Maestro Forró, Patusco e César Amaral abrem Carnaval em Sertânia
Por Nill Júnior
Neste Sábado de Zé Pereira (25), a Folia de Momo no município de Sertânia, Sertão do Moxotó, começa ao som do autêntico frevo pernambucano. É que está confirmada a participação do Maestro Forró e da Orquestra Popular da Bomba do Hemetério, atração vinda direto do Galo da Madrugada, o maior bloco carnavalesco do mundo.
A festa começa às 22h, na Praça de Eventos Olavo Siqueira, no Centro da cidade. A noite conta ainda com a participação da conhecida batucada do Patusco e do show César Amaral e o Fole na Folia, do artista sertaniense César Amaral, irmão da cantora Cristina Amaral, que se apresentará na terça-feira de Carnaval.
Os quatro dias de folia contam com programação diversificada e para todas as idades. A organização do evento é do Prefeitura, com apoio da Fundarpe e do Governo de Pernambuco.
O presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) voltou hoje a levantar suspeitas, sem apresentar provas, sobre as urnas eletrônicas durante discurso em Pelotas (RS). O chefe do Executivo pediu que os apoiadores permaneçam na seção eleitoral após a votação até a apuração dos resultados. “No próximo dia 30, de verde e amarelo, vamos […]
O presidente e candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) voltou hoje a levantar suspeitas, sem apresentar provas, sobre as urnas eletrônicas durante discurso em Pelotas (RS). O chefe do Executivo pediu que os apoiadores permaneçam na seção eleitoral após a votação até a apuração dos resultados.
“No próximo dia 30, de verde e amarelo, vamos votar e vamos permanecer na região da seção eleitoral até a apuração dos resultados. Tenho certeza que o resultado será aquele que todos nós esperamos, até porque o outro lado não consegue reunir ninguém. Todos nós desconfiamos. Como pode aquele cara ter tantos votos, se o povo não está ao lado dele”, disse em discurso na cidade gaúcha, onde ficou atrás do adversário Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no primeiro turno.
Diferentemente do que afirma o presidente, a apuração dos votos não ocorre nos locais de votação — onde somente são publicados os boletins da urna. A totalização dos votos acontece no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), em Brasília. Leia a reportagem completa de Leonardo Martins e Pedro Vilas Boas no UOL.
Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entraram nesta terça-feira (15) com queixa-crime contra o historiador Marco Antonio Villa, por conta de afirmações caluniosas proferidas por ele na edição de 20 de julho do Jornal da Cultura 2ª edição, onde é parte do elenco fixo de comentaristas. A ação é referente a apenas […]
Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva entraram nesta terça-feira (15) com queixa-crime contra o historiador Marco Antonio Villa, por conta de afirmações caluniosas proferidas por ele na edição de 20 de julho do Jornal da Cultura 2ª edição, onde é parte do elenco fixo de comentaristas. A ação é referente a apenas um dos recorrentes comentários caluniosos que o professor da UFSCAR (Universidade Federal de São Carlos) repete contra o ex-presidente no jornal noturno da TV pública do governo do Estado de São Paulo.
No referido comentário, Villa disse que o ex-presidente “mente, mente”, que é culpado de “tráfico de influência internacional, sim”, além de “réu oculto do mensalão”, “chefe do petrolão”, “chefe da quadrilha” e teria organizado “todo o esquema de corrupção”. O historiador deixou claro ainda que “quem está dizendo sou eu, Marco Antonio Villa”, embora não tenha apresentado sequer uma evidência das graves acusações que fez. Todas essas afirmações do historiador não condizem com a verdade e por isso foi a justiça foi acionada contra o historiador e comentarista político.
No texto protocolado na Justiça Estadual de São Paulo, a defesa de Lula aponta que as acusações de Villa incorrem em calúnia, injúria e difamação. “Essas afirmações foram emitidas sem qualquer elemento que pudesse respaldá-las”, diz a queixa-crime. “Nesse contexto, verifica-se que o querelado [Villa] passou longe de qualquer comentário jornalístico ou do dever de informar, e promoveu descabidos e rasteiros juízos de valor sobre o querelante [Lula] e, ainda, fez afirmações mentirosas sobre sua trajetória política, conduta e identidade”.
Após uma noite memorável de shows e apresentações culturais no Dia de São João, em diversos pontos de Arcoverde, neste sábado, 25 de junho, a programação não vai deixar por menos especialmente no Polo Multicultural, localizado na Praça da Bandeira, e no Polo Raízes do Coco Lula Calixto, no Cruzeiro Velho. A partir das 20h, […]
Após uma noite memorável de shows e apresentações culturais no Dia de São João, em diversos pontos de Arcoverde, neste sábado, 25 de junho, a programação não vai deixar por menos especialmente no Polo Multicultural, localizado na Praça da Bandeira, e no Polo Raízes do Coco Lula Calixto, no Cruzeiro Velho.
A partir das 20h, Douglas Pegador vai abrir os shows para o público do Polo Multicultural, que posteriormente contará com as apresentações de Maria Clara, Kleber Araújo, Deb Lima e Nanara Bello. Já no Polo Raízes do Coco, as apresentações irão começar às 17h, com Coco Trupé, Silvério Pessoa, Josildo Sá e Adiel Luna.
Último treino antes do jogo foi acompanhado por uma coruja. Bom sinal? Rádio Pajeú transmite todas as emoções a partir das 18h com a Seleção do Povo. O Afogados Futebol Clube, começa nesta quinta-feira (12), a disputa para dar continuidade na Copa do Brasil. Pela terceira fase da competição, a equipe disputa a primeira partida […]
Último treino antes do jogo foi acompanhado por uma coruja. Bom sinal?
Rádio Pajeú transmite todas as emoções a partir das 18h com a Seleção do Povo.
O Afogados Futebol Clube, começa nesta quinta-feira (12), a disputa para dar continuidade na Copa do Brasil. Pela terceira fase da competição, a equipe disputa a primeira partida contra a Ponte Preta, no Estádio Moisés Lucarelli em Campinas às 19h15.
O segundo jogo acontece em Afogados da Ingazeira, no Estádio Vianão, na quinta-feira (19).
No início da noite desta quarta-feira (11), o time realizou o último treino antes de encarar a Ponte Preta. As atividades, que aconteceram no local da partida, foram acompanhadas por um visitante ilustre: uma coruja. A ave, que é a mascote do time pernambucano, acompanhou o treinamento em uma das traves.
O elenco do Afogados chegou em Campinas na manhã desta quarta-feira (11) e realizou no estádio Majestoso um aquecimento e um rachão. Além disso, alguns jogadores treinaram cobranças de pênaltis.
O técnico Pedro Manta vai fazer mudanças em relação a equipe que eliminou o Atlético-MG. O atacante Philip, que foi negociado com o Sport, e o zagueiro Márcio, suspenso, são ausências confirmadas. Mas, o esquema tático com três volantes deve ser mantido.
A provável escalação para a partida é: Wallef; Jader, Edivan, Heverton e Thalisson; Diego Teles, Douglas Bomba, Eduardo Erê e Candinho; Rodrigo e Diego Ceará.
No Debate das Dez, desta quinta-feira (12), o vice-presidente do Afogados FC, Josinaldo dos Anjos, Ubiratan Rocha, delegado e amante do futebol, o diretor de marketing do clube, Bruno Chateaubriant, o delegado Ubiratan Rocha, que um amante do futebol e do clube em especial e o professor, historiador e ex-repórter da Seleção do Povo, Adelmo Santos.
Eles falaram sobre o momento histórico que vive o clube afogadense, sobre o poder do futebol e a dimensão que o Afogados FC alcançou com a vitória sobre o Atlético Mineiro, eliminando o Galo da competição.
Rádio Pajeú transmite: a Rádio Pajeú transmite o jogo com a equipe esportiva Seleção do Povo, com narração de Aldo Vidal, comentários de Anchieta Santos, reportagens de Marconi Pereira e Nill Júnior. A transmissão começa às 18h. Você escuta sintonizando FM 99,3, ou nos aplicativos da Rádio Pajeú ou Radios.net no Play Store.
Na Praça de Alimentação do município terá um telão disponível para que a torcida possa acompanhar a partida.
Preocupação mais imediata de cúpula é a paralisia da reforma da Previdência Igor Gielow/Folha de S. Paulo A cúpula do Congresso Nacional já vê uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o caso do vazamento de conversas atribuídas a Sergio Moro e a Deltan Dallagnol como muito provável. O presidente Jair Bolsonaro (PSL), por sua […]
Preocupação mais imediata de cúpula é a paralisia da reforma da Previdência
Igor Gielow/Folha de S. Paulo
A cúpula do Congresso Nacional já vê uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre o caso do vazamento de conversas atribuídas a Sergio Moro e a Deltan Dallagnol como muito provável. O presidente Jair Bolsonaro (PSL), por sua vez, está tentando se afastar ao máximo do caso envolvendo o então juiz e hoje ministro da Justiça de seu governo.
Este é o resumo inicial das reações que tomaram Brasília desde a noite de domingo (9), quando o site The Intercept Brasil divulgou trechos aparentemente hackeados do celular de um ou mais envolvidos. Além disso, o site promete novos capítulos do material.
Em reunião nesta manhã, os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e do STF (Supremo Tribunal Federal), Dias Toffoli, discutiram o cenário, que obviamente pode mudar ao longo das próximas horas e dias.
A avaliação interna do Congresso, levada a Maia e a Alcolumbre já na noite de domingo por líderes partidários, é o clássico clichê das CPIs: todos sabem como começam, ninguém como acabam. Isso dito, a preocupação com a manutenção de uma agenda mínima de governabilidade, a começar pela tramitação da reforma da Previdência, permeou as conversas.
Se é impossível saber a extensão do dano do caso a esta altura, os sinais são bastante ruins para Moro. Bolsonaro deixou para o filho Eduardo, deputado pelo PSL-SP, a missão de fazer uma defesa da Lava Jato que o hoje ministro representava como juiz símbolo. O filho vereador e estrategista digital do pai, Carlos (PSC-RJ), foi na mesma linha.
O presidente será obrigado a falar mais cedo ou mais tarde sobre a situação, mas a aposta pela manhã de segunda (10) no Planalto era a de que deixaria o voto de confiança para ser dado pelo seu porta-voz, general Otávio do Rêgo Barros. Os militares com assento no governo, usualmente entusiastas de Moro, estão prudentemente silenciosos sobre o episódio até aqui.
Segundo a Folha ouviu do círculo do presidente, a ordem é se afastar de atos pregressos de Moro. Assim, o ministro tende a ser jogado às feras no Congresso, onde tem poucos amigos para sua agenda moralizante e antiestablishment.
A defesa pontual que parlamentares eleitos na mesma onda conservadora de Bolsonaro tenderá a ser isso, pontual, em especial com a cúpula do Congresso lavando as mãos. Nunca é demais lembrar que Moro e Maia já protagonizaram altercações acerca do andamento do pacote anticrime do ministro neste ano. Fizeram as pazes, mas estão longe de ter um relacionamento próximo.
Análises preliminares da reação de redes sociais, que não são pesquisas de opinião mas servem de termômetro para políticos, indicam que Moro ainda está com sua imagem relativamente intocada fora dos grupos à esquerda. As hashtags favoráveis à Lava Jato e ao ministro são mais replicadas do que as contrárias, ainda que nesta conta seja indistinguível o universo de robôs virtuais e internautas reais.
Isso certamente terá efeito na ferocidade com que Moro será atacado no Congresso. Partidos de centro e centro-direita não estão à frente dos movimentos para a CPI neste momento, por temer a associação negativa com uma agenda pró-corrupção.
Assim a iniciativa foi deixada para a esquerda de sempre —PSOL e, principalmente, o PT que viu no caso uma oportunidade de reavivar seu slogan pela liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por improvável que isso seja juridicamente na esteira das mensagens. Como será o embarque na canoa é algo ainda a ver.
Por fim, resta o Supremo, representado por Toffoli nas discussões. A avaliação é de que o caso dará força à ala dita legalista da corte, que sempre torceu o nariz para Moro e seus métodos. Com isso, a usual preponderância de votos em favor da operação no plenário pode ser afetada, caso ministros usualmente mais neutros tendam a unir-se aos contrários ao lava-jatismo.
Além disso, mais óbvio, a resistência a uma eventual indicação de Moro à corte, conforme já foi prometido por Bolsonaro, deverá crescer.
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