Câmara de Ingazeira antecipa 50% do décimo terceiro
Por Nill Júnior
O Presidente da Câmara de Vereadores de Ingazeira, Argemiro Morais, informou ao blog e à Rádio Pajeú que antecipou hoje 50% do décimo terceiro salário dos funcionários da casa.
“Tomamos essa decisão fruto da gestão das contas da Câmara, favorecendo que os funcionários da casa recebem antes do período das festas juninas”, disse.
Também esta semana, o presidente da Câmara informou que a Casa Legislativa também fará concurso público, assim como a prefeitura, com quatro vagas para o setor administrativo.
Por André Luis Em uma declaração em suas redes sociais, o deputado estadual Luciano Duque (SD), manifestou seu apoio e defesa ao piso salarial da enfermagem. Segundo ele, essa é uma lei que deve ser rigorosamente cumprida, e ele está na expectativa de que o aumento salarial alcance todos os enfermeiros e técnicos do estado. […]
Em uma declaração em suas redes sociais, o deputado estadual Luciano Duque (SD), manifestou seu apoio e defesa ao piso salarial da enfermagem. Segundo ele, essa é uma lei que deve ser rigorosamente cumprida, e ele está na expectativa de que o aumento salarial alcance todos os enfermeiros e técnicos do estado.
O piso da enfermagem, estabelecido por meio de Lei Federal, é uma conquista significativa para a categoria, que busca melhores condições de trabalho e remuneração justa há anos. No entanto, muitos profissionais ainda não estão recebendo o valor estipulado pela lei, o que tem gerado insatisfação e mobilizações em todo o país.
Luciano Duque ressaltou que os enfermeiros e técnicos desempenham um papel fundamental na área da saúde, sendo essenciais para o bom funcionamento dos serviços e o cuidado da população.
A expectativa dos profissionais da enfermagem é que o aumento salarial seja efetivamente aplicado a todos os trabalhadores da área, assegurando uma remuneração condizente com a relevância de suas atividades. Além disso, espera-se que o cumprimento do piso salarial contribua para a valorização desses profissionais e, consequentemente, para a melhoria da qualidade da assistência prestada à população.
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, proferiu nesta segunda-feira (26) voto no julgamento do Piso Salarial da Enfermagem. A ministra defendeu o cumprimento integral da lei 14.434/2022, com pagamento imediato dos valores fixados em todo o Brasil, acompanhando o voto de Edson Fachin.
É fundamental que o poder público, juntamente com os sindicatos e entidades representativas, busque soluções para garantir a implementação do piso salarial da enfermagem em todos os níveis de governo. Afinal, a valorização desses profissionais é um passo essencial para a construção de um sistema de saúde mais justo e eficiente, capaz de oferecer um atendimento de qualidade a todos os cidadãos.
Nesta segunda-feira (15), o deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade) fez uma contundente reivindicação em prol da segurança na cidade de Serra Talhada, durante seu discurso na tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe). Em suas palavras, Duque criticou veementemente a atual gestão da prefeita Márcia Conrado em relação à segurança, destacando a preocupante escalada da […]
Nesta segunda-feira (15), o deputado estadual Luciano Duque (Solidariedade) fez uma contundente reivindicação em prol da segurança na cidade de Serra Talhada, durante seu discurso na tribuna da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe).
Em suas palavras, Duque criticou veementemente a atual gestão da prefeita Márcia Conrado em relação à segurança, destacando a preocupante escalada da violência no bairro Vila Bela, onde residem quase 10 mil pessoas.
“É um momento muito difícil para os pais e mães moradores daquele lugar, famílias de trabalhadores e trabalhadoras não podem sequer mais deixar suas residências e sair de casa”, afirmou o parlamentar.
O deputado lembrou a iniciativa durante seu mandato como prefeito, quando foi construído um posto avançado da Polícia Militar no local. No entanto, lamentou a ineficácia da atual atuação policial, apontando que “a presença física da polícia não tem se traduzido em segurança para a comunidade, com viaturas paradas e falta de ações efetivas”.
Além disso, Duque destacou a importância de políticas públicas de segurança socioeducativas, especialmente voltadas para os jovens, como complemento ao trabalho policial.
“A Patrulha dos Bairros, destinada a auxiliar a Polícia Militar, é fundamental para garantir a segurança dos moradores”, destacou Duque.
O deputado enfatizou a urgência de priorizar o bairro Vila Bela e outros locais em situações similares, solicitando a atenção tanto do poder público municipal quanto do Governo do Estado para efetivar medidas concretas de segurança.
Ele fez um apelo ao secretário de Defesa Social, à Governadora Raquel Lyra e à prefeitura de Serra Talhada para que “o programa de segurança nos bairros seja implementado, aproveitando os recursos já disponíveis, como as viaturas adquiridas durante sua administração.
G1 Deputados e senadores que disputaram a eleição neste domingo (7), mas ficarão de fora na nova legislatura atribuíram o revés nas urnas a diferentes fatores, entre as quais a divulgação de informações falsas e a influência de uma “onda conservadora” com a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) a presidente. Dados do Tribunal Superior Eleitoral […]
Deputados e senadores que disputaram a eleição neste domingo (7), mas ficarão de fora na nova legislatura atribuíram o revés nas urnas a diferentes fatores, entre as quais a divulgação de informações falsas e a influência de uma “onda conservadora” com a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) a presidente.
Dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostram que 240 dos 513 deputados federais eleitos em 2014 conseguiram garantir a permanência no cargo por mais quatro anos (46,8% do total). O número representa 62,8% dos 382 que tentaram a reeleição.
No Senado, dos 54 senadores eleitos em 2010, 32 tentaram um novo mandato, mas só oito (25% do total), conseguiram votos suficientespara assegurar a reeleição.
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Após 32 anos de mandatos como deputado federal, prefeito de Campina Grande (PB), governador da Paraíba e senador, Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) não conseguiu se reeleger para o Senado.
Ele ficou em quarto lugar, atrás de Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB), Daniella Ribeiro (PP-PB) – os eleitos – e Luiz Couto (PT-PB).
Atual vice-presidente do Senado, o tucano utilizou as redes sociais para comentar o resultado eleitoral. Ele afirmou que fez uma campanha sem “populismo” e disse que, “para praticar o bem”, não é necessário mandato.
“Fiz uma campanha ética e transparente, sem concessões ao populismo ou à irresponsabilidade. Ninguém fica bom ou ruim da noite para o dia”, declarou.
Chico Alencar (PSOL-RJ)
Deputado federal por quatro mandatos consecutivos, Chico Alencar (PSOL) tentou, desta vez, uma cadeira no Senado Federal. Recebeu 1.281.373 votos – número que considera expressivo –, mas acabou ficando em quinto lugar.
Conhecido entre os parlamentares pelo perfil combativo, atribuiu o resultado a “um tsunami da extrema-direita”.
Das duas vagas em disputa de senador pelo Rio de Janeiro, a primeira ficou com Flávio Bolsonaro (PSL), filho do candidato à Presidência Jair Bolsonaro (PSL). A segunda, com Arolde de Oliveira (PSD), eleito com 2,38 milhões de votos.
“O filho do Bolsonaro é a truculência, a solução simplista para problemas complexos: arma na mão como solução. E o Arolde é o projeto da Bíblia fundamentalista, que também não é caminho para enfrentar os gravíssimos problemas do estado perpetrado por uma máfia do MDB. Mas reconheço que eles estão legitimados pelas urnas”, afirmou ao G1.
Alencar lamentou estar fora do Parlamento, mas disse que continuará militando de outras formas. “O que ameniza a tristeza é o fato de ter uma bancada do PSOL que cresceu bastante e também nas bancadas estaduais, e que me representam muito”, disse. Após deixar o mandato, ele pretende voltar a lecionar na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Cristovam Buarque (PPS-DF)
Ex-governador, Cristovam Buarque (PPS) concorreu ao terceiro mandato de senador pelo Distrito Federal. Ficou em terceiro lugar na votação, que elegeu Leila do Vôlei (PSB) e Izalci Lucas (PSDB).
Cristovam afirmou ao G1 que entende como “natural” a derrota, já que exerceu dois mandatos seguidos.
Na avaliação dele, os votos favoráveis ao impeachment de Dilma Rousseff, à reforma trabalhista e ao teto de gastos, mais o apoio à reforma da Previdência, desagradaram o eleitor. Ele disse que não pretende disputar outras eleições.
“Estava há tempo demais. Foi natural surgir a fadiga dos materiais. Há uma ânsia muito grande de mudar porque o povo está cansado de todos nós. Não fui derrotado por escândalo de corrupção, por ser ficha suja, foi por discordância do eleitor com as minhas posições”, disse.
Darcísio Perondi (MDB-RS)
Vice-líder do governo na Câmara dos Deputados e um dos principais defensores do presidente Michel Temer, Darcísio Perondi (MDB-RS) não conquistou o sétimo mandato consecutivo de deputado federal. Ficou entre os suplentes na bancada do Rio de Grande do Sul.
Perondi declarou ao G1 que repercutiu mal entre seus eleitores a defesa das reformas propostas por Temer, um governo com alto índice de rejeição. O “fenômeno Bolsonaro” e “ataques feitos pelo PT” em seus redutos eleitorais também pesaram no revés eleitoral, segundo o deputado.
“Ser um dos líderes das reformas, com alta visibilidade, influenciou no resultado, porque o povo não entendeu a necessidade das reformas. No Rio Grande do Sul, o fenômeno Bolsonaro pesou muito na última semana. Parecia que os nomes apoiados por Bolsonaro tinham um bênção divina”, afirmou.
Eunício Oliveira (MDB-CE)
O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE) não obteve votos suficientes para se reelegersenador pelo Ceará. Ele obteve 1.313.793 votos – os eleitors foram Cid Gomes (PDT), com 3.228.533 votos, e Eduardo Girão (PROS), com 1.325.786.
Eunício foi deputado federal por três legislaturas (entre 1999 e 2010) e ministro das Comunicações do governo Luiz Inácio Lula da Silva, entre 2004 e 2005.
“Recebo com reverência e respeito essa determinação imposta a todos nós pelas regras democráticas, pelas quais tanto lutei. Agradeço, com muita honra e humildade, aos 1.313.793 cearenses que seguiram confiando em mim”, disse por meio da assessoria.Com a derrota, disse que agora vai se dedicar à vida pessoal. “Desejo boa sorte e energia para os que foram eleitos. Recolho-me agora à vida pessoal”, afirmou.
Magno Malta (PR-ES)
Depois de 16 anos no Senado, Magno Malta não conseguiu se reeleger para um terceiro mandato.
Aliado de Jair Bolsonaro, Malta chegou a ser cotado para candidato a vice na chapa do presidenciável do PSL. Mas preferiu disputar mais oito anos no Senado e foi derrotado por Fabiano Contarato (Rede-ES) e Marcos do Val (PPS-ES).
Após o resultado, Magno Malta divulgou um vídeo no qual diz que foi cumprida “a vontade de Deus”.
“Não tem desculpa para nada disso. ‘Ah, o Magno Malta viajou, foi cumprir agenda de Bolsonaro, abandonou a campanha’. Não, não, esquece. Tudo foi feito, tudo direito. O comando da vida é de Deus”, afirmou.
Miro Teixeira (Rede-RJ)
Após 11 mandatos como deputado federal, o decano da Câmara, Miro Teixeira (Rede-RJ), se lançou ao Senado, mas acabou ficando em sétimo lugar, com cerca de 430 mil votos.
“São pessoas que votaram em mim pelo livre convencimento, sem qualquer outra espécie de influência. E, quando se tem voto, se ganha. Não há uma explicação para o resultado eleitoral, faltou voto”, disse.
Ele também considera que o resultado se deve ao reflexo da conquista expressiva de votos de Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro para eleger seu filho ao Senado.“Foi uma eleição notoriamente puxada pela expressiva votação do [Jair] Bolsonaro no Rio de Janeiro, que acabou influenciando na eleição do filho como senador”, avaliou.
Roberto Requião (MDB-PR)
Ex-governador do Paraná e ex-prefeito de Curitiba, Roberto Requião (MDB) tentou o terceiro mandato de senador. Com 1,52 milhão de votos, ele ficou em terceiro lugar, atrás dos eleitos Professor Oriovisto (Pode), com 2,95 milhões, e Flavio Arns (Rede), com 2,33 milhões.
Ao G1, Requião afirmou ter sido “atropelado” por informações falsas nas redes sociais, pela “onda Bolsonaro”, por ter se posicionado contra a prisão de Lula e pelas pesquisas de intenção de voto, que, para ele, induziram o voto útil a fim de tirar Beto Richa (PSDB) da disputa. Requião aparecia na frente nas sondagens até a véspera da eleição.
“Induziram o voto útil no Arns e no Oriovisto em função da altíssima rejeição do Beto Richa. Me transformaram no símbolo do político que defendia o PT. Fui atropelado pelo tsunami de direita. Não me abalo um milímetro. As coisas não têm que ser lamentadas, têm de ser entendidas”, declarou.
Romero Jucá (MDB-RR)
Líder no Senado dos governos Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer, Romero Jucá não conseguiu o quarto mandato consecutivo como senador. Ele obteve 84,9 mil votos ficou atrás de Chico Rodrigues (DEM-RR), com 111,4 mil e Mecias de Jesus (PRB-RR), com 85,3 mil.
Presidente nacional do MDB, Jucá é réu na Lava Jato, acusado pelo Ministério Público de corrupção e lavagem de dinheiro com base nas delações da Odebrecht. Ele nega as acusações.
Em vídeo divulgado nas redes sociais nesta segunda-feira (8), Jucá atribuiu a perda de votos a “ataques” e “mentiras”.
“Infelizmente, por 434 votos, não entramos no Senado. Essa é uma decisão soberana da população, eu respeito, apesar de saber que muitos ataques, muitas agressões, muitas mentiras fizeram com que eu tivesse essa condição de perder votos”, afirmou.
O emedebista lembrou que continua no Senado até fevereiro de 2019, quando os eleitos neste ano tomam posse.
Nesta segunda-feira (6), o Debate das Dez da Rádio Pajeú, Abriu uma série de debates com secretários da gestão 2.0 do prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira. Abrindo a série, os secretários de Infraestrutura, Odílio Lopes; Governo, Rubinho do São João; e Controle Interno, Miguel Góes, compartilharam suas visões e planos para o futuro […]
Nesta segunda-feira (6), o Debate das Dez da Rádio Pajeú, Abriu uma série de debates com secretários da gestão 2.0 do prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira. Abrindo a série, os secretários de Infraestrutura, Odílio Lopes; Governo, Rubinho do São João; e Controle Interno, Miguel Góes, compartilharam suas visões e planos para o futuro de suas pastas.
Odílio Lopes
O novo secretário de Infraestrutura, Odílio Lopes, que já acompanhava alguns serviços da secretaria, expressou surpresa com a indicação, mas demonstrou preparo para os desafios. Ele enfatizou que seu foco inicial é otimizar as equipes para atender às demandas da população, principalmente em relação ao saneamento e esgotos. Lopes destacou que manterá a equipe anterior, incluindo Bombinha como secretário adjunto, e que sua experiência no setor privado, onde trabalhou por 30 anos, o ajudará a trabalhar com eficiência. Ele também mencionou que o prefeito Sandrinho tem cobrado muito trabalho de todos.
Principais pontos abordados por Odílio Lopes:
Otimização de Equipes: Buscar a melhor distribuição das equipes para atender às demandas de forma mais rápida.
Saneamento: Dar prioridade a questões de esgoto e saneamento, que são os principais desafios da pasta.
Experiência: Utilizar sua experiência no setor privado para uma gestão eficiente.
Monitoramento: Implementar um sistema de monitoramento das equipes.
Limpeza Pública: Projetos para melhoria da limpeza urbana, incluindo coletores e campanhas de conscientização.
Pavimentação: Levantamento de ruas para pavimentação, com um programa que incluirá mais de 100 ruas.
Saneamento: O município recebeu 25 milhões para saneamento, com execução pela Compesa.
Rubinho do São João
Rubinho do São João, ex-presidente da Câmara de Vereadores, assumiu a Secretaria de Governo, uma pasta de articulação e diálogo entre as secretarias, vereadroes e o gabinete do executivo. Ele ressaltou sua experiência em dois mandatos como vereador e presidente da Câmara, enfatizando a importância do diálogo para a nova função. Rubinho explicou que sua decisão de não disputar a reeleição foi pensada, buscando um novo momento para contribuir com a gestão. Ele também afirmou que, embora a secretaria de governo seja mais interna, ela é crucial para o bom funcionamento da administração.
Principais pontos abordados por Rubinho do São João:
Experiência no Legislativo: Utilizar a experiência na Câmara para dialogar e articular dentro do governo.
Articulação política: Fazer a interlocução entre as secretarias, o executivo e as lideranças.
Diálogo: Priorizar o diálogo com todos os setores para garantir uma boa gestão.
Representatividade: Levar as demandas da população ao prefeito.
Visão de servir: O foco é contribuir para a gestão, não buscar exposição política.
Zona rural: Atenção especial às comunidades rurais, dada sua ligação com a região.
Miguel Góes
Miguel Góes, o novo secretário de Controle Interno, compartilhou sua trajetória profissional, que inclui experiência no setor privado, como supervisor comercial e auditor interno de um grande grupo de energia. Ele destacou que sua experiência em compliance e gestão corporativa será valiosa para sua função, que envolve o controle das contas públicas e a fiscalização orçamentária. Góes também mencionou sua formação em história e ciências políticas, que contribuirão para sua atuação no setor público.
Principais pontos abordados por Miguel Góes:
Experiência no setor privado: Utilizar a experiência em gestão corporativa e auditoria para o controle interno.
Conhecimento técnico: Aprofundar-se na legislação pertinente ao controle interno.
Foco em compliance: Garantir a correta aplicação dos recursos públicos.
Visão empresarial: Contribuir para aproximar a gestão do empresariado local.
Ciclos na vida: Encarar o momento atual como um novo ciclo, sem pretensões políticas imediatas.
Conforme previsto no seu cronograma de serviços, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado à Secretaria Estadual de Transportes, segue realizando as ações de conservação das rodovias sob sua responsabilidade, do Litoral ao Sertão, segundo nota. O texto afirma que importantes vias estão sendo contempladas, a exemplo das PEs 275, 320, 507 e […]
Conforme previsto no seu cronograma de serviços, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER), órgão vinculado à Secretaria Estadual de Transportes, segue realizando as ações de conservação das rodovias sob sua responsabilidade, do Litoral ao Sertão, segundo nota. O texto afirma que importantes vias estão sendo contempladas, a exemplo das PEs 275, 320, 507 e 574.
Através de seu distrito rodoviário de Sertânia, o DER continua realizando a operação tapa-buracos e os remendos profundos no segundo trecho da PE-275 beneficiado pelas ações, que vai da PE-280, em Sertânia, até o perímetro urbano de Tuparetama, com extensão de 58,7 quilômetros. No outro segmento da via, de São José do Egito até a divisa com o estado da Paraíba, passando por Brejinho, os serviços já foram concluídos nos 24,6 km.
Também estão sendo finalizados os trabalhos ao longo dos 130 km da PE-320, no trecho que vai de Serra Talhada a São José do Egito, cruzando vários municípios da região do Pajeú. Essa rodovia é considerada a “Espinha Dorsal” das rodovias daquela região, muito utilizada para escoar parte da produção agropecuária do sertão.
Já as PEs 507 e 574 continuam recebendo os serviços de conservação viária, sob a coordenação e fiscalização do DER através dos distritos de Salgueiro e de Petrolina, respectivamente. Na PE-507, são 92,6 km da rodovia sendo contemplados com a operação tapa-buracos, os remendos profundos e a limpeza dos dispositivos de drenagem, do entroncamento com a BR-232, em Salgueiro, até Exu, passando por Serrita e Moreilândia.
Enquanto isso, a PE-574, conhecida com Estrada da Uva e do Vinho, a operação tapa-buracos está sendo executada ao longo do trecho de 62,4 km, que vai de Santa Maria da Boa Vista até Lagoa Grande, passando por Vermelhos, na região do São Francisco.
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