Mandetta avisa equipe que será demitido, diz jornal
Por André Luis
Segundo a coluna Painel, da Folha de São Paulo: O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, avisou sua equipe na noite desta terça-feira (14) que Jair Bolsonaro já procura um nome para o seu lugar e que deve ser demitido ainda nesta semana.
Ele conversou com integrantes da pasta em clima de despedida após a entrevista coletiva da qual participou no Palácio do Planalto.
De acordo com relatos, Mandetta avisou que combinou de esperar a escolha do substituto e de ficar até a exoneração de fato ocorrer.
Alguns membros da equipe sugeriram que ele pedisse demissão imediatamente, mas a ideia foi rejeitada pelo ministro.
Antes da coletiva, Mandetta esteve presente na reunião do conselho, com Bolsonaro e os demais ministros. Segundo relatos, o chefe da Saúde ficou em silêncio durante todo o encontro.
Desde que a guerra fria envolvendo os dois teve início, Bolsonaro já ameaçou algumas vezes demitir o ministro, mas até agora não concretizou o plano.
Como mostrou a Folha, o apoio que Mandetta (Saúde) tinha no núcleo militar do Palácio do Planalto para continuar no cargo perdeu força na noite de domingo (13), após a entrevista dada por ele no Fantástico.
O tom adotado foi avaliado pela cúpula fardada como uma provocação desnecessária.
No último final de semana, o pré-candidato à prefeitura de São José do Egito, Fredson, intensificou sua agenda de visitas pela cidade, focando especialmente nas áreas rurais que têm sido esquecidas pela atual gestão. Com uma programação cheia, Fredson demonstrou sua preocupação e compromisso com a população do campo e da área urbana, ouvindo suas […]
No último final de semana, o pré-candidato à prefeitura de São José do Egito, Fredson, intensificou sua agenda de visitas pela cidade, focando especialmente nas áreas rurais que têm sido esquecidas pela atual gestão.
Com uma programação cheia, Fredson demonstrou sua preocupação e compromisso com a população do campo e da área urbana, ouvindo suas necessidades e apresentando suas propostas para transformar a realidade local.
A agenda de sábado (15) começou cedo, às 7h, com uma entrevista na Rádio Gazeta. Fredson aproveitou a oportunidade para falar diretamente aos ouvintes sobre suas propostas e a importância de uma gestão que realmente ouça e atenda às necessidades da população. Durante a entrevista, ele destacou sua intenção de atuar robustamente nas áreas rurais e melhorar a qualidade de vida dos moradores. “Estamos aqui para ouvir cada cidadão e transformar suas dores e anseios em ações concretas. São José do Egito precisa de uma gestão que esteja presente e ativa em todas as áreas,” afirmou Fredson.
A tarde, Fredson participou de uma reunião com a Associação da Ponta Direita. O encontro foi uma oportunidade para dialogar com os membros da comunidade, ouvir suas demandas e discutir soluções concretas para os problemas enfrentados. Fredson ressaltou a necessidade de uma gestão participativa e próxima do povo, enfatizando sua vontade de mudar a realidade da área rural, que tem sofrido com o abandono e a falta de investimentos nos últimos anos. “A Ponta Direita, assim como outras áreas rurais, merece atenção e investimentos que tragam desenvolvimento e qualidade de vida. Vamos trabalhar juntos para mudar essa realidade,” disse Fredson.
No domingo (16), Fredson continuou suas visitas com uma reunião às 10h na Associação do Açudinho. Durante o encontro, ele ouviu relatos dos moradores sobre as dificuldades que enfrentam diariamente e discutiu suas propostas para melhorar as condições de vida na comunidade. Fredson destacou a importância de investimentos em infraestrutura, saúde e educação, áreas essenciais para o desenvolvimento das regiões rurais. “Estamos aqui para entender de perto as dificuldades e trabalhar incansavelmente para que cada morador do Açudinho e de São José do Egito tenha uma vida melhor e mais digna,” declarou Fredson.
Na sequência, foi a vez da Associação das Lajes receber Fredson. Mais uma vez, ele dialogou com os moradores, reafirmando seu compromisso com uma gestão inclusiva e eficiente. A reunião foi marcada por discussões sobre como revitalizar a área rural e garantir que todos os cidadãos de São José do Egito tenham acesso a serviços públicos de qualidade. “Nosso compromisso é com cada cidadão. Queremos uma cidade onde todos tenham voz e sejam atendidos com respeito e eficiência. A mudança que a população clama é urgente e estamos prontos para liderar essa transformação,” afirmou Fredson.
Fredson segue visitando cada cantinho de São José do Egito, demonstrando sua preocupação com todos os moradores, tanto do campo quanto da área urbana. Ele está determinado a mudar a realidade da população do campo, que tem sido negligenciada pela atual gestão. Com uma agenda focada no diálogo e na construção de soluções, Fredson se consolida como uma esperança de mudança e progresso para São José do Egito. “A população de São José do Egito merece mais. Estamos prontos para enfrentar os desafios e trazer a mudança que todos esperam. Vamos juntos, com força e determinação, transformar nossa cidade em um lugar melhor para todos,” concluiu.
Da Agência Senado O golpe militar de 1964 foi um ato de militares brasileiros, apoiado por parte da sociedade e do empresariado do país. Historiadores e testemunhas do golpe afirmam, no entanto, que um outro ator teve papel decisivo na ação dos militares. A divulgação, pela Casa Branca, de gravações de conversas entre o ex-presidente […]
O golpe militar de 1964 foi um ato de militares brasileiros, apoiado por parte da sociedade e do empresariado do país. Historiadores e testemunhas do golpe afirmam, no entanto, que um outro ator teve papel decisivo na ação dos militares. A divulgação, pela Casa Branca, de gravações de conversas entre o ex-presidente John Kennedy e o então embaixador dos Estados Unidos (EUA) no Brasil, Lincoln Gordon, comprovam a preocupação da maior potência do mundo com o caminho que vinha sendo trilhado pelos brasileiros em sua incipiente democracia.
Os norte-americanos também se esforçaram no emprego de recursos financeiros para a promoção e o incentivo de iniciativas que tivessem o intuito de combater o comunismo no Brasil. Os estudos agora dão como certo até mesmo o envio de uma frota naval dos Estados Unidos para apoiar o golpe, comprovando a estreita articulação entre militares brasileiros e o governo daquele país.
Professor da Universidade de Columbia, John Dingens confirma que os Estados Unidos participaram ativamente para minar o governo Jango. “O registro histórico é claro”, destaca. “Por causa de um medo exagerado de uma repetição da revolução cubana – um cenário que observadores objetivos consideraram ser extremamente improvável, beirando a paranoia geopolítica -, o embaixador e agentes da CIA [sigla em inglês para a Agência Central de Inteligência, do governo norte-americano], conspiraram e encorajaram militares brasileiros a depor o presidente eleito pelo povo brasileiro, João Goulart”, avalia Dingens, que foi jornalista correspondente na América Latina na década de 1970 e escreveu o livro Operação Condor: Como Pinochet e Seus Aliados Trouxeram o Terrorismo para Três Continentes.
“A derrubada teve influência catastrófica em toda a América Latina. Como era óbvio, no momento em que os Estados Unidos apoiaram a destruição da democracia no Brasil, se seguiu uma onda de hostilidade e desconfiança contra os Estados Unidos em toda a região. Isto sustentou a credibilidade dos grupos revolucionários mais radicais – aqueles que, de fato, queriam repetir a experiência cubana em seus próprios países. Isto foi um obstáculo para o desenvolvimento da ‘terceira via’, ou seja, de alternativas pacíficas e democráticas para resolver a extrema pobreza e a desigualdade”, diz.
Segundo o professor de história da Universidade de Brasília (UnB) Virgílio Arraes, o governo dos EUA, em plena Guerra Fria, tinha receio de que o maior país do Continente Sul-Americano seguisse o mesmo caminho de Cuba, onde forças lideradas por Fidel Castro destituíram o ditador Fulgencio Batista, em 1959, e instalaram um regime socialista que contou com o apoio da União Soviética.
O poderio militar da maior potência do mundo é considerado por ele, uma das principais razões para não ter havido reação do presidente João Goulart (Jango) ao golpe dado pelos militares brasileiros contra seu governo. “Jango, provavelmente, dispunha de mais informações, e elas fizeram com que ele não demonstrasse tanta disposição em resistir”, avalia Arraes. Para o professor, o conhecimento de que os EUA estavam enviando uma frota naval para a costa brasileira, informação confirmada pelo próprio embaixador Gordon anos depois, já seria suficiente para desestimular qualquer reação do governo constituído.
Para Arraes, o deslocamento da frota deve ter sido a maior movimentação naval no Hemisfério Sul desde a época da 2ª Guerra Mundial. “Se o Exército que derrotou as forças nazistas e as forças imperiais japonesas estivesse se deslocando para qualquer país da América do Sul, que tipo de esperança, do ponto de vista de luta, se poderia ter?”
A insatisfação norte-americana em relação aos rumos do país sob a presidência de João Goulart vinha do início de seu mandato. Algumas posições de Jango, como colocar em prática uma série de reformas, entre elas a reforma agrária, e as de seus aliados, como o governador do Rio Grande do Sul à época, Leonel Brizola, que desapropriou duas companhias norte-americanas (ITT, do setor de telecomunicações, e Amforp, de energia elétrica), aumentou a crença nas informações, passadas por Gordon, de que o país caminhava para adotar o regime comunista.
Desde 1962, o embaixador vinha tentando convencer o Departamento de Estado dos EUA de que Jango estava formulando um perigoso movimento de esquerda, estimulando o nacionalismo.
Em uma das conversas captadas pelo serviço de gravação instalado por Kennedy na Casa Branca, o presidente perguntou a Gordon se achava ser aconselhável uma intervenção militar no Brasil. O episódio ocorreu em outubro de 1963, 46 dias antes do assassinato de Kennedy.
O embaixador incentivava o governo norte-americano a não poupar esforços para conter as transformações em curso. Na opinião de Gordon, era fundamental organizar as forças políticas e militares para reduzir o poder de Goulart e, em um caso extremo, afastá-lo, já considerando o golpe. Após o assassinato de Kennedy, o embaixador Gordon continuou discutindo o assunto com o presidente Lyndon Johnson.
Com o argumento de garantir a democracia no Brasil, muito dinheiro foi aplicado pelo governo norte-americano em ações que, na realidade, visavam a frear a “ameaça comunista”. Uma delas foi a Aliança para o Progresso, um amplo programa de cooperação para o desenvolvimento na América Latina. Outra, mais ostensiva, foi a criação do Instituto Brasileiro de Ação Democrática (Ibad) que produzia e difundia conteúdos anticomunistas para rádio, TV e jornais, além de mensagens em filmes e radionovelas, fazendo oposição ao governo João Goulart.
Em 1963, a ação do Ibad levou à instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Isso porque, em 1962, nas eleições legislativas e para o governo de 11 estados, o instituto captou recursos para a campanha de mais de uma centena de parlamentares contrários às reformas e ao governo de Jango.
A CPI comprovou que muitos documentos do Ibad foram queimados quando suas atividades começaram a ser investigadas e que suas fontes financeiras eram, prioritariamente, empresas norte-americanas. Após a apuração da CPI, o presidente da República suspendeu as atividades do instituto por três meses, prorrogados por mais três. No fim de 1963, o Ibad foi dissolvido pela Justiça.
A atuação norte-americana, no entanto, prosseguiu nos meses seguintes, até o golpe de 31 de março de 1964.
O Ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou neste sábado (2) que são falsas as mensagens que têm circulado em redes sociais e aplicativos de celular sobre uma nova greve de caminhoneiros na segunda-feira (4). A informação é do G1. Ele disse ainda que os responsáveis por essas mensagens estão sendo monitorados e serão punidos por […]
O Ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou neste sábado (2) que são falsas as mensagens que têm circulado em redes sociais e aplicativos de celular sobre uma nova greve de caminhoneiros na segunda-feira (4). A informação é do G1.
Ele disse ainda que os responsáveis por essas mensagens estão sendo monitorados e serão punidos por promoverem a “desordem” e “levando temor à população”.
“A avaliação do governo é de que não haverá nova paralisação nacional na segunda-feira. O que existe é um movimento de fake news promovido por alguns que estão sendo monitorados e que, a partir de uma ordem judicial, serão detidos porque estão promovendo a desordem e, sobretudo, levando temor à população. Mas eu posso assegurar que não existirá paralisação nacional nesta segunda feira. Isso é fake news e não tem fundamento na realidade”, afirmou.
O comitê de crise reunido neste sábado (2) no Palácio do Planalto informou que não há mais bloqueios nem pontos de concentração de caminhoneiros nas rodovias do país.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) vai manter o plantão de acompanhamento do fluxo de veículos.
O governo também está fazendo um rastreamento permanente de mensagens divulgadas por redes sociais e aplicativos.
A preocupação do Planalto é com pessoas que teriam interesse político em manter uma crise que já foi superada pela negociação com os caminhoneiros.
Algumas das principais lideranças da categoria também mostram preocupação com essas mensagens.
O governo divulgou uma gravação que, segundo o Gabinete de Segurança Institucional, é do presidente da Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes. Nela, o representante dos caminhoneiros reitera que a greve acabou.
“Estão correndo muitas mensagens de alarme sobre o novo movimento de caminhoneiros para segunda-feira, dia 4. Na verdade, não sei a fundo o que estão pleiteando, mas, de qualquer forma, chamo a atenção dos caminhoneiros de bem, para que não se envolvam em manifestações que possam pôr em risco o que já conseguimos nesta última negociação com o governo”, diz a gravação.
E continua: “É importante lembrar que já tivemos o apoio da população do bem e de vocês, caminhoneiros do bem, em nossas conquistas. O governo cumpriu a parte dele. Pessoal, o movimento acabou, nossas reivindicações já foram atendidas”.
Em nota publicada no site da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos, o presidente da entidade, Diumar Bueno, disse que “agora o que os caminhoneiros mais querem é matar as saudades de quem está esperando ansiosos por eles, descansar da mais longa viagem que já fizeram e depois voltar ao trabalho, seguros de que, a partir de agora, serão recompensados de forma justa e mais respeitados por todos”.
A empresa Nunes Transportes e Turismo divulgou nota sobre o incêndio em um de seus ônibus nesta segunda, na PE 320. Foi fo final da manhã desta segunda-feira (30). O veículo vinha de São Paulo. O motorista chegou a usar um extintor na tentativa de controlar o incêndio. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram que […]
A empresa Nunes Transportes e Turismo divulgou nota sobre o incêndio em um de seus ônibus nesta segunda, na PE 320. Foi fo final da manhã desta segunda-feira (30).
O veículo vinha de São Paulo. O motorista chegou a usar um extintor na tentativa de controlar o incêndio. Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram que o fogo deixou o veículo totalmente destruído. O Corpo de Bombeiros esteve no local. A empresa tem sede em Itapetim.
Apesar do susto ninguém ficou ferido. Os passageiros conseguiram ainda retirar boa parte das bagagens. “A Nunes Transportes e Turismo informa que o incêndio que com um dos ônibus da empresa foi uma fatalidade. Apesar do susto, ninguém sofreu ferimentos e todos os passageiros estão bem. A empresa prestou todo suporte aos passageiros. Imediatamente outro ônibus foi para o local do incidente e todos foram levados ao encontro de suas famílias”.
A empresa falou sobre as prováveis causas do incêndio. “Ainda não sabemos o que pode ter ocasionado o incêndio , já que toda nossa frota está com as revisões em dia. No momento os bombeiros foram acionados e será feita uma perícia para averiguar a causa”.
Ao final, a empresa informou que irá dar toda assistência necessária a todos que estavam no ônibus e mais uma vez se solidariza com cada um que passou por este grande susto. “Graças a Deus todos saíram ilesos”, completou.
Na perspectiva de reunir educadores do Brasil e do mundo para estudar, aprender e ensinar a fazer diferente, mudar paradigmas e ressignificar o verdadeiro sentido da educação é que ocorrerá de 17 a 19 de setembro no Centro de Convenções de Pernambuco o XII Congresso Internacional de Tecnologia na Educação promovido pelo Sistema Fecomércio / […]
Na perspectiva de reunir educadores do Brasil e do mundo para estudar, aprender e ensinar a fazer diferente, mudar paradigmas e ressignificar o verdadeiro sentido da educação é que ocorrerá de 17 a 19 de setembro no Centro de Convenções de Pernambuco o XII Congresso Internacional de Tecnologia na Educação promovido pelo Sistema Fecomércio / Sesc / Senac – PE. Trata-se do maior Congresso Educacional do Brasil, com 20 palestras, 16 minicursos e 9 conferências, onde educadores do mundo inteiro poderão socializar experiências exitosas, aprender as lições dos palestrantes e congressistas, e promover nas suas escolas o início da verdadeira revolução na educação brasileira.
Entre as experiências que serão apresentadas estará o Projeto de Rádio desenvolvido na Escola Mul. Profª Maria Gizelda Simões Inácio de Afogados da Ingazeira. O Comunicador Wellington Rocha (responsável pelo projeto na escola) e a Coordenadora Pedagógica Teresa Paula Paiva submeteram o artigo “Rádio Escolar: uma experiência midiática no desenvolvimento de habilidades não-cognitivas” que relata o trabalho que vem sendo desenvolvido na escola, e foram aprovados pela Comissão Científica do Congresso para apresentar seu artigo durante o evento. Além da oportunidade de levar a experiência da escola para professores do mundo inteiro, eles terão também o seu artigo publicado nos Anais do Congresso.
A notícia dessa aprovação foi recebida com muita alegria pelos autores, a Secretaria de Educação do Município, e toda a Comunidade Escolar envolvida nesse trabalho, afinal é a confirmação da qualidade de uma experiência desenvolvida em Afogados da Ingazeira que agora poderá ser conhecida por pessoas de todo o mundo.
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