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Márcia Conrado nega negligência com APAE Serra Talhada

Por Nill Júnior

Farol de Notícias

Desde ontem (sexta-feira) que circulam informações nas redes sociais, de maneira oficiosa, que a Prefeitura de Serra Talhada estaria negligenciado com os cuidados com a Associação de Pais e Alunos e Excepcionais (APAE), localizada no Centro da cidade.

Várias mensagens foram enviadas à redação do Farol,dando conta de corte de verbas para abastecer veículos da entidade, para locomoção dos associados.

Neste sábado, o Farolrecebeu uma nota, assinada pela própria prefeita, Márcia Conrado (PT), rebatendo as denúncias. Em um ano e meio, segundo a nota, os serviços receberam da gestão municipal um aporte financeiro que supera R$ 600 mil. Todos os meses, cerca de R$ 40 mil são investidos pela prefeitura para garantir a melhoria dos serviços da APAE.

“Sabemos o trabalho sério que a entidade tem, com representação em todo país desde a década de 50, quando surgiu a primeira APAE no Rio de Janeiro. É uma instituição de acolhimento, onde as pessoas precisam estar bem em todas as áreas para que assim possam congregar com esse pensamento único de ofertar uma melhor qualidade de vida aos seus usuários. É muito importante que não somente a administração pública reconheça a importância da associação, mas toda a sociedade, para que esse trabalho seja ainda mais fortalecido”, afirmou a prefeita Márcia Conrado.

Além do valor financeiro que o município repassa à instituição, há ainda a oferta serviços com diversos especialistas na área de saúde, assistência social e outros.

Outras Notícias

Em reunião com Alencar, Maia promete dar atenção a projeto pró indústria naval

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prometeu dar atenção ao projeto de lei 9.302/2017, que estabelece o mínimo de conteúdo local para empresas que irão atuar na exploração petróleo e gás no pré-sal. A indicação foi dada durante uma reunião, nesta quarta-feira (4), com os deputados Tadeu Alencar (PSB-PE), Henrique Fontana (PT-RS) e Celso […]

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prometeu dar atenção ao projeto de lei 9.302/2017, que estabelece o mínimo de conteúdo local para empresas que irão atuar na exploração petróleo e gás no pré-sal.

A indicação foi dada durante uma reunião, nesta quarta-feira (4), com os deputados Tadeu Alencar (PSB-PE), Henrique Fontana (PT-RS) e Celso Pansera (PT-RJ), membros da Frente Parlamentar em Defesa da indústria Naval. Maia informou que vai solicitar informações técnicas sobre a medida para daí se reunir novamente com os deputados e decidir sobre a colocação do projeto – que já tramita em regime de urgência – na pauta de votação.

“Foi uma reunião muito positiva. O presidente Rodrigo Maia foi bastante receptivo à nossa demanda e nos garantiu que daria atenção ao tema. Somos representastes dos três Estados mais afetados com a medida do governo e onde a indústria naval mais cresceu nas últimas décadas”, afirmou o deputado Tadeu Alencar, que tem intensificado a articulação para que o projeto seja votado na Câmara o mais rapidamente possível.

A reunião com Maia foi solicitada pelos membros da Frente. Na terça-feira (3), os deputados que integram a Frente tiveram uma reunião com representantes de estaleiros, de sindicatos de trabalhadores ligados à produção naval e acadêmicos que estudam o setor, que foram unânimes em defender a necessidade do projeto para consolidar a indústria naval brasileira.

Tadeu Alencar defende a regra de conteúdo local como uma etapa de transição, com a diminuição dos percentuais de nacionalização dos produtos durante os anos. Essa medida, segundo o parlamentar, é de proteção da economia local e dos empregos, já que os estaleiros ainda precisam de medidas de incentivo do estado brasileiro para enfrentar concorrentes internacionais. “Sem esse incentivo e essa salvaguarda, a indústria nacional não tem condições de competir, visto que o chamado Custo Brasil encarece a nossa produção”, avalia.

Celso de Mello pretende liberar primeiras ações da Lava Jato até abril

Do Congresso em Foco O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello afirmou que está trabalhando para liberar as primeiras ações penais da Operação Lava Jato até abril. O decano da Corte é revisor da Lava Jato no Supremo e afirmou que irá observar a ordem de chegada dos processos ao seu gabinete. […]

Foto: Rosinei Coutinho / STF

Do Congresso em Foco

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello afirmou que está trabalhando para liberar as primeiras ações penais da Operação Lava Jato até abril. O decano da Corte é revisor da Lava Jato no Supremo e afirmou que irá observar a ordem de chegada dos processos ao seu gabinete. As ações contra o deputado Nelson Meurer (PP-PR) e contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) serão as primeiras liberadas. Em entrevista ao jornal O Globo, o ministro afirmou que deve liberar os processos até abril. “Até antes disso. Eu estou a todo vapor trabalhando”, afirmou.

Para Celso de Mello, as críticas direcionadas ao STF por ainda não ter punido acusados na Lava Jato não compreendem o funcionamento do tribunal, uma vez que os ministros não podem aceitar denúncias monocraticamente. “Há várias razões para isso. Primeiro porque decidir monocraticamente é muito mais prático e ágil do que decidir colegiadamente. Eu não posso receber uma denúncia contra alguém monocraticamente. Se eu fosse magistrado de primeiro grau, eu levaria o inquérito com a denúncia para a minha casa num sábado, ficaria estudando no fim de semana, redigiria minha decisão e segunda-feira liberaria. Mas isso não é possível fazer em tribunal, não é só no Supremo”, disse o ministro.

Ele também completa afirmando que o Supremo não pode decretar prisões de boa parte dos investigados, uma vez que trata-se de parlamentares com proteção constitucional. Deputados e senadores só podem ser presos após condenação criminal final (em última instância) ou em flagrante de crime inafiançável. “Esse círculo de imunidade em torno dos congressistas impede que eles sejam presos preventivamente. O STF não pode decretar a prisão (fora dessas hipóteses). E, se decretar, será inconstitucional”, lembra Celso de Mello.

O decano também entende que não se pode condenar réus com base apenas em delações premiadas, mesmo se o Ministério Público for capaz de colher depoimentos de diferentes delatores que corroborem uma versão, o que que é chamado de corroboração recíproca. “Mesmo nos casos de corroboração recíproca dos colaboradores, se essa for a única prova, não se condena também”.

Prisão em segunda instância

O ministro também disse que a presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, terá a “sensibilidade” para entender a necessidade de voltar a discutir a execução da pena para condenados em segunda instância. Apesar de admitir que teria sido melhor discutir o assunto antes da condenação do ex-presidente Lula, “ainda é tempo” para voltar ao tema.

O STF tem duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) que questionam a possibilidade de condenado em segunda instância ser preso. Para Celso de Mello, o julgamento das ADIs permitirá que a Corte julgue “questão envolvendo o direito fundamental de qualquer pessoa de ser presumida inocente”.

O ministro foi contrário ao entendimento fixado em 2016, de que tribunais de segunda instância possam determinar o início do cumprimento da pena, e disse se manter fiel à posição adotada há quase dois anos. Para ele, o entendimento do STF é preocupante. “É um retrocesso que se impõe em matéria de direito fundamental”, afirmou o ministro, para quem a “Constituição está sendo reescrita”, uma vez que exige que a pena só começará a ser executada com o trânsito em julgado.

Mesmo assim, o decano reconhece a dificuldade em chegar a um consenso sobre o assunto entre os ministros do STF. Para ele, o STF pode adotar uma posição intermediária, permitindo a execução da pena com sentença confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça (STF).

De acordo com levantamento do jornal Folha de S. Paulo, o STF concedeu liberdade a pelo menos um quinto dos habeas corpus analisados nos últimos dois anos. Dos 23 pedidos de liberdade que chegaram à mesa do ministro nesse período, sete foram concedidos.

Lei da Anistia

O decano também vê espaço para que o STF tenha novo entendimento para a Lei da Anistia. A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou ao Supremo um pedido para reabrir um processo que discute a hipótese. A tese do ministro compreende que responsáveis por sequestros durante a ditadura poderão ser processados, uma vez que sequestro é um crime permanente, que não está anistiado. “As vítimas eram sequestradas, executadas e enterradas. Nesses casos, quando você não conseguiu libertar a vítima e não houve uma solução do caso, porque a vítima não apareceu, então o crime é permanente, ou seja, ele ainda está sendo cometido. Logo, ele ultrapassa o marco temporal da Lei da Anistia” esclarece o ministro.

Em Serra, Raquel quis mostrar que tem prefeitos e vai ter os votos

A governadora Raquel Lyra desembarcou praticamente uma semana depois de João Campos em Serra Talhada e deu várias mensagens à sua oposição. Uma das estratégias firmadas é a de questionar o ciclo do PSB no Estado,  focando principalmente no período da gestão Paulo Câmara. Já João Campos invoca o legado do pai, o ex-governador Eduardo […]

A governadora Raquel Lyra desembarcou praticamente uma semana depois de João Campos em Serra Talhada e deu várias mensagens à sua oposição.

Uma das estratégias firmadas é a de questionar o ciclo do PSB no Estado,  focando principalmente no período da gestão Paulo Câmara.

Já João Campos invoca o legado do pai, o ex-governador Eduardo Campos,  que deixou o governo quase como uma unanimidade no Estado.

Outra curiosidade tem relação com o capital eleitoral dos prefeitos.  Há uma semana,  João disse ser mais importante ter o povo,  mesmo sem atacar os gestores.  E Raquel diz que terá os prefeitos e os votos também,  acreditando em uma reação nas pesquisas.  Afinal de contas,  quem tem razão? Veja o meu comentário,  no Sertão Notícias,  da Cultura FM:

Afogados da Ingazeira da inicio as comemorações dos 105 anos com show de Daniel

por Bruna Verlene Na noite desta segunda (30), véspera de feriado em Afogados da Ingazeira, o Centro Desportivo ficou pequeno por aqueles que foram prestigiar os shows de Maciel Melo, Daniel e Alcymar Monteiro. Enquanto o filho da terra Maciel Melo se apresentava, os fãs e a imprensa aguardavam pelo cantor Daniel, que falou com as […]

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por Bruna Verlene

Na noite desta segunda (30), véspera de feriado em Afogados da Ingazeira, o Centro Desportivo ficou pequeno por aqueles que foram prestigiar os shows de Maciel Melo, Daniel e Alcymar Monteiro.

Enquanto o filho da terra Maciel Melo se apresentava, os fãs e a imprensa aguardavam pelo cantor Daniel, que falou com as rádios e  blogs da região.

“ Vim comemorar os 105 anos desta cidade é muito prazeroso. Está em uma cidade que eu nunca estive é um grande presente. A cidade faz aniversário e a gente acaba ganhando o presente”, declarou o cantor sertanejo Daniel.

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Após o show pirotécnico e os parabéns, deu-se inicio as comemorações dos 105 anos de Afogados da Ingazeira, como show de Daniel. Ao som dos antigos e novos sucessos, o cantor fez políticos, famílias, jovens e adultos, se divertirem.

Ao fim do show de Daniel, a festa não acabou. O forrozeiro Alcymar Monteiro encerrou a noite às 03h30, como acordado com o Ministério Público.

Sebastião Oliveira diz acreditar em virada de Raquel Lyra

O presidente estadual do Avante, Sebastião Oliveira, analisou, a convite de Francys Maya, os números da pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta segunda-feira, que mede as intenções de voto para o Governo de Pernambuco. No levantamento, o prefeito do Recife, João Campos (PSB) aparece na liderança com 53,1% das intenções de voto, enquanto a […]

O presidente estadual do Avante, Sebastião Oliveira, analisou, a convite de Francys Maya, os números da pesquisa do Instituto Paraná Pesquisas, divulgada nesta segunda-feira, que mede as intenções de voto para o Governo de Pernambuco.

No levantamento, o prefeito do Recife, João Campos (PSB) aparece na liderança com 53,1% das intenções de voto, enquanto a governadora Raquel Lyra (PSD) surge com 31%. O vereador Eduardo Moura (Novo) registra 3,6%, e Ivan Moraes (PSOL), 0,9%. Votos brancos e nulos somam 6,5%, e 4,7% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder.

Sebastião destacou a evolução da governadora em relação à pesquisa realizada pelo mesmo instituto em agosto, quando João Campos tinha 57% e Raquel Lyra aparecia com 24%. De acordo com ele, João perdeu 3,9 pontos percentuais, enquanto Raquel cresceu 7 pontos em quatro meses.

No segundo cenário, em que apenas João Campos e Raquel Lyra aparecem como opções, o prefeito do Recife mantém a dianteira com 55,1%, contra 33,8% da governadora. Brancos e nulos somam 6,2%, e 5% não opinaram.

Para Sebastião Oliveira, os números indicam uma mudança consistente no quadro eleitoral.

“Olha, Maia, o jogo endurece agora. Se até o final de março Raquel passar dos 35% na Paraná Pesquisas e João cair para abaixo dos 50%, ela ganha a eleição. Eu falei isso em agosto. Ela estava com 24% e ele com 57%. Agora é 53% a 31%. A diferença era de 33 pontos e caiu para 22. Encurtou 11 pontos em quatro meses. Isso é bastante significativo”, avaliou o líder do Avante.