Mandatos de Marília Arraes e João Campos questionados em Serra e Afogados
Por André Luis
Por Anchieta Santos
Em Serra Talhada a imprensa local começou a questionar depois de seis meses, o mandato da deputada federal Marilia Arraes apoiada pelo Prefeito Luciano Duque.
Até o momento o mandato da petista não anunciou se irá acrescentar uma única pedra no calçamento da cidade no orçamento do próximo ano, discutido neste período, com base no chamado orçamento impositivo.
Petistas locais como forma de defender a deputada, justificam suas participações nas sessões da Câmara.
Campeão de votos em Afogados da Ingazeira o socialista João Campos vai na mesma pisada. Tirando “uma palavra” nas conquistas junto ao governo do estado, não se tem noticia que em Brasília tenha pavimentado algo para Afogados da Ingazeira.
Se a justificativa for a mesma da prima Marília, é bom lembrar que o deputado Tiririca também não perde uma sessão, mesmo entrado mudo e saindo calado.
Após a queda de Marina silva nas últimas pesquisas, o PT agora ver a oportunidade de disputar o segundo turno com o candidato Aécio Neves. Depois de almoço com Walfrido dos Mares Guia, um dos coordenadores de campanha em Minas Gerais, a presidente Dilma teve a notícia de que Aécio teria 30% de chance de […]
Após a queda de Marina silva nas últimas pesquisas, o PT agora ver a oportunidade de disputar o segundo turno com o candidato Aécio Neves. Depois de almoço com Walfrido dos Mares Guia, um dos coordenadores de campanha em Minas Gerais, a presidente Dilma teve a notícia de que Aécio teria 30% de chance de chegar ao segundo turno.
Mesmo com essa possibilidade, Marina ainda é favorita com 70%. Ainda de acordo com a publicação, pesquisas encomendadas pelo partido sugerem que Marina e Aécio podem chegar ao fim de semana no limite do empate técnico, restando a dúvida se o tucano vai crescer com a velocidade necessária para uma virada.
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) entrou, nesta quinta-feira (3) com uma representação no Ministério Público de Pernambuco contra o acordo de Cooperação nº 27/2021 firmado entre e o governo federal e a Associação Brasileira de Bancos (AABC). O termo publicado pela Secretaria de Governo Digital (SGD), vinculada ao Ministério da Economia, oferece gratuitamente às […]
O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) entrou, nesta quinta-feira (3) com uma representação no Ministério Público de Pernambuco contra o acordo de Cooperação nº 27/2021 firmado entre e o governo federal e a Associação Brasileira de Bancos (AABC).
O termo publicado pela Secretaria de Governo Digital (SGD), vinculada ao Ministério da Economia, oferece gratuitamente às instituições financeiras dados biométricos e biográficos da população para “degustação” dos bancos privados e outras empresas do ramo financeiro, colocando em risco a privacidade e a segurança de mais de 117 milhões de brasileiros.
A representação junto ao MPPE objetiva suspender o convênio até que sejam esclarecidos seus termos à sociedade brasileira e investigado a sua legalidade.
O documento protocolado sob o número 1.26.000.000383/2022-78 apresentado pelo parlamentar ao Procurador Chefe Alfredo Falcão Júnior denuncia tal a falta de clareza do termo e insegurança no uso dessas informações. Por exemplo, quais as informações, o prazo de uso e depois de apropriado, como garantir que as instituições financeiras ligadas a AABC irão eliminar essas informações dos seus bancos de dados.
“Essa acordo precisa ser esclarecido e debatido com a sociedade, inclusive com as entidades afins à segurança no uso de dados. Como a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), Secretaria Nacional do Consumidor (SENACON), Congresso Nacional e Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Não há clareza sobre quais informações as instituições financeiras terão acesso, por quanto tempo, suas restrições e o propósito desse acordo acerca de seus riscos para a população brasileira”, alerta Carlos Veras.
Para o deputado, o acordo parece infringir a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais – LGPD – Lei 13.709/2018. “Os dados têm valor de petróleo nos tempos atuais. O tal acordo de colabaração não esclarece como serão usadas as informações pessoais. Isso representa um ataque à LGPD, com riscos político, social e econômico para o cidadão brasileiro”, adverte Veras.
O presidiário Valdeci Alves dos Santos, de 50 anos, foi transferido do Centro de Observação e Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife, para a Penitenciária Federal de Brasília. Ele é apontado como um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC), a maior facção do Brasil. A transferência de Colorido, como é conhecido […]
O presidiário Valdeci Alves dos Santos, de 50 anos, foi transferido do Centro de Observação e Triagem (Cotel), em Abreu e Lima, no Grande Recife, para a Penitenciária Federal de Brasília.
Ele é apontado como um dos líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC), a maior facção do Brasil.
A transferência de Colorido, como é conhecido o número 2 do PCC, foi confirmada nesta terça-feira (26) pela Secretaria Executiva de Ressocialização (Seres) à coluna Ronda JC. Valdeci Alves foi preso no município de Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, no último dia 16 de abril. Ele estava foragido desde agosto de 2014, quando deixou o Centro de Progressão Penitenciária de Valparaíso, em São Paulo, numa saída temporária. Desde então, vinha sendo procurado pela Polícia Federal.
O serviço de inteligência da PF alertou que Valdeci estaria no Brasil desde fevereiro. Ele era um dos criminosos mais procurados do País, segundo lista criada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública.
De acordo com o Ministério Público de São Paulo(MP-SP), Valdeci viveu refugiado na Bolívia, negociando cocaína em nome da facção, para envio ao Brasil. Ele era responsável pela logística do tráfico feito em nome do grupo.
Em setembro de 2020, Colorido e Odair Lopes Mazzi Júnior, 39, conhecido como Vini ou Argentina, foram denunciados pelo MP-SP na Operação Shark por associação a organização criminosa e lavagem de dinheiro.
UOL Um adolescente de 16 anos foi apreendido, no início da tarde desta sexta-feira (25), em Aracruz (ES), no litoral norte capixaba, a 81 km de Vitória, suspeito de ser o autor dos disparos que deixaram ao menos três mortos em duas unidades de ensino da cidade. De acordo a Polícia Militar, ele seria filho […]
Um adolescente de 16 anos foi apreendido, no início da tarde desta sexta-feira (25), em Aracruz (ES), no litoral norte capixaba, a 81 km de Vitória, suspeito de ser o autor dos disparos que deixaram ao menos três mortos em duas unidades de ensino da cidade. De acordo a Polícia Militar, ele seria filho de um PM, teria usado a arma do pai e, no momento da detenção, não ofereceu resistência e se entregou.
De acordo com a Secretaria de Segurança do Espírito Santo, em entrevista coletiva na tarde de hoje, o adolescente teria premeditado a ação e passado dois anos planejando o atentado.
O governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), anunciou a captura do suspeito pelas redes sociais, classificou a ação de “covarde” e decretou luto oficial de três dias no estado.
“Nossas equipes de segurança alcançaram o autor do atentado que, covardemente, atacou duas escolas em Aracruz pela manhã. Decretei luto oficial de três dias em sinal de pesar pelas perdas irreparáveis. Continuaremos apurando as motivações e, em breve, teremos novos esclarecimentos”, afirmou.
Ação foi gravada
Imagens feitas por câmeras de segurança registraram a ação do atirador no Centro Educacional Praia do Coqueiral, a segunda invadida, na manhã de hoje, onde uma aluna do 6º ano fundamental acabou morta. Os vídeos mostram a entrada do suspeito — ele usa um macacão e um chapéu camuflados, uma máscara com sorriso de caveira e um cinto preto em volta da cintura, aparentemente preparado para guardar munições.
Levando uma arma nas mãos, o infrator atravessou o portão do colégio, após arrebentar um cadeado, e correu em direção à porta de acesso ao prédio onde ficam as salas de aula. Ele então começa uma “caçada” pelos corredores da escola, correndo por diversas áreas do edifício e esticando a arma com frequência, ficando em posição para atirar.
Um dos trechos mostra dois alunos e uma funcionária caminhando por um corredor quando, de repente, ouvem a ação do atirador. Eles então começam a correr e se separam em busca de refúgio, sendo seguidos.
Uma outra câmera capturou um aluno correndo para dentro de uma sala de aula vazia, com a mão na barriga. Logo em seguida, o garoto cai no chão, ensanguentado na região do abdômen.
Toda a ação no colégio durou pouco menos de 2 minutos. Segundo informações da Secretaria Estadual de Segurança Pública do Espírito Santo, três pessoas morreram e outras 13 ficaram feridas nos dois atentados.
Na escola municipal que registrou o primeiro ataque, a morte de duas professoras foi confirmada – a professora de matemática Cybelle Passos Bezerra Lara, 45, e a docente da área das artes Maria da Penha Pereira de Melo Banhos, 48.
Investigação
Dois suspeitos já tinham sido descartados da investigação: um adolescente de 16 anos que estuda em um dos colégios e um motorista, que chegou a ser detido no final da manhã de hoje.
Os tiros foram ouvidos por vizinhos dos colégios. A polícia investiga se houve algum outro envolvido no crime que poderia ter ajudado na condução do veículo usado na ação, um Renault Duster de cor dourada.
De acordo com o capitão da PM Sérgio Alexandre, o atirador estava munido de uma pistola e carregadores quando invadiu a primeira unidade de ensino. Ele teria ido diretamente à sala dos professores, onde teria ameaçado profissionais no local e deu início aos disparos.
No Twitter, Lula disse ter tomado conhecimento do caso “com tristeza”. “Minha solidariedade aos familiares das vítimas dessa tragédia absurda”, escreveu, e prestou apoio ao governador Renato Casagrande (PSB) “na apuração do caso e amparo para as comunidades das duas escolas atingidas”.
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