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Levy queria corte em desonerações ainda maior. Dilma barrou

Por Nill Júnior

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A informação é da coluna Painel, da Folha: Joaquim Levy queria ter apresentado nesta sexta-feira um pacote de cortes mais profundo nas desonerações de folha de pagamento para acalmar o mercado e conter o risco de rebaixamento da nota de crédito do Brasil.

O titular da Fazenda defendia extinguir o benefício de setores inteiros da economia e mantê-lo apenas para indústria e construção civil. Dilma Rousseff decidiu pelo corte gradual, mas vigoroso. O objetivo é assegurar que não haverá recuo na meta de economia de 1,2% do PIB.

Os argumentos da Fazenda se fortaleceram dentro do governo após o rebaixamento do rating da Petrobras e o risco de contágio da nota do Brasil. O anúncio das medidas de quinta e sexta-feiras foi antecipado.

Levy tenta dar o recado de que o governo não será arrastado pelos erros da estatal e que terá a autonomia para cortar despesas desnecessárias.

O corte amplo, geral e quase irrestrito às desonerações, barrado por Dilma, não contava com a simpatia da Casa Civil e do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

Outras Notícias

Aumenta movimentação no velório de Eduardo Campos

A movimentação aumentou bastante na última hora em frente ao Palácio do Campo das Princesas apesar da forte ameaça de chuva. Por volta das 9h, aproximadamente cinco mil pessoas prestavam as últimas homenagens ao ex-governador Eduardo Campos, de acordo com estimativa da Polícia Militar.   Há cerca de 30 minutos, as pessoas que chegam ao […]

A movimentação aumentou bastante na última hora em frente ao Palácio do Campo das Princesas apesar da forte ameaça de chuva. Por volta das 9h, aproximadamente cinco mil pessoas prestavam as últimas homenagens ao ex-governador Eduardo Campos, de acordo com estimativa da Polícia Militar.
 
Há cerca de 30 minutos, as pessoas que chegam ao velório do ex-governador passaram a receber bandeiras de Pernambuco ou da pomba que é símbolo do PSB pintada em um fundo negro. Segundo dirigentes do partido, foram confeccionadas 5 mil peças para serem distribuídas entre o público.
O velório de Eduardo Campos e mais dois assessores – o jornalista Carlos Percol e o fotógrafo Alexandre Severo – começou durante a madrugada, por volta das 2h. Na chegada dos corpos, o Maestro Forró tocou o Hino de Pernambuco no trompete, em momento de grande emoção.
 
Entre os presentes, estavam o senador Eduardo Suplicy (PT), a candidata ao Senado por Alagoas, Heloísa Helena (PSOL), o deputado federal Beto Albuquerque (PSB), que é líder do partido na Câmara, o presidenciável Eduardo Jorge (PV) e a atriz Lucélia Santos. (JC On Line)
Aposentadoria: Bolsonaro defende idade mínima de 62 para homens e 57 para mulheres

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) cogitou, durante entrevista ao SBT, que cogita estabelecer a idade mínima para aposentadoria de 62 anos para homens e 57 para mulheres. A medida seria de forma gradativa. Essa foi a primeira entrevista do eleito, após sua posse. Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, Bolsonaro disse que a proposta […]

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) cogitou, durante entrevista ao SBT, que cogita estabelecer a idade mínima para aposentadoria de 62 anos para homens e 57 para mulheres. A medida seria de forma gradativa. Essa foi a primeira entrevista do eleito, após sua posse.

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, Bolsonaro disse que a proposta de reforma da Previdência que está na Câmara sera reaproveitada pelo seu governo, mas com algumas mudanças. “A boa reforma é aquela que passa na Câmara e no Senado e não a que está na minha cabeça ou da equipe econômica”, afirmou.

Ainda de acordo com a publicação, o presidente ponderou que 65 anos é um pouco pesada para algumas profissões e que não quer fazer maldade com o povo.

Fim da Justiça do Trabalho e CLT
Bolsonaro também defendeu a Justiça do Trabalho seja extinguida. “Qual país que tem [Justiça do Trabalho]? Já temos a Justiça normal”, afirmou, acrescentando que o país tem um excesso de proteção ao trabalhador. “É como um casal, se tem excesso de ciúmes não dá certo”.

Na entrevista, o presidente também afirmou que não irá acabar com o Consolidação de Leis Trabalhistas (CLT), mas quer flexibilizar os contratos de trabalho.

“Quando eu disse que era difícil ser patrão no Brasil, os sindicatos disseram que difícil é ser empregado. A eles, eu responderia que mais difícil é ser desempregado”, afirmou. “Olha lá nos EUA, eles não têm direito do trabalho e têm emprego”, completou.

Bolsonaro volta a Sertânia esta semana

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retorna a Pernambuco para a entrega do Ramal do Agreste. A visita está prevista para ocorrer nesta quinta-feira (21), no município de Sertânia, e já havia sido confirmada pelos ministros do Turismo, Gilson Machado, e de Infraestrutura, Rogério Marinho. Eles devem integrar a comitiva presidencial na vinda ao Estado, […]

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) retorna a Pernambuco para a entrega do Ramal do Agreste.

A visita está prevista para ocorrer nesta quinta-feira (21), no município de Sertânia, e já havia sido confirmada pelos ministros do Turismo, Gilson Machado, e de Infraestrutura, Rogério Marinho.

Eles devem integrar a comitiva presidencial na vinda ao Estado, além do deputado estadual Coronel Alberto Feitosa (PSC). Os detalhes da agenda ainda estão sendo definidos pelo Palácio do Planalto.

A obra está sendo executada pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) com investimento de R$ 1,6 bilhão. O empreendimento de infraestrutura hídrica captará água na barragem Barro Branco, em Sertânia, com desague no reservatório Ipojuca, em Arcoverde.

Ao todo mais de 60 municípios serão contemplados com a obra, que distribuirá a água do Eixo Leste do Projeto de Integração do Rio São Francisco para até 2,2 milhões de pessoas. O acionamento das comportas do primeiro trecho (chamado de Marco 1) foi realizado no reservatório de Barro Branco, em Sertânia, em fevereiro desse ano.

Shopping Serra Talhada funcionará em sistema de delivery

Em razão do Decreto nº 50.433, do Governo do Estado, que determina o lockdown em todo o estado de Pernambuco, como medida de contenção da Covid-19, o Shopping Serra Talhada informa a população em geral que, do dia 18 a 28 de março, o empreendimento estará fechado para o público. Porém, funcionará em sistema de […]

Em razão do Decreto nº 50.433, do Governo do Estado, que determina o lockdown em todo o estado de Pernambuco, como medida de contenção da Covid-19, o Shopping Serra Talhada informa a população em geral que, do dia 18 a 28 de março, o empreendimento estará fechado para o público. Porém, funcionará em sistema de delivery.

Neste período, as lojas vão funcionar com serviços de delivery, drive thru e ponto de coleta, das 10h às 22h, de segunda a sábado, para as lojas de varejo e alimentação. No domingo o horário de funcionamento das lojas de varejo e alimentação será das 12h às 22h.

O acesso dos clientes fica restrito ao ponto de coleta e drive thru, localizados no estacionamento coberto. O estacionamento ficará liberado de segunda a sábado, das 8h às 22h e aos domingos das 12h às 22h, durante o período de vigência do decreto. Para compras, basta acessar o link na bio do Instagram Shopping Serra Talhada, escolher a loja de sua preferência e fazer seu pedido.

STF se corrige e Gilmar Mendes não será relator do caso Cristiane Brasil

Do UOL O STF (Supremo Tribunal Federal) corrigiu a informação de que o ministro Gilmar Mendes seria o relator do processo sobre a posse da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) como ministra do Trabalho. Após o processo ter sido distribuído para Mendes, a Secretaria Judiciária do STF corrigiu o ato, e registrou que o processo […]

Foto: Roberto Jaym/UOL

Do UOL

O STF (Supremo Tribunal Federal) corrigiu a informação de que o ministro Gilmar Mendes seria o relator do processo sobre a posse da deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) como ministra do Trabalho.

Após o processo ter sido distribuído para Mendes, a Secretaria Judiciária do STF corrigiu o ato, e registrou que o processo deverá ser relatado pela presidente do tribunal, ministra Cármen Lúcia. No documento que informa a alteração na distribuição do processo, a secretaria do STF afirma que esse tipo de recurso deve ser relatado pela presidência do tribunal e não sorteado a um dos ministros.

Nesta segunda-feira (22), Cármen Lúcia determinou a suspensão da posse de Cristiane Brasil no ministério. A decisão foi emitida poucas horas antes da cerimônia de posse, marcada para as 9h, no Palácio do Planalto.

Após uma série de derrotas na primeira e segunda instâncias, a posse havia sido liberada no sábado (20) pelo vice-presidente do STJ (Superior Tribunal de Justiça), Humberto Martins, que atendeu pedido da AGU (Advocacia-Geral da União). Ele entendeu que as condenações em processos trabalhistas impostas à Cristiane Brasil não devem impedi-la de assumir o cargo.

Durante o recesso do STF, cabe à presidente do STF tomar as decisões em casos considerados urgentes e prioritários.

O pedido de liminar foi feito pelo Mati (Movimento dos Advogados Trabalhistas Independentes) logo após a decisão do STJ no sábado. O movimento recorreu ao Supremo sob o argumento de que a competência para dar a palavra final sobre o assunto é do Supremo, não do STJ.

Cármen Lúcia suspende posse de ministra

Reclamação da AGU

A AGU também enviou, na noite do domingo (21), uma petição ao STF solicitando a impugnação do pedido feito pelo Mati.

O documento é assinado pela advogada-geral da União, Grace Mendonça, que diz ser inadmissível “a postura de reclamação constitucional em que se impugna decisão cujo conteúdo se desconhece, aparentemente, com suporte em informações contidas em informe jornalístico”.

O documento sustenta que cabe, sim, ao STJ decidir sobre a posse, por se tratar de fato que não diz respeito à norma constitucional.

Entenda a nomeação de Cristiane Brasil

A nomeação da petebista, que é filha do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, é considerada importante pelo governo para a aprovação da reforma da Previdência.

Cristiane Brasil foi condenada na Justiça do Trabalho por não assinar a carteira nem pagar direitos trabalhistas a um motorista que trabalhava cerca de 15 horas por dia para ela e sua família.

Advogados trabalhistas entraram com várias ações para tentar impedir que ela se tornasse ministra do Trabalho, dizendo que a sua nomeação feria o princípio de moralidade administrativa.

O juiz da 4ª Vara Federal de Niterói, Leonardo da Costa Couceiro, decidiu pela suspensão da posse no início do ano, ao afirmar que a escolha para a pasta do Trabalho era contrária a princípios da administração pública à medida que ele vislumbrara “flagrante desrespeito à Constituição Federal no que se refere à moralidade administrativa, em seu artigo 37, caput, quando se pretende nomear para um cargo de tamanha magnitude, ministro do Trabalho, pessoa que já teria sido condenada em reclamações trabalhistas”.

A AGU recorreu à segunda instância da Justiça, mas uma nova decisão do TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) manteve a suspensão. Os advogados do governo recorreram novamente ao STJ e obtiveram decisão favorável, em caráter liminar (ou seja, provisório) pelo ministro Humberto Martins, vice-presidente do STJ que preside interinamente a corte desde a semana passada.