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Madalena Britto reúne lideranças e recebe João Campos

Por Nill Júnior

A ex-prefeita Madalena Britto recebeu em sua residência, o ex-prefeito do Recife e pré-candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos.

O encontro integrou a programação da política na 22ª Festa da Divina Misericórdia e reuniu lideranças de diversas regiões do Estado.

Também participaram da agenda o pré-candidato a vice, Carlos Costa, e a pré-candidata ao Senado, Marília Arraes. Após a recepção, o grupo seguiu até o CEDEC, em um gesto de unidade política.

O encontro contou ainda com a presença de nomes como as ex-prefeitas Rosa Barros e Erivânia Camelo, o prefeito da Pedra, Junior Vaz, e o presidente da Câmara de Arcoverde, Luciano Pacheco. Também marcaram presença o delegado Gilson Duarte, o deputado federal Felipe Carreras e o deputado estadual Diogo Moraes.

Durante a programação, João Campos participou da celebração religiosa na Terra da Misericórdia, espaço fundado pelo Padre Adilson Simões.

Madalena Britto ressaltou o simbolismo do encontro.

“Receber João Campos em nossa casa, ao lado de tantas lideranças, é mais do que um gesto político. É a demonstração de que Pernambuco está construindo um caminho de união, diálogo e compromisso com o povo. Arcoverde tem um papel importante nesse processo e está pronta para contribuir com esse novo tempo”, afirmou.

Já João Campos enfatizou sua relação com o município e a importância da agenda no interior. “Eu tenho uma relação muito especial com esse lugar e particularmente com o Padre Adilson. Vim aqui ainda criança, voltei como jovem, como deputado e sigo vindo porque, acima de tudo, sou cristão e tenho respeito por essa obra tão importante. Estar em Arcoverde, ao lado de lideranças comprometidas como Madalena, reforça nosso propósito de construir um Pernambuco mais justo, olhando para todas as regiões do Estado”, declarou.

Outras Notícias

Hacker diz à PF que recebeu R$ 40 mil de Zambelli

Por Fábio Amato e José Vianna, TV Globo — Brasília O hacker Walter Delgatti reafirmou em depoimento à Polícia Federal nesta quarta-feira (16) que recebeu dinheiro da deputada Carla Zambelli (PL-SP) para invadir qualquer sistema do poder Judiciário. Ele disse que o valor foi de R$ 40 mil. A informação é do advogado de Delgatti, […]

Por Fábio Amato e José Vianna, TV Globo — Brasília

O hacker Walter Delgatti reafirmou em depoimento à Polícia Federal nesta quarta-feira (16) que recebeu dinheiro da deputada Carla Zambelli (PL-SP) para invadir qualquer sistema do poder Judiciário. Ele disse que o valor foi de R$ 40 mil.

A informação é do advogado de Delgatti, Ariovaldo Moreira, que falou com a imprensa após o depoimento, em Brasília.

Segundo o defensor, o hacker apresentou provas “relacionadas a pagamentos que ele recebeu da deputada”.

“Ele faz provas de que recebeu valores da Carla Zambelli. Segundo o Walter, o valor chega próximo a R$ 40 mil. Foi próximo a R$ 14 mil em depósito bancário. O restante, em espécie. [Para] invadir qualquer sistema do Judiciário”, afirmou o advogado.

Delgatti foi preso em agosto, em operação da Polícia Federal que investiga a tentativa de invasão nos sistemas do Judiciário. No dia da operação, houve buscas e apreensões da polícia em endereços de Zambelli.

O advogado também disse que, no depoimento desta quarta, Delgatti apresentou novas provas e citou mais pessoas envolvidas no caso da invasão dos sistemas do Judiciário.

“Foram citadas outras pessoas envolvidas ou que colaboraram com o Walter na invasão”, disse Moreira.

Em nota, a defesa de Zambelli disse que ela “rechaça qualquer acusação de prática de conduta ilícita e imoral pela parlamentar, inclusive, negando qualquer tipo de pagamento ao mencionado hacker”.

Delação premiada

O advogado foi questionado se Delgatti estaria fechando acordo de delação premiada com a Polícia Federal.

“Neste momento, com a PF, não”, respondeu Moreira.

Então os jornalistas perguntaram se Delgatti estaria tratando de delação com algum outro órgão, como a Procuradoria-Geral da República (PGR).

“Infelizmente, não posso te dar esse resposta”, afirmou.

Pernambuco prorroga suspensão de cirurgias eletivas até 23 de maio

Pernambuco anunciou, neste sábado (8), mais uma prorrogação da suspensão das cirurgias eletivas nas redes pública e privada. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), o novo prazo é 23 de maio – até então, a suspensão era válida até este domingo (9). A SES-PE ressalta que a suspensão é para procedimentos eletivos […]

Pernambuco anunciou, neste sábado (8), mais uma prorrogação da suspensão das cirurgias eletivas nas redes pública e privada. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE), o novo prazo é 23 de maio – até então, a suspensão era válida até este domingo (9).

A SES-PE ressalta que a suspensão é para procedimentos eletivos que demandem internação hospitalar, aqueles agendados previamente, ou seja, não urgentes, mas que podem ser adiados sem prejuízo à saúde do paciente.

O objetivo da medida é evitar sobrecarga nos sistemas de saúde e destinar maior número de  profissionais, leitos e insumos médico-hospitalares para o atendimento de pessoas diagnosticadas, ou com suspeita de infecção pelo novo coronavírus.

Dessa forma, continuam mantidas as cirurgias eletivas inadiáveis, como as oncológicas, cardíacas, transplantes e procedimentos que possam causar dano permanente ao paciente em caso de adiamento, além das cirurgias ambulatoriais que não demandam internamento hospitalar.

Também permanece mantido o funcionamento das unidades de consultórios, clínicas, laboratórios e hospitais com a realização de consultas, procedimentos diagnósticos e terapêuticos ambulatoriais, além dos serviços de urgência e emergência.

“A SES-PE reforça que os servidores que atuam nessas cirurgias eletivas e foram realocados para outras áreas da assistência hospitalar ou teletrabalho serão mantidos nessas funções”, informou a pasta neste sábado.

Senadores apresentam notícia-crime contra Bolsonaro por prevaricação

Foto: Dorivan Marinho/SCO-STF O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI da Pandemia, apresentou nesta segunda-feira (28) notícia-crime contra o presidente da República, Jair Bolsonaro.  O documento, dirigido ao Supremo Tribunal Federal (STF), pede que Bolsonaro seja denunciado pelo crime de prevaricação — impedir o funcionamento da administração para satisfazer interesse pessoal. Também assinam a […]

Foto: Dorivan Marinho/SCO-STF

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), vice-presidente da CPI da Pandemia, apresentou nesta segunda-feira (28) notícia-crime contra o presidente da República, Jair Bolsonaro. 

O documento, dirigido ao Supremo Tribunal Federal (STF), pede que Bolsonaro seja denunciado pelo crime de prevaricação — impedir o funcionamento da administração para satisfazer interesse pessoal.

Também assinam a peça os senadores Fabiano Contarato (Rede-ES) e Jorge Kajuru (Podemos-GO).

Na sexta-feira (25), em depoimento à CPI, o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda informou que sofria pressões para aprovar a aquisição da vacina indiana Covaxin mesmo com irregularidades no processo. Seu irmão, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), contou que levou o caso a Bolsonaro e disse que o presidente sabia do problema, mas não agiu.

A notícia-crime pede ao STF que intime a Procuradoria-Geral da República (PGR) a se manifestar sobre a possibilidade de uma denúncia contra Jair Bolsonaro pelo crime de prevaricação, previsto no artigo 319 do Código Penal.

 Também quer que o STF cobre de Bolsonaro que responda se teve conhecimento da denúncia dos irmãos Miranda e se tomou providências quanto a elas. Por fim, os senadores pedem que o tribunal exija da Polícia Federal que informe se houve abertura de inquérito sobre o caso Covaxin.

Os senadores argumentam que o presidente Jair Bolsonaro, como agente político “da maior envergadura”, tinha a obrigação “inafastável” de levar adiante as denúncias que recebeu do deputado Luis Miranda. Em vez disso, ressaltam, o que se viu foi “uma agilidade ainda maior” para formalizar a aquisição da vacina, mesmo em face dos erros identificados.

“Tudo indica que o presidente, efetiva e deliberadamente, optou por não investigar o suposto esquema de corrupção levado a seu conhecimento. A omissão ou se deu por envolvimento próprio, ou por necessidade de blindagem dos ‘amigos do rei’, numa nítida demonstração do patrimonialismo que ronda o atual governo federal”, afirmam os parlamentares no texto elaborado para a notícia-crime.

Randolfe, Contarato e Kajuru destacam, ainda, que a iniciativa é apenas o “embrião” das investigações da CPI sobre o caso, e que elas poderão render evidências de outros crimes, que serão levadas às autoridades judiciais.

Fonte: Agência Senado

Brejinho: obras da Adutora definitiva estão paralisadas há cerca de 40 dias

O ramal, que tem a extensão de seis quilômetros, pega o trecho do Ambó na Adutora do Pajeú até o município Por André Luis A segunda etapa da Adutora do Pajeú que beneficiará o município de Brejinho, ampliando a expansão até Teixeira, na Paraíba, está paralisada. A obra teve início em 2 de setembro, mas […]

O ramal, que tem a extensão de seis quilômetros, pega o trecho do Ambó na Adutora do Pajeú até o município

Por André Luis

A segunda etapa da Adutora do Pajeú que beneficiará o município de Brejinho, ampliando a expansão até Teixeira, na Paraíba, está paralisada.

A obra teve início em 2 de setembro, mas segundo informações coletadas pela reportagem do Blog, está parada há cerca de 40 dias.

O ramal, que tem a extensão de seis quilômetros, pega o trecho do Ambó na Adutora do Pajeú até o município. E está sendo executada pela Compesa.

Em junho, a secretária de Infraestrutura, Fernandha Batista, sinalizou ao Blog, que se não houvesse nenhuma intercorrência, a obra seria concluída em 30 dias. “Caso haja alguma intercorrência, esse prazo pode chegar a até 60 dias”, explicou.

O ramal provisório, fruto da parceria entre a Prefeitura e a Compesa, está funcionando perfeitamente e é o responsável por tirar o município do colapso hídrico.

Novo sequenciamento aponta aceleração da ômicron em Pernambuco

Após mais uma rodada de sequenciamentos genéticos de amostras biológicas de pacientes que tiveram a Covid-19, constatou-se que, das 96 amostras estudadas, 94 (98%) tinham a presença da variante Ômicron, ratificando a sua forte aceleração no território pernambucano.  As coletas são de pacientes de nove municípios e foram realizadas entre os dias 5 e 13 […]

Após mais uma rodada de sequenciamentos genéticos de amostras biológicas de pacientes que tiveram a Covid-19, constatou-se que, das 96 amostras estudadas, 94 (98%) tinham a presença da variante Ômicron, ratificando a sua forte aceleração no território pernambucano. 

As coletas são de pacientes de nove municípios e foram realizadas entre os dias 5 e 13 deste mês de janeiro. 

Além disso, duas amostras (2%), de pacientes de Recife e Triunfo, foram identificados com a linhagem Delta. Na última rodada, divulgada na sexta-feira (21), a Ômicron havia sido identificada em 91,8% dos genomas analisados.

“Diante da forte aceleração da variante Ômicron, pedimos atenção especial à necessidade de respeito aos protocolos e de reforço nos cuidados, com o uso correto da máscara, a lavagem das mãos e o ato de evitar aglomerações. Estas são ações que ajudam a diminuir a aceleração viral e demonstram nosso respeito à vida. Destaco também a importância da vacinação, porque mesmo que a vacina não nos deixe livres da infecção, a doença em não vacinados tem um impacto muito pior, podendo significar hospitalização e morte”, reforça o secretário estadual de Saúde, André Longo.

Os casos da Ômicron foram registrados a partir da coleta de pacientes provenientes de todas as regiões do Estado, das cidades de Barreiros (1), Cabo de Santo Agostinho (1), Fernando de Noronha (14), Garanhuns (1), Igarassu (1), Itacuruba (1), Olinda (1), Recife (73) e Santa Cruz do Capibaribe (1).