil precisa ajustar a economia na direção da indústria. Levy deu a declaração em Paris, ao participar da assinatura de acordo do Brasil com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ele declarou que o país deve reduzir as incertezas em relação à economia, com fortalecimento fiscal e simplificação de impostos. Para Levy, o acordo com a OCDE, organismo que desenvolve estudos e pesquisas em diversas áreas, pode ser útil para alcançar esses objetivos.
“Neste momento, talvez tenhamos um pouco menos de protagonismo das commodities[produtos básicos com cotação internacional], o que significa que vamos ter mais protagonismo da indústria de transformação, da parte de conhecimento. Temos que ajustar a economia nessa direção. Também temos que criar as vantagens que vêm da menor incerteza em relação à economia. O acordo com a OCDE vai nesse aspecto, de uma economia mais madura, que sabe que tem que competir no cenário internacional”, afirmou o ministro, em entrevista na capital francesa.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, que também participou da assinatura do documento, explicou que o acordo possibilita a participação do Brasil, em caráter mais institucional, nos comitês da OCDE. “[O acordo] nos permitirá, ao longo dos próximos dois anos, aumentar a participação. Já participamos de 14 ou 15 mecanismos, comitês. [Com o acordo] vamos explorar a possibilidade de cooperação mais próxima, aproveitando a experiência da OCDE em todas as matérias discutidas.”
O chanceler Mauro Vieira diz que, com o acordo, o o Brasil aumenta sua participação instritucional na OCDE
Mauro Vieira ressaltou que o acordo não traz ônus financeiro para o Brasil, já que apenas os membros-plenos da OCDE, que atualmente são 34 países, devem fazer esse tipo de contribuição. Tanto Vieira quanto Levy se mostraram cautelosos ao ser questionados sobre a possível integração do Brasil à organização como membro pleno. “Com esse acordo macro, vamos ter a possibilidade de estar presentes de forma mais institucional, conhecer melhor a experiência e ver o que nos convém fazer no fim desse prazo de avaliação”, disse o chanceler brasileiro.
Joaquim Levy também comentou as projeções divulgadas hoje pela OCDE para a economia brasileira. O organismo prevê recessão em 2015 e crescimento de 1,1% da economia em 2016. Segundo o ministro da Fazenda, as estimativas estão próximas das projeções de mercado. “O primeiro trimestre foi de retração, o segundo trimestre ainda vai ser relativamente difícil. O que estamos fazendo é trabalhar para ter uma recuperação [da economia] o mais rápido possível”, salientou.
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