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Marconi Santana é recebido por Raquel Lyra

Por Nill Júnior

O prefeito de Flores, Marconi Santana, foi recebido pela governadora Raquel Lyra.

Na pauta, abastecimento de água dos distritos de Fátima, Sítio dos Nunes e do Bairro Pajeú das Flores na sede do município e também da reforma das escolas do Povoado do Tenório, Povoado de Santana de Almas, Escola Porfírio Xavier, no Prateado.

Ainda Desembargador Adauto Maia no distrito de Fátima e a Escola Dr. Paulo Pessoa Guerra no distrito de Sítio dos Nunes, abastecimento simplificado e construção de barragens.

“Foi uma reunião muito produtiva, com uma atenção ímpar da nossa governadora que demonstrou toda a sua atenção e interesse pelos pleitos hora apresentados”, pontuou o gestor florense.

Outras Notícias

Serra Talhada abre debate sobre comunicação e transparência na gestão pública

A primeira cidade a receber o debate “Comunicação e Transparência na Administração Pública” foi Serra Talhada. Na tarde desta segunda, no auditório da AESET, secretários, secretários executivos e equipes de comunicação do governo Márcia Conrado debateram o aprimoramento da comunicação entre gestão pública e sociedade. O encontro trouxe com adaptações o painel apresentado no 6º […]

A primeira cidade a receber o debate “Comunicação e Transparência na Administração Pública” foi Serra Talhada.

Na tarde desta segunda, no auditório da AESET, secretários, secretários executivos e equipes de comunicação do governo Márcia Conrado debateram o aprimoramento da comunicação entre gestão pública e sociedade.

O encontro trouxe com adaptações o painel apresentado no 6º Congresso Pernambucano dos Municípios, quando participei de Mesa Temática com o tema “Comunicação e Transparência da Gestão Pública”.

A pauta debateu o papel dos municípios na comunicação institucional de atos e serviços junto à sociedade, quais os erros e acertos, a estruturação aos canais de interlocução com a comunidade e o tradicional conflito entre as assessorias de comunicação e o papel equivocado de estabelecer uma comunicação do gestor, e não da gestão, dentre outros temas.

Foi uma tarde muito rica de troca de ideias sobre a importância da boa comunicação institucional e as ferramentas para fazer com que ela chegue a um número cada vez maior de pessoas.

O coordenador da comunicação institucional,  Anderson Tennens, o executivo César Kayke, mais nomes como o vice-prefeito Faeca Melo,  secretários como Lisbeth Souza, Márcio Oliveira,  Sinézio Rodrigues, Renan Pereira,  Nailson Gomes,  Thehunnas Peixoto,   Allan Pereira,  Fabinho do Sindicato,  Cibelli Pereira, dentre outros nomes da gestão e comunicação estiveram presentes.

Que veículo é mais adequado para determinada informação ou serviço,  o papel do rádio,  da TV, das redes sociais e de outras ferramentas na comunicação institucional,  a interlocução entre governo e sociedade,  a relação com a imprensa,  a ciência a serviço da proposta de chegar ao destinatário: a sociedade. O debate que tinha previsão para durar uma hora rendeu mais de duas, numa rica troca de ideias e reflexões sobre o tema.

Aproveitando o início das novas gestões, tenho mantido contato com gestores do estado para apresentação desse painel nos municípios. A finalidade, contribuir na construção da importância dessa ferramenta na imagem do governo e na ponta, fazendo a população ter acesso pleno às informações sobre programas e serviços.

Para mais informações, o contato telefônico e WhattsApp é o (87) 9-9606-3543.

Mal foi reeleito, Ângelo Ferreira já começa a planejar e mirar 2016

No eixo Pajeú-Moxotó poucos políticos estão vivendo o estilo “um olho no gato, outro no peixe” como o Deputado Estadual reeleito Ângelo Ferreira (PSB). Praticamente convencido de que, ao contrário do início do mandato Eduardo quando foi escalado para ser Secretário de Agricultura, vai cumprir fielmente o início de seu mandato na Alepe, Ângelo já […]

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No eixo Pajeú-Moxotó poucos políticos estão vivendo o estilo “um olho no gato, outro no peixe” como o Deputado Estadual reeleito Ângelo Ferreira (PSB). Praticamente convencido de que, ao contrário do início do mandato Eduardo quando foi escalado para ser Secretário de Agricultura, vai cumprir fielmente o início de seu mandato na Alepe, Ângelo já começa a pensar que caminho tomará em 2016 para retomar o comando político de Sertânia, sua base política.

A cidade é governada pelo quase ex-tucano Guga Lins, que já se prepara para migrar para o PTB depois de apoiar Dilma nas eleições de outubro. Guga interrompeu uma sequência de mandatos socialistas sob o comando de Ângelo. Venceu a mulher do socialista, Cleide Ferreira, que tentava a reeleição. Ângelo não tem poupado críticas à gestão do desafeto.

Em 2016, Guga já é dado como certo para disputar a reeleição. Aí vai residir o dilema de Ângelo. A depender de como estará a popularidade de Guga no ano do pleito, pode indicar um nome de seu grupo para disputar o pleito sob sua bênção. É no momento a possibilidade mais arriscada. O desafio é achar um nome com peso para enfrentar um gestor de caneta na mão, sempre um fator a mais.

Outra possibilidade é a de que, para não arriscar, o próprio Ângelo decida disputar a Prefeitura. Com isso, Ferreira daria um tom totalmente diferente à disputa, com mais chances de retomar o poder. Só que neste cenário, um revez seria decretar um grande abalo em um ciclo e espaço político que Ângelo detém a anos. E aí Ângelo, o que vai ser ?

Campanha “Não foi crime passional. Foi feminicídio” chega à Sertânia

A campanha da Secretaria da Mulher de Pernambuco que visa ao enfrentamento à violência motivada por questões de gênero, chega à cidade de Sertânia em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania. Com o mote “Não foi crime passional. Foi feminicídio”, as ações têm como objetivo informar e encorajar mulheres vítimas de […]

A campanha da Secretaria da Mulher de Pernambuco que visa ao enfrentamento à violência motivada por questões de gênero, chega à cidade de Sertânia em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania.

Com o mote “Não foi crime passional. Foi feminicídio”, as ações têm como objetivo informar e encorajar mulheres vítimas de violência a denunciarem os criminosos. Neste sábado (27), as equipes do CRAS e CREAS estarão nas ruas de Sertânia realizando este trabalho de conscientização.

De janeiro a outubro do ano passado, 249 mulheres foram assassinadas no Estado. Aproximadamente 40% dessas mortes foram motivadas por questões de gênero. Cerca de 27 mil foram parar em delegacias por serem vítimas de violência doméstica e familiar. Nesse mesmo período, 1.739 estupros foram registrados. Atualmente, Pernambuco ocupa a 17ª posição no ranking nacional de violência contra a mulher, em taxas de homicídio, segundo o Atlas da Violência 2017.

Câmara de Ingazeira antecipa 50% do décimo terceiro

O Presidente da Câmara de Vereadores de Ingazeira, Argemiro Morais, informou ao blog e à Rádio Pajeú que antecipou hoje 50% do décimo terceiro salário dos funcionários da casa. “Tomamos essa decisão fruto da gestão das contas da Câmara, favorecendo que os funcionários da casa recebem antes do período das festas juninas”, disse. Também esta […]

O Presidente da Câmara de Vereadores de Ingazeira, Argemiro Morais, informou ao blog e à Rádio Pajeú que antecipou hoje 50% do décimo terceiro salário dos funcionários da casa.

“Tomamos essa decisão fruto da gestão das contas da Câmara, favorecendo que os funcionários da casa recebem antes do período das festas juninas”, disse.

Também esta semana, o presidente da Câmara informou que a Casa Legislativa também fará concurso público, assim como a prefeitura,  com quatro vagas para o setor administrativo.

 

Foro privilegiado “empaca” Lava Jato, diz coordenador da força-tarefa no Rio

Procurador fala que volume de trabalho é “desesperador” Entrevista exclusiva foi concedida ao jornal O Globo Do Poder 360 Para o coordenador da força-tarefa Lava Jato no Rio de Janeiro, o procurador da República, Eduardo El Hage, o foro privilegiado e a demora na homologação de delações pelo STF (Supremo Tribunal Federal) são os principais […]

Foto: Tomaz Silva/Agência Brasil

Procurador fala que volume de trabalho é “desesperador”

Entrevista exclusiva foi concedida ao jornal O Globo

Do Poder 360

Para o coordenador da força-tarefa Lava Jato no Rio de Janeiro, o procurador da República, Eduardo El Hage, o foro privilegiado e a demora na homologação de delações pelo STF (Supremo Tribunal Federal) são os principais “freios” da operação.

Em entrevista exclusiva ao jornal O Globo, o procurador usa o exemplo do Rio de Janeiro para detalhar 1 cenário enfrentado pelas outras forças-tarefa da Lava Jato em Brasília, no Paraná e em São Paulo. Ainda que na 42ª fase, o “novelo” dos esquemas de corrupção desenrolados pela Polícia Federal, pelo Ministério Público e Judiciário, parece estar sempre no início.

As investigações da Lava Jato no Rio de Janeiro se intensificaram em julho de 2015 com a 16ª fase, a Operação Radioatividade. De lá para cá, os promotores no Rio de Janeiro já ofereceram 25 denúncias. Hage afirma: “A força-tarefa da Lava-Jato no Rio não está nem perto de chegar ao fim. A gente só fez um arranhão na superfície da organização criminosa“.

Ao Globo o procurador fez 1 breve desabafo e relatou que o volume de trabalho “é desesperador”. Contou como se surpreende com a proporção do esquema de corrupção. Segundo ele, os próprios delatores dizem ter “pena” dos membros da força-tarefa porque o trabalho do grupo será “infinito”.

Até o momento o ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral é o protagonista da Lava Jato no Rio de Janeiro. Preso em novembro de 2016, as sentenças a que o político foi condenado somam 72 anos de prisão.

O coordenador da força-tarefa no Rio fala que o principal “erro” de Cabral foi não ter se candidatado em 2014. Se ainda estivesse sob a proteção do foro privilegiado, as investigações dos crimes comandados pelo ex-governador não teriam avançado tanto, diz.

O procurador também reconhece a importância da lei das organizações criminosas e da colaboração premiada para o avanço da Lava Jato. No entanto, se por 1 lado a legislação é atualizada, a demora na homologação das delações nos tribunais superiores representa prejuízo “irreparável” às investigações.