Prefeita de Serra Talhada ganhou notoriedade e força política nas eleições de 2022
Por André Luis
A prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado (PT) começa a aparecer entre os possíveis nomes para assumir a presidência da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe). Outro nome possível, seria o do prefeito de Caruaru, Rodrigo Pinheiro (PSDB), há nove meses no cargo.
Márcia ganhou notoriedade e força política nas eleições de 2022. Dos prefeitos do Sertão do Pajeú, foi o nome mais vinculado ao do presidente Lula (PT) e teve o apoio disputado tanto no primeiro, como no segundo turno.
No primeiro turno apoiou o candidato governista, Danilo Cabral (PSB), que não teve bom desempenho nas urnas. Já no segundo, Márcia apoiou Raquel Lyra (PSDB), que venceu a corrida eleitoral pelo Governo de Pernambuco.
Foi muita citada por Raquel, principalmente para se defender das acusações de ser ligada ao bolsonarismo.
Os prefeitos pernambucanos irão se reunir na próxima terça-feira (17), para discutir a formatação do calendário para a eleição, incluindo o edital. Internamente, existe um esforço para que seja formada uma chapa de consenso e com disposição para os compromissos exigidos pela Amupe.
Se Márcia for o nome de consenso, o Sertão do Pajeú continuará no comando da associação. O atual presidente é o ex-prefeito de Afogados da Ingazeira e deputado estadual eleito, José Patriota (PSB).
A Prefeitura de Sertânia, através da Secretaria de Agricultura e Meio-ambiente, comunica em nota que em virtude da grande crise econômica que ora assola o pais e, sobretudo, os diversos municípios, que a IV Exposertânia, acontecerá este ano entre os dias 17 a 21 de agosto. “O comunicado faz-se necessário por ocasião de alguns boatos que circularam […]
A Prefeitura de Sertânia, através da Secretaria de Agricultura e Meio-ambiente, comunica em nota que em virtude da grande crise econômica que ora assola o pais e, sobretudo, os diversos municípios, que a IV Exposertânia, acontecerá este ano entre os dias 17 a 21 de agosto.
“O comunicado faz-se necessário por ocasião de alguns boatos que circularam em redes sociais, que de forma maldosa, propagaram que a mesma não seria realizada este ano”.
“A prefeitura vem mostrar que mesmo diante de tanta adversidade, inclusive econômica, vai realizar como realizou nos últimos três anos, já que trata-se de um dos maiores eventos da caprinovinocultura do Brasil. Comunicamos ainda que será realizado na próxima semana uma coletiva para divulgação da parte técnica e festiva do evento” diz a nota.
Conclui o texto: “Diante do exposto, esperamos acabar de vez com boatos e deixar a certeza de que este ano teremos mais uma vez uma grandiosa festa”.
Do Fantástico O Ministério Público investiga um esquema bilionário de corrupção que envolve grandes empresas e servidores públicos em São Paulo. A denúncia mais grave parte de Manoel Conde Neto, ex-dono da rede de farmácias Farma Conde, que afirma que a concorrente Ultrafarma sonegava até 60% do que vendia. “Até o ano passado, ela [a […]
O Ministério Público investiga um esquema bilionário de corrupção que envolve grandes empresas e servidores públicos em São Paulo. A denúncia mais grave parte de Manoel Conde Neto, ex-dono da rede de farmácias Farma Conde, que afirma que a concorrente Ultrafarma sonegava até 60% do que vendia.
“Até o ano passado, ela [a Ultrafarma] vendia o produto num preço que é inexplicável. E é inexplicável o Fisco não ir lá fechá-la também. Porque nós, mesmo sonegando, e eu sonegava 10% do que vendia. Eles sonegavam 60% do que vendia e tava na cara que a sonegação lá era e é até hoje muito grande.”, diz Conde.
Artur Gomes da Silva Neto é apontado como o chefe do esquema. Ele orientava empresas sobre como pedir restituição de créditos do ICMS, acelerava processos e aprovava os próprios pedidos que ajudava a montar. Em troca, cobrava até 40% de comissão e garantia “risco zero de fiscalização”.
O auditor trabalhava na diretoria de fiscalização da Fazenda e recebia salário de R$ 33 mil. Mesmo sendo servidor público, atuava como consultor tributário das empresas. A investigação mostra que ele dominava todas as etapas do processo — da consultoria à liberação dos valores.
Um dos principais clientes era a Ultrafarma, do empresário Sidney Oliveira. Segundo os promotores, Artur tinha até o certificado digital da empresa para fazer os pedidos de restituição. Em junho, Sidney confessou a fraude fiscal denunciada por Manoel Conde e aceitou pagar R$ 32 milhões para não ser processado.
O nome de Sidney aparece em trocas de mensagens com Artur. Um funcionário da Ultrafarma confirma que enviou documentos “conforme solicitação do fiscal”. Sidney responde: “Ótimo”. A empresa afirma que colabora com as investigações e que vai provar sua inocência.
Artur também mantinha relação com o ex-promotor Fernando Capez, contratado para defender a Ultrafarma. Os honorários foram pagos pela empresa Smart Tax, ligada ao auditor: três parcelas de R$ 1,2 milhão. Capez diz que desconhecia os fatos à época e que atuou dentro da lei.
A delação de Manoel Conde também relembra um esquema de sonegação descoberto em 2017 na Farma Conde. Na época, a empresa teve que devolver mais de R$ 300 milhões aos cofres públicos. Conde recebeu perdão judicial e agora denuncia irregularidades cometidas pela concorrente.
Além da Ultrafarma, o esquema envolve a varejista Fast Shop. O diretor da empresa, Mário Otávio Gomes, foi preso. A Fast Shop afirma que colabora integralmente com as autoridades. Segundo o Ministério Público, mais de R$ 1 bilhão foi pago ao auditor.
A Secretaria da Fazenda instaurou procedimento disciplinar e afirma que está à disposição para colaborar. Os promotores agora investigam outras empresas que podem ter participado do esquema.
A Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) ajuizou, no Supremo Tribunal Federal (STF), a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 982, em que pede a concessão de medida cautelar para suspender decisões judiciais que anulam penas aplicadas a prefeitos quando atuam na qualidade de ordenadores de despesas. Em suma, a […]
A Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) ajuizou, no Supremo Tribunal Federal (STF), a Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 982, em que pede a concessão de medida cautelar para suspender decisões judiciais que anulam penas aplicadas a prefeitos quando atuam na qualidade de ordenadores de despesas.
Em suma, a medida visa acabar com julgamentos políticos de Câmaras de vereadores que salvam prefeitos quando ordenadores de despesas. O atual entendimento do STF é deque o julgamento final e das Câmaras e que os Tribunais tem papel apenas opinativo. Aí o prefeito que tem maioria muitas vezes conseguem com dois terços de aliados derrubar pareceres que julgam contas irregulares. Os casos em que prefeitos são punidos por tribunal e Câmara são raros.
A entidade alega que as decisões de Tribunais de Justiça de todo o país impedem que os julgamentos das contas de gestão de prefeitos, realizados por Tribunais de Contas estaduais (TCEs), produzam efeitos não só eleitorais, mas, também, quanto à aplicação de multas e à reparação ao erário. A ação foi distribuída ao ministro Luís Roberto Barroso.
Segundo a associação, nas decisões questionadas, os Tribunais de Justiça têm entendido que o papel dos Tribunais de Contas é apenas o de apresentar parecer, cabendo às câmaras de vereadores, com exclusividade, julgar as contas do prefeito. Contudo, argumenta que, de acordo com o artigo 71, inciso II, da Constituição Federal, cabe às cortes de contas julgar administradores e demais responsáveis por bens e valores públicos, o que abrangeria os prefeitos que assumiram essa tarefa.
Para a Atricon, a avocação da função de ordenador de despesas não pode se converter em instrumento para que o prefeito “imunize” a gestão municipal do julgamento pelos Tribunais de Contas, quando essa hipótese é expressamente prevista no texto constitucional.
Assim, a entidade pede que o STF declare a possibilidade de os TCEs julgarem os prefeitos que agem na qualidade de ordenadores de despesas e de condená-los ao pagamento de multa e à reparação ao erário. No pedido de medida cautelar, a Atricon sustenta que essa indefinição quanto aos poderes dos Tribunais de Contas está causando insegurança jurídica aos julgadores.
A notícia que circula em Belo Jardim é a de que o prefeito de Belo Jardim, Gilvandro Estrela (União Brasil), afirmou ter sido alvo de um suposto ritual de magia negra nas proximidades de seu gabinete. A denúncia foi feita por meio de uma postagem nas redes sociais, em que o gestor aparece segurando um […]
A notícia que circula em Belo Jardim é a de que o prefeito de Belo Jardim, Gilvandro Estrela (União Brasil), afirmou ter sido alvo de um suposto ritual de magia negra nas proximidades de seu gabinete.
A denúncia foi feita por meio de uma postagem nas redes sociais, em que o gestor aparece segurando um boneco semelhante aos usados em práticas populares de vodu.
Na publicação, Gilvandro classificou o ocorrido como uma “tentativa absurda de o atingir com práticas de magia negra”. Ainda na postagem, ele destacou sua fé: “Sirvo a um Deus vivo, poderoso e maior do que qualquer maldade”, escreveu o prefeito.
Dar importância a uma bobagem dessas a ponto de publicar em suas redes sociais é o que se pode chamar de “suco do bolsonarismo”. É tentar chamar a opinião pública a debater e se engajar em um tema que não tem relação ou importância com a vida cotidiana. Muitas vezes, quer tirar foco do mais importante, de como anda a gestão e da sua percepção geral na sociedade.
Brejinho dá início, neste sábado (10), a uma das mais tradicionais e aguardadas manifestações culturais do município. O Barracão de Janeiro, evento que tem mais de uma década de história, segue até o dia 21 de janeiro, reunindo moradores e visitantes em um grande espaço de cultura, lazer e confraternização. Ao longo de 12 dias […]
Brejinho dá início, neste sábado (10), a uma das mais tradicionais e aguardadas manifestações culturais do município. O Barracão de Janeiro, evento que tem mais de uma década de história, segue até o dia 21 de janeiro, reunindo moradores e visitantes em um grande espaço de cultura, lazer e confraternização.
Ao longo de 12 dias consecutivos, o Barracão de Janeiro transforma o início do ano em um período de intensa movimentação cultural. A programação conta com barracas de artesanato produzidas por artistas do próprio município, apresentações culturais, comidas típicas, além de muita música com artistas locais e regionais. Em 2026, uma novidade passa a integrar o evento: a realização de um festival de poesia, valorizando ainda mais a produção cultural e literária da região.
Mais do que um espaço de entretenimento, o Barracão de Janeiro é reconhecido como um momento de encontro entre a população brejinhense e os visitantes que chegam à cidade nesta época do ano. A cada edição, o evento se consolida como símbolo de identidade cultural e acolhimento, marcando o calendário festivo do município.
A realização do Barracão conta com investimentos da gestão municipal, em parceria com setores da iniciativa privada, que vêm fortalecendo a estrutura e ampliando a programação do evento. Além disso, o Barracão de Janeiro marca o pontapé inicial da tradicional Festa de Janeiro de Brejinho, que neste ano acontece nos dias 22 e 23 de janeiro.
Para o prefeito Gilson Bento, o período é fundamental para o desenvolvimento econômico local. Segundo ele, o mês de janeiro aquece completamente a economia do município, com aumento significativo nas vendas do comércio, maior ocupação das pousadas e intenso movimento em bares, restaurantes e no setor de prestação de serviços. “Isso faz a roda da economia girar, gera renda e traz muitos recursos para o município”, destacou.
O prefeito também aproveitou para convidar visitantes de cidades vizinhas e de outras regiões a participarem da programação. A expectativa é de que o Barracão de Janeiro 2026 reafirme Brejinho como um polo cultural regional, movimentando a cidade e fortalecendo suas tradições logo no início do ano.
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