Lucas Ramos faz discurso em homenagem a Eduardo Campos e Miguel Arraes
Por Nill Júnior
Nesta quinta-feira (13), data que marca os dez anos do falecimento de Miguel Arraes de Alencar e de um ano de Eduardo Campos, o deputado estadual Lucas Ramos (PSB) prestou homenagens aos companheiros de partido. No início da tarde, o parlamentar esteve no Cemitério de Santo Amaro, onde foram enterrados os dois líderes políticos, para visitar os túmulos. Lucas Ramos teve a companhia de outros colegas parlamentares.
Mais cedo, o vice-líder do governo na Alepe proferiu um discurso durante sessão plenária, em memória a Miguel Arraes e a Eduardo Campos. “Tenho muito orgulho de dizer que acompanhei parte da trajetória desses dois grandes políticos do Brasil”, disse. Vários deputados de diferentes legendas fizeram apartes ao discurso do socialista, aproveitando para tratar da importância política do ex-governador Eduardo Campos, além de ressaltar as características pessoais, como a inteligência, a determinação e a paixão pelo que fazia.
“Eduardo transformou a política em Pernambuco e estava preparado para fazer isso no Brasil. Se o nosso país não pôde conhecê-lo de perto, hoje temos a oportunidade de seguir seu exemplo, trabalhar seus ideais e tocar suas ações adiante”, comentou Lucas Ramos. O socialista participa logo mais, às 19h30, da missa em memória ao falecimento de Eduardo, que será na Paróquia de Casa Forte, no Recife.
“O sucateamento da gestão pública e a falta de investimentos paralisaram Pernambuco”. A observação foi feita pelo candidato do Partido Liberal (PL) ao Governo do Estado, Anderson Ferreira, nesta sexta-feira (12), ao analisar que, desde 2010, quando da implantação pela Petrobrás da Refinaria Abreu e Lima, da Petroquímica Suape e do Estaleiro Atlântico Sul, período […]
“O sucateamento da gestão pública e a falta de investimentos paralisaram Pernambuco”.
A observação foi feita pelo candidato do Partido Liberal (PL) ao Governo do Estado, Anderson Ferreira, nesta sexta-feira (12), ao analisar que, desde 2010, quando da implantação pela Petrobrás da Refinaria Abreu e Lima, da Petroquímica Suape e do Estaleiro Atlântico Sul, período em que houve uma crescente na geração de empregos, Pernambuco tem visto despencar os indicadores sociais ano após ano. Levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em 2021, aponta o estado com a pior taxa de desemprego no Brasil.
Anderson apontou que os escândalos de corrupção do Partido dos Trabalhadores (PT) foram um dos principais fatores que levaram a quase zero o índice de investimentos em obras públicas no Brasil e em Pernambuco.
“No nosso estado, a falta de capacidade de articulação da gestão do PSB junto ao Governo Federal isolou Pernambuco. Tivemos três presidentes à frente do Palácio do Planalto e o PSB não soube conversar com nenhum deles, e essa falta de diálogo transformou Pernambuco em uma ilha dentro do próprio Brasil”, disse.
O liberal afirmou que esse cenário irá mudar quando assumir, em 2023, o Palácio do Campo das Princesas. “Teremos uma nova onda de geração de empregos com os investimentos para duplicação da refinaria e as obras estaduais dos eixos da Transposição do Rio São Francisco. Inovaremos na política de atração de novos investimentos privados, nas Parcerias Público-Privadas (PPPs), apoiando os microempreendedores individuais e as micros e pequenas empresas, priorizando a interiorização dos investimentos”, continuou.
Anderson destacou ainda que é preciso ter foco e elencar prioridades, e citou a gestão à frente da Prefeitura do Jaboatão dos Guararapes como referência na entrega de resultados.
“Queremos empregar mais de 600 mil pernambucanos nos próximos quatro anos e colocar o estado no caminho do bem. Vamos virar a chave. Foi isso que fizemos no Jaboatão, um município que foi destaque na categoria Geração de Empregos no ranking das Melhores Cidades do Brasil 2022 da revista IstoÉ, elaborado pela Austin Rating, assim como nos índices Qualidade de Vida, Capacidade de Arrecadação, Aplicação na Saúde e Educação, e Indicadores Fiscais. Já fizemos, mostramos que é possível e vamos fazer mais por Pernambuco”, pontuou.
Levantamento mostra números de 7 a 13 de março. Por André Luis De domingo 7 ao sábado, 13 março, o Sertão do Pajeú somou mais 14 óbitos pela Covid-19. Um, a mais do que a semana anterior, que foi de 1 a 6 de março. Foram mais cinco óbitos em Serra Talhada, que fechou a […]
De domingo 7 ao sábado, 13 março, o Sertão do Pajeú somou mais 14 óbitos pela Covid-19. Um, a mais do que a semana anterior, que foi de 1 a 6 de março.
Foram mais cinco óbitos em Serra Talhada, que fechou a semana com 105 mortes pela doença.
No boletim do dia 8 de março, a cidade confirmou 3 óbitos. O de uma paciente de 70 anos, hipertensa, falecida no dia 14/02, no hospital Santa Marta; o de um paciente de 90 anos, ex-tabagista, falecido no dia 5/03, no HOSPAM e o de uma paciente de 87 anos, hipertensa, ex-tabagista e portadora de Alzheimer. Faleceu no dia 07/03 no Hospital Eduardo Campos.
No Boletim do dia 9 de março, Serra Talhada divulgou o 104° óbito. Foi o de um paciente do sexo masculino, 48 anos. Era etilista e estava em tratamento renal e hepático. Faleceu no dia 07/03 no Hospital Eduardo Campos.
A morte número 105 no município, foi divulgada no boletim epidemiológico do dia 12 de março. Uma paciente de, 52 anos. Tinha obesidade e faleceu no dia 11/03, no Hospital Eduardo Campos.
Afogados da Ingazeira, confirmou duas novas mortes pela doença, durante a semana. A 32ª no boletim do dia 9/03, foi de um paciente do sexo masculino, 68 anos, aposentado, apresentava hipertensão e problemas renais, foi a óbito no Hospital Regional Emília Câmara no dia 8/03.
A 33ª morte pela doença no município, foi divulgada no boletim do dia 11 de março. Paciente do sexo masculino, 79 anos, aposentado, hipertenso, foi a óbito em 11/03 no HREC.
A Secretaria de Saúde de São José do Egito, confirmou quatro novos óbitos pela doença durante a semana.
No domingo, 7 de março, foi confirmada a morte da 24ª vítima pela doença no município. Um paciente de 13 anos, que ficou internado na UPA/COVID de São José por alguns dias, mas precisou ser transferido. Em virtude de algumas comorbidades e complicações da covid 19 o paciente faleceu no domingo dia 7.
O 25º óbito foi confirmado no boletim do dia 9/03. Paciente do sexo feminino, de 81 anos, estava internada há alguns dias na unidade de terapia intensiva, o seu quadro de saúde apresentou complicações e ela faleceu no dia 9 de março.
No boletim do dia 11 de março, o município confirmou o falecimento de uma egipciense que estava há vários dias internada em Afogados da Ingazeira. Ela teve complicações decorrentes da covid-19, não resistiu e evoluiu ao óbito. Foi a 26ª vítima da doença no município.
A 27ª morte em São José do Egito, foi confirmada neste sábado (13). A vítima, do sexo masculino, faleceu na tarde de ontem, tinha 83 anos e estava há vários dias internada na UPA Covid, no município.
Tabira confirmou o 21º óbito por Covid-19, no boletim do dia 11 de março. A Secretaria de Saúde Municipal, não divulga detalhes dos óbitos ocorridos; o mesmo se repete com as Secretarias de Saúde de Flores, que confirmou o 26º óbito no boletim do dia 10/03 e de Iguaracy, que confirmou a 14ª morte pela doença no dia 11 de março.
Ao todo, a região conta agora com 343 óbitos por Covid-19. Todas as dezessete cidades da região registraram mortes. São elas: Serra Talhada (105); Afogados da Ingazeira (33); São José do Egito (27); Flores (26); Carnaíba (22); Triunfo (22); Tabira (21); Santa Terezinha (19); Tuparetama (17); Iguaracy (14); Itapetim (12); Quixaba (10); Brejinho (5); Santa Cruz da Baixa Verde (4); Calumbi (3); Solidão (2) e Ingazeira (1).
De acordo com os últimos boletins divulgados neste sábado (13), a região totaliza 20.104 casos confirmados e 19.324 pacientes recuperados, 96,12%.
O deputado estadual eleito Lucas Ramos participou da escolha da chapa executiva estadual do PSB, realizada na noite desta terá-feira (28), no Recife. João Campos, filho mais velho de Eduardo Campos, agora integra a Executiva como secretário de organização. O jovem, que se engajou efetivamente na campanha estadual, afirmou que o legado político de Eduardo […]
O deputado estadual eleito Lucas Ramos participou da escolha da chapa executiva estadual do PSB, realizada na noite desta terá-feira (28), no Recife. João Campos, filho mais velho de Eduardo Campos, agora integra a Executiva como secretário de organização.
O jovem, que se engajou efetivamente na campanha estadual, afirmou que o legado político de Eduardo Campos é do povo. “Estamos aqui para fortalecer a luta de Eduardo. É um erro dizer que o legado desse partido é de uma família. É um legado do povo de Pernambuco”, pontuou. Os eventos de campanha que tiveram a presença de João Campos, inclusive em Petrolina e em Cabrobó, contaram com uma efetiva participação popular.
O presidente Sileno Guedes continua no comando da legenda até 2017. Tadeu Alencar é o 1º presidente, seguido por Fernando Bezerra Coelho, como 2º presidente, e Felipe Carreras, como 3º presidente. Isaltino Nascimento ocupa o cargo de secretário de Articulação Social; e Aldo Santos, de Política Agrária. A chapa executiva estadual do PSB foi eleita por unanimidade.
“Entre as metas do PSB está o crescimento da legenda, mas mantendo a unidade partidária. O nosso principal compromisso é com o povo de Pernambuco. Vamos trabalhar juntos para levar a melhoria da qualidade de vida a todos os lugares do estado”, destacou Lucas Ramos.
Do blog do Jamildo Dos 25 pernambucanos, 20 votaram sobre o projeto de lei que aprovou, na noite desta quarta-feira (22), a terceirização para todas as atividades das empresas. Apenas oito deles foram contrários à proposta, que passou na Câmara sob protestos da oposição, por 231 a 188 e oito abstenções. Quando for sancionada pelo […]
Dos 25 pernambucanos, 20 votaram sobre o projeto de lei que aprovou, na noite desta quarta-feira (22), a terceirização para todas as atividades das empresas. Apenas oito deles foram contrários à proposta, que passou na Câmara sob protestos da oposição, por 231 a 188 e oito abstenções.
Quando for sancionada pelo presidente Michel Temer (PMDB), a terceirização poderá ser usada tanto nas atividades-fim, aquelas principais, quanto nas atividades-meio. Não havia regulamentação para esse tipo de trabalho, mas a Justiça entendia que apenas as funções secundárias poderiam ser exercidas por terceirizados.
Veja como se posicionaram os parlamentares do Estado sobre a terceirização:
André de Paula (PSD) – Sim
Augusto Coutinho (SD) – Sim
Betinho Gomes (PSDB) – Não
Carlos Eduardo Cadoca (PDT) – Sim
Creuza Pereira (PSB) – Não
Daniel Coelho (PSDB) – Não
Danilo Cabral (PSB) – Não
Eduardo da Fonte (PP) – Sim
Fernando Monteiro (PP) – Sim
Guilherme Coelho (PSDB) – Sim
Jarbas Vasconcelos (PMDB) – Sim
Jorge Côrte Real (PTB) – Sim
Luciana Santos (PCdoB) – Não
Marinaldo Rosendo (PSB) – Sim
Pastor Eurico (PHS) – Sim
Ricardo Teobaldo (PTN) – Sim
Severino Ninho (PSB) – Não
Silvio Costa (PTdoB) – Não
Wolney Queiroz (PDT) – Não
Zeca Cavalcanti (PTB) – Sim
O projeto aprovado foi o parecer do deputado Laercio Oliveira (SD-SE) favorável ao substitutivo do Senado. A medida ainda amplia a permissão para a contratação de temporários dos atuais três meses para até nove meses – os seis meses, renováveis por mais três. Na primeira votação foram 275 votos a 28, com 46 abstenções.
A ampliação da permissão tinha sido aprovada pela Câmara em 2000, quando deputados votaram o projeto pela primeira vez. O Senado, no entanto, retirou a medida quando votou o projeto em 2002. Agora, na segunda votação da proposta na Câmara, deputados aprovaram novamente a ampliação do prazo.
Durante debate entre candidatos ao Governo de PE, candidatos também questionaram palanques e alianças dos adversários Da Rádio Jornal Os candidatos ao Governo de Pernambuco, durante o primeiro debate realizado pela Rádio Jornal nesta terça-feira (28), se afastaram da figura do atual presidente Michel Temer (MDB) e trataram de uma aproximação ao ex-presidente Lula (PT). […]
Durante debate entre candidatos ao Governo de PE, candidatos também questionaram palanques e alianças dos adversários
Da Rádio Jornal
Os candidatos ao Governo de Pernambuco, durante o primeiro debate realizado pela Rádio Jornal nesta terça-feira (28), se afastaram da figura do atual presidente Michel Temer (MDB) e trataram de uma aproximação ao ex-presidente Lula (PT). O confronto, que contou a presença de Armando Monteiro (PTB), Paulo Câmara (PSB), Dani Portela (PSOL) e Maurício Rands (PROS), os palanques e alianças entre partidos também foram questionadas, assim como questões de saúde, educação e segurança no estado.
O atual governador, Paulo Câmara (PSB), tratou de separar a imagem de Temer da sua candidatura desde a primeira intervenção, considerando a aliança do seu partido com o PT como preponderante. “Fomos perseguidos por temer e todos os aliados. Apoiamos Lula, isso é muito claro. PE é um estado pouco endividado e não tem acesso a crédito por pura perseguição. Estamos dando conta do recado sim, fazendo o que precisa ser feito para manter a taxa boa de saúde. PE vai voltar a ter acesso ao crédito com Lula como presidente”, comentou.
Já Armando Monteiro (PTB), que já havia declarado apoio à Lula caso confirmada sua candidatura, tratou com tranquilidade o fato de estar num palanque com partidos que foram a favor do impeachment e fazem parte do governo Temer. “Vamos acabar com isso de palanque conservador. Quero dizer a você que me sinto bem na companhia desses dois senadores (Bruno Araújo e Mendonça Filho). Vamos discutir um governo digital, vamos discutir o governo de Pernambuco, sem preconceito”, disse.
A candidata do PSOL, Dani Portela, também citou o apoio histórico do seu partido ao PT. “Vamos forma outro palanque, PE foi governado pelo mesmo palanque por 12 anos. O PSOL é de esquerda, que teve ao lado de Lula e Dilma. Serei a governadora do cooperativismo. Queremos gerar emprego e renda, Pernambuco com esperança e com as mulheres no centro dessa mudanças”, afirmou Dani.
Por fim, Maurício Rands (PROS) destacou seu histórico de apoio aos trabalhadores, considerando sua candidatura como ‘uma oposição de esquerda’. “Durante toda minha vida fui a favor dos trabalhadores, num momento de ditadura militar. Nós fazíamos chapas de trabalhadores de esquerda contra usineiros. Constituímos muitos sindicatos, estudei essas propostas e as relações de trabalho. Fui contra a reforma trabalhista pois ela não equilibra, ela desequilibra. Eu defendo a autonomia privada coletiva que dê condições aos sindicatos para poder negociar”.
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