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MEC anuncia 150 mil novas vagas no Fies e garante permanência do programa

Por Nill Júnior

O ministro da Educação, Mendonça Filho, reafirmou nesta segunda-feira, 6, a manutenção do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Para o primeiro semestre deste ano, serão ofertadas 150 mil novas vagas.

“O propósito primeiro é garantir o atendimento dos jovens que demandam o Fies, assegurando a sustentabilidade do sistema”, disse o ministro, durante coletiva de imprensa realizada na sede do Ministério da Educação.

As inscrições para os interessados em obter o benefício começam ao meio-dia desta terça-feira, 7, e seguem até as 23h59 do próximo dia 10. Podem concorrer os estudantes que tenham participado de alguma edição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a partir de 2010 e obtido nota mínima de 450 pontos. Além disso, não podem ter zerado a redação. Outro requisito é comprovar renda familiar bruta de até três salários mínimos.

O teto global do financiamento passará por uma redução, sendo estabelecido o valor de R$ 30 mil por semestre. “O que nós estamos fazendo é assegurando o direito dos estudantes, que terão seus financiamentos garantidos até a conclusão dos seus cursos, e que aqueles que tinham a expectativa de acessar o Fies neste primeiro semestre de 2017 não sejam prejudicados”, destacou o ministro.

Para o segundo semestre, Mendonça Filho anunciou outras mudanças no programa. “A reestruturação do Fies levará em consideração o que é aportado pelo Tesouro Nacional e as condições de sustentabilidade em termos de médio e longo prazo”, disse. As novas regras deverão ser anunciadas até o final de março.

O secretário de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda, Mansueto de Almeida Júnior, defendeu as modificações. “O intuito é tornar o Fies um programa sustentável, com previsibilidade, transparência e controle”, garantiu.

Outras Notícias

Justiça marca para 21 de junho interrogatório de Lula

A Justiça Federal em Brasília designou para o dia 21 de junho o interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo da Operação Zelotes, que apura irregularidades na compra de caças suecos durante o governo Dilma Rousseff. Lula é réu no processo, junto com um dos filhos, por supostos tráfico de influência, lavagem […]

A Justiça Federal em Brasília designou para o dia 21 de junho o interrogatório do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no processo da Operação Zelotes, que apura irregularidades na compra de caças suecos durante o governo Dilma Rousseff.

Lula é réu no processo, junto com um dos filhos, por supostos tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa na compra.

O depoimento está marcado para as 9h, ainda sem local definido. Nesse mesmo dia, serão ouvidos Luís Cláudio Lula da Silva (filho de Lula) e os lobistas Mauro Marcondes s Cristina Mautoni, também réus no processo.

A nova data foi decidida pelo juiz Vallisney de Oliveira. Ele já tinha marcado esse interrogatório para 20 de fevereiro mas, a pedido da defesa de Lula, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, desmarcou o depoimento.

O desembargador Néviton Guedes argumentou que Lula só poderia ser ouvido depois dos depoimentos de testemunhas que estão no exterior. E determinou um prazo de 4 meses para que isso ocorra.

A defesa de Lula pediu que o juiz reveja a decisão de marcar o interrogatório de Lula para o dia 21 de junho. O juiz estipulou a data com base nos 4 meses dados de prazo pelo TRF-1, quando decidiu adiar o depoimento.

A data foi definida em decisão do dia 13 de março, antes da prisão de Lula, no caso do tripex no Guarujá. O pedido da defesa para rever a decisão também foi enviado antes da prisão de Lula. O juiz Vallisney ainda não analisou o pedido da defesa.

Datafolha: sem Lula, Marina e Bolsonaro empatam em 1º nas intenções de voto

Mesmo preso, Lula lidera nos 3 cenários Barbosa, Ciro e Alckmin empatam abaixo Do Poder 360 Com Lula preso e considerado fora das eleições de outubro, Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede) lideram em intenções de voto, indica pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (15.abr.2018). O ex-capitão do Exército varia de 15% a 17%, empatado […]

Foto: Sérgio Lima/Poder360

Mesmo preso, Lula lidera nos 3 cenários

Barbosa, Ciro e Alckmin empatam abaixo

Do Poder 360

Com Lula preso e considerado fora das eleições de outubro, Jair Bolsonaro (PSL) e Marina Silva (Rede) lideram em intenções de voto, indica pesquisa Datafolha divulgada neste domingo (15.abr.2018). O ex-capitão do Exército varia de 15% a 17%, empatado na margem de erro com a candidata da Rede, que registra 16% das intenções de voto nos cenários sem Lula.

Nos cenários em que é testado, o petista continua à frente. Lula oscila de 30% a 31%. Ainda que continue liderando, sua prisão, em 7 de abril, reduziu seu apoio em relação a janeiro, quando pontuava de 34% a 37% nos cenários testados.

Agora filiado ao PSB, o ex-ministro do STF Joaquim Barbosa cresceu nas pesquisas e aparece empatado na margem de erro com Geraldo Alckmin (PSDB) e com Ciro Gomes (PDT). Nem o tucano, nem o pedetista se beneficiaram da situação de Lula e tiveram desempenho igual ou pior do que na medição de janeiro.

Como os cenários de abril diferem dos testados em janeiro, não é possível comparar a evolução individual, mas as marcas de máximo e mínimo em intenções de voto de cada candidato em todos os cenários fornecem 1 panorama da situação.

Eis 1 quadro com os percentuais máximos e mínimos alcançados por todos os candidato testados pelo Datafolha. Os nomes estão em ordem alfabética. Para reordenar pelos percentuais, clique em “% mínimo” ou “% máximo”:

Comparação Datafolha janeiro-abril quanto tem cada 1 dos principais candidatos

O levantamento teve 4.194 entrevistas realizadas em 227 municípios de 11 a 13 de abril. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Testou 9 cenários com 3 candidatos diferentes do PT: foram 3 cenários com Lula, 3 com Fernando Haddad (PT) e 3 com Jaques Wagner (PT).

A pesquisa colocou em números o tamanho do baque sofrido pelo PT sem Lula no páreo. Os outros representantes da sigla tiveram desempenho pífio. Fernando Haddad não pontua acima de 2% e Jaques Wagner fica com 1% das intenções de voto. Os 2 empatam com outros 2 candidatos da esquerda que poderiam herdar parte dos votos de Lula: Manuela D’Ávila (PC do B) marca no máximo 2% e Guilherme Boulos (Psol), 1%.

A estratégia de Michel Temer de filiar Henrique Meirelles ao MDB para, eventualmente, compor uma chapa que defendesse o legado de seu governo e a agenda de reformas não conquistou ainda nenhuma aderência junto ao eleitorado. Temer registra no máximo 2% das intenções de voto. Meirelles não passa de 1%.

Para onde vão os votos de Lula

Se confirmado o cenário quase certo de que Lula não poderá disputar o Planalto, o capital de 30% das intenções de voto serão decisivos na definição dos candidatos que vão a 1 eventual 2º turno. O Datafolha questionou aos eleitores lulistas o que eles farão se o ex-presidente não tiver seu nome inscrito nas urnas.

Dois terços dos eleitores se dispõe a votar em 1 candidato indicado por Lula e 1/3 diz não ter candidato. Entre os candidatos que continuam no pleito, os maiores beneficiados seriam Marina Silva (Rede) e Ciro Gomes (PDT). Receberiam uma porcentagem de votos maior que a dos próprios candidatos petistas testados: Fernando Haddad e Jaques Wagner.

Marina receberia de 19% a 21% dos votos lulistas. Ciro, de 14% a 15%. Haddad e Wagner receberiam 3% –metade dos eleitores de Lula que migrariam seu voto para Jair Bolsonaro (PSL), percentual que varia de 5 a 6%.

Geraldo Alckmin

O candidato tucano ainda patina nas pesquisas. Registrou agora em abril resultado até pior do que em janeiro, quando variava de 6% a 11% nos diferentes cenários. Agora, seu melhor resultado é 8% das intenções de voto, nos cenários sem Lula e sem o presidente Michel Temer.

O tucano deixou o governo de São Paulo na última semana para obedecer a regra da desincompatibilização. Encerra o período de mais de 7 anos de governo no maior eleitorado do país com 36% de aprovação, segundo o Datafolha.

O cenário é desfavorável. Em 2006, 1ª vez em que Alckmin deixou o governo para se candidatar ao Planalto, saiu com 66% de aprovação da população paulista. Perdeu no 2º turno para Lula.

Na corrida presidencial deste ano, o tucano não lidera sozinho entre os eleitores paulistas. Tem 16% das intenções de voto. Empata dentro da margem de erro com Jair Bolsonaro (16%) e Marina Silva (13%) no Estado. Ficam à frente de Joaquim Barbosa (11%) e Ciro Gomes (8%).

O caminho ainda é longo, mas os números são pouco animadores. Podem inclusive reacender os desejos de João Doria, desincompatibilizado da prefeitura de São Paulo e pré-candidato ao governo estadual, de ser o representante do PSDB na disputa presidencial.

Cenários para o 2º turno

O Datafolha testou 7 cenários de 2º turno. Todos contêm candidatos do PT, isto é –seja pela improbabilidade de Lula concorrer, seja pelo mau desempenho dos outros 2 candidatos– todos são muito improváveis se avaliarmos as intenções de voto em 1º turno. São eles:

  • Lula 48% x 31% Bolsonaro
  • Lula 48% x 27% Alckmin
  • Lula 46% x 32% Marina
  • Bolsonaro 37% x Haddad 26%
  • Alckmin 37% x Haddad 21%
  • Bolsonaro 39% x 23% Jaques Wagner
  • Alckmin 41% x 17 Jaques Wagner
Paulinho Tomé cobra solução para falta d’água em Tupanatinga

O deputado Paulinho Tomé foi à tribuna da Assembleia nesta terça-feira (28) para cobrar da Compesa uma solução para o problema da falta d’água em Tupanatinga. “Nossa cidade, que fica sobre um grande lençol freático, é responsável pelo abastecimento de várias cidades da região, está há dez dias sem água. Todos os municípios que dependem […]

O deputado Paulinho Tomé foi à tribuna da Assembleia nesta terça-feira (28) para cobrar da Compesa uma solução para o problema da falta d’água em Tupanatinga.

“Nossa cidade, que fica sobre um grande lençol freático, é responsável pelo abastecimento de várias cidades da região, está há dez dias sem água. Todos os municípios que dependem do manancial de Tupanatinga estão com o fornecimento normal, menos a nossa cidade. A Compesa, que já foi acionada há vários dias, várias vezes, não resolve o problema”, afirmou.

Segundo o parlamentar, a Compesa informou que trata-se de um problema com uma bomba, mas já são 10 dias de reclamações e nenhuma solução. “Venho aqui para pedir ao presidente da Compesa, Roberto Tavares, que resolva esse problema. Porque o povo de Tupanatinga não quer desculpas e justificativas. Quer água nas torneiras”, destacou.

O parlamentar destacou, ainda, que está muito atento às questões ligadas à seca, pois vem de uma família que trabalha com agricultura e pecuária e conhece de perto a importância da água para o homem do campo. Tomé falou da importância das ações do Exército Brasileiro de carros-pipa e perfuração de poços, mas que é preciso de soluções eficazes e permanentes para a seca.

“Segundo a Casa Militar de Pernambuco, dos 185 municípios pernambucanos, 126 estão em estado de emergência por conta da seca. E de acordo com a Compesa, destes 126 municípios, 31 já entraram em colapso – 323 mil pessoas sofrendo com o flagelo da seca. E tem mais: 37 municípios estão em pré-colapso. A situação é muito séria, pois estamos falando da maior seca dos últimos 60 anos”, disse.

Prefeitura de São José do Egito invoca paternidade de reuniões de monitoramento no Pajeú. “Foi um dos primeiros no Estado”

A Prefeitura de São José do Egito realizou nesta quinta (12), mais uma reunião de monitoramento. Com a presença do prefeito Romério Guimarães, todos os secretários municipais apresentaram o desempenho de suas metas projetadas para este ano dentro do programa de planejamento estratégico. A Prefeitura em nota invoca o ineditismo da ação no Pajeú: “O […]

PMSJE - MONITORAMENTO - 02

A Prefeitura de São José do Egito realizou nesta quinta (12), mais uma reunião de monitoramento. Com a presença do prefeito Romério Guimarães, todos os secretários municipais apresentaram o desempenho de suas metas projetadas para este ano dentro do programa de planejamento estratégico.

A Prefeitura em nota invoca o ineditismo da ação no Pajeú: “O Poder Executivo do Berço Imortal da Poesia foi um dos primeiros no Estado a implantar tal ação. Desde o primeiro ano da atual gestão (2013) esse tipo de encontro é promovido e ganha notabilidade por parte de outros municípios, que também estão implantando projetos similares”.

PMSJE - MONITORAMENTO - 01

Durante a reunião são identificadas as atividades que estão com desempenho positivo e aquelas que necessitam de um acompanhamento mais efetivo, para sanar problemas. Entre os gestores de cada pasta e o prefeito entram em discussão propostas que aprimorem o desenvolvimento dos serviços.

“Com esse acompanhamento das ações os trabalhos obtém êxito e a população percebe, consequentemente, as melhorias empregadas pelo poder público em todas as regiões do município”.

Carnaíba: Novo Pernambuco recebe ação com serviços essenciais

Parceria entre as Secretarias de Assistência e Inclusão Social e a de Administração levou serviços essenciais a Novo Pernambuco, nesta quinta-feira (23).  A atividade aconteceu no Serviço de Convivência do povoado e contou com as orientadoras sociais Eliane Pereira e Cláudia Nunes, Nadson Pulça, assessor da Secretaria de Administração e Gabrielle Ferreira, assistente Social. Na […]

Parceria entre as Secretarias de Assistência e Inclusão Social e a de Administração levou serviços essenciais a Novo Pernambuco, nesta quinta-feira (23). 

A atividade aconteceu no Serviço de Convivência do povoado e contou com as orientadoras sociais Eliane Pereira e Cláudia Nunes, Nadson Pulça, assessor da Secretaria de Administração e Gabrielle Ferreira, assistente Social.

Na ocasião, foi retomado o Grupo de Idosos do CRAS. Entre os serviços oferecidos aos participantes: a carteirinha do idoso, emissão de CPF, certidão de quitação eleitora e realização de agendamento para emissão de documento (RG). Também foi entregue lembrancinha referente ao mês da mulher.