Luciano Torres anuncia R$ 1 milhão para pavimentação em Ingazeira após reunião com ministro
A Assessoria de Sebastião Oliveira destacou em nota ao blog que a senadora eleita pelo PT criticou a neutralidade de Raquel Lyra neste segundo turno em entrevista à Vilabella FM. “Todos sabem que o PT e Lula estão com Marília. Eu já sou senadora eleita e isso me dá responsabilidade suficiente para não ficar em […]
A Assessoria de Sebastião Oliveira destacou em nota ao blog que a senadora eleita pelo PT criticou a neutralidade de Raquel Lyra neste segundo turno em entrevista à Vilabella FM.
“Todos sabem que o PT e Lula estão com Marília. Eu já sou senadora eleita e isso me dá responsabilidade suficiente para não ficar em cima do muro. É muito ruim uma candidata a governadora não ter posição, principalmente no momento de muita polarização, de incerteza para a democracia e em que as posições de Lula e Bolsonaro estão muito conflitantes e se confrontando”, explicou Teresa Leitão, durante entrevista a uma rádio de Serra Talhada
A primeira mulher eleita senadora de Pernambuco também lamentou o fato de não poder estar mais presente na campanha de Marília Arraes, em virtude do acidente que sofreu.
“Não posso estar presente fisicamente na campanha por causa das minhas limitações físicas, mas já gravei para o guia dela, que fez postagens em colaboração comigo nas redes sociais”, explicou a petista. Ouça:
Por André Luis Um vídeo que tem rodado nas redes sociais nos últimos dias, a qual não se sabe a autoria, demonstra de forma clara, simples e porque não dizer didática, como é o funcionamento do sistema político no Brasil. No vídeo um suposto agricultor é questionado por sua suposta filha, sobre o que é […]
Por André Luis
Um vídeo que tem rodado nas redes sociais nos últimos dias, a qual não se sabe a autoria, demonstra de forma clara, simples e porque não dizer didática, como é o funcionamento do sistema político no Brasil.
No vídeo um suposto agricultor é questionado por sua suposta filha, sobre o que é política. No que o “pai” atencioso se dispõe a explicar, dizendo a sua “filha” para que ela imagine que as galinhas que estão espalhadas no terreiro da propriedade rural, sejam os eleitores e inicia o que seria um discurso político: “venham! Vamos conversar sobre política, sobre honestidade, transparência, trabalho justo e fiel”.
O “agricultor” repete o discurso e nada acontece, então ele se vira para a “filha” e diz: “viu, não veio ninguém”. Então ele pega um pote com milho e diz para a “filha” imaginar que aquilo seja a Prefeitura e que o conteúdo do pote são cargos públicos e comissionados e começa a jogar o milho para as galinhas, que saem em disparada e se amontoam disputando o alimento. Assista:
O vídeo de um pouco mais de um minuto e meio, é um tapa na cara do eleitor brasileiro que adere a política do “pão e circo” em detrimento de políticas públicas transformadoras para a coletividade. O retrato do que acontece na grande maioria dos municípios brasileiros.
O eleitor brasileiro vota mal, e como consequência disso sofre hoje uma das maiores crises políticas da história do país. Onde se tem um congresso repleto de políticos que legislam em causa própria ou de interesses de minorias e gargalham na cara do povo com seus conchavos e articulações duvidosas.
Quando o eleitor de forma displicente deposita seu voto em um vereador pelo simples fato de ser seu amigo, ou dele ser amigo de um parente, ou por que os pais pediram para votar em fulano porquê ele já ajudou muito a família e diversas de outras justificativas, injustificáveis, ele [o eleitor] alimenta esse sistema de desigualdades e enquanto esse tipo de voto perdurar, nunca seremos uma nação livre do maior mal que nos aflige que é a corrupção, a maior responsável por todas as mazelas que atingem em cheio os mais carentes do país.
O Brasil precisa mudar, mas essa mudança tem que vir de baixo, do povo, que precisa urgentemente mudar a sua forma de pensar, discutir e vivenciar a política.
Carlos Madeiro – Colaboração para o UOL, em Maceió (AL) Um acidente com um catamarã deixou duas turistas mortas e outras duas feridas na manhã de hoje em Maragogi, litoral norte de Alagoas. Ao todo, segundo o Corpo de Bombeiros, 60 pessoas estavam na embarcação que virou e naufragou. As duas vitimas teriam 65 e 67 […]

Um acidente com um catamarã deixou duas turistas mortas e outras duas feridas na manhã de hoje em Maragogi, litoral norte de Alagoas. Ao todo, segundo o Corpo de Bombeiros, 60 pessoas estavam na embarcação que virou e naufragou.
As duas vitimas teriam 65 e 67 anos. Não foram divulgadas informações sobre nome ou cidade de origem delas. De acordo com os Bombeiros, o receptivo partiu de Maragogi, mas ainda não é possível precisar em qual distância da costa ocorreu o acidente.
A embarcação tinha um total de 60 pessoas no total, sendo: 48 adultos, quatro crianças, dois palestrantes e seis tripulantes.
“A informação que temos é que o mar estava revolto, a embarcação colidiu com uma pedra e virou. Havia muitos barcos próximos, inclusive dos Bombeiros, e isso ajudou muito o salvamento”, disse o comandante do Corpo de Bombeiros André Madeiro.
As duas feridas estão internadas, segundo ele. Não há relatos de desaparecidos.
Ao UOL, a Capitania dos Portos em Alagoas informou que uma equipe foi acionada e está chegando a Maragogi e que, por ora, não tem nenhum detalhe do acidente.
O encerramento da 22ª ExpoSerra, feira da indústria, comércio e serviços de Serra Talhada, aconteceu no sábado, 16 de julho, dia do comerciante. No terceiro dia, o pátio da Arena Gastronômica foi palco para as apresentações da Quadrilha Junina Estilar e dos Caretas de Triunfo; a Arena da Moda trouxe mais desfiles e atualidades do […]
O encerramento da 22ª ExpoSerra, feira da indústria, comércio e serviços de Serra Talhada, aconteceu no sábado, 16 de julho, dia do comerciante.
No terceiro dia, o pátio da Arena Gastronômica foi palco para as apresentações da Quadrilha Junina Estilar e dos Caretas de Triunfo; a Arena da Moda trouxe mais desfiles e atualidades do mundo fashion; e encerrando as apresentações no Palco Cultural, tivemos o grande cantor e compositor Maciel Melo.
No Palco de shows, montado para a festa de último dia de feira, a noite foi pequena para VN e Banda, Geraldinho Lins e Priscila Senna, que arrastaram a galera para o pátio de eventos.
Este ano, a feira foi totalmente conectada com o desenvolvimento, trazendo um formato diferenciado e inovador, com um espaço organizado para atender as expectativas dos expositores e público, segundo nota.
Com novos formato e espaço, recorde de adesão de expositores e aprovação dos resultados, a ExpoSerra se consagra mais uma vez como a maior feira de negócios do sertão de Pernambuco.
Durante os três dias de evento, mais de 20 mil pessoas passaram pelo Armazém Social do Sesc Serra Talhada para acompanhar de perto os 250 estandes montados para a feira e participar dos shows das atrações musicais que se apresentaram durante a programação.
Projeto ainda precisa passar pelo Senado. Medida autorizará União a elevar gastos públicos e não cumprir meta fiscal prevista para este ano. Por Fernanda Calgaro e Elisa Clavery, G1 e TV Globo A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (18) o projeto do governo que decreta estado de calamidade pública no Brasil em razão da […]

Projeto ainda precisa passar pelo Senado. Medida autorizará União a elevar gastos públicos e não cumprir meta fiscal prevista para este ano.
Por Fernanda Calgaro e Elisa Clavery, G1 e TV Globo
A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira (18) o projeto do governo que decreta estado de calamidade pública no Brasil em razão da pandemia do novo coronavírus.
Com a aprovação, o texto segue para votação do Senado. A análise do tema, contudo, ainda não foi marcada, mas o mais provável é que seja remota, sem a presença dos senadores em plenário.
Só depois de aprovado nas duas casas legislativas é que o decreto, com vigência até o fim do ano, estará em vigor.
O secretário-geral do Senado, Luiz Fernando Bandeira, disse que a Casa votará o projeto, em sessão virtual, na segunda (23) ou na terça-feira (24).
De acordo com a Presidência da República, com o reconhecimento do estado de calamidade, a União ficará autorizada a elevar gastos públicos e não cumprir meta fiscal prevista para este ano.
O orçamento deste ano, sancionado pelo presidente Jair Bolsonaro, admite déficit fiscal de até R$ 124,1 bilhões nas contas públicas.
O que diz o governo
Na justificativa enviada ao Legislativo, o governo diz que, diante da pandemia, tentar cumprir a meta fiscal gerará “riscos de paralisação da máquina pública, num momento em que mais se pode precisar dela”.
O decreto teve o apoio unânime dos partidos na Câmara. O relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), ressaltou, porém, que o Parlamento não está dando um “cheque em branco” ao governo.
“Vamos oferecer ao governo não um cheque em branco, mas um cheque especial (…) que o governo deverá usar com responsabilidade”, disse.
Uma comissão mista do Congresso Nacional, com seis deputados e seis senadores titulares, será criada para acompanhar a execução orçamentária e financeira das medidas relacionadas à crise.
O texto do decreto aprovado na Câmara foi construído em conjunto com o Senado, o que facilitará a votação pelos senadores.
Déficit fiscal de 2020
A meta fiscal de déficit de até R$ 124,1 bilhões está prevista no Orçamento da União de 2020. Isso quer dizer que o governo estima que as despesas neste ano irão superar as receitas, sem contar os juros da dívida pública.
Em razão da desaceleração da economia mundial, intensificada pelos efeitos do coronavírus, o Ministério da Economia reduziu a previsão de crescimento da economia neste ano de 2,4% para 2,1%. Nesta semana, porém, o mercado financeiro estimou um crescimento ainda menor, de 1,68%.
A redução no nível de atividade econômica no país, somada aos efeitos da desaceleração da economia, deverá obrigar o governo a anunciar um bloqueio de gastos no orçamento na próxima sexta (20), caso o Congresso Nacional não aprove o estado de calamidade pública.
O eventual bloqueio dificultaria ainda mais a destinação de recursos para combater os efeitos da doença no país.
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