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Márcia Conrado entrega duas ruas com mais de 4.500 m² de pavimentação

Por André Luis

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, entregou nesta terça-feira (6) as obras de pavimentação das ruas Antônio Alves da Silveira e Luísa Olavo de Andrade. Ao todo, foram executados mais de 4.500 metros quadrados de pavimento, em um investimento superior a R$ 500 mil, realizado com recursos próprios do município.

“Desde que assumi a prefeitura, me comprometi a restaurar essa área, que convivia diariamente com uma pavimentação de péssima qualidade. Hoje estamos entregando ruas renovadas, seguras e à altura do que os moradores merecem. Essa era uma demanda antiga, e fico muito feliz em cumprir mais esse compromisso com a população”, afirmou Márcia Conrado durante a entrega.

Foto: Secom Serra Talhada

A intervenção incluiu pavimentação completa, drenagem e acabamento, garantindo mais mobilidade, segurança e qualidade de vida para os moradores. As obras substituíram um pavimento desgastado, marcado por buracos, desníveis e acúmulo de lama em períodos de chuva, problemas que comprometiam a circulação e o dia a dia da comunidade.

A secretária de Obras, Gabriela Pereira, destacou o impacto positivo da requalificação. “Essa entrega representa uma melhoria significativa para o bairro. Trabalhamos para garantir um pavimento resistente, bem executado e que atenda às necessidades dos moradores. É uma obra que transforma a rotina das famílias e valoriza todo o entorno”, disse.

Outras Notícias

Sicoob Pernambuco inaugura nova agência em Petrolina e amplia atuação no Vale do São Francisco

Nesta sexta-feira, 19 de junho de 2026, o Sicoob Pernambuco inaugurou sua nova agência em Petrolina (PE), ampliando sua presença na cidade e fortalecendo ainda mais a atuação do sistema cooperativista no Vale do São Francisco. A nova unidade representa mais um avanço na expansão da cooperativa na região, com o objetivo de oferecer mais […]

Nesta sexta-feira, 19 de junho de 2026, o Sicoob Pernambuco inaugurou sua nova agência em Petrolina (PE), ampliando sua presença na cidade e fortalecendo ainda mais a atuação do sistema cooperativista no Vale do São Francisco.

A nova unidade representa mais um avanço na expansão da cooperativa na região, com o objetivo de oferecer mais proximidade, conveniência e soluções financeiras aos cooperados, empresas e produtores rurais.

Petrolina é um dos principais polos de desenvolvimento do Nordeste e se destaca nacionalmente pela força do agronegócio, especialmente na fruticultura irrigada, que impulsiona a economia local e coloca o município entre os maiores exportadores de frutas do país.

O comércio, os serviços e o empreendedorismo também têm papel fundamental no crescimento contínuo da cidade, consolidando sua relevância econômica no interior pernambucano.

Nesse cenário dinâmico, o Sicoob Pernambuco reforça seu compromisso com o desenvolvimento regional ao oferecer mais uma alternativa financeira cooperativa, baseada no relacionamento próximo e no atendimento humanizado. A nova agência foi projetada para proporcionar mais conforto, praticidade e eficiência no atendimento aos cooperados.

O Sicoob Pernambuco chega para estar ainda mais próximo de quem movimenta uma economia em constante evolução: comunidades, empresas e produtores que constroem diariamente o futuro da região.

Faça-nos uma visita:

📍 Avenida da Integração Ayrton Senna, 465, Bairro São José

Petrolina – PE, CEP 56330-260

📞 (87) 9667-0023 | (87) 9667-0053

Pouco esperar da COP27

Heitor Scalambrini Costa* De 6 a 15 de novembro próximo ocorrerá a 27ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, conhecida como Conferência do Clima (COP) da ONU. Este ano será realizada no Egito, país que tem semelhanças no clima e vegetação com o Nordeste brasileiro. Ambos sofrem com a escassez de chuvas. […]

Heitor Scalambrini Costa*

De 6 a 15 de novembro próximo ocorrerá a 27ª Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, conhecida como Conferência do Clima (COP) da ONU. Este ano será realizada no Egito, país que tem semelhanças no clima e vegetação com o Nordeste brasileiro.

Ambos sofrem com a escassez de chuvas. A vegetação desértica predominante no Egito, tem do lado brasileiro uma correspondência, a de possuir uma das maiores áreas do mundo suscetíveis à desertificação, com extensão de 1,3 milhões de km², abrigando uma população de 31 milhões de pessoas. Hoje, as áreas desertificadas no Brasil já cobrem uma superfície em torno de 230 mil km2, praticamente o dobro do tamanho da Inglaterra.

O bioma Caatinga, predominante no semiárido, é o quarto maior bioma do Brasil, correspondendo a 11% do território nacional, mas que já perdeu 53 % da cobertura original. Segundo estudos do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU, é um dos biomas mais vulneráveis às mudanças climáticas, cujas consequências dramáticas já estão se fazendo notar em todo semiárido.

Feitas as comparações, a COP27 tem como objetivo debater metas e ações para o enfrentamento das mudanças climáticas, reunindo representantes governamentais e não governamentais de diversos países do mundo. As grandes corporações com interesses em petróleo, gás, carvão estarão também presentes, atuando como sempre fizeram em outras reuniões do gênero, na direção de dificultar, embargar os acordos necessários para a redução do uso dos combustíveis fósseis (petróleo e derivados, gás natural e carvão mineral) na matriz energética mundial.

Nestes quase trinta anos de Conferências do Clima (COP), as políticas adotadas foram insuficientes para reverter as emissões de gases de efeito estufa na atmosfera terrestre, nem encontrar soluções eficazes e estratégicas para a atual situação de aquecimento global, que coloca em risco todo o planeta. Assim, desastres climáticos em todos os continentes se sucedem.

Mesmo com os acordos e promessas, realizados no âmbito do mercado, para a redução das emissões de gases, constata-se ano a ano recordes da temperatura média global do planeta. A cada ano a Terra fica mais quente. Tal situação está relacionada ao aumento da concentração de gases de efeito estufa (GEE’s) na atmosfera, majoritariamente pelo uso de combustíveis fósseis. O setor de energia é a fonte de cerca de ¾ das emissões mundiais dos gases de efeito estufa, e a transição para fontes renováveis de energia é inevitável.

Desde a Conferência RIO-92, porém, a ação dos “céticos do clima”, dos lobistas das corporações de petróleo, gás e carvão, conseguiram barrar os avanços e a velocidade necessária para evitar o agravamento desta situação alarmante que nos encontramos hoje. Existe uma grande semelhança nesta ação dos que são contrários à vida, com o que ocorreu com o poderoso lobby da indústria tabagista no âmbito da Organização Mundial de Saúde. Retardaram e criaram obstáculos para medidas que poderiam salvar milhares de vidas. Só depois que não foi mais autorizada a participação destes promotores da morte, é que decisões antitabagistas foram tomadas com o rigor devido.

Importantes e decisivos resultados são apresentados pela curva de Keeling, base de dados referencial para toda discussão sobre o efeito estufa e o aquecimento global. Este gráfico mostra o acúmulo de CO2 na atmosfera, tendo como base medições contínuas desde 1958 até os dias atuais, pelo Observatório Mauna Loa, na ilha do Havaí. E o que se tem verificado ao longo do tempo é o crescimento linear da concentração de CO2. No ano de 2021 a concentração já estava em torno de 420 partes por milhão, enquanto nos anos 60 do século passado, era de 317 partes por milhão de CO2.

Assim, cada vez mais, o debate sobre as mudanças climáticas coloca de um lado as corporações gananciosas em defesa de seus interesses econômicos, que lutam contra a redução de emissões de gases estufa; do outro lado os movimentos sociais que lutam pela vida, por um planeta justo, ético, plural e, protegendo os ecossistemas naturais. A luta é desigual. Todavia, a consciência coletiva transformada em prática atuante, poderá pender a balança para os interesses públicos e da natureza, envolvidos nesta questão que é de toda civilização.

A transição ecológica-energética necessária para conter as emissões de gases de efeito estufa não significa apenas passar de uma sociedade baseada nas fontes de energias fósseis para uma com fontes renováveis. É uma oportunidade para um debate urgente e abrangente sobre o significado de viver em uma sociedade capitalista, consumista, predatória e militarista, cujo pilar de sustentação são os combustíveis fósseis.

Existe muita desilusão e descrédito em relação a governança mundial no enfrentamento das mudanças climáticas. Os fatos mostram que os objetivos anunciados pelas COP’s, e os resultados alcançados tem a ver com este histórico de insucessos. Para a COP27 os resultados já previsíveis e com certeza insuficientes para enfrentar este fenômeno provocado pelas atividades humanas.

Assim o engajamento nesta luta, que não é só dos ambientalistas mais de todos os homens e mulheres de boa vontade, são fundamentais para a sobrevivência da humanidade que está ameaçada, exigindo a realização de profundas mudanças no atual modelo civilizatório. O que implica mudar o modelo insustentável de produção e consumo, e o próprio modo de vida das pessoas.

O envolvimento e mobilização cada vez maior da sociedade civil organizada é essencial, e mesmo fundamental para responder sobre: Qual mundo queremos?  Qual o tipo de sociedade almejada?

E aqui ressalto o papel das mulheres como participante ativa nas escolhas e decisões a serem tomadas. O compromisso, devido à sua própria condição biológica, de gerar e bem cuidar da vida, são as verdadeiras condições fundamentais para preservar e conservar o meio ambiente.

Em breve mensagem aos participantes da 27º COP, diria: ousem nas propostas, definam quem pagará a conta, estipulem metas globais, e de cada país, e que compromissos assumidos sejam cumpridos. Que os maiores poluidores tenham maiores responsabilidades. E que a participação dos que defendem os combustíveis fósseis (petróleo, gás e carvão) não seja mais permitido no âmbito das Conferências do Clima. É um contrassenso esta participação.

Em todo este processo cabe ressaltar o papel vital da sociedade civil, em denunciar a falta de efetividade no combate às emissões de gases de efeito estufa, exigindo outra postura dos governantes no rumo de limitar o uso de combustíveis fósseis, e substituí-los por fontes de energia renováveis sem deixar de discutir e minimizar seus impactos socioambientais, aumentar a eficiência energética dos processos. Modelos sustentáveis para a extração de minérios, criação de gado, monoculturas, também deve fazer parte da pauta, pois tais atividades muito contribuem para a deterioração das condições climáticas.

Não se pode mais iludir, nem tergiversar, pois o que está em jogo é a vida no planeta Terra.

*Professor associado aposentado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)

Servidores da Câmara de Tuparetama participam de Campanha de Vacinação promovida pela OAB

Na manhã desta quarta-feira (11), servidores da Câmara Municipal de Tuparetama participaram da Campanha de Vacinação promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção São José do Egito. A ação foi realizada no Fórum de Tuparetama e contou com a adesão de diversos profissionais da área de saúde. A iniciativa demonstra o compromisso institucional […]

Na manhã desta quarta-feira (11), servidores da Câmara Municipal de Tuparetama participaram da Campanha de Vacinação promovida pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção São José do Egito.

A ação foi realizada no Fórum de Tuparetama e contou com a adesão de diversos profissionais da área de saúde. A iniciativa demonstra o compromisso institucional com a saúde, a prevenção e o bem-estar coletivo, além de fortalecer parcerias em prol de uma sociedade mais saudável e consciente.

A Câmara Municipal de Tuparetama agradece à OAB, Subseção São José do Egito, pela relevante ação e pela parceria na promoção da saúde pública.

O presidente da Casa, vereador Valmir Tunú, parabenizou a OAB pela iniciativa e destacou a importância de ações como essa:

“Parcerias como essa fortalecem nosso compromisso com a saúde e o bem-estar. Agradecemos à OAB por essa importante contribuição e reafirmamos nosso apoio a todas as iniciativas que visem cuidar das pessoas,” ressaltou o presidente.

César Kaique assume Secretaria Executiva de Comunicação de Serra Talhada

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, oficializou nesta sexta-feira (17) a nomeação de César Kaique como novo secretário executivo de Comunicação do município. A decisão foi anunciada após um encontro com a gestora, consolidando a escolha de um aliado de longa data para ocupar o cargo estratégico na administração municipal.   “Sinto-me honrado com o […]

A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, oficializou nesta sexta-feira (17) a nomeação de César Kaique como novo secretário executivo de Comunicação do município. A decisão foi anunciada após um encontro com a gestora, consolidando a escolha de um aliado de longa data para ocupar o cargo estratégico na administração municipal.  

“Sinto-me honrado com o convite da minha prefeita Márcia Conrado para assumir o cargo de Secretário Executivo de comunicação. Honrarei com muito trabalho, desenvolvendo o bom diálogo com o povo de Serra Talhada, com os meios de comunicação e servindo a cada cidadão que precisa do apoio da gestão que tem transformado a cidade. Estarei participando do governo de olhos atentos às demandas e necessidades – que conheço. Não tem descanso. O trabalho será dobrado. Agradeço a Márcia Conrado minha líder e ao seu esposo Dr. Breno Araújo.” afirmou César Kaique.

Carnaval de Afogados é encerrado com novo formato

Povo diz que nova formatação deu ar mais democrático à festa A Banda Fulô de Mandacaru encerrou o carnaval de Afogados da Ingazeira. Uma multidão seguiu o trio formado por Armandinho, Pingo Barros e Tiago Muriê no trio elétrico Tutti Frutti. Muitos destacaram o fato de que o formato deu ao carnaval um ar mais […]

Povo diz que nova formatação deu ar mais democrático à festa

A Banda Fulô de Mandacaru encerrou o carnaval de Afogados da Ingazeira. Uma multidão seguiu o trio formado por Armandinho, Pingo Barros e Tiago Muriê no trio elétrico Tutti Frutti.

Muitos destacaram o fato de que o formato deu ao carnaval um ar mais popular e democrático.

Foi o primeiro carnaval desde que o empresário Rogério Júnior anunciou as interrupções nas atividades do Bloco A Onda, alegando dificuldades de cobrir os custos com a venda de abadás.

Vários exemplos foram dados para reafirmar a máxima, como na saída do bloco Mela Mela, que reuniu um mar de gente no Bairro São Francisco e outras manifestações populares na festa de momo.

A volta de um carnaval mais popular foi citada por muitos foliões. Dentre os presentes na última noite, o prefeito Sandrinho Palmeira, o Deputado estadual José Patriota, o vice-prefeito Daniel Valadares e vereadores.