Manari: TCE julga gestão fiscal irregular e aplica multa de R$ 57 mil a Gilvan Albuquerque
Por Nill Júnior
Por Juliana Lima
A Segunda Câmara do TCE julgou irregular a gestão fiscal de 2019 do município de Manari, no Sertão do Moxotó, e multou o ex-prefeito da cidade, Gilvan de Albuquerque Araújo, em R$ R$ 57.600,00 pelo descumprimento dos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) no exercício financeiro de 2019.
O relatório de auditoria mostra que a Prefeitura Municipal de Manari não adotou as medidas necessárias para a redução do excedente da Despesa Total com Pessoal no prazo estabelecido pela Lei Complementar Federal n° 101/2000; e que os percentuais de extrapolação verificados em cada quadrimestre de 2019 superaram o patamar máximo de 54% consentido pela LRF, conforme o Acórdão Nº 854 / 2022.
O relator do processo foi o conselheiro substituto Carlos Pimentel. O presidente da sessão foi o conselheiro Dirceu Rodolfo de Melo Júnior.
Em 2019, o TCE já havia julgado irregular a gestão fiscal do ex-prefeito Gilvan de Albuquerque referente ao exercício de 2016 e aplicado multa de R$ 50.400,00 pelo descumprimento dos limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
Em reunião com a bancada de vereadores eleitos e reeleitos, nesta quarta-feira (30), a Câmara de Vereadores de Quixaba, no Sertão do Pajeú, escolheu a vereadora Jodilma Lacava Vieira de Carvalho para presidir os dois primeiros anos, no biênio 2025/2026. As informações são do PE Notícias. Na mesma reunião ficou acordado que a legislatura para […]
Em reunião com a bancada de vereadores eleitos e reeleitos, nesta quarta-feira (30), a Câmara de Vereadores de Quixaba, no Sertão do Pajeú, escolheu a vereadora Jodilma Lacava Vieira de Carvalho para presidir os dois primeiros anos, no biênio 2025/2026. As informações são do PE Notícias.
Na mesma reunião ficou acordado que a legislatura para o segundo biênio será escolhido como presidente o vereador Edinho dos Mendes. Confira abaixo como será a composição da mesa diretora para os dois biênios:
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta quinta-feira (15) o afastamento de Ednaldo Rodrigues da presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). A decisão é do desembargador Gabriel de Oliveira Zéfiro, que também nomeou Fernando Sarney — um dos vice-presidentes da entidade — como interventor responsável por convocar novas eleições “o mais […]
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro determinou nesta quinta-feira (15) o afastamento de Ednaldo Rodrigues da presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
A decisão é do desembargador Gabriel de Oliveira Zéfiro, que também nomeou Fernando Sarney — um dos vice-presidentes da entidade — como interventor responsável por convocar novas eleições “o mais rápido possível”. As informações são do g1 e do ge.
Na decisão, o magistrado declarou nulo o acordo que validou a eleição de Ednaldo, apontando possíveis irregularidades:
“Declaro nulo o acordo firmado entre as partes, homologado outrora pela Corte Superior, em razão da incapacidade mental e de possível falsificação da assinatura de um dos signatários, Antônio Carlos Nunes de Lima, conhecido como Coronel Nunes”, escreveu Zéfiro.
O caso voltou ao TJ-RJ após decisão do ministro Gilmar Mendes, do STF, no último dia 7. Embora tenha negado o afastamento imediato de Ednaldo, Mendes determinou que o tribunal fluminense apurasse com urgência os fatos apresentados em duas ações.
Os pedidos foram feitos pela deputada federal Daniela do Waguinho (União Brasil-RJ) e por Fernando Sarney. Ambos alegam que a assinatura do Coronel Nunes em um acordo firmado no início do ano teria sido falsificada.
Um laudo pericial anexado ao processo aponta que a assinatura não é autêntica. Além disso, a decisão judicial destaca que a capacidade mental de Nunes está comprometida desde 2018, quando ele foi diagnosticado com câncer no cérebro.
O acordo questionado foi decisivo para encerrar uma ação que contestava o processo eleitoral da CBF. Com sua homologação, Ednaldo pôde disputar e vencer a eleição realizada há pouco mais de um mês.
O desembargador chegou a convocar o Coronel Nunes para prestar esclarecimentos, mas, segundo seu advogado, ele não compareceria por motivos de saúde. A audiência foi cancelada e, quatro dias depois, a Justiça decidiu pela saída de Ednaldo.
Essa é a segunda vez que o TJ-RJ destitui Ednaldo Rodrigues do cargo. A primeira ocorreu em dezembro de 2023, mas ele reassumiu o posto por decisão de Gilmar Mendes, em janeiro.
Pressionado judicialmente, Ednaldo vinha tentando ampliar seu apoio político.
Na segunda-feira (12), anunciou a contratação do técnico Carlo Ancelotti, antecipando-se ao Real Madrid — clube que ainda não confirmou a saída do treinador. No dia seguinte, reuniu-se com presidentes de federações estaduais na sede da CBF, no Rio.
O corpo jurídico da entidade afirmou na ocasião que havia segurança jurídica para manter Ednaldo no cargo, mesmo diante da possibilidade de nova decisão desfavorável.
Com o novo afastamento, o caso deve retornar ao STF, onde os aliados de Ednaldo esperam reverter mais uma vez a decisão da Justiça estadual.
O governo do prefeito Zé Mário (PSB) sofreu mais uma baixa: Joelma Clementino, que dirigia o Hospital Municipal Zédantas, pediu pra sair. Joelma estava no cargo desde 2005. A gestão Zé Mário já havia perdido Lourdes Leite, que foi Secretária de Administração e o radialista e blogueiro Ivonaldo Filho. A unidade também está perdendo resolutividade. […]
O governo do prefeito Zé Mário (PSB) sofreu mais uma baixa: Joelma Clementino, que dirigia o Hospital Municipal Zédantas, pediu pra sair. Joelma estava no cargo desde 2005.
A gestão Zé Mário já havia perdido Lourdes Leite, que foi Secretária de Administração e o radialista e blogueiro Ivonaldo Filho.
A unidade também está perdendo resolutividade. Recentemente, deixou de realizar cirurgias. Semana passada, a tia de um garoto de 5 anos, Sidneja Silva, denunciou à Rádio Pajeú que levou o menino à unidade com dores fortes no braço.
A criança foi liberada pelo Hospital. Pouco depois, levada para a Casa de Saúde (Afogados da Ingazeira) teve diagnóstico de braço fraturado. Ouça o relato:
Nova rodada divulgada nesta segunda-feira (7) mostra Lula sete pontos à frente de Flávio; em eventual segundo turno, os dois aparecem empatados numericamente com 41%. Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) aponta o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 36% das intenções de voto no primeiro turno da eleição […]
Nova rodada divulgada nesta segunda-feira (7) mostra Lula sete pontos à frente de Flávio; em eventual segundo turno, os dois aparecem empatados numericamente com 41%.
Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) aponta o presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 36% das intenções de voto no primeiro turno da eleição presidencial. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 29%, enquanto Augusto Cury (Avante) registra 8%.
No cenário principal, sem Pablo Marçal, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) aparecem com 3% cada. Romeu Zema (Novo) tem 2% e Samara Martins (UP), 1%.
Edmilson Costa (PCB), Rui Costa Pimenta (PCO), Wilson Grassi (Democrata), Clariana Barão (DC) e Hertz Dias (PSTU) não pontuaram. Brancos, nulos ou nenhum somam 8%, enquanto 10% estão indecisos.
Comparação com a rodada anterior
Na comparação com a pesquisa divulgada em 2 de setembro, Lula oscilou de 37% para 36%. Flávio Bolsonaro permaneceu com 29%, enquanto Augusto Cury passou de 10% para 8%.
Renan Santos manteve 3%. Ronaldo Caiado passou de 1% para 3%, e Romeu Zema oscilou de 1% para 2%. Todas essas variações devem ser observadas considerando a margem de erro de dois pontos percentuais.
A Quaest também realizou um cenário incluindo Pablo Marçal (PRTB), que está inelegível. Nesse teste, Lula, Flávio e Cury mantiveram, respectivamente, 36%, 29% e 8%, enquanto Marçal apareceu com 1%.
Lula e Flávio empatam no segundo turno
A disputa fica ainda mais apertada nas simulações de segundo turno. Lula e Flávio Bolsonaro aparecem com exatamente 41% cada.
Na pesquisa anterior, Lula tinha 42% e Flávio, 41%, cenário que já configurava empate técnico dentro da margem de erro.
Nos demais confrontos testados, os números são:
Lula 44% x 33% Romeu Zema
Lula 42% x 37% Renan Santos
Lula 41% x 38% Ronaldo Caiado
Lula 39% x 35% Augusto Cury
Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, Lula e Caiado estão tecnicamente empatados. O confronto entre Lula e Augusto Cury também está no limite da margem. Já contra Renan Santos e Romeu Zema, Lula aparece numericamente à frente por diferenças superiores a esse intervalo.
Metodologia
A Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 3 e 6 de setembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi contratado pelo Grupo Globo e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-01720/2026.
Fonte: Quaest / Grupo Globo
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Farol de Notícias O prefeito Luciano Duque disse que o ex-prefeito Carlos Evandro já teve a sua oportunidade de governar Serra Talhada e ‘não aproveitou’ como deveria. Em entrevista de rádio, recentemente, Luciano declarou que o seu grupo já ‘escolheu’ o candidato que irá enfrentar e alçou Evandro como o nome a ser batido nas […]
O prefeito Luciano Duque disse que o ex-prefeito Carlos Evandro já teve a sua oportunidade de governar Serra Talhada e ‘não aproveitou’ como deveria. Em entrevista de rádio, recentemente, Luciano declarou que o seu grupo já ‘escolheu’ o candidato que irá enfrentar e alçou Evandro como o nome a ser batido nas eleições do próximo ano.
Luciano fez questão de comparar sua gestão com a do seu ‘criador’ (do qual foi vice por 8 anos), destacando que o médico governou num momento de bonança do país. E, na sua visão, gerir um município nestas condições é muito mais fácil. Já trazer obras e recursos para a cidade num período de crise foi o seu grande legado a Capital do Xaxado. Duque chegou a desafiar que fez ‘4 vezes mais’ que Evandro.
“Carlos teve a oportunidade dele e talvez não tenha aproveitado tão bem como eu aproveitei. Porque quando ele foi prefeito durante 8 anos ele pegou a melhor fase de ser prefeito desse país, durante o governo Lula, quando sobrava dinheiro, o país estava crescendo, onde ele tinha a obra da Odebrecht aqui que botava dinheiro dentro da prefeitura sobrando. Então, ele trabalhou no tempo da bonança. Governar na bonança é muito fácil. Agora governar na crise, enfrentando as dificuldades e fazer o tanto que nós fizemos? Eu desafio: nó fizemos, com certeza, quatro vezes mais do que ele fez enquanto governante”, disse Duque, elencando:
“[Fizemos mais] Em unidade de saúde, em escolas, em praças, em estradas rurais… Ou seja, se nós formos discutir o que nós fizemos e o que Carlos Evandro fez a gente tem um governo muito assertivo e muito mais propositivo e um grupo organizado hoje que tem construído essa política pública. Essa construção é a muitas mãos e o resultado é positivo, por isso que o governo tem 87% de aprovação. E bom é a gente disputar contra Carlos Evandro sem receio nenhum. Qual foi o melhor para Serra Talhada? Então, disputar com Carlos Evandro? Ótimo! E aí a gente tem candidato e vamos para as ruas, porque comigo é diferente. Eu vou de porta em porta, não tem preguiça não. O adversário nós já escolhemos [Carlos Evandro]. Depois vamos escolher o nosso candidato.”
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