Marcação para UBS serão feitas on line em São José do Egito
Por Nill Júnior
O Secretário Municipal de Saúde Hugo Rabelo, anunciou que já estão em poder do município 45 notebooks que serão instalados nos próximos dias em todos os 13 PSFs da rede municipal de atenção básica.
O investimento feito pela Prefeitura de São José do Egito foi de pouco mais de 100 mil reais, com a colocação desses equipamentos, a rede funcionará com o sistema 100% informatizado e a população poderá inclusive marcar consultas pela internet.
Além da comodidade de, em alguns casos não precisar ir ao Posto de Saúde para marcar o procedimento, a expectativa da Secretaria Municipal de Saúde, é que o tempo de espera para atendimento dos pacientes seja reduzido em pelo menos 70%.
A ação faz parte do processo de informatização, para implantação do prontuário eletrônico em todo município.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado Para o médico sanitarista Claudio Maierovitch, que presidiu a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de 2003 a 2008, a gestão do atual governo no que tange à pandemia de covid-19 indica que “a população brasileira é tratada como animais”. Ele fez essa declaração nesta sexta-feira (11), durante depoimento na CPI […]
Para o médico sanitarista Claudio Maierovitch, que presidiu a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de 2003 a 2008, a gestão do atual governo no que tange à pandemia de covid-19 indica que “a população brasileira é tratada como animais”. Ele fez essa declaração nesta sexta-feira (11), durante depoimento na CPI da Pandemia.
— Não gosto do termo “imunidade de rebanho”. Não somos rebanho, e não há nenhum coletivo da palavra “gente” ou “pessoa” que seja traduzido como rebanho. Temos multidão, povo, muitos coletivos nos dicionários, e rebanho não é um deles. Rebanho se aplica a animais, e somos tratados dessa forma. Acredito que a população tem sido tratada dessa forma ao se tentar produzir imunidade de rebanho à custa de vidas humanas. O governo se manteve na posição de produzir imunidade de rebanho, com essa conotação toda, para a população, em vez de adotar medidas reconhecidas pela ciência para enfrentar a crise — afirmou Maierovitch, que também chefiou a área de Vigilância de Doenças Transmissíveis do Ministério da Saúde de 2011 a 2016.
Negligência
O médico lembrou que, antes da pandemia, o Índice Global de Segurança em Saúde de 2019, da Universidade Johns Hopkins, havia classificado o Brasil como o 9º país do mundo em respostas rápidas ao alastramento de epidemias e mitigação de suas consequências. O levantamento da Johns Hopkins também havia indicado o Brasil como o 22º colocado no Índice Global de Segurança em Saúde como um todo. Mas Maierovitch observou que, após quase um ano de pandemia, um levantamento do Instituto Lowy, da Austrália, de janeiro de 2021, qualificou o Brasil como o país com a pior resposta à covid-19, dentre 98 países pesquisados.
Para Maierovitch, as boas colocações conseguidas pelo Brasil no estudo da Johns Hopkins em 2019 foram resultado de um sistema implementado durante décadas — um modelo baseado no Sistema Único de Saúde (SUS), no Programa Saúde da Família e nos planos de emergência e contingência do sistema de vigilância em saúde, na Anvisa, em laboratórios públicos e privados, no Programa Nacional de Imunizações (PNI), além de entidades como a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), entre outros.
Mas esse modelo, afirmou o médico, teria sido deliberadamente negligenciado pela gestão de Jair Bolsonaro. Ele também argumentou que, para que todo o sistema funcionasse a contento na resposta à pandemia, seria necessária a articulação federal, o que não ocorreu.
— O que poderíamos ter tido desde o início? A presença do Estado, por exemplo, com um plano de contenção, antes de a pandemia entrar no Brasil, para detecção rápida, testagem, isolamento e rastreamento de contatos. Tínhamos experiência pra fazer isso no SUS. O plano deveria prever uma organização, com planejamento de insumos como oxigênio, kit de intubação, profissionais, etc. E com monitoramento, como estávamos acostumados a trabalhar com isso em diversas crises, com a construção de um Comitê de Operações de Emergência em Saúde acompanhando as respostas e as necessidades de cada estado — explicou ele, lembrando que este sistema funcionou bem em 2015 na resposta à epidemia de zika vírus.
Maierovitch ainda chamou o PNI em curso, no que tange à covid, de “pífio”. Acrescentou que o governo nem sequer determinou um plano para aquisição de imunobiológicos, com “um desestímulo oficial a que um grande laboratório nacional assumisse a produção de vacinas”. Ele também disse que faltou investimento na atenção básica, “o ponto do sistema mais fundamental para resposta à maior parte das epidemias”.
Vacinas
Ao responder a perguntas do relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), Maierovitch afirmou que a Lei 6.360/1976 não impede a assinatura de contratos para a compra de vacinas. O tema veio à tona porque Renan lembrou que, na quarta-feira (9), o ex-secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco, alegou que essa lei só permitiria a compra de vacinas após a liberação da Anvisa.
— Essa lei não trata de contratos, não dá qualquer tipo de limitação em relação à celebração de contratos. E ela admite exceções, principalmente em casos de graves ameaças à saúde pública. Como exemplo cito aqui que uma parte importante das vacinas adquiridas pelo Brasil é comprada do Fundo Rotatório da Organização Pan-Americana de Saúde, que não tem registro no Brasil, mas tem certificado da Organização Mundial de Saúde (OMS), porque existe um dispositivo legal que abre exceções para compra de vacinas, medicamentos e outros produtos — afirmou Maierovitch.
Renan e o vice-presidente da CPI, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), também perguntaram ao médico qual é a sua avaliação sobre os esforços do governo para comprar, por exemplo, cloroquina da Índia, ao mesmo tempo em que negligenciava a compra de vacinas. Para Maierovitch, foi justamente o fato de Bolsonaro negligenciar a “institucionalidade” tradicional da área de Saúde que lhe permitiu ações deste tipo.
— Qual o sentido de um presidente da República, sem se apoiar numa institucionalidade, decidir sobre a importação de um medicamento? Ele vai negociar com o dirigente da Índia apoiado em quê? Isso faz tão pouco sentido que é difícil encontrar um argumento legal que diga que pode ou não pode, porque significaria prever, me perdoem a expressão, qualquer maluquice que deveria estar na lei. Então os parlamentares teriam que fazer um exercício de imaginação contínuo para criar leis que proibissem maluquices — argumentou.
Base do governo
Senadores governistas procuraram se contrapor ao depoimento de Maierovitch. Para Jorginho Mello (PL-SC), o governo não negligencia a vacinação do povo. Ele defendeu que as negociações com o Instituto Butantan e com a Fiocruz foram “diferentes” porque esta última previu a transferência de tecnologia com a AstraZeneca.
— O ex-secretário Elcio Franco explicou aqui [em depoimento anterior na CPI]. O Butantan foi questionado se tinha a tecnologia ideal para a produção da vacina, e a resposta foi sim, que já possuía a tecnologia. Dessa forma, para que seja efetuada a compra, a legislação exigia a aprovação da Anvisa. No caso da Fiocruz foi diferente, a entidade não tinha a tecnologia. Então foi feito um contrato de transferência de tecnologia. Neste caso, a legislação permitia o repasse de recursos para o desenvolvimento da vacina. Foram coisas diferentes — argumentou Jorginho Mello.
O senador Luis Carlos Heinze (PP-RS) abordou, entre outros pontos, os repasses federais para estados e municípios e a retomada da economia.
— Os hospitais filantrópicos têm quase 30 mil leitos de UTI, já renovados aqueles valores que o ministério paga. São R$ 1,6 mil por dia e quase 30 mil leitos. No meu estado triplicaram os leitos de março do ano passado até março deste ano. No Brasil quase dobraram os leitos de UTI Covid. O Butantan recebe este ano mais de R$ 8 bilhões; a Fiocruz, R$ 7,5 bilhões. E vamos viabilizar o Complexo Santa Cruz, para vacinas — disse Heinze.
Já o senador Marcos Rogério (DEM-RO) abordou o protagonismo de estados e municípios no enfrentamento à crise, em contraponto à afirmação de Maierovitch de que o governo federal teria negligenciado a pandemia.
— Todos sabemos que estados e municípios forçaram a barra para terem o controle pleno das medidas de enfrentamento [à pandemia] em seus territórios, o que foi sancionado pelo Supremo Tribunal Federal. Não há como fugir dessa realidade. O senhor declarou que faltou em nosso país a adoção de critérios homogêneos definidos para o Brasil inteiro. A autonomia foi dada cada estado e município — disse o parlamentar.
O prefeito de Tabira, Sebastião Dias (PTB), esteve na Rua Projetada I, comunidade de Barreiros I, com membros do governo municipal e moradores para assinatura de Ordem de Serviço da Pavimentação da referida rua. O Bairro Barreiros I, já foi contemplado com a pavimentação das Ruas Projetada II,III e IV, agora a rua I, da […]
O prefeito de Tabira, Sebastião Dias (PTB), esteve na Rua Projetada I, comunidade de Barreiros I, com membros do governo municipal e moradores para assinatura de Ordem de Serviço da Pavimentação da referida rua.
O Bairro Barreiros I, já foi contemplado com a pavimentação das Ruas Projetada II,III e IV, agora a rua I, da lateral da capela até o final, deixará todas aas ruas projetadas totalmente pavimentadas.
A rua principal, Alexandrina Menezes, está contemplada na emenda parlamentar do senador, hoje ministro de Estado, Armando Monteiro Neto.
“Sei que estou incomodando muita gente trazendo benefício para os mais afastados do centro. Quero reafirmar que até o final da minha gestão irei continuar olhando para os que nunca foram vistos anteriormente”, disse o prefeito.
A obra custará R$ 34.931,04 (trinta e quatro mil, oitocentos e trinta e um reais e quatro centavos), e faz parte do convênio celebrado entre o Governo do Estado e a Prefeitura de Tabira, FEM – Fundo Estadual de Apoio ao Desenvolvimento dos Municípios.
Ausente das redes desde que transmitiu o cargo a Raquel Lyra, o ex-governador Paulo Câmara reapareceu hoje em uma postagem ao lado do presidente Lula. Neste dia 10 de abril, ele inicia a segunda semana como presidente do Banco do Nordeste, atendendo convite do presidente Lula. “A missão dada pelo presidente e pelo ministro Fernando […]
Ausente das redes desde que transmitiu o cargo a Raquel Lyra, o ex-governador Paulo Câmara reapareceu hoje em uma postagem ao lado do presidente Lula.
Neste dia 10 de abril, ele inicia a segunda semana como presidente do Banco do Nordeste, atendendo convite do presidente Lula.
“A missão dada pelo presidente e pelo ministro Fernando Haddad é de intensificar a ação do BNB como banco de desenvolvimento e de inclusão social. Para quem é nordestino, como eu, filho de pai cearense e mãe pernambucana, a sigla BNB é sinônimo de credibilidade, solidez e qualidade”, disse.
“Ter o apoio do Banco do Nordeste é garantia de um parceiro forte para estados, municípios, organizações sociais, agricultores e empreendedores de maneira geral. Tornar esse apoio cada vez mais acessível é nossa meta prioritária”, disse Paulo, que tem uma máquina estatal importante e estratégica nas mãos.
No Dia Internacional da Mulher, celebrado neste 8 de março, a governadora Raquel Lyra encerrou as suas agendas públicas se reunindo com mulheres que compõem o Governo de Pernambuco em diversas áreas. Durante o bate-papo, que aconteceu no auditório da Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, foram compartilhados pela governadora e pela vice-governadora […]
No Dia Internacional da Mulher, celebrado neste 8 de março, a governadora Raquel Lyra encerrou as suas agendas públicas se reunindo com mulheres que compõem o Governo de Pernambuco em diversas áreas.
Durante o bate-papo, que aconteceu no auditório da Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, foram compartilhados pela governadora e pela vice-governadora Priscila Krause os desafios e experiências da gestão e a relevância de mulheres estarem ocupando vários postos em ambientes de trabalho diversos.
“Esse encontro é para celebrar e refletir sobre esse Dia da Mulher e mostrar para as mulheres de Pernambuco que elas não estão sozinhas, porque contamos com um time de muitas de nós para fazer um Estado melhor para se viver. Fizemos e vamos fazer ainda mais políticas públicas e ações para as mulheres, como a construção de maternidades, de creches, e o programa Mães de Pernambuco”, ressaltou a governadora Raquel Lyra.
Priscila Krause, por sua vez, falou sobre os desafios que a dupla enfrenta diariamente. “Nossa força é do tamanho do desafio que superamos todos os dias. Nós, duas mulheres no governo, estamos trabalhando para construir um novo tempo, uma nova história, e sabemos que todas vocês estão juntas com a gente”, destacou.
Ainda durante o encontro, houve uma palestra da defensora pública Debora Andrade sobre o papel da Defensoria Pública na promoção, assistência e defesa dos direitos das mulheres. A secretária da Mulher, Mariana Melo, também conversou com o público feminino apresentando o panorama e dados sobre as mulheres em Pernambuco e no Nordeste, além de ter apresentado as entregas do Governo do Estado em ações para as mulheres ao longo da gestão.
“Nesse momento, nesse dia tão simbólico que é o Dia Internacional da Mulher, nós queremos que as mulheres do Governo saibam o que as outras secretarias estão fazendo, porque as entregas da mulher e para a mulher pernambucana pelas secretarias são entregas transversais”, registrou a secretária Mariana Melo.
Ao longo do dia, a governadora participou da ação social promovida pelo Governo para as mulheres, lançou o Centro de Desenvolvimento do Futebol Feminino e lançou a modalidade Reforma do Lar do Programa Morar Bem, que vai financiar obras em residências chefiadas por mulheres economicamente vulneráveis.
Uma noite de festa e celebração marcou o início das comemorações pelos 62 anos de emancipação política de Tuparetama. Uma multidão lotou o Pátio de Eventos para acompanhar os shows de João Márcio, Jonas Esticado e Zezo Potiguar. Pouco antes da meia-noite, o prefeito Sávio Torres, acompanhado vice-prefeito, Diógenes Patriota, subiu ao palco para falar […]
Uma noite de festa e celebração marcou o início das comemorações pelos 62 anos de emancipação política de Tuparetama.
Uma multidão lotou o Pátio de Eventos para acompanhar os shows de João Márcio, Jonas Esticado e Zezo Potiguar.
Pouco antes da meia-noite, o prefeito Sávio Torres, acompanhado vice-prefeito, Diógenes Patriota, subiu ao palco para falar ao público.
Ao lado dos vereadores e da equipe de governo, o gestor agradeceu a presença de todos e ressaltou a importância da data para a história da cidade.
O prefeito aproveitou o momento para assinar ao lado do representante da Codevasf, Elijalma Beserra, as ordens de serviços de pavimentação asfáltica de diversas ruas e avenidas de Tuparetama. Sávio assinou ainda, a ordem de serviço para construção de uma piscina na ETI Regina Celi Torres.
Encerrando a noite, o público cantou junto com Zezo Potiguar, que conduziu a festa até às 02 da manhã, deixando lembranças felizes para todos que participaram desse momento especial na história da Princesinha do Pajeú.
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