Leopoldo Raposo assume o Governo de Pernambuco até domingo
Por Nill Júnior
O presidente do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE), Leopoldo Raposo, assume, nesta quarta-feira (06), o Governo de Pernambuco.
O desembargador fica no cargo até o próximo domingo (10), quando o governador Paulo Câmara retornará de missão oficial à Espanha.
A transmissão do cargo ocorreu nesta terça-feira (05), durante solenidade no Palácio do Campo das Princesas, área Central do Recife.
O chefe do Executivo estadual explicou como será a missão oficial de quatro dias na Espanha. “Nessa missão na Espanha, vamos fechar, junto a uma companhia aérea internacional, dois voos Recife-Madri, que terão frequências semanais. Ao mesmo tempo, vamos divulgar o turismo de Pernambuco, que é uma ação que gera emprego e renda e é muito importante para o nosso Estado”, pontuou.
Do Correio Braziliense O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, afirmou, neste sábado (27/6), que irá constituir um advogado para ter acesso à delação premiada do presidente da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa, que disse ao Ministério Público Federal (MPF) ter doado R$ 7,5 milhões para a campanha da presidente […]
Aloízio Mercadante também garantiu ser legal a doação de R$ 250 mil feitas pela UTC para a campanha dele ao governo de São Paulo
Do Correio Braziliense
O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Edinho Silva, afirmou, neste sábado (27/6), que irá constituir um advogado para ter acesso à delação premiada do presidente da empreiteira UTC, Ricardo Pessoa, que disse ao Ministério Público Federal (MPF) ter doado R$ 7,5 milhões para a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2014.
Pessoa é um dos investigados pela Operação Lava-Jato, da Polícia Federal (PF). É considerado o chefe do cartel das empreiteiras, que promoveram desvios de recursos a partir de contratos com a Petrobras. “Eu garanto que as doações feitas à campanha da presidente Dilma em 2014 foram todas feitas dentro da legalidade”, declarou Edinho, que foi tesoureiro da campanha da petista no ano passado.
O ministro da Secom repetiu o que foi dito em nota oficial divulgada nessa sexta-feira (26/6), que ele se encontrou três vezes com Ricardo Pessoa ao longo de 2014. A primeira reunião, em julho, ocorreu na sede do comitê de campanha da líder do Executivo, em Brasília, na qual ficou acertado o cronograma de doações no valor de R$ 7,5 milhões. “Ele me disse que, caso a presidente Dilma passasse para segundo turno, um novo acerto seria feito”.
Edinho afirmou que causa indignação o vazamento seletivo de informações, já que Pessoa é uma figura histórica, tanto para firmar contratos com os governos federal e estadual, como doador de campanha. “Não foram feitas doações apenas para as nossas campanhas. Não aceito esse tipo de criminalização, já que todas as doações feitas à campanha da presidente Dilma foram legais, éticas e as contas foram aditadas e aprovadas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)”.
Edinho reconhece que o governo está sendo vítima de uma luta política que se prolonga desde as eleições. “Defendo uma luta com base em ideias, não em mentiras, pois isso não faz bem para a democracia”. Ele adiantou ainda que durante as duas reuniões realizadas no Palácio da Alvorada, na noite de ontem e na manhã de hoje, antes do embarque de Dilma para os Estados Unidos, o chefe da Casa Civil. Aloízio Mercadante, também garantiu ser legal a doação de R$ 250 mil feitas pela UTC para a campanha dele ao governo de São Paulo.
O ex-prefeito Totonho Valadares disse em entrevista ao Debate das Dez do Programa Manhã Total que é grande a possibilidade de votar no ex-presidente Lula pra presidente da República. Totonho disse que votou em Bolsonaro esperando uma guinada de rumo no país, mas que se decepcionou com a condução do atual presidente. “Sempre disse que […]
O ex-prefeito Totonho Valadares disse em entrevista ao Debate das Dez do Programa Manhã Total que é grande a possibilidade de votar no ex-presidente Lula pra presidente da República. Totonho disse que votou em Bolsonaro esperando uma guinada de rumo no país, mas que se decepcionou com a condução do atual presidente. “Sempre disse que sou lulista, não petista”, voltou a dizer.
O Debate circulou em torno das possibilidades e confirmações das posições do ex-prefeito para a eleição deste ano. Para Estadual, reafirmou o apoio a José Patriota, destacando que tem outros dois nomes amigos na disputa, citando Evângela Vieira e Valdemar Borges. “Votaria em qualquer um dos três, mas pesei o melhor pra Afogados”, disse. Para Federal, confirmou que está 99% decidido em manter o apoio a Gonzaga Patriota.
Perguntado sobre o quadro estadual, admitiu pela primeira vez que pode até votar em Marília Arraes. “Preciso conhecer mais a candidata. Sei de sua origem, neta de Arraes, de quem fui Secretário!”. E foi crítico com Danilo. “Não dá pra comparar a desenvoltura de Danilo e Eduardo. Por isso a eleição não é fácil. É a mais difícil das últimas. Não sei se tem condições de reverter”, disse sobre as pesquisas.
Sobre a gestão Sandrinho, disse ser suspeito para opinar considerando ter o filho Daniel Valadares na vice. Mas pincelou que, apesar dos desafios, como o saneamento que precisa ser concluído, vem trabalhando muito. Perguntado se já era hora de cravar o apoio à reeleição de ambos, disse ainda ser muito cedo. “Eles não tem nem dois anos de gestão”, afirmou.
Marconi Santana, Prefeito de Flores assinou na tarde desta quinta-feira (02), junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, um convênio que tem como objeto a aquisição de Patrulha Mecanizada para Município. O documento está registrado no Convênio MAPA – Plataforma + Brasil, que vai contemplar o município, com uma retroescavadeira. Com aquisição do equipamento, […]
Marconi Santana, Prefeito de Flores assinou na tarde desta quinta-feira (02), junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, um convênio que tem como objeto a aquisição de Patrulha Mecanizada para Município.
O documento está registrado no Convênio MAPA – Plataforma + Brasil, que vai contemplar o município, com uma retroescavadeira.
Com aquisição do equipamento, a administração municipal vai ampliar as ações voltadas para melhorias da vida do homem e mulher do campo com a construção de bebedouros, fazer obras emergenciais, realizar melhorias das estradas rurais; dentre outras ações, além de reforçar a frota de veículos pesados do município.
“Estamos assegurando investimentos importantes para nossa municipalidade, tanto para ampliar as ações na zona rural do no município, com também, na sede. A assinatura deste convênio mostra o quanto nossa administração é voltada para reforçar o nosso leque de ações; principalmente quando investimos em equipamentos pesados, como a aquisição de uma retroescavadeira, que chega para atender as demandas, principalmente dos nossos produtores rurais;” comemorou o gestor.
Agenda: além de assinar o convênio entre Ministério da Agricultura e Prefeitura, Marconi acompanhou neste segundo dia do ano, o andamento dos trabalhos da construção da Unidade Básica de Saúde – UBS, do Bairro Vila Nova e construção da Praça Américo Quidute. O prefeito de Flores finalizou a agenda desta quinta-feira (02), anunciando a reforma/requalificação do ‘beco da carne’
O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, disse, hoje, ser compreensível a decisão do ex-ministro Joaquim Barbosa de não ser candidato à Presidência da República pelo partido nas eleições deste ano. O dirigente informou também que o partido deve se reunir nas próximas semanas para discutir se vai tentar viabilizar outra candidatura ao Planalto ou […]
O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, disse, hoje, ser compreensível a decisão do ex-ministro Joaquim Barbosa de não ser candidato à Presidência da República pelo partido nas eleições deste ano. O dirigente informou também que o partido deve se reunir nas próximas semanas para discutir se vai tentar viabilizar outra candidatura ao Planalto ou não.
“Ele (Barbosa) avisou hoje cedo. Ligou agradecendo muito ao partido, disse que refletiu muito e que tinha decidido não ser candidato.”, afirmou Siqueira ao Estadão/Broadcast. De acordo com ele, Barbosa alegou questões de foro íntimo para não disputar. “Disse a ele que era compreensível, porque é uma decisão de foro muito íntimo ser ou não candidato numa eleição”, afirmou, sem explicar quais as razões de foro íntimo do ex-ministro.
O presidente do PSB contou que esteve com o ex-ministro do STF na semana passada, quando acertaram a contratação de assessores e marcação de encontros com economistas e especialistas na área social para discutir pontos de um futuro plano de governo. “Estivemos juntos na semana passada, tomamos uma série de decisões, mas ele recuou”, declarou o dirigente partidário.
Siqueira disse que a decisão de Barbosa “não chega a ser completamente uma surpresa”. “Essa dúvida ele sempre teve”, disse. “Nós nunca asseguramos a legenda para ele, assim como ele nunca assegurou para nós que seria candidato. Então, estava dentro do combinado”, acrescentou. O presidente disse que o partido vai discutir o que fazer a partir de agora nas próximas semanas. “Vamos discutir esse assunto posteriormente”, declarou.
Após meses de especulações e articulações de bastidores, Barbosa anunciou sua decisão de não disputar o pleito deste ano, em sua conta no Twitter. “Está decidido. Após várias semanas de muita reflexão, finalmente cheguei a uma conclusão. Não pretendo ser candidato a Presidente da República. Decisão estritamente pessoal”, escreveu o ex-ministro, que havia se filiado ao PSB no final de abril.
Dois anos depois de apresentada a denúncia, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) começa a julgar nesta terça-feira (24) o processo interno que apura eventual cometimento de crimes contra a Constituição por parte do juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba (PR). O caso em questão remete aos últimos instantes […]
Sergio Moro no ‘Roda Viva’, da TV Cultura (TV Cultura/Reprodução)
Dois anos depois de apresentada a denúncia, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) começa a julgar nesta terça-feira (24) o processo interno que apura eventual cometimento de crimes contra a Constituição por parte do juiz Sérgio Moro, responsável pela Operação Lava Jato na 13ª Vara Federal de Curitiba (PR).
O caso em questão remete aos últimos instantes do governo Dilma Rousseff, quando o impeachment avançava e a petista, em estratégia política, indicou o ex-presidente Lula para a Casa Civil. Às vésperas da posse, Moro tornou públicos, em 16 de março de 2016, áudios do diálogo ao telefone em que Lula e Dilma conversam sobre o documento de nomeação.
A divulgação, por envolver a Presidência da República, é considerada ilegal e mereceu reprimenda do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Teori Zavascki, morto janeiro de 2017, a Sérgio Moro, que pediu “escusas” ao STF alegando procurado “dar publicidade ao processo e especialmente a condutas relevantes do ponto de vista jurídico e criminal do investigado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva”.
Naquela ocasião, Dilma foi acusada de blindar Lula como foro privilegiado, de forma a evitar sua prisão. Mas a própria gravação de parte dos áudios foi operada irregularmente, uma vez que a Polícia Federal executou a interceptação telefônica depois de ordem de Moro para interromper grampos.
Para a Liderança do PT na Câmara, que apresentou a denúncia ao CNJ, Sérgio Moro cometeu crimes ao violar o sigilo telefônico de uma presidente da República. Para o líder do partido, deputado Paulo Pimenta (RS), há blindagem do CNJ ao juiz da Lava Jato.
Na denúncia, Moro é acusado pelos crimes de “interceptação telefônica da Presidente da República, de Ministros de Estado e de Senador da República, competência exclusiva do Supremo Tribunal Federal”; por “tornar público o conteúdo dessas gravações sem autorização judicial e com objetivos não autorizados em lei”; e por violar o sigilo profissional na comunicação profissional entre advogados e clientes, previstas pelos parágrafos 6º e 7º do art. 7º da Lei 8.906/94″.
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