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Luciano Torres recusa convite para assumir órgão em Recife

Por Nill Júnior

Prestes a deixar a AMUPE, o ex-prefeito de Ingazeira Luciano Torres (PSB) fez uma avaliação positiva dos sete meses em que esteve a frente da unidade, por sete meses. Foi em entrevista a Júnior Finfa no programa Manhã Total, da Rádio Pajeú.

“Foi uma responsabilidade muito grande. Tivemos esse período eleitoral e foi difícil fazer Assembleia. Mas agimos. Fizemos parceria com a Celpe no tocante à iluminação pública, como no Sertão do São Francisco”.

Luciano participou do Conselho Politico da Confederação Nacional dos Municípios. “Estivemos em eventos em Santa Catarina,  Rio Grande do Sul e na última semana, em São Paulo na posse do presidente da Confederação dos Municípios do Estado”. Neste último, ele esteve com o governador Alckimin.

“Após o pleito retomamos as assembleias com os prefeitos da época sobre transição, além de encontro com o MP e o TCE, sobre transição, transparência, para que não deixassem débito para quem viesse a assumir”, afirmou.

José Patriota reassume a entidade dia 2 e a sua posse será dia 28. Eles estiveram ontem com o governador Paulo Câmara. Já Luciano deixa a Amupe e já deixou a gestão ingazeirense. Perguntado sobre seu futuro, Torres disse que assumirá qualquer função, desde que que no Pajeú.

“Sou funcionário público e já pedi meu retorno pro IPA inclusive no escritório de Ingazeira. Fui sondado para regionais ou cargo em Recife e não aceitei. Prefiro ficar em Ingazeira ou numa regional que seja no Pajeú”, disse. Ele não informou para que órgão foi convidado.

Outras Notícias

Carlos Bolsonaro é alvo de operação da PF que investiga espionagem ilegal pela Abin

Na última quinta, o chefe da agência de inteligência no governo Bolsonaro, Alexandre Ramagem, teve 6 celulares e 2 notebooks apreendidos. O filho de Bolsonaro não se pronunciou até a última atualização desta reportagem. Por Andréia Sadi, Fábio Santos/g1 A Polícia Federal iniciou na manhã desta segunda-feira (29) uma operação para apurar ações da Abin […]

Na última quinta, o chefe da agência de inteligência no governo Bolsonaro, Alexandre Ramagem, teve 6 celulares e 2 notebooks apreendidos. O filho de Bolsonaro não se pronunciou até a última atualização desta reportagem.

Por Andréia Sadi, Fábio Santos/g1

A Polícia Federal iniciou na manhã desta segunda-feira (29) uma operação para apurar ações da Abin durante o governo Bolsonaro. Segundo fonte ouvida pelo blog, um dos alvos da operação é o segundo filho do ex-presidente e vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ).

Busca e apreensão foi autorizada para a residência de Carlos Bolsonaro e também para a Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Assessores também são alvo da operação.

A suspeita é de que assessores de Carlos Bolsonaro, que também são alvo da operação, pediam informações para o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem.

Carlos Bolsonaro é vereador desde 2001 e está em seu sexto mandato consecutivo na Câmara Municipal do Rio. Ele é apontado como principal articulador das redes sociais do pai.

O filho de Jair Bolsonaro não se pronunciou sobre a operação até a última atualização desta reportagem.

Crise na Abin

Na última quinta-feira (25), o ministro do STF Alexandre de Moraes afirmou que o ex-diretor da Abin, Alexandre Ramagem, usou o órgão para fazer espionagem ilegal a favor da família do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Entre autoridades espionadas estavam a ex-deputada Joice Hasselmann, o ex-governador do Ceará e atual ministro da Educação, Camilo Santana (PT) e o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia.

Apurações da PF apontam que a Abin teria sido “instrumentalizada” para monitorar ilegalmente uma série de autoridades e pessoas envolvidas em investigações, e também desafetos do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O uso indevido da Abin teria ocorrido quando o órgão era chefiado por Alexandre Ramagem (PL-RJ), aliado de Bolsonaro que, atualmente, é deputado federal.

Serra Talhada: Hospital Eduardo Campos amplia leitos de UTI

Com reforço no HEC, região do Pajeú tem no total 100 leitos de Unidade de Terapia Intensiva para o tratamento da Covid-19. O Hospital Eduardo Campos (HEC), em Serra Talhada, ampliou nesta terça-feira (30) seus leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), exclusivos para pacientes infectados pelo novo coronavírus. Os novos leitos já estão disponíveis […]

Com reforço no HEC, região do Pajeú tem no total 100 leitos de Unidade de Terapia Intensiva para o tratamento da Covid-19.

O Hospital Eduardo Campos (HEC), em Serra Talhada, ampliou nesta terça-feira (30) seus leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), exclusivos para pacientes infectados pelo novo coronavírus. Os novos leitos já estão disponíveis para a Central de Leitos do Estado.

Com a ampliação, o HEC conta agora com um total de 70 leitos de UTI, além de 04 leitos de enfermaria. 

O HEC segue como referência no tratamento à Covid-19 no Sertão, oferecendo total suporte para os seus pacientes, através de uma equipe multidisciplinar capacitada para melhor ofertar os serviços. 

A Unidade, assim como o HREC, em Afogados da Ingazeira, conta com a gestão da Organização Social de Saúde (OSS) Hospital do Tricentenário, que ainda gerencia outras unidades de saúde do Estado.

A ampliação chegou para dar um suporte à saúde, visto que a região atingiu na última semana 100% de ocupação de UTIs.

No último sábado (27), o Hospital Regional Emília Câmara (HREC), ampliou de 20 para 30, os leitos de UTI. Com mais este reforço no HEC, a região do Pajeú conta agora com 100 leitos de Unidade de Terapia Intensiva para o tratamento da Covid-19.

Covid-19: Fundaj investiga cidades do Pajeú que ainda não foram contaminadas

Solidão (foto), é uma das três cidades do Pajeú que ainda não registrou casos. Após mais de dois meses da pandemia em Pernambuco, pesquisadores do Centro Integrado de Estudos Georreferenciados para a Pesquisa Social (Cieg) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) mapearam e realizaram rápida pesquisa junto aos 20 municípios que ainda não apresentam casos confirmados […]

Solidão (foto), é uma das três cidades do Pajeú que ainda não registrou casos.

Após mais de dois meses da pandemia em Pernambuco, pesquisadores do Centro Integrado de Estudos Georreferenciados para a Pesquisa Social (Cieg) da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) mapearam e realizaram rápida pesquisa junto aos 20 municípios que ainda não apresentam casos confirmados da Covid-19.

Como objetivo, eles buscaram identificar as causas desse sucesso no combate à doença no estado.

Analisando inicialmente o mapa desses municípios sem Covid-19, observa-se que a primeira possível causa desse atraso na contaminação pode estar relacionado ao fato de que a maioria não está conectada ou próxima a alguma rodovia federal de grande tráfego. “Existe exceção no caso de Belém do São Francisco (BR-316) e Exu (BR-122)”.

Ao considerar a população dos municípios sem contaminação, constatou-se também que a maioria é de pequeno porte. Cerca de 80% desses municípios estão abaixo de 20 mil habitantes.  Vinte cidades pernambucanas sem casos da Covid-19, três estão no Pajeú: Ingazeira, Calumbí e Solidão. A informação é do Diário de Pernambuco.

PSOL-PE critica alianças de Dani Portela com PL de Bolsonaro

O diretório estadual do PSOL em Pernambuco divulgou, nesta quinta-feira (14), uma nota oficial sobre as recentes denúncias envolvendo a deputada estadual Dani Portela. Segundo o texto, o partido reafirma seu compromisso com os princípios socialistas e com a defesa dos direitos da classe trabalhadora, ressaltando a importância da apuração rigorosa de qualquer acusação, com […]

O diretório estadual do PSOL em Pernambuco divulgou, nesta quinta-feira (14), uma nota oficial sobre as recentes denúncias envolvendo a deputada estadual Dani Portela. Segundo o texto, o partido reafirma seu compromisso com os princípios socialistas e com a defesa dos direitos da classe trabalhadora, ressaltando a importância da apuração rigorosa de qualquer acusação, com transparência e respeito ao devido processo legal.

De acordo com a nota, o PSOL-PE repudia ataques violentos e exposição midiática indevida, destacando que “mulheres negras em espaços de poder são alvo preferencial da violência política de gênero”, prática que afirma combater de forma contundente.

O documento também aponta que, nos últimos meses, a deputada vem se distanciando do partido. O afastamento, segundo o PSOL, ficou claro após a desfiliação coletiva de membros de sua equipe parlamentar, parte dos quais já se filiou a outra legenda, indicando mudança de alinhamento político. Assessores que permaneceram no PSOL teriam sido exonerados do mandato.

A sigla afirma ainda que Dani Portela não tem participado das atividades da chapa majoritária para 2026, tampouco mantém articulação com as pré-candidaturas alinhadas ao projeto político do partido no estado.

A nota registra “sérias reservas quanto à construção de alianças na ALEPE que incluam o PL de Bolsonaro”, classificando o partido como adversário dos princípios programáticos do PSOL. O texto cita como exemplo a eleição do deputado Alberto Feitosa (PL) para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça, que contou com votos do bloco formado por PSOL, Republicanos e PSB.

O PSOL-PE conclui reiterando que seguirá defendendo seus princípios e fiscalizando as ações de seus representantes na Assembleia Legislativa.

Vinte e cinco municípios se inscrevem em concurso da AMUPE

Executado pela Amupe – Associação Municipalista de Pernambuco, com o apoio financeiro da União Europeia, o Projeto Transparência e Participação Social na Gestão Pública Local encerrou as inscrições para as prefeituras se inscreverem no projeto. Ao todo cerca de 25 municípios foram inscritos. No espaço de quatro anos (2017-2020) os selecionados passarão por um processo […]

Executado pela Amupe – Associação Municipalista de Pernambuco, com o apoio financeiro da União Europeia, o Projeto Transparência e Participação Social na Gestão Pública Local encerrou as inscrições para as prefeituras se inscreverem no projeto.

Ao todo cerca de 25 municípios foram inscritos. No espaço de quatro anos (2017-2020) os selecionados passarão por um processo de capacitação, para a  correta aplicação das leis federais de transparência e acesso à informação, contribuindo para a consolidação de gestões públicas cada vez mais transparentes e participativas.

No segundo semestre serão feitas atividades, como elaboração de diagnósticos locais de estruturas de participação e transparência já estabelecidas, seminários, oficinas de capacitação junto a atores da sociedade civil e dos governos locais, encontro de sensibilização, entre outras. Dúvidas no email [email protected].