Mestre Zé do Pife e As Juvelinas se apresentaram na Escola Municipal Helena Maria de Siqueira Brito em Riacho do Meio
Por Nill Júnior
Na tarde desta quinta-feira na Escola Municipal Helena Maria de Siqueira Brito no Distrito de Riacho do Meio – São José do Egito, teve início a turnê nacional da banda Mestre Zé do Pife e as Juvelinas de Brasília.
Natural de Riacho do Meio o Mestre Zé do Pife apresentou o projeto “De Brasília a São José do Egito” para os alunos da Escola Helena. Uma tarde com música e conversa sobre a arte dos pifeiros.
A banda é formada por nove jovens mulheres que se distribuem em três pifes, caixa, zabumba, contra-surdo, pratos e triângulo, acompanhando o pife do Mestre.
Em Riacho do Meio o Mestre Zé do Pife e As Juvelinas encontraram-se com a “Banda de Pífano de Riacho do Meio”, banda da qual Seu Zé fazia parte e que hoje é liderada pelo seu irmão.
“De Brasília a São José do Egito” – projeto, que leva o nome do último álbum do grupo, vai levar apresentações e oficinas a três estados brasileiros: Pernambuco, Ceará e São Paulo, bem como o Distrito Federal, levando a arte do pífano, acompanhado de bonecos, danças, trocas de experiências e brincadeiras tradicionais.
Carnaval deste ano só começa em março, mas, em Afogados da Ingazeira a animação já tem início nesse fim de semana com o Afogarêta. O Bloco Arerê vai realizar a 21ª edição da folia fora de época da cidade que vai de hoje sexta-feira (11) até o domingo (13). A festa começa hoje com o axé […]
Ney e Matheus Quidute, na clássica foto do Afogareta 2015 de Cláudio Gomes. Evento chega ao 21º ano.
Carnaval deste ano só começa em março, mas, em Afogados da Ingazeira a animação já tem início nesse fim de semana com o Afogarêta.
O Bloco Arerê vai realizar a 21ª edição da folia fora de época da cidade que vai de hoje sexta-feira (11) até o domingo (13).
A festa começa hoje com o axé de Kiko Chicabana, segue amanhã, sábado com o swing baiano do Psirico e termina domingocom o forró estilizado de Iohanes Imperador.
As três atrações irão arrastar os foliões pela principal avenida da cidade, que é a Rio Branco ao som do trio Concremassa. Essa será a 21ª vez que o bloco animará os foliões na Avenida Rio Branco.
Dia 11, sexta, a atração será Chicabana, de volta ao evento. Chicabana é uma banda de axé que surgiu na Bahia e já conquistou o público.
No sábado, dia 12, um retorno. Ano passado, já havia sido anunciada a repetição de Psirico, a principal atração do ano 20, pela repercussão do evento e o “quero mais” do foliões.
No domingo, dia 13, a atração foi definida no estilo Forró Elétrico. Comanda a programação Yohannes. O artista já havia se apresentado na edição de 2015 do evento.
Os organizadores do evento estabeleceram regras para a utilização do abadá este ano. Todos deverão vestir o abadá por completo.
Podem até customizar o abadá, mas devem ser mantidas as logomarcas do bloco e dos patrocinadores.
Debate: organizador do evento, Nei Quidute é o convidado do Debate das Dez do programa Manhã Total da Rádio Pajeú. Ele vai falar dos detalhes do evento, as novidades e responderá os ouvintes.
Promoção do Abadá: as ganhadoras dos Abadás da promoção do blog foram Emanuela Gomes (@emanuelaneinha) e Juliana Lopes (@juliana_lopes05). A entrega acontece daqui a pouco às dez horas na Rádio Pajeú.
Você ainda tem chance de concorrer acompanhando o Debate das Dez hoje com Nei Quidute como tradicionalmente acontece. Parabéns a todos que participaram! Bom Afogareta!! O blog é parceiro oficial do evento.
por Anchieta Santos Funcionários do escritório político do deputado Inocêncio Oliveira (PR), no Recife, estão preocupados com o estado de tristeza em que ele se encontra por não ser candidato à reeleição. Há 40 anos, a agenda do parlamentar é invariável: viagem a Brasília às terças-feiras e retorno do Recife às sextas. É esse “vazio” […]
Funcionários do escritório político do deputado Inocêncio Oliveira (PR), no Recife, estão preocupados com o estado de tristeza em que ele se encontra por não ser candidato à reeleição.
Há 40 anos, a agenda do parlamentar é invariável: viagem a Brasília às terças-feiras e retorno do Recife às sextas. É esse “vazio” na agenda que ele não sabe ainda como vai preencher.
O Diretor Acadêmico da FIS, Faculdade de Integração do Sertão, Luis Pereira de Melo Júnior, tomou posse na Comissão de Direito à Educação da Ordem dos Advogados do Brasil Pernambuco. A solenidade aconteceu no último dia 17 na sede da OAB. Na ocasião os membros da Comissão se reuniram com o presidente da seccional, Ronnie […]
O Diretor Acadêmico da FIS, Faculdade de Integração do Sertão, Luis Pereira de Melo Júnior, tomou posse na Comissão de Direito à Educação da Ordem dos Advogados do Brasil Pernambuco.
A solenidade aconteceu no último dia 17 na sede da OAB. Na ocasião os membros da Comissão se reuniram com o presidente da seccional, Ronnie Duarte e apresentaram as atividades desenvolvidas como a criação do projeto “OAB vai à Escola”.
O projeto tem por intuito debater nas unidades de ensino a violência no ambiente escolar, o direito à educação e a elaboração de currículos mais eficientes. A intenção da Comissão é que essas ações sejam periódicas e que ocorram do litoral ao sertão do estado.
A governadora Raquel Lyra afirmou que a concessão parcial dos serviços da Compesa representa uma decisão política voltada à mudança estrutural do abastecimento de água em Pernambuco. A declaração foi feita após o leilão realizado na última quinta-feira (18), na B3, em São Paulo. Em seu discurso, a gestora ressaltou que promover mudanças exige enfrentar […]
A governadora Raquel Lyra afirmou que a concessão parcial dos serviços da Compesa representa uma decisão política voltada à mudança estrutural do abastecimento de água em Pernambuco. A declaração foi feita após o leilão realizado na última quinta-feira (18), na B3, em São Paulo. Em seu discurso, a gestora ressaltou que promover mudanças exige enfrentar escolhas difíceis e romper com práticas históricas. “É difícil fazer mudança, porque muita gente fala sobre ela, mas não quer fazer”, afirmou.
Raquel destacou que o processo não se resume ao volume de investimentos, estimados em cerca de R$ 20 bilhões, mas à definição de prioridades. Segundo a governadora, os recursos obtidos com a outorga serão utilizados exclusivamente pelo Estado para a produção e a distribuição de água, com foco em infraestrutura hídrica. Ela citou como exemplo a construção da adutora que beneficiará Petrolina, Afrânio e Dormentes, com investimento previsto de R$ 300 milhões, ressaltando que se trata de uma escolha que não segue lógica eleitoral.
Ao abordar o impacto das decisões, a governadora afirmou que não é aceitável que problemas herdados do século passado continuem presentes no cotidiano das famílias pernambucanas. Para Raquel Lyra, a concessão marca o início de um novo ciclo na política hídrica do Estado, sustentado por decisões que priorizam o enfrentamento de carências históricas, mesmo diante de resistências.
A decisão da governadora Raquel Lyra de levar adiante a concessão dos serviços da Compesa é, antes de tudo, uma escolha de alto risco político. Trata-se de uma aposta clara: ou o modelo entrega resultados concretos e melhora um serviço historicamente mal avaliado pela população, ou o ônus recairá integralmente sobre o Palácio do Campo das Princesas. Ao assumir o protagonismo do processo, Raquel retira de si a possibilidade de terceirizar responsabilidades no futuro.
Se a concessão produzir os efeitos prometidos, ampliação da oferta de água, regularidade no abastecimento e avanço da infraestrutura hídrica nos municípios, a governadora acumulará um ativo político relevante. Poucos temas são tão sensíveis quanto água no cotidiano da população, especialmente no interior. Melhorar um serviço que há décadas simboliza ineficiência pode consolidar a imagem de uma gestora disposta a enfrentar problemas estruturais e a tomar decisões impopulares no curto prazo para colher resultados no médio e longo prazo.
Por outro lado, o histórico da Compesa pesa contra a margem de erro do governo. O serviço é reconhecidamente precário em grande parte do Estado, e a população tende a reagir com desconfiança a mudanças que envolvem concessões. Caso os investimentos não se traduzam em melhorias perceptíveis, ou se o modelo falhar na execução, a responsabilidade política será direta. A concessão deixará de ser vista como solução e passará a ser associada a uma promessa frustrada, com impacto potencial no capital político da governadora.
Em síntese, Raquel Lyra fez uma escolha que não admite meio-termo. Ao optar pela concessão, colocou sua gestão como fiadora de um novo modelo para um velho problema. O sucesso pode reposicionar seu governo como agente de transformação; o fracasso, no entanto, tende a reforçar a descrença da população e cobrar um preço ele
Fenômeno deixou rastro de destruição na zona rural do município de Estrela de Alagoas, no Agreste. Um redemoinho de terra destelhou casas no município de Estrela de Alagoas, no Agreste alagoano, na tarde desta quinta-feira (22). Moradores do povoado Lageiro do Nicácio, na zona rural, registraram o fenômeno (vejo o vídeo ao final da matéria). […]
Fenômeno deixou rastro de destruição na zona rural do município de Estrela de Alagoas, no Agreste.
Um redemoinho de terra destelhou casas no município de Estrela de Alagoas, no Agreste alagoano, na tarde desta quinta-feira (22). Moradores do povoado Lageiro do Nicácio, na zona rural, registraram o fenômeno (vejo o vídeo ao final da matéria).
O morador Jeronias Lageiro contou que ninguém ficou ferido, mas que o redemoinho arrancou telhados e derrubou paredes de cerca de 10 casas do povoado.
“Graças a Deus ninguém se machucou. Agora as casas por onde passou, só estrago”, disse. Segundo o morador, a Prefeitura de Estrela de Alagoas se comprometeu a fazer os reparos nas casas atingidas.
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