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Luciano Pacheco nega ter trezentos cargos na gestão Wellington

Por Nill Júnior

Em resposta a uma publicação no Blog do Magno, o vereador Luiciano Pacheco negou que sónão teria rompido com o prefeito Wellington Maciel (MDB) porque teria cerca de 300 cargos na gestão.

“Ainda que isso fosse verdade, o que não é, pelo menos estaria agindo pensando nessas pessoas que precisam dos seus postos de trabalho para sobreviverem. Ainda assim, seria uma atitude digna. E não teria agido como tantos fazem, visando quanto é que vinha para meu bolso”, disse.

“Em primeiro lugar, não tenho montanha de empregos, como afirmado em vossa nota.  Segundo, não tenho e ninguém tem condições de ter essa quantidade de cargos. Acho que nem o prefeito tem essas indicações todas. Um governo é composto por muitas lideranças, como vereadores, suplentes, ex-vereadores, secretários e dezenas de outros, os quais tem indicações de empregos”, seguiu.

Afirmou estar na base de apoio do prefeito porque acredita no projeto “de um homem que tem se dedicado ao máximo à terra e acima de tudo é honesto e correto na política”.

“Por fim, tenho uma vida digna e que construí nesses 6 mandatos com muita correção e seriedade. Minha defesa intransigente do prefeito Wellington é porque sei que isso significa o melhor para Arcoverde, e não porque tenho algumas indicações, que inclusive não são de esposa, nem filhos e nem irmãos. Política se faz pensando no povo e não no próprio umbigo, como a grande maioria faz”, concluiu.

Outras Notícias

A força do rádio: veterinária é encontrada após apelo na Pajeú

O desaparecimento da veterinária tabirense Fernanda, filha de Ivoneide Amaral, mobilizou a comunidade na região, a PM e muitos amigos. Fernanda havia ido fazer uma cirurgia em um cavalo e deixou de fazer contato com familiares que, desesperados, começaram a manter contato com a imprensa da região e acionou a polícia para tentar localiza-la. Mas […]

ESTÚDIO-RÁDIO-FOTO-ILUSTRATIVA

O desaparecimento da veterinária tabirense Fernanda, filha de Ivoneide Amaral, mobilizou a comunidade na região, a PM e muitos amigos. Fernanda havia ido fazer uma cirurgia em um cavalo e deixou de fazer contato com familiares que, desesperados, começaram a manter contato com a imprensa da região e acionou a polícia para tentar localiza-la.

Mas foi através de uma familiar em contato com o programa Rádio Vivo, com o radialista Anchieta Santos, que o caso começou a ter um final feliz. Três minutos depois após o relato desesperado em busca de notícias da profissional, um contato revelou o que ocorrera. O carro de Fernanda havia quebrado em uma estrada sem possibilidade de comunicação ou condições de retorno. Teve que pernoitar perto da comunidade de Tigre.

Após o contato pela rádio, ela pôde ser localizada, mostrando porque o veículo rádio ignora o tempo e aliado às novas tecnologias, ainda é o mais popular do planeta.

Carta Capital: contemplado por Temer, Estadão se volta contra Lava Jato

O jornalista José Antônio Lima, editor da revista Carta Capital, criticou o editorial do jornal Estado de S. Paulo dessa quinta-feira, 9, em que o jornal parte para cima da operação Lava Jato, depois de apoiar com afinco as arbitrariedades envolvendo a operação (leia aqui). O editor lembra que é o segundo editorial do Estadão […]

Capa do editorial do Estadão, há dois dias: reação

O jornalista José Antônio Lima, editor da revista Carta Capital, criticou o editorial do jornal Estado de S. Paulo dessa quinta-feira, 9, em que o jornal parte para cima da operação Lava Jato, depois de apoiar com afinco as arbitrariedades envolvendo a operação (leia aqui).

O editor lembra que é o segundo editorial do Estadão com críticas ao procurador Deltan Dalagnol, coordenador da Lava Jato no Ministério Público federal. “A chave para entender a mudança de posição do Estadão não está na atuação de Moro e da força-tarefa, que persistem iguais desde o início da Lava Jato, ou em uma repentina conscientização dos donos do jornal a respeito de como a sociedade brasileira deve avançar. Está no funcionamento de uma redação no Brasil”, diz.

O jornalista lembra que o ímpeto jornalístico da redação é libertado quando os alvos das reportagens são de interesse dos donos da publicação, mas contido quando não interessa a eles.

“As mudanças no mar em que os jornalistas navegam são informadas apenas raramente de maneira explícita. No caso do Estadão, em que os editorialistas têm uma grande proximidade com os donos do jornal, os editoriais têm um peso grande. Os textos da página 3 são, portanto, recados ao ‘chão da fábrica’. E a mensagem neste caso parece evidente. Quando a petista Dilma Rousseff estava no poder e a empreitada contra ela estava alicerçada na campanha anticorrupção, o apoio à Lava Jato era parte do script para derrubar um governo visto como indesejado pelo Estadão.”

“Confirmado o impeachment, a maré virou. A ênfase sai do combate à corrupção e passa para uma alegada proteção de direitos fundamentais. O objetivo único da mudança do Estadão parece ser, entretanto, proteger seus interesses, contemplados por Michel Temer (PMDB), e, por consequência, o próprio governo. Nos últimos dias, o Planalto tem armado uma arapuca para a Lava Jato. Será que os donos jornal embarcaram na expedição?”, questiona o editor da Carta Capital.

Últimas convenções com datas definidas em Serra Talhada

A convenção governista em Serra Talhada está confirmada para a segunda, dia 5 de agosto, a última data possível. Ela pretende ser na estratégia uma grande demonstração de força da prefeita Márcia Conrado. A ideia é passar a impressão de uma campanha imbatível e de um palanque que, de tão heterogêneo, quanse não vai caber […]

A convenção governista em Serra Talhada está confirmada para a segunda, dia 5 de agosto, a última data possível. Ela pretende ser na estratégia uma grande demonstração de força da prefeita Márcia Conrado.

A ideia é passar a impressão de uma campanha imbatível e de um palanque que, de tão heterogêneo, quanse não vai caber todo mundo na foto.

Isso para impressionar o bloco adversário, de Miguel Duque, os eventuais indecisos e buscar impactar a primeira pesquisa após as convenções.

Já o médico Luiz Pinto, pré-candidato da tercedira via, escolheu o sábado, dia 3, no segundo andar do prédio da VISA. Luiz Pinrto é candidato pelo PSOL e tem na vice Ivanildo Gomes, do Partido da Mulher Brasileira (PMB).

Na mesma data, o candidato da direita e do PL, Jucélio Souza, homologa sua candidatura. O vice, afirmou nas redes, será Tércio Despachante. Como local confirmou a quadra da Escola Irmã Elizabeth.

Principal nome da oposição, Miguel Duque (Podemos) se lançou candidato no último dia 20, em convenção partidária na Escola Irmã Elisabeth, e contou com a presença de representantes das siglas que compõem a coligação “Amor à Serra Talhada” junto ao Podemos, sendo elas: Agir, PRD, PP, Novo, PRTB, Mobiliza e PDT.

Correios lançam selo em homenagem a Dom Francisco 

Os Correios lançaram nesta terça-feira (1º) um selo comemorativo em homenagem ao bispo Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho (1924–2006), marcando o centenário de nascimento do religioso. A cerimônia integrou a programação dos 116 anos de emancipação política de Afogados da Ingazeira. A emissão do selo foi solicitada pelo mandato do deputado federal Carlos Veras […]

Os Correios lançaram nesta terça-feira (1º) um selo comemorativo em homenagem ao bispo Dom Francisco Austregésilo de Mesquita Filho (1924–2006), marcando o centenário de nascimento do religioso. A cerimônia integrou a programação dos 116 anos de emancipação política de Afogados da Ingazeira.

A emissão do selo foi solicitada pelo mandato do deputado federal Carlos Veras à presidência da Empresa de Correios e Telégrafos (ECT), atendendo a uma demanda apresentada pelo Rotary Club de Afogados da Ingazeira.

Cearense de Reriutaba, Dom Francisco foi bispo da Diocese de Afogados da Ingazeira e se destacou por sua atuação em defesa das populações do Sertão e pelas ações voltadas à justiça social. Ele é lembrado por muitos como o “Profeta do Sertão”.

A homenagem reconhece a trajetória do bispo e seu legado na luta por dignidade e direitos para os mais pobres, reforçando a importância de sua figura na história religiosa e social do interior pernambucano.

Sávio e Dêva juntos?

Se Gustavo Galvão for candidato governista, possibilidade existe Quem poderia imaginar Sávio Torres e Dêva Pessoa no mesmo palanque? Pois para nomes da política local, a possibilidade existe. Isso se o prefeito Sávio Torres decidir apoiar o empresário e primo Gustavo Galvão,  nome preferido de parte da base governista e, dizem, do próprio Sávio. O […]

Se Gustavo Galvão for candidato governista, possibilidade existe

Quem poderia imaginar Sávio Torres e Dêva Pessoa no mesmo palanque? Pois para nomes da política local, a possibilidade existe.

Isso se o prefeito Sávio Torres decidir apoiar o empresário e primo Gustavo Galvão,  nome preferido de parte da base governista e, dizem, do próprio Sávio. O prefeito nega todas as vezes que é sondado.

“Só iremos tratar sobre as eleições a partir de abril do próximo ano. O foco agora é dar continuidade aos trabalhos da gestão para finalizar o mandato cumprindo com todos os compromissos”, disse em 24 de janeiro.

E Dêva? O ex-prefeito é amigo pessoal de Gustavo. Fontes da política tuparetamense garantem que ele já teria externado que, caso o candidato seja o empresário,  iria apoiá-lo. Gustavo já atuou no governo Dêva. “Eles inclusive já se encontraram em eventos sociais. E internamente, Dêva já chegou a falar em simpatizar com Gustavo”. O blog tomou conhecimento que em um desses episódios o vereador Joel Gomes deixou uma reunião revoltado.

A oposição decidiu por unamidade no início do mês,  com presença de Dêva, que são  pré-candidatos a prefeito os vereadores Danilo, Plécio e Joel Gomes. Eles encomendarão pesquisa nos próximos dias para aferir a aceitação da população.

Dentre os governistas, o vice-prefeito Diógenes Patriota invoca o direito natural de ser candidato a prefeito, tendo o apoio de nomes como o presidente da Câmara, Allan Markson e a vereadora Vandinha da Saúde. Diógenes espera também ser ungido pela governadora Raquel Lyra como prêmio pela fidelidade à sua candidatura,  desde o primeiro turno.