Marília Arraes participa de reunião com a Frente Jovem Parlamentar de Pernambuco
Por André Luis
Reunião discutiu a derrubada do veto ao projeto que garante a distribuição gratuita de absorventes no Brasil.
A vereadora afogadense, Gal Mariano, também participou da reunião
A deputada federal Marília Arraes (PT-PE) participou nesta segunda-feira (18) de um encontro remoto com a Frente Jovem Parlamentar de Pernambuco, que representa vereadores de todo o estado.
Além de fortalecer a participação da juventude dentro do debate político, a reunião teve o objetivo de fortalecer a voz da sociedade pela derrubada do veto ao Projeto de Lei 4968, que garante a distribuição de absorventes higiênicos de forma gratuita para milhares de mulheres brasileiras.
“A criação dessa frente foi super importante para os jovens parlamentares ocuparem os espaços de decisão e fortalecer o debate sobre temas importantes da nossa sociedade”, afirma Marília.
“E é muito bom poder falar aqui, neste espaço, fundamental para conversar sobre a dignidade menstrual, assunto que, a partir da discussão que iniciamos na Câmara dos Deputados, está sendo debatido em centenas de cidades do país. É por isso que o trabalho do vereador é tão importante, porque ele está ali, na ponta, no contato direto com a população”, continua.
A deputada reafirmou que a participação de parlamentares e de toda a sociedade civil é fundamental para a derrubada do veto.
“O argumento que Bolsonaro utilizou para manter o veto é uma Fake News. O valor do projeto é de R$ 85 milhões e será um investimento feito pelo SUS. É uma mentira alegar que não colocamos de onde o dinheiro sairia.”
Marília foi convidada para o encontro pela vereadora de Sanharó, Rannya Freitas, presidenta da Frente Jovem Parlamentar de Pernambuco, que acredita que a união de parlamentares jovens é fundamental para o fortalecimento e engrandecimento do debate político.
A vereadora de Afogados da Ingazeira, Gal Mariano, também participou da reunião. Gal teve o seu projeto de Dignidade Menstrual aprovado na Câmara Municipal no dia 21 de setembro por 12 votos a 1 e aguarda a sanção do prefeito Alessandro Palmeira.
A Justiça Federal condenou ontem, quinta-feira (4) o ex-prefeito de Araripina, Luiz Wilson Ulisses Sampaio e uma ex-secretária do município por improbidade administrativa. De acordo com a ação movida pelo Ministério Público Federal em 2017, os suspeitos desviaram recursos públicos. O prejuízo foi de cerca de um R$1 milhão. A Justiça Federal condenou os dois […]
A Justiça Federal condenou ontem, quinta-feira (4) o ex-prefeito de Araripina, Luiz Wilson Ulisses Sampaio e uma ex-secretária do município por improbidade administrativa.
De acordo com a ação movida pelo Ministério Público Federal em 2017, os suspeitos desviaram recursos públicos. O prejuízo foi de cerca de um R$1 milhão.
A Justiça Federal condenou os dois ao ressarcimento integral, perda de eventual função pública, pagamento de multa no valor de R$20 mil, proibição de contratação com o poder público por cinco anos e suspensão dos direitos políticos por seis anos.
Em 2012, quando ainda era prefeito de Araripina, Lula Sampaio foi afastado das funções porque as investigações do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado encontraram várias irregularidades nas contas do município. O ex-prefeito ainda não se manifestou sobre o assunto.
Evento terá formato virtual com minicursos e palestras O Campus Afogados da Ingazeira, realizará de 27 a 29 de outubro, a sua Semana Nacional de Ciência e Tecnologia – SNCT, que em 2020 terá como tema: ‘Inteligência Artificial: A nova fronteira da ciência brasileira’. O evento é aberto a qualquer pessoa interessada e será realizado […]
Evento terá formato virtual com minicursos e palestras
O Campus Afogados da Ingazeira, realizará de 27 a 29 de outubro, a sua Semana Nacional de Ciência e Tecnologia – SNCT, que em 2020 terá como tema: ‘Inteligência Artificial: A nova fronteira da ciência brasileira’. O evento é aberto a qualquer pessoa interessada e será realizado exclusivamente em formato virtual, devido ao contexto de pandemia de COVID-19.
As inscrições podem ser feitas pelo site: www.snct2020ifpecampusafogados.com.br. A SNCT é promovida sempre no mês de outubro com a liderança do Ministério da Ciência Tecnologia e Inovações – MCTIC. O objetivo é aproximar a Ciência e Tecnologia da população, promovendo eventos que congregam centenas de instituições a fim de realizarem atividades de divulgação científica em todo o País.
A SNCT do Campus Afogados conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico – CNPq. A Semana será composta por atividades gravadas e transmitidas via Google Meet. A semana será composta por atividades online, nos três turnos do dia. As atividades poderão ser acompanhadas pelo site do evento.
As palestras e minicursos estarão abertos a qualquer pessoa interessada. Os participantes terão direito a certificado geral do evento, a ser disponibilizado 15 dias após a sua realização.
Petistas de Serra Talhada reclamam que cidade foi preterida politicamente. Patriota nega O Governador Paulo Câmara já anunciou o cronograma da primeira fase do Todos por Pernambuco, programa que se notabiliza por agregar propostas dos municípios e condensar no programa de governo, seminário criado pelo ex-governador Eduardo Campos. O cronograma definido terá encontros em todas […]
Petistas de Serra Talhada reclamam que cidade foi preterida politicamente. Patriota nega
O Governador Paulo Câmara já anunciou o cronograma da primeira fase do Todos por Pernambuco, programa que se notabiliza por agregar propostas dos municípios e condensar no programa de governo, seminário criado pelo ex-governador Eduardo Campos.
O cronograma definido terá encontros em todas as regiões do Estado. No Sertão, passará dia 13 de março por Araripina, seguido por Petrolina (dia 14), Salgueiro (dia 15), Floresta (dia 19) e Afogados da Ingazeira dia 20. No total serão 12 seminários, que irão até o dia 29 de abril.
Em Serra Talhada, houve questionamentos pela Capital do Xaxado – gerida pelo petista e crítico do governo Luciano Duque – não sediar nenhum dos encontros. O evento do Pajeú acontecerá em Afogados da Ingazeira, administrado por José Patriota (PSB), aliado de Paulo Câmara.
Falando à Cultura FM, o Secretário Executivo da Casa Civil Anchieta Patriota, afastou qualquer conotação política para a decisão, segundo informa o Caderno 1.
“Não tem nenhuma retaliação política por parte do governo do Estado. Não tem isso de Serra Talhada ser governada por um prefeito de oposição. O prefeito de Serra Talhada é respeitado por nós…pelo nosso governo, como uma aliado da mesma forma”.
Depois de dizer que três municípios estavam cotados para receber o encontro, Afogados da Ingazeira, São José do Egito e Carnaíba, Anchieta alegou que os prefeitos do Alto Pajeú, como Tuparetama e Itapetim colocaram a questão da distância para que o evento acontecesse no “meio geográfico” da região, favorecendo Afogados, que pelo mesmo motivo é sede de alguns órgãos regionais.
“A distância de Afogados a Serra Talhada é de 80 quilômetros, da mesma forma que de Afogados para São José, Tuparetama, Brejinho, Santa Terezinha, é a mesma distância… Foi uma maneira de facilitar o acesso das pessoas. Assim, cai por terra este discurso de prefeito adversário”, justificou.
Hoje faz três anos da morte de Valdir Teles. O repentista morria em um domingo, vítima de um infarto fulminante. Valdir Teles é tido como um dos maiores nomes da poesia oral brasileira. Estava com 64 anos e faleceu no Sítio Serrinha, onde morava, na Zona Rural de Tuparetama, no Sertão pernambucano, cidade que o […]
Hoje faz três anos da morte de Valdir Teles. O repentista morria em um domingo, vítima de um infarto fulminante. Valdir Teles é tido como um dos maiores nomes da poesia oral brasileira. Estava com 64 anos e faleceu no Sítio Serrinha, onde morava, na Zona Rural de Tuparetama, no Sertão pernambucano, cidade que o adotou ainda criança.
Paraibano de Livramento, no Cariri paraibano, ele se tornou órfão de pai aos onze anos, passou a trabalhar para sustentar a mãe e os quatro irmãos mais novos. Trabalhou na agricultura até os 19 anos. Foi peão nas hidroelétricas de Sobradinho, Itaparica e Paulo Afonso. A arte do repente até 1979, permaneceu mais ou menos latente em Valdir Teles até que aflorou numa cantoria entre Sebastião da Silva e Moacir Laurentino, em São José do Egito. Daí em diante não teria mais volta. Em pouco tempo ele apresentaria um programa de cantoria e viola numa emissora de Patos (PB).
Como escreveu com precisão Zé Teles, Valdir era enorme. Aliás, é, dada a contemporaneidade de seus versos, ouvidos até hoje.
Numa entrevista à radialista Roberta Clarissa, em 2001, sobre a vocação para a poesia, respondeu: “Concordo, o poeta nasce feito, agora ele se aperfeiçoa, ele nasce feito e tem que se aperfeiçoar a muitas coisas, por que se ele nascer feito e não se atualizar, não procurar progredir, aí ele estagna, fica com a fonte estagnada que não vai produzir e acompanhar a evolução de hoje”.
Valdir teles nunca parou de evoluir, deixou vários clássicos para a poesia popular, um destes desenvolvido, com Moacir Laurentino, em torno do mote, Eu ainda sinto o cheiro, do café que mãe fazia. Poete premiado, com apresentações no exterior, Valdir , como grande parte dos cantadores de viola, circulava basicamente no universo particular dos repentistas e apologistas. Gravou vários CDs, DVDs, vendidos em espaços limitados.
A filha, Mariana Teles, deixou uma linda homenagem ao poeta. “Tomada pela saudade dos três anos da partida de painho, divido com os amigos a saudade para ver se fica mais leve de carregar”.
Meu pai,
Faz tanto sentido repetir essas duas palavras quando pronuncio de quem sou filha, que o tempo verbal não muda, não sucumbe com a brevidade da vida, muito menos com os altos e baixos dessa saudade, que hora se faz veloz como o senhor foi nos palcos, outra mansa como o senhor foi na vida.
Partilhei sua benção, seu colo ilimitado, suas renúncias em favor dos nossos sonhos, sua abnegação desmedida, seu coração sem tamanho e sua fé sem limites – por 25 anos de minha vida. Mas continuo a partilhar cotidianamente do seu amor em tudo que foi plantado em mim e vivido por nós.
É o seu amor, Painho, que me salva até quando a saudade insiste em me condenar.
É da lavra do seu carinho que encontro âncora e certeza para não me perder nos caminhos da vida nem esquecer de quem sou e de onde venho.
A firmeza das posições, a fragilidade das emoções, a boa fé intuitiva, a humildade sem precedentes, a paternidade sem comparações. Meu pai foi gente na acepção mais humana da palavra. Poeta – na dimensão mais ampla do ser e PAI na condição ímpar de amar e emprestar as asas e os pés para me fazer voar pelas suas e andar pelos seus.
Aquele domingo de março nunca será sobre o senhor, Painho. É uma agressão ao universo reduzir a existência de um cometa ao dia que Deus escolhe para levá-lo ao espetáculo do brilho eterno e do aplauso sem pausa.
Sobre o senhor, meu pai, será sempre sobre amor, sobre festa. Sobre minha primeira e mais importante escola de solidariedade, de generosidade sem segundas intenções, de inteligência em seu estado mais puro, de carisma mais genuíno e de cidadania mais latente.
Ser tua filha me legou a obrigação de não poder desistir, de perseverar e aprender a tirar leite de pedra e sangue de tapioca. Tirar de onde não tem e colocar onde não cabe, como bem ensinou Pinto.
É a sua luz que acende as lamparinas da minha alma, quando a saudade teima em deixar tudo breu. Na sua coragem, eu encontro terra para os pés e sangue para os meus olhos.
É quase uma imposição moral não desistir nem me render a saudade que aprendeu me fazer sangrar pelos olhos e chorar pela alma.
Carregar teu sangue é misturar a força do Cariri com a resiliência do Pajeú e encarar de peito aberto o palco e a vida. Sem pestanejar. Na velocidade do seu repente, sem tomar o fôlego.
Obrigada pelo amor, pelos nossos olhos que brilharam tanto de orgulho um do outro, pelo seu colo e seu cheiro em todos os instantes. Por ser tudo o que nunca me faltou. Nem agora.
E Obrigada meu Deus, por permitir ter pai e ser filha. Pelas estradas, os extremos, os palcos, as lições, a vida ao lado do coração mais puro que eu já vi e que mora dentro de mim. Que bate junto com o meu. Até mais do que o meu em mim.
Obrigada, Painho
Sua luz segue firme clareando meus caminhos. O timbre da sua voz é o que eu conheço mais perto do céu.
Voar sem a sua segunda asa é cada dia mais difícil. Mas cada dia mais necessário. Te sinto tão em mim s tão perto – em tudo e sempre – que a medida que não deixei de ser Mariana de Valdir, me tornei Mariana por Valdir.
Três anos é sempre muita coisa e quase nada, perto desse amor que não começou e nem vai terminar nessa vida.
Continua pedindo a Deus por mim, pelos meninos e por Mainha – que eu vou continuar transformando a saudade em versos e o luto em luta.
Te amo – e isso nunca teve nada a ver com essa existência.
Hélder Barbalho não conhecia a região. Agora, diz promotor, se comprometeu a buscar dar sequência a Adutora e Barragem Antes de ter reunião sobre as demandas hídricas na região, o Ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho, não tinha menor ideia de onde ficava o Sertão do Pajeú. A revelação foi do promotor Lúcio Almeida Neto, […]
Hélder Barbalho não conhecia a região. Agora, diz promotor, se comprometeu a buscar dar sequência a Adutora e Barragem
Antes de ter reunião sobre as demandas hídricas na região, o Ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho, não tinha menor ideia de onde ficava o Sertão do Pajeú. A revelação foi do promotor Lúcio Almeida Neto, ao comentar a pauta hídrica da região, em entrevista ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.
“Tivemos oportunidade de ter encontro com Ministro Hélder Barbalho. Ele não sabia onde era o Pajeú. Pedimos ao representante do Dnocs para apontar onde era a região, o que era a Adutora do Pajeú , sua primeira e segunda etapas”, revelou. A região vive a expectativa de chegar a Itapetim, Santa Terezinha, Brejinho e cidades da Paraíba como Taperoá, Livramento e Desterro. “Buscamos sensibilização para necessidade de andar a obra, apesar dos cortes da Fazenda e Planejamento”.
Houve elaboração de uma nota técnica detalhando valores para tocar as obras como a Adutora e a Barragem da Ingazeira até fevereiro de 2017, com recursos do orçamento deste ano. “Esse novo documento fala da possibilidade de remanejamento de recursos de obras em estágio inicial”.
A poucos dias, engenheiros do Dnocs estiveram em Itapetim, deixando claro que obra pararia em julho, o que de fato aconteceu no trecho Sertânia-Afogados e entre São José e Itapetim. Já a frente de trabalho no trecho Flores-Princesa, continua por conta de recursos remanescente depois da audiência em Brasília. Triunfo e Santa Cruz da Baixa Verde também precisam de água e lutam por ramais.
Sábado, dia 13, uma audiência pública às 9h na Câmara de Vereadores pretende reunir prefeitos, vereadores, Deputados e representantes de entidades das cidades envolvidas em Pernambuco e na Paraíba. “Esse movimento quer ser uma grande mobilização de dois estados que sofrem com a seca”, disse.
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