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Luis Fernando Verissimo, um dos maiores escritores do Brasil, morre aos 88 anos

Por André Luis

Foto: Mateus Bruxel/ Agência RBS

O escritor Luis Fernando Veríssimo morreu aos 88 anos, neste sábado (30), em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Ele estava internado na UTI do Hospital Moinhos de Vento há cerca de três semanas com princípio de pneumonia. A informação foi confirmada por familiares.

Verissimo tinha Parkinson e problemas cardíacos – em 2016, implantou um marcapasso. Em 2021, o escritor sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC), e segundo a família, enfrentava dificuldades motoras e de comunicação.

Ainda não há informações sobre velório e sepultamento.

Outras Notícias

Pharmaplus reforça divulgação com ações de marketing

Em busca de atender ao mercado de varejo, a Pharmaplus Distribuidora, pertencente ao Grupo JM, inaugurou no início de março sua primeira loja. A empresa que começou as operações em 2006, com vendas no atacado, hoje é vista como referência regional no segmento. A Pharmaplus distribui medicamentos, materiais médicos hospitalares, laboratoriais, produtos odontológicos e de […]

Em busca de atender ao mercado de varejo, a Pharmaplus Distribuidora, pertencente ao Grupo JM, inaugurou no início de março sua primeira loja.

A empresa que começou as operações em 2006, com vendas no atacado, hoje é vista como referência regional no segmento.

A Pharmaplus distribui medicamentos, materiais médicos hospitalares, laboratoriais, produtos odontológicos e de fisioterapia.

Sua sede fica na rua João Domingos Sobrinho, 91, bairro Manuela Valadares, em Afogados da Ingazeira, ao lado da subestação da Celpe.

O atendimento é de segunda a sexta-feira em horário comercial.  Aos sábados até o meio-dia.

Dentro do processo de divulgação da nova fase da empresa,  foram realizadas ações de marketing através da distribuição de panfletos pelas ruas do centro de Afogados, oferecendo produtos em descontos especiais. Para tanto, foi contratada a Agência MV4.

PF vê indícios de falsidade ideológica em venda da Covaxin ao governo

Transação foi cancelada em agosto, após o contrato ter sido assinado, por determinação da Controladoria-Geral da União Agência O Globo Num dos primeiros inquéritos abertos a partir de fatos apurados pela CPI da Covid no Senado, a Polícia Federal identificou indícios de falsidade ideológica, uso de documentos falsos e associação criminosa por parte de funcionários […]

Transação foi cancelada em agosto, após o contrato ter sido assinado, por determinação da Controladoria-Geral da União

Agência O Globo

Num dos primeiros inquéritos abertos a partir de fatos apurados pela CPI da Covid no Senado, a Polícia Federal identificou indícios de falsidade ideológica, uso de documentos falsos e associação criminosa por parte de funcionários da Precisa Medicamentos que participaram das negociações com o Ministério da Saúde para a venda da vacina indiana Covaxin, a mais cara negociada pelo governo brasileiro durante a pandemia.

A transação foi cancelada em agosto, após o contrato ter sido assinado, por determinação da Controladoria-Geral da União (CGU), que também encontrou indicativos de irregularidades.

Além disso, a PF detectou indícios de lavagem de dinheiro por parte dos responsáveis pelo FIB Bank, uma empresa que deu a garantia financeira para a assinatura do contrato, embora não tivesse autorização do Banco Central para conceder esse tipo de chancela.

Foi com base nesses elementos que a PF cumpriu busca e apreensão na semana passada em endereços de Francisco Emerson Maximiano, sócio da Precisa, e de outros personagens envolvidos no negócio.

Na decisão que autorizou a operação, a juíza da 12ª Vara Federal do Distrito Federal, Pollyanna Kelly, resumiu os argumentos apresentados pela PF. “O contrato firmado entre a empresa e o Ministério da Saúde é eivado de vício, atribuído, possivelmente, à malícia dos representantes da Precisa Medicamentos”, diz na decisão.

Na matéria completa, exclusiva para assinantes, veja como a investigação também chegou a suspeitas que envolvem o FIB Bank.

Exonerada da UPA-E reclama de critérios da Direção

Servidores que estão perdendo vagas pelo enxugamento na UPA-E Afogados da Ingazeira, como recepcionistas e técnicas em enfermagem reclamam que a política da gestão da unidade atende mais critérios pessoais que técnicos. Uma técnica em enfermagem exonerada recentemente disse ao blog – pedindo para não se identificar – que, ao passo em que exonerou profissionais, […]

img_1094Servidores que estão perdendo vagas pelo enxugamento na UPA-E Afogados da Ingazeira, como recepcionistas e técnicas em enfermagem reclamam que a política da gestão da unidade atende mais critérios pessoais que técnicos.

Uma técnica em enfermagem exonerada recentemente disse ao blog – pedindo para não se identificar – que, ao passo em que exonerou profissionais, a diretora Patrícia Queiroz promoveu para chefe de limpeza um esposo de uma pessoa que trabalha em sua residência.

“Enquanto pessoas com formação são exoneradas, ela promove alguém sem critério técnico algum, só por motivações pessoais”.

Prefeitura de Ingazeira divulga programação dos 55 anos de aniversário do Município

A Cidade Mãe do Pajeú completa no dia 20 de dezembro 55 anos de emancipação política. Para marcar a data, o governo Lino Morais anunciou ontem a programação. 7h Hasteamento dos Pavilhões; às 19hs Missa em Ação de Graças na Paróquia de São Jose; 20h30 Corte do Bolo e Show Pirotécnico; 21h Cantilena.

A Cidade Mãe do Pajeú completa no dia 20 de dezembro 55 anos de emancipação política. Para marcar a data, o governo Lino Morais anunciou ontem a programação.

7h Hasteamento dos Pavilhões; às 19hs Missa em Ação de Graças na Paróquia de São Jose; 20h30 Corte do Bolo e Show Pirotécnico; 21h Cantilena.

Jovens, negras e pobres são as mais atingidas por violência íntima

Foto: Meghan Hessler / Unsplash Mulheres jovens, na faixa etária de 18 a 24 anos, negras, com baixa escolaridade e renda e da região Nordeste são o maior alvo da violência praticada pelos próprios parceiros. É o que mostra levantamento de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) publicado na segunda (13) na Revista […]

Foto: Meghan Hessler / Unsplash

Mulheres jovens, na faixa etária de 18 a 24 anos, negras, com baixa escolaridade e renda e da região Nordeste são o maior alvo da violência praticada pelos próprios parceiros.

É o que mostra levantamento de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) publicado na segunda (13) na Revista Brasileira de Epidemiologia.

O estudo traz o perfil da prevalência e dos fatores associados à violência contra a mulher no Brasil, a partir de análise da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS), de 2019. Feita pelo IBGE, a PNS traz respostas de mais de 34 mil mulheres com mais de 15 anos de todo o país sobre violência. 

Algumas perguntas do questionário ajudam a identificar qual tipo de violência elas mais sofrem do parceiro íntimo, seja sexual, física ou psicológica.

Segundo os dados, 8% das mulheres brasileiras declararam sofrer violência íntima de parceiros, sendo a violência psicológica a mais frequente, declarada por 7%. A maior prevalência deste tipo de violência em mulheres jovens, com menor escolaridade e da região Nordeste dão indícios do seu recorte social. 

“A violência por parceiro íntimo está associada a iniquidades sociais, um problema crônico em nossa sociedade e que se agrava quanto maior for a desigualdade social”, destaca a pesquisadora Deborah Malta, co-autora do estudo.

Estimativas da OMS revelam que 30% das mulheres acima de 15 anos já foram vítimas de violência física e sexual ao menos uma vez na vida. 

No Brasil, de acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), em 2019, 16,7% de mulheres entre 15 e 49 anos já sofreram algum tipo de violência do próprio parceiro e aproximadamente 33% das vítimas relatam recorrência de violência sofrida.

Segundo Malta, a violência por parceiro íntimo revela as relações de poder entre mulheres e homens a partir dos papéis impostos a cada um. 

“A Pesquisa Nacional de Saúde inova ao trazer esse tema para o inquérito, inaugurando a possibilidade de analisarmos os subtipos de violência por parceiro íntimo com amostras representativas da população brasileira”, comenta a pesquisadora. 

Os dados podem servir como guia para a formulação de programas e políticas públicas para combater esses tipos de violência. As informações são da Agência Bori