Lula e Bolsonaro não ficarão mais lado a lado em debate
Por Nill Júnior
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e presidente Jair Bolsonaro (PL) não ficarão mais lado a lado durante o debate entre os candidatos à Presidência esta noite.
O debate ocorre esta noite nos estúdios da TV Bandeirantes, em São Paulo. O encontro é organizado por UOL, Folha de S.Paulo, TV Cultura e Grupo Bandeirantes.
A Rádio Pajeú retransmite o debate em rede com a Rádio Jornal.
A disposição dos candidatos no estúdio havia sido definida após sorteio durante reunião com a presença dos assessores das campanhas.
Mas as assessorias dos dois candidatos pressionaram para que isso não ocorresse. Ciro Gomes reclamou a pouco nas redes sociais: “A emissora aceitou a pressão das candidaturas de Lula e Bolsonaro, e alterou, de forma unilateral, o posicionamento dos candidatos no palco”.
“O fato é inusitado, uma vez que a emissora e todas as campanhas se comprometeram com as regras e sorteio realizados. Mas, pelo princípio democrático, Ciro seguirá firme”, disse o candidato em sua rede social.
Por Adriana Ferraz e Juliana Sayuri / UOL Ao encerrar o julgamento da trama golpista, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal, classificou o processo como um “divisor de águas” na história. Agora, outro caso se aproxima do STF com o mesmo potencial: o que apura a atuação do deputado Eduardo Bolsonaro […]
Ao encerrar o julgamento da trama golpista, o ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal, classificou o processo como um “divisor de águas” na história. Agora, outro caso se aproxima do STF com o mesmo potencial: o que apura a atuação do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos EUA contra a soberania nacional.
O novo embate colocará mais uma vez em lados opostos o ministro Alexandre de Moraes e a família Bolsonaro.
Condenado a 27 anos de prisão por golpe de Estado, organização criminosa e outros três crimes, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) também deve se tornar réu no processo, que atualmente aguarda denúncia da PGR (Procuradoria-Geral da República) para avançar no STF.
Em agosto, a Polícia Federal indiciou pai e filho sob suspeita de coação e de atentado contra o Estado democrático de Direito, por tentarem interferir no julgamento do golpe —o mesmo que condenou outros sete réus, entre eles os generais Walter Braga Netto e Augusto Heleno.
Desta vez, no entanto, o protagonista é Eduardo Bolsonaro, que tem produzido, na avaliação de especialistas em direito constitucional, uma ampla gama de provas contra si.
“Em todos os seus pronunciamentos, Eduardo deixou claro que esteve diretamente ligado às tratativas que ensejaram as sanções tarifárias dos EUA ao Brasil. É necessária uma resposta firme à conduta, ilegal e inconstitucional, praticada por um agente público que tem o dever de proteger os interesses do povo brasileiro”, diz advogada Adriana Cecilio, professora da Universidade Nove de Julho.
Provas para pedido de prisão
Na opinião de Pedro Serrano, professor da PUC-SP, o apoio às tarifas econômicas impostas ao Brasil em troca da anulação do processo e as ameaças a representantes do STF já poderiam até mesmo ter rendido o pedido de prisão preventiva de Eduardo.
Para o constitucionalista Lenio Streck, da Unisinos (RS), o procurador-geral da República, Paulo Gonet, não tem alternativa senão apresentar denúncia. “E pedir a prisão de Eduardo, sim. Há muitas provas de ataque à soberania nacional por parte do deputado que podem embasar o pedido.”
Caso a prisão fosse decretada, ainda que não fosse executada em razão da proteção política nos EUA, Eduardo Bolsonaro seria considerado foragido —cenário que poderia acelerar pedidos de cassação de seu mandato na Câmara dos Deputados.
Desembargador aposentado e colunista do UOL, o jurista Wálter Maierovitch contra o interesse nacional avalia que o caso, ao chegar ao STF, terá novamente o ineditismo como marca. Segundo ele, seria a primeira vez que pai e filho são julgados juntos por crimes políticos. “Com o conhecimento e anuência do pai, Eduardo atua há meses contra o interesse nacional”, afirma.
‘Novidades vem aí’
Logo após a condenação de Jair Bolsonaro, Eduardo publicou stories no Instagram criticando mais uma vez a atuação de Alexandre de Moraes. Para ele, o ministro não deverá “voltar pra casinha” com o fim do julgamento.
“Você imagina Stálin, Hitler, Mao Tsé-Tung, Che Guevara, Fidel Castro falando: ‘não, a gente só fuzilou no paredão essas 100 mil pessoas, mas agora a gente vai voltar ao normal'”, escreveu. “Dou graças a Deus que temos o aliado mais poderoso do mundo do nosso lado e que vamos virar esse jogo. Podem ter certeza disso.” A mensagem, em referência a Donald Trump, foi acompanhada da legenda: “Novidades vêm aí”.
Depois, no X (antigo Twitter), continuou num tom de ameaça: “O avião passa por forte turbulência e a data de ontem não foi uma virada de página, mas sim um dia que durará muito tempo”.
Vivendo nos Estados Unidos desde março, Eduardo Bolsonaro tem buscado apoio do governo Trump em favor da família. Até aqui, os EUA impuseram tarifaço de 50% sobre produtos brasileiros, revogaram vistos de autoridades nacionais e incluíram o ministro Alexandre de Moraes na lista de sancionados pela Lei Magnitsky, usada contra violadores de direitos humanos.
Aprovado nesta terça-feira (25), na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 139/22, de autoria do ex-deputado e hoje senador Efraim Filho (União/PB), propõe uma transição gradual para os municípios serem reenquadrados em índices de distribuição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), em razão dos dados de população a serem […]
Aprovado nesta terça-feira (25), na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 139/22, de autoria do ex-deputado e hoje senador Efraim Filho (União/PB), propõe uma transição gradual para os municípios serem reenquadrados em índices de distribuição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), em razão dos dados de população a serem divulgados pelo IBGE obtidos com o Censo 2022. Por lei, essa contagem populacional nacional deve ser realizada a cada dez anos.
Para o senador Efraim, essa contagem precisa ser avaliada, levando em consideração que muitos municípios dependem desse repasse.
“Dia de Vitória no Congresso Nacional, mais especificamente na Câmara dos Deputados, um projeto de minha autoria do ano anterior de 2022 e que ainda como deputado foi aprovado hoje, fruto de ter sido a pauta principal da marcha dos prefeitos, é um projeto que valoriza os municípios que reduz o dano por eventuais perdas em virtude do censo do IBGE que veio com muitas falhas, muitas lacunas e ameaçou muitos municípios de terem grandes prejuízos. Com o projeto aprovado agora na Câmara dos Deputados representa um alívio para muitos municípios, prefeitos, cada um que estavam preocupados com o impacto que isso poderia causar nos serviços públicos de saúde, de educação, então assim a gente agora espera que esse projeto venha para o senado para podermos dar celeridade e consiga junto aos municípios, junto a FAMUP, junto a Confederação Nacional dos Municípios fazer essa defesa rápida no senado. É a Paraíba com vez e voz no debate dos grandes temas do Brasil”.
A diminuição da população leva à diminuição dos valores a receber do fundo. Os dados finais do Censo 2022 devem ser divulgados no fim de abril deste ano. Como a diminuição da população em geral representa também a redução dos valores a receber, a proposta em análise estabelece prazo de até dez anos para que um município seja migrado para menor coeficiente de participação no FPM, tido como a principal fonte de recursos para a maioria das cidades brasileiras.
Segundo o texto, a partir de 2024 os municípios que teriam redução automática dos índices contarão com uma redução gradativa de 10% ao ano ao longo de dez anos. Com isso, os Municípios terão mais tempo para se adaptar às mudanças e buscar alternativas para garantir o desenvolvimento e o bem-estar da população. As informações são do MaisPB.
Faleceu ontem a mãe do ex-vereador e Secretário de Meio Ambiente, Sinézio Rodrigues. Maria Rodrigues de Siqueira Alves tinha 83 anos, e faleceu na noite desta segunda-feira (11), em consequência de um quadro de Alzheimer contra o qual lutava há anos. Em sua rede social, o político a homenageou postando uma foto de arquivo. “A senhora […]
Faleceu ontem a mãe do ex-vereador e Secretário de Meio Ambiente, Sinézio Rodrigues.
Maria Rodrigues de Siqueira Alves tinha 83 anos, e faleceu na noite desta segunda-feira (11), em consequência de um quadro de Alzheimer contra o qual lutava há anos.
Em sua rede social, o político a homenageou postando uma foto de arquivo. “A senhora foi uma guerreira até o último minuto. E apesar dessa dor que nasceu em meu coração e da saudade que agora ocupa seu espaço, lembrarei da mulher forte, da mãe exemplar e do ser humano incrível que a senhora foi. Que Deus possa dar o descanso que mereces”.
A prefeita Márcia Conrado e equipe de governo emitiram nota por seu falecimento. “A Sinézio e toda família nossa solidariedade neste momento difícil. Que Deus acolha dona Maria em sua glória celestial”.
O ex-prefeito Luciano Duque também se manifestou. “Quero prestar minha solidariedade ao amigo Sinézio Rodrigues, atual secretário municipal de Meio Ambiente e ex-vereador de Serra Talhada, nesse momento em que ele se despede de sua amada mãe. A toda família, marido, filhos e netos, deixo meu abraço. Sua memória continua viva no coração daqueles que a amam”.
O velório está sendo realizado na Casa de Homenagens Póstumas Bezerra de Melo – BM e o sepultamento será nesta terça-feira (12), às 09h, no Cemitério Municipal. Ela deixa marido, seis filhos e netos.
A vereadora Célia Galindo acusa o procurador do município Edilson Xavier, de “colar” na comissão que analisa seu processo de impeachment na Câmara para interferir no processo. Semana passada, houve o sorteio dos vereadores que irão integrar a comissão prévia para analisar os pedidos de cassação do mandato do prefeito de Arcoverde Wellington Maciel (MDB). […]
A vereadora Célia Galindo acusa o procurador do município Edilson Xavier, de “colar” na comissão que analisa seu processo de impeachment na Câmara para interferir no processo.
Semana passada, houve o sorteio dos vereadores que irão integrar a comissão prévia para analisar os pedidos de cassação do mandato do prefeito de Arcoverde Wellington Maciel (MDB).
O Presidente da Comissão é o vereador João Taxista. A relatora da Comissão, a vereadora Célia Galindo. Como membro, a vereadora Luiza Margarida.
Eles irão decidir se o processo será aceito ou não para análise pela Casa James Pacheco. O parecer vai de uma forma ou outro a plenário. Dos três, dois são governistas, o presidente João Taxista, e a vereadora Luiza Margarida. A relatora, Célia Galindo, é opositora ferrenha da gestão. Wellington Maciel ainda tem maioria na Câmara de Arcoverde.
“Vim me encontrar com o presidente da Comissão (João Taxista) e me deparei com o procurador. Ele estava na escolha dos membros e não tinha necessiodade. Em outras sessões o prefeito mandou o prefeito fazer bagunça. E agora na primeira sessão da comissão doutor Edilson tá aqui como Procurador do município querendo dar opinião numa coisa que não tem que dar opinião.”
Disse que o medo de LW é grande. Ainda revelou parte da participação de Edilson na reunião sugerindo que o parecer sobre o caso já estaria com o rascunho pronto, indicando que a gestão Wellington está municiando os vereadores governistas, ferindo a independência da comissão. “Não entendi porque o prefeito está com tanto medo. O senhor precisa terminar seu governo. É tão ruim que precisa terminar. O senhor já atrapalhou duas, três sessões. Não precisa mandar procurador”.
Ela disse que solicitou ao procurador que saísse do local. Veja o vídeo:
O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ), localizado no estado de Pernambuco, iniciou processo seletivo para cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior. As candidaturas foram abertas nesta segunda-feira (02) e seguem até o dia 9 fevereiro, através do site da ADM&TEC. A taxa de inscrição varia entre R$ 80,00 e R$ […]
O Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ), localizado no estado de Pernambuco, iniciou processo seletivo para cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior. As candidaturas foram abertas nesta segunda-feira (02) e seguem até o dia 9 fevereiro, através do site da ADM&TEC. A taxa de inscrição varia entre R$ 80,00 e R$ 120,00.
Dentre as oportunidades, são oferecidas 48 vagas para as ocupações de auxiliar de serviços gerais, porteiro, assistente administrativo, condutor socorrista, técnico de enfermagem, técnico de segurança, enfermeiro, entre outras áreas.
De acordo com o edital, os aprovados receberão salários que variam entre R$ 1.412,00 a R$ 4.750,00, mediante a uma jornada de trabalho de 20 a 40 horas semanais, podendo incluir plantões de 12×36.
O processo seletivo incluirá uma prova objetiva, que será realizada para o dia 9 de fevereiro, no Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (CIMPAJEÚ) ou em municípios próximos. Alguns cargos também exigirão prova de experiência profissional. O certame terá validade de 18 meses a partir da homologação do resultado final, com possibilidade de prorrogação, segundo a normativa da seleção.
Você precisa fazer login para comentar.