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Marcos Oliveira jogou toalha sobre aliança Sebá/Duque. Aposta na junção entre Luciano e Augusto

Por Nill Júnior

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Prestes a devolver o mandato para o hoje Secretário Zé Raimundo, o vereador Marcos Oliveira (PR) ainda tem esperanças de ver o projeto que acaba o recesso no meio do ano em Serra Talhado votado antes disso. Ele acredita que – apesar da intenção contrária do vereador Agenor Melo, espera ter ambiente para uma sessão onde consiga arregimentar os dez votos favoráveis para sua aprovação. Marcos  falou ao programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.

“O Projeto não é fácil de passar, pois o Presidente da Câmara não se mostra favorável. Mas vamos tentar colocar em pauta”. Projeto similar foi aprovado sem maiores problemas em Afogados da Ingazeira.

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Oliveira também comentou a aproximação anunciada entre o prefeito Luciano Duque e o Deputado Augusto César.  “Acho que vai acontecer a composição. Havia uma vontade nossa da aliança entre Sebastião Oliveira e Luciano Duque, mas o Secretário de Transportes já deu a senha quando disse que lideraria o bloco de oposição. Já joguei a toalha depois das declarações de Sebastião”.

Como integra a base governista, Duque falou de seu futuro partido. “Disse a Alan Pereira (presidente do PR) que estaria no partido até os 45 do segundo tempo aguardando a união Duque-Sebá. Como não aconteceu e o PR declina para oposição, estou indo embora”. Marcos deverá ingressar no PRTB, presidido por seu irmão Ronaldo Oliveira.

Outras Notícias

Ex-presidente Sarkozy é detido para depor sobre financiamento de campanha

G1 O ex-presidente da França Nicolas Sarkozy está prestando depoimento nesta terça-feira (20), sob custódia, em Nanterre, na ação judicial que investiga um possível financiamento ilegal da sua campanha vitoriosa de 2007. De acordo com a agência francesa France Presse, ele está detido. O jornal “Le Monde” explica que Sarkozy foi convocado na Polícia Judicial […]

G1

O ex-presidente da França Nicolas Sarkozy está prestando depoimento nesta terça-feira (20), sob custódia, em Nanterre, na ação judicial que investiga um possível financiamento ilegal da sua campanha vitoriosa de 2007. De acordo com a agência francesa France Presse, ele está detido.

O jornal “Le Monde” explica que Sarkozy foi convocado na Polícia Judicial de Nanterre, nos arredores de Paris, para se explicar sobre os fundos de campanha, e que o seu comparecimento poderia se prolongar por 48 horas, antes de ser apresentado a um juiz para a sua eventual acusação.

Essa é a 1ª vez que Sarkozy, chefe de estado francês entre 2007 e 2012, fala a sobre a suspeita de ter recebido secretamente 50 milhões de euros da Líbia, na época governada pelo ditador Muammar Kadhafi, para financiar sua campanha.

Tal soma seria mais que o dobro do limite permitido legalmente na época para financiamento de campanhas políticas: 21 milhões de euros, de acordo com a Deutsche Welle. Ainda quando presidente, Sarkozy classificou as suspeitas de “grotescas”.

Sarkozy tinha uma relação complexa com Khadafi. Logo após se tornar presidente, ele convidou o líder líbio para uma visita oficial à França e o recebeu com honras de Estado. Nessa visita, foram assinados contratos comerciais de cerca de 10 bilhões de euros entre os dois países.

Porém, anos depois, Sarkozy foi um dos maiores apoiadores dos ataques aéreos, liderados pela Otan, contra o governo líbio durante o levante de 2011, que culminaram com a queda do ditador, no auge do movimento que ficou conhecido como Primavera Árabe. Ele foi morto em um ataque aos 69 anos.

As acusações surgiram em 2012 após a publicação de um documento pelo site Mediapart, que indicava que o regime líbio havia aprovado um pagamento para apoiar a campanha de Sarkozy. Por conta desses documentos, o ex-secretário-geral do Palácio do Eliseu Claude Guéant já é investigado por falsificação de documentos e fraude fiscal.

Quem é o Padre Kelmon, que roubou a cena no Debate do SBT?

Candidato à Presidência pelo PTB, Padre Kelmon estreiou em debates presidenciais neste sábado e chamou atenção com trajes característicos da matriz ortodoxa da Igreja Católica e defesa enfática do movimento pró-vida. Chamou atenção por fazer o jogo de Bolsonaro e demonizar o PT. Praticamente,  só lembrou que era candidato no final ao dizer seu número.  […]

Candidato à Presidência pelo PTB, Padre Kelmon estreiou em debates presidenciais neste sábado e chamou atenção com trajes característicos da matriz ortodoxa da Igreja Católica e defesa enfática do movimento pró-vida.

Chamou atenção por fazer o jogo de Bolsonaro e demonizar o PT. Praticamente,  só lembrou que era candidato no final ao dizer seu número.  Mas deixou clara a estratégia de “bate esteira de Bolsonaro”. Avisou aos demais : “aqui não serão cinco contra um. Serão cinco  contra dois”. Simone Tebet: “nunca me confessaria com o senhor”.

O candidato, ainda desconhecido por muitos na véspera das eleições, foi alçado a cabeça de chapa depois que a candidatura de Roberto Jefferson (PTB) foi indeferida no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O baiano Kelmon Luís da Silva Souza, de 45 anos, se diz ortodoxo, mas nunca foi sacerdote das igrejas da comunhão ortodoxa no Brasil, como revelou a coluna de Malu Gaspar. Ainda assim, ele celebra missas e batismos na Bahia e ganhou notoriedade em grupos conservadores graças ao discurso bélico contra a esquerda.

A despeito de suas frágeis credenciais, já foi recebido pelo Arcebispo do Rio de Janeiro, o cardeal Dom Orani Tempesta, participou de convocações para os atos golpistas do 7 de setembro no ano passado na condição de religioso e até recebeu um desagravo da deputada Carla Zambelli (PL-SP) nas redes sociais.

A batina, marca registrada do autointitulado sacerdote em eventos públicos, foi a vestimenta escolhida para a foto que vai aparecer nas unas no próximo dia 2. Ele também se diz admirador dos falecidos políticos Levy Fidélix e Enéas Carneiro, usa seu canal no YouTube para denunciar a “islamização” e a “perseguição” a cristãos no Brasil e já foi filiado ao PT.

Apesar de não atuar em nenhuma igreja ortodoxa no país, Kelmon fundou e coordena o Movimento Cristão Conservador Latino-Americano e esteve à frente do Movimento Cristão Conservador do PTB — ele se licenciou pouco antes de figurar como postulante ao Palácio do Planalto. O cargo hoje é ocupado pelo seu candidato a vice-presidente, o Pastor Gamonal, também do PTB.

Kelmon declara ter patrimônio de R$ 8.547,13, investidos em caderneta de poupança, e sua candidatura recebeu apenas uma doação nominal de R$ 5 mil, de seu vice. Além da doação, o autointitulado sacerdote tem acesso a R$ 1,54 milhão de Fundo Especial para a campanha.

Perfil de Bolsonaro atribui nova internação à facada

Ante a possibilidade de nova cirurgia abdominal, o presidente Jair Bolsonaro afirmou ter “mais um desafio” pela frente e afirmou nas redes sociais que o problema é uma consequência da “tentativa de assassinato promovida por antigo filiado ao PSol”, em referência ao atentado que sofreu durante campanha eleitoral em 2018. Hoje, o chefe do Executivo […]

Ante a possibilidade de nova cirurgia abdominal, o presidente Jair Bolsonaro afirmou ter “mais um desafio” pela frente e afirmou nas redes sociais que o problema é uma consequência da “tentativa de assassinato promovida por antigo filiado ao PSol”, em referência ao atentado que sofreu durante campanha eleitoral em 2018.

Hoje, o chefe do Executivo deu entrada no HFA (Hospital das Forças Armadas), em Brasília, com dores abdominais e realizou exames para investigar a origem de uma crise de soluços. O presidente está com dificuldade para falar há 12 dias por causa do problema.

Depois de ficar em observação e passar por exames ao longo do dia, a Secretaria Especial de Comunicação Social informou que o presidente será transferido para São Paulo, onde passará por novos exames para avaliação sobre a necessidade de uma cirurgia de emergência. O chefe do Executivo foi diagnosticado com obstrução intestinal. A assessoria ainda não informou quando o presidente viajará.

“Mais um desafio, consequência da tentativa de assassinato promovida por antigo filiado ao PSOL, braço esquerdo do PT, para impedir a vitória de milhões de brasileiros que queriam mudanças para o Brasil. Um atentado cruel não só contra mim, mas contra a nossa democracia”, público em sua conta oficial no Twitter. Em suas redes sociais, o presidente também agradeceu “pelo apoio e pelas orações”.

“Por Deus foi nos dada uma nova oportunidade. Uma oportunidade para enfim colocarmos o Brasil no caminho da prosperidade. E mesmo com todas as adversidades, inclusive uma pandemia que levou muito de nossos irmãos no Brasil e no mundo, continuamos seguindo por este caminho”, disse.

Após ação da PF, Cunha almoçará com líderes em sua residência oficial

Cunha acusou segundo aliados, ação de política Após ser alvo de mandados de busca e apreensão, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), chamou nesta terça-feira (15) líderes partidários da Casa para um almoço em sua residência oficial, um dos locais em que a Polícia Federal (PF) recolheu documentos e equipamentos do peemedebista. O peemedebista […]

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Cunha acusou segundo aliados, ação de política

Após ser alvo de mandados de busca e apreensão, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), chamou nesta terça-feira (15) líderes partidários da Casa para um almoço em sua residência oficial, um dos locais em que a Polícia Federal (PF) recolheu documentos e equipamentos do peemedebista. O peemedebista pretende dar sua versão sobre a operação policial.

O almoço já estava marcado, mas os deputados convidados chegaram a achar que seria cancelado em razão dos acontecimentos desta terça-feira. No entanto, às 11h30, os líderes receberam pelo celular uma mensagem do gabinete da presidência da Câmara confirmando que o compromisso estava mantido.

Segundo aliados de Cunha ouvidos pelo G1, o peemedebista acusa a PF de fazer uma “ação política”, com o objetivo de enfraquecê-lo. No almoço, o presidente da Câmara deve se defender e buscar apoio dos parlamentares de partidos como PTB, PP, PR e PSD.

O líder do PTB, Jovair Arantes (PTB-GO), disse vai comparecer ao encontro na residência oficial. “Qual o problema de manter o almoço? É vida que segue. Estou indo pelo bem da rotina. Temos que dar sequência aos trabalhos da Câmara e votar as coisas. Com relação a essa ação da PF, eu ainda não fiz um juízo de valor. É muita confusão. Temos que entender que a Justiça tem que fazer o seu trabalho. Às vezes acerta e às vezes erra”, afirmou ao G1.

Totonho mantém críticas a Patriota e reafirma que sofreu com “perseguição”, mas nega afastamento da Frente.

Ex-prefeito criticou duramente Patriota e ao final disse que ele é nome natural para 2016. Já Waldemar Borges lamentou apoio de Patriota a Anchieta. “Preferiu apoiar quem não esteve com a Frente“ Participando da série de debates avaliando as eleições 2014, o ex-prefeito de afogados da Ingazeira Totonho Valadares reafirmou hoje no Debate das Dez […]

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Totonho, acompanhado de Daniel Valadares: “meu estilo é esse”.

Ex-prefeito criticou duramente Patriota e ao final disse que ele é nome natural para 2016. Já Waldemar Borges lamentou apoio de Patriota a Anchieta. “Preferiu apoiar quem não esteve com a Frente“

Participando da série de debates avaliando as eleições 2014, o ex-prefeito de afogados da Ingazeira Totonho Valadares reafirmou hoje no Debate das Dez todas as declarações que geraram polêmica no último domingo. Ele fez alusão à defesa do prefeito José Patriota, que questionou que máquina estava sendo usada, dando exemplo de um veículo ou trator e prometendo providências. “Não dá pra gente tá ouvindo uma pessoa dizer que é uso de um trator. Máquina a que me refiro é um conjunto agregado de pessoas, equipamentos, ferramentas, ações, que se ele gerencia bem favorece a votos”.

Totonho afirmou que de fato foi comunicado por aliados de pressão de nomes do governo e do próprio prefeito para votar em Anchieta Patriota. “Eu fazia reuniões com funcionários e cargos comissionados e pedia votos. Ele fez do mesmo jeito. Nada mais natural. Mas comecei  a receber pessoas na minha casa dizendo estar pressionadas por não votar neles. Colocavam adesivos e tinham tirado. Chegou a se dizer que havia uma lista de demissionários por não votar em Anchieta”, afirmou.

Ele ainda fez outros questionamentos. “ Pedi a Patriota para liberar dois vereadores para estarem conosco e ele não atendeu. Mas não tive acesso sequer a uma pesquisa como fazia com os aliados quando prefeito. Na minha época todas as informações eram partilhadas, a primeira pessoa a saber era ele com Augusto. Já eu sabia pelos outros”.

Totonho disse que uma segunda reunião com Patriota para tratar da questão ainda em campanha não aconteceu. ”Teríamos outra reunião. Não aconteceu. Pessoas que não mentem dizem ter recebido pressão do próprio prefeito, que sempre fala em Dom Francisco, que sempre entendi como um democrata. Fiquei contrariado. Vamos conversar antes que as coisas entronxem mais”. Disse também não pedir para Daniel ser secretário.

Mas, perguntado quanto à possibilidade de racha, Totonho disse ser de zero por cento. Afirmou também que o candidato natural é José Patriota e minimizou declarações que querem liga-lo ao grupo de vereadores liderado por Zé Negão (Pros). “Não existe isso”, garantiu.

Já Waldemar Borges em rápida participação por telefone (estava desembarcando em Brasília) agradeceu a votação e mostrou que assumiu integralmente o discurso de Totonho. Valdemar afirmou que estará a disposição de Afogados da Ingazeira, mas criticou a posição de José Patriota em apoiar Anchieta do PSB. “Estou ampla e totalmente sob a liderança de Totonho Valadares. Participei da gestão quando ele era o prefeito, fui fiel à Frente. Lamentavelmente o atual prefeito preferiu apoiar quem não esteve com a Frente”.