Notícias

Renon de Ninô defende concurso público e valorização dos professores em debate na Pajeú

Por Nill Júnior

Da Assessoria

O candidato a vice-prefeito de Afogados da Ingazeira na chapa de Zé Negão, Renon de Ninô (PTB), participou nesta sexta-feira (25) do debate promovido pela Rádio Pajeú, no Manhã Total.

No primeiro bloco, Renon falou porque deseja ser vice-prefeito de Afogados da Ingazeira, destacando que seu nome foi escolhido pela vontade do povo.

“Meu nome foi escolhido pelo povo, discutimos com comerciantes, com lideranças da zona rural, e chegamos a esse consenso, diferente de outras candidaturas que tiveram que negociar”, disse ele respondendo a primeira pergunta do debate.

No segundo bloco ele apresentou algumas propostas para retomar o crescimento de Afogados da Ingazeira que estão no plano de governo da chapa Zé Negão e Renon de Ninô. Entre as propostas, a retomada do saneamento global, que se encontra paralisado; valorização dos professores, com reajuste salarial e renegociação dos precatórios; aquisição de ambulâncias para as comunidades rurais; pavimentação dos bairros; incentivo à produção rural; incentivo à chegada de indústrias; realização de concurso público; além do resgate das categorias extintas pelo atual grupo político que governa a cidade.

“Nós temos um objetivo para Afogados, vamos transformar e resgatar Afogados de uma decadência. Vamos buscar recursos para implantar dentro de Afogados e trazer novamente o desenvolvimento. Vamos fazer concurso público, vamos fazer Afogados se desenvolver através de indústrias se instalando na cidade, gerando emprego e renda, vamos fazer o saneamento global”, afirmou Renon.

Outras Notícias

Bolsonaro diz que auxílio emergencial deve ter mais três parcelas, de R$ 500, R$ 400 e R$ 300

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (25) que haverá prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 por mais três meses. O benefício, segundo ele, será reduzido gradualmente, e deve ter parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300. Depois, o pagamento da assistência a trabalhadores informais seria encerrado. O auxílio foi aprovado pelo […]

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (25) que haverá prorrogação do auxílio emergencial de R$ 600 por mais três meses.

O benefício, segundo ele, será reduzido gradualmente, e deve ter parcelas de R$ 500, R$ 400 e R$ 300. Depois, o pagamento da assistência a trabalhadores informais seria encerrado.

O auxílio foi aprovado pelo Congresso com duração de três meses. O objetivo era trazer alívio financeiro às parcelas mais vulneráveis da população.

Com a proximidade do fim dos repasses para os primeiros beneficiados pelo programa, cresceu a pressão para que seja feita a prorrogação.

A medida tem sido discutida internamente no governo, mas Guedes vinha trabalhando por valores inferiores aos divulgados por Bolsonaro.

O motivo da resistência é o elevado custo da medida. A prorrogação no formato apresentado pelo presidente pode gerar um impacto negativo de até R$ 100 bilhões aos cofres federais. Até o momento, o governo já liberou R$ 152 bilhões para o pagamento das três primeiras parcelas.

Na manhã desta quinta, o ministro Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo) já havia afirmado que a extensão do auxílio teria parcela de R$ 500, R$ 400 e R$ 300.

A informação foi publicada pelo ministro em uma rede social, mas ela foi apagada pouco depois. A pasta comandada por ele disse que a publicação estava incorreta e que o assunto ainda estava em discussão no governo.

“O governo vai pagar três parcelas adicionais (de R$ 500, R$ 400 e R$ 300) do auxílio emergencial. A proposta faria o benefício chegar neste ano a pelo menos R$ 229,5 bilhões. Isso é 53% de toda a transferência de renda já feita no programa Bolsa Família desde o seu início, em 2004”, escreveu Ramos.

Ao confirmar essa previsão de valores, Bolsonaro disse que sua equipe de governo ainda trabalha nos cálculos para oficializar a prorrogação.

O tema deve foi debatido nesta quinta em reunião do presidente com os ministros Braga Netto (Casa Civil), Paulo Guedes (Economia) e Onyx Lorenzoni (Cidadania), além dos presidentes do Banco Central, Roberto Campos Neto e da Caixa, Pedro Guimarães.

Inicialmente, o governo planejava pagar mais duas parcelas do auxílio emergencial, no valor de R$ 300 cada uma.

O próprio presidente Bolsonaro chegou a defender o valor e disse que vetaria qualquer ação do Legislativo para aumentá-los.

“Na Câmara por exemplo, vamos supor que chegue uma proposta de duas [parcelas extras] de R$ 300. Se a Câmara quiser passar para R$ 400, R$ 500, ou voltar para R$ 600, qual vai ser a decisão minha? Para que o Brasil não quebre? Se pagar mais duas de R$ 600, vamos ter uma dívida cada vez mais impagável. É o veto”, afirmou Bolsonaro em uma live no dia 11 de junho.

Equipes do IFPE Afogados são campeãs e vice da 46ªJornada de Foguetes

Uma equipe de estudantes do IFPE Afogados foi campeão e outras duas equipes foram vice-campeãs da 46ªJornada de Foguetes, da Mostra Brasileira de Foguetes. A MOBFOG é um evento integrante da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, OBA 2023. A competição avalia, entre outros aspectos, as distâncias máximas alcançadas pelo lançamento dos foguetes e aconteceu […]

Uma equipe de estudantes do IFPE Afogados foi campeão e outras duas equipes foram vice-campeãs da 46ªJornada de Foguetes, da Mostra Brasileira de Foguetes.

A MOBFOG é um evento integrante da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica, OBA 2023.

A competição avalia, entre outros aspectos, as distâncias máximas alcançadas pelo lançamento dos foguetes e aconteceu entre os dias 02 e 05 de outubro, em Barra do Piraí, estado do Rio de Janeiro.

A competição é voltada para alunos do ensino médio que lançam foguetes de bicarbonato de sódio e vinagre, uma mistura que, estando contida em uma câmara de combustão, gera a propulsão necessária para que o foguete decole.

Os competidores colocam em prática seus conhecimentos em ciências desde a fabricação dos foguetes, feito com materiais recicláveis, até o lançamento e a medição das marcas alcançadas.

Os nove estudantes viajaram com as despesas custeadas pelo IFPE e foram acompanhados pelos professores do campus Ladjane Coelho e Newton Souza.

A diretora-geral do IFPE Afogados comemorou o resultado e destacou o trabalho em equipe para tornar a participação dos estudantes possível.

“Gostaria de agradecer aos esforços dos servidores administrativos e professores envolvidos, aos pais pela confiança em nós e, principalmente, parabenizar aos estudantes que levaram o nome do Sertão do Pajeú para Barra do Piraí”.

Vice-campeões em 2022

É a segunda vez que estudantes do Campus Afogados participam da competição, em 2022, a equipe formada pelo trio de estudantes foi vice-campeã. José Fernando Araújo Rodrigues, João dos Santos Leite Virgínio Neto e Gabriel Farias Silva Costa alcançaram a marca de 122,4 metros de lançamento, na modalidade de foguetes com propelente de vinagre de bicarbonato de sódio.

O seu projeto ficou entre os 10 melhores em inovação das 63 equipes da competição.

Conheça as equipes vencedoras:

Equipe 61 – Vice-campeã – Alcance: 185,6 m

Nicole Souza Gomes – 6º período Saneamento Integrado, Gabriel Farias Silva Costa – 6º período Informática Integrado e Pedro Vinícius Gaudêncio de Santana Fônseca – 4º período Informática Integrado.


Equipe 62 – Vice-campeã – Alcance: 130,3 m

Lucas Matheus de Alcântara Pereira – 6º período Saneamento Integrado, Lucas Teixeira dos Santos Filho – 6º período Informática Integrado e José Fernando Araújo Rodrigues – 6º período Informática Integrado. 


Equipe 63 – Campeã – Alcance: 224,6 m

Ellen Lays Marques de França – 6º período Informática Integrado, Maria Eduarda de Carvalho Olegário – 2º período Saneamento Integrado e José Pedro Rick Alves Cavalcante – 4º período Informática Integrado.

Cabrobó: candidato a prefeito é multado por campanha eleitoral antecipada

Carlos Britto Em Cabrobó (PE), Sertão do São Francisco, a juíza eleitoral da comarca, Thaís de Prá, condenou ontem (21) o pré-candidato a prefeito de Cabrobó Dim Saraiva e o seu partido – o MDB – a pagarem um total de R$ 40 mil em multa, por realização de campanha eleitoral antecipada. Os condenados promoveram, […]

Carlos Britto

Em Cabrobó (PE), Sertão do São Francisco, a juíza eleitoral da comarca, Thaís de Prá, condenou ontem (21) o pré-candidato a prefeito de Cabrobó Dim Saraiva e o seu partido – o MDB – a pagarem um total de R$ 40 mil em multa, por realização de campanha eleitoral antecipada. Os condenados promoveram, organizaram e realizaram carreata utilizando-se de minitrio e/ou carro de som automotivo no último dia para convenções partidárias (16 de setembro).

A sentença da juíza diz que “a prática desses atos antes do dia 27 de setembro de 2020 configura propaganda eleitoral antecipada, notadamente porque tiveram a finalidade de demonstrar para os eleitores de uma pequena cidade, de forma bastante apelativa, que o representado é candidato a prefeito, sugestionando ainda que o mesmo teria um grande apoio popular“, proferiu a magistrada.

A representação foi movida pelo Ministério Público à Justiça Eleitoral de Cabrobó, através do processo número 0600063-58.2020.6.17.0077. No dia da realização Convenção do MDB a promotora de Justiça Jamile Figueirôa já havia tentado, por meio de representação eleitoral, impedir a realização da carreata.

Dim Saraiva foi condenado a pagar R$ 20 mil e o MDB outros R$ 20 mil, perfazendo um total de R$ 40 mil. Durante a convenção, transmitida ao vivo pelas redes sociais, a então pré-candidata a vereadora Virlane Saraiva pediu votos para o irmão, Dim Saraiva. O vídeo contendo a cena foi divulgado na internet. De acordo com os advogados que acompanham os processos eleitorais em Cabrobó, foram cometidas diversas irregularidades durante o evento político.

Zeca diz já ter nome para sucessão em Arcoverde

Deputado não revela nome, mas aumentam rumores de que deve lançar a esposa Neriane Cavalcanti O Deputado Federal Zeca Cavalcanti disse já ter definido o nome que disputará a sucessão por seu grupo em outubro na cidade de Arcoverde, para enfrentar a prefeita e candidata a reeleição, Madalena Brito. “Já temos o nome, mas ainda não […]

a-zeca-neriane-cavalcantiDeputado não revela nome, mas aumentam rumores de que deve lançar a esposa Neriane Cavalcanti

O Deputado Federal Zeca Cavalcanti disse já ter definido o nome que disputará a sucessão por seu grupo em outubro na cidade de Arcoverde, para enfrentar a prefeita e candidata a reeleição, Madalena Brito.

“Já temos o nome, mas ainda não fiz o anúncio oficial em Arcoverde. Ganharemos pela rejeição muito grande que a prefeita goza, pelos desmandos, pelo que vem fazendo com a sua família”, diz, em referência às críticas de gestão nepotista.

“Voltaremos aos tempos de outrora. Tenho fé que nosso nome fará um novo governo. Terminando esse mês, já anunciaremos”, disse, sem especificar data..

Nos bastidores, especula-se que o nome pode ser o da esposa de Zeca, a ex-secretária de assistência Social Neriane Cavalcanti. O nome de Neriane já vem sendo sondado dede o rompimento de Madalena e Zeca, que se deu no processo eleitoral de 2014, quando a gestora decidiu apoiar Paulo Câmara.

No momento, o único nome confirmado é o da própria prefeita, com direito a uma reeleição. Esta semana, Madalena já falou em tom de campanha ao programa Frente a Frente, com Magno Martins. Questionou o grupo de Zeca e Júlio, a quem disse já estar em campanha e afirmou que a cidade vive “um canteiro de obras”. Outro nome cotado é o de Eduíno Brito, Deputado Estadual.

Juiz diz que tinha ‘suspeitas substanciais’ para prender Ribeiro e pastores

Depois que o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF-1), em Brasília, mandou soltar o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, preso na Operação Acesso Pago, o juiz Renato Borelli, da 15.ª Vara Federal do Distrito Federal, que havia determinado a prisão preventiva, disse que tomou a decisão com base em “suspeitas […]

Depois que o desembargador Ney Bello, do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF-1), em Brasília, mandou soltar o ex-ministro da Educação, Milton Ribeiro, preso na Operação Acesso Pago, o juiz Renato Borelli, da 15.ª Vara Federal do Distrito Federal, que havia determinado a prisão preventiva, disse que tomou a decisão com base em “suspeitas substanciais”. A reportagem é de Fausto Macedo, Rayssa Motta, Júlia Affonso e Pepita Ortega/Estadão Conteúdo. 

“Todas as decisões foram proferidas com base em indicativos cabais que haveria ma sequência de condutas suspeitas no Ministério da Educação (chamado de gabinete paralelo*) e que poderiam amoldar-se aos tipos penais acima especificados; é dizer, as decisões não foram proferidas sem o respaldo legal justificador”, diz um trecho da manifestação enviada ao gabinete do desembargador.

O magistrado contrapõe os argumentos usados por Ney Bello para dar o habeas corpus que colocou o ex-ministro em liberdade. A decisão do desembargador, que desfez a ordem do juiz Renato Borelli, teve dois fundamentos principais: o de que Milton Ribeiro não está mais no Ministério da Educação (MEC) e o de que os fatos investigados não têm “contemporaneidade”.

Em resposta, o juiz federal de primeiro grau reitera que, mesmo fora do governo, o ex-ministro “ainda pode interferir na produção de provas sobre eventual conduta criminosa pretérita”.

“O fato de o investigado não mais pertencer aos quadros da Administração Pública não o exime de responder pelos atos porventura típicos que em outra época tenha sido autor, nem tampouco se atualmente ele pode ou não continuar praticando”, argumenta.

Borelli diz ainda que não dá para cravar se há ou não “contemporaneidade” nos fatos investigados, o que segundo ele demandaria um aprofundamento das investigações.

“Com efeito, em um Estado Democrático de Direito, a ninguém é dado permanecer inerte, muito menos às autoridades estatais, diante de situações que podem configurar lesão a qualquer bem jurídico tutelado pelo Direito Penal, mormente quando o bem lesado pertence a toda sociedade”, escreveu.

O juiz também nega que tenha impedido as defesas de tomarem conhecimento do processo. Ele afirma, no entanto, que a ordem de prisão não poderia ter sido comunicada antes do cumprimento, “sob pena de torná-la ineficaz pelo conhecimento prévio”. “Tão logo as cautelares foram todas cumpridas, franqueou-se às defesas dos investigados acesso às informações processuais”, explica.

A manifestação foi enviada ao desembargador Ney Bello horas após ele mandar soltar o ex-ministro. A decisão também beneficiou os pastores Gilmar Santos e Arilton Moura, que também são investigados no inquérito sobre o gabinete paralelo no MEC.