Morreu em São Paulo o poeta Cícero Alves, vítima de um acidente de trabalho. Em contato com o Blog do Marcello Patriota a esposa de Lázaro disse que Cícero estava trabalhando e caiu de cima de uma laje em construção.
O poeta foi socorrido, mas não resistiu e veio à óbito. O sepultamento será hoje em São Paulo. Cícero Alves participava de programas de poesia na Gazeta FM de São José do Egito.
Em nota, a Gazeta FM e o Blog do Marcello Patriota se solidarizaram com os amigos e a familiares. Cícero era irmão do poeta Lázaro Pessoa e de Lilito Alves, de uma Escola tradicional do município.
Por Cláudio Soares, advogado e jornalista Uma abordagem policial ocorrida em Belo Jardim, neste domingo(09), desperta sérias preocupações sobre o uso desproporcional da força e a necessidade de respeito aos limites legais da atuação policial. As imagens mostram, ao que se observa, quatro policiais diante de uma pessoa que já estaria dominada e algemada, enquanto […]
Uma abordagem policial ocorrida em Belo Jardim, neste domingo(09), desperta sérias preocupações sobre o uso desproporcional da força e a necessidade de respeito aos limites legais da atuação policial.
As imagens mostram, ao que se observa, quatro policiais diante de uma pessoa que já estaria dominada e algemada, enquanto um dos agentes desfere golpes no rosto do abordado. Se confirmada essa dinâmica, a agressão não pode ser tratada como simples procedimento de contenção.
É evidente que eventual resistência anterior deve ser apurada pelas autoridades competentes. A polícia tem o direito, e o dever de utilizar a força necessária para controlar uma situação de risco. Mas força policial não pode se transformar em violência gratuita depois que a pessoa já está imobilizada.
A eventual prática de tortura é extremamente grave e não pode ser relativizada em razão da condição de quem a pratica ou de quem a sofre. O Estado, justamente por deter o monopólio legítimo da força, tem uma responsabilidade ainda maior de agir dentro da lei.
O episódio precisa ser investigado com independência, garantindo-se o direito de defesa dos policiais e, ao mesmo tempo, a proteção da vítima e a apuração rigorosa de eventual abuso.
Na prática da barbárie, ninguém é diferente. A autoridade policial não pode ser confundida com autorização para a brutalidade.
O combate à criminalidade exige firmeza, mas também exige legalidade, técnica, equilíbrio e respeito à dignidade humana. É isso que diferencia a força legítima do Estado da violência que o próprio Estado tem o dever de combater.
Na última quarta feira (14), foi iniciada a implantação do Sistema de Abastecimento d’água da comunidade do Barro Branco através de recursos do Tesouro Estadual, através do Governador Paulo Câmara, SISAR, COMPESA e apoio do município de Iguaracy. No total, 83 famílias serão beneficiadas. A gestão será feita pelo SISAR e pela comunidade. A prefeitura […]
Na última quarta feira (14), foi iniciada a implantação do Sistema de Abastecimento d’água da comunidade do Barro Branco através de recursos do Tesouro Estadual, através do Governador Paulo Câmara, SISAR, COMPESA e apoio do município de Iguaracy.
No total, 83 famílias serão beneficiadas. A gestão será feita pelo SISAR e pela comunidade. A prefeitura de Iguaracy, através do governo municipal, deu apoio para a inclusão da comunidade entre as beneficiadas pelo governo do estado. No total, dez comunidades foram contempladas em no Alto Pajeú, estando a comunidade do Barro Branco entre elas.
“Foi com muita felicidade que vim aqui hoje participar dessa reunião. Tenho certeza que a vida de cada um de vocês vai mudar para melhor a partir de agora. Trago comigo a felicidade do Prefeito Zeinha, que não pôde estar presente por estar cumprindo uma agenda na capital, mas que está muito feliz pela realização deste projeto”, disse o secretário Marcos Melo. Zeinha cumpria agenda com o govenador Paulo Câmara.
Também participaram do evento o Secretário de Agricultura, Geraldo Rocha, o vereador Fábio Torres, a Presidente da Associação, Gildete Barros, o Presidente do SISAR Pajeú Antônio dos Anjos, Ângela e Inácio Moura, representantes do Conselho Municipal, Eduardo Brito e Jairo Silva representando a COMPESA, Ivo Flávio representando a empresa COSAMPA, Alex Timóteo, operador de Elevatória do SISAR Alto Pajeú, além de lideranças locais e moradores.
Os parlamentares ainda podem recorrer à CCJ. A decisão final sobre o caso será do Plenário da Câmara O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5), após mais de nove horas de reunião, a suspensão dos mandatos dos deputados Marcos Pollon (PL-MS), Marcel van Hattem (Novo-RS) e Zé […]
Os parlamentares ainda podem recorrer à CCJ. A decisão final sobre o caso será do Plenário da Câmara
O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (5), após mais de nove horas de reunião, a suspensão dos mandatos dos deputados Marcos Pollon (PL-MS), Marcel van Hattem (Novo-RS) e Zé Trovão (PL-SC) por 60 dias. Os parlamentares ainda podem recorrer à Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ). A decisão final será do Plenário por maioria absoluta (257 deputados).
Foi aprovado o parecer do relator, deputado Moses Rodrigues (União-CE). O texto do relator conclui que os três parlamentares adotaram condutas incompatíveis com o decoro parlamentar durante a ocupação da Mesa Diretora da Casa na sessão do Plenário de 5 de agosto de 2025.
Durante a ocupação, os deputados cobravam a inclusão na pauta do projeto de anistia (PL 216/23) aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro. O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), só conseguiu reocupar a cadeira da Presidência no dia 6 de agosto.
Rodrigues recomendou punição severa para sinalizar que a Câmara não tolera esse tipo de comportamento, aumentando para 60 dias de suspensão a pena inicialmente sugerida pela Mesa Diretora, que era de 30 dias.
Pollon respondeu por se sentar na cadeira da Presidência da Câmara, impedindo o retorno do presidente Hugo Motta; Van Hattem por ter ocupado outra cadeira da Mesa; e Zé Trovão por ter usado o corpo para barrar fisicamente o acesso do presidente à Mesa.
As condutas foram objeto das representações 24, 25 e 27, todas de 2025, e votadas separadamente. No caso de Pollon, foram 13 votos pela suspensão e 4 contrários, o mesmo placar de Van Hattem. Zé Trovão teve 15 votos pela suspensão e 4 contrários.
Em sua defesa, Zé Trovão fez um desabafo emocionado logo no início da reunião, afirmando que a suspensão afeta diretamente seus assessores, “deixando cerca de 20 famílias sem sustento” por dois meses. “O que mais está me doendo hoje é olhar nos olhos dos meus funcionários e não saber o que falar.”
Em sua defesa, citou passagens bíblicas e fatos históricos, e classificou o momento político como de perseguição e inversão de valores. “Se for preciso tomar a Mesa novamente em algum momento da história para defender quem me elegeu, assim o farei”, disse Zé Trovão.
O advogado Eduardo Moura, na defesa técnica, argumentou que vídeos da sessão não revelam irregularidades do deputado e destacou que testemunhas o descreveram como “alguém que tentava impedir conflitos físicos no Plenário”.
Fazendo coro ao colega, Van Hattem chamou o processo de “perseguição política” e comparou sua situação à dos presos pelos atos de 8 de janeiro. O deputado também afirmou que, havendo necessidade, faria novamente. E acrescentou: “se essa injustiça vier, vamos enquadrar e colocar na parede como medalha de honra”.
Pela defesa do deputado, o advogado Jeffrey Chiquini definiu o julgamento como uma “punição política”.
Pollon criticou duramente a recusa da Presidência da Câmara em pautar o projeto de anistia aos envolvidos no 8 de janeiro e classificou as prisões como “ilegais” e o cenário jurídico atual do Brasil como um “estado de exceção”. “Não carregaremos a vergonha de termos nos acovardado ou omitido”, disse.
Na defesa técnica, o advogado Mariano lamentou a negativa de ouvir testemunhas sugerias pela defesa e também disse que as questões técnicas foram deixadas de lado em favor de um julgamento político.
O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) lamentou as ofensas dirigidas ao relator e à Mesa Diretora durante o debate no Conselho de Ética e relacionou a ocupação física do Plenário a um processo histórico de golpismo. Para ele, o relatório do conselho separa “os golpistas dos democratas”.
Em defesa dos acusados, o deputado Sargento Gonçalves (PL-RN) comparou o processo a uma tentativa de criminalizar a direita por atos que a esquerda já teria praticado no passado. Gonçalves questionou a escolha de apenas três deputados como “bode expiatório” em meio à participação de mais de 100 deputados nos atos de ocupação.
Um homem de identidade e idade não reveladas morreu agora a pouco na PE 320, próximo ao entroncamento com a PE 309, que vai até o município de Solidão. Segundo informações preliminares, a moto em que o homem seguia se chocou com uma D20. A imagem era forte, com o senhor estendido na pista. Não […]
Um homem de identidade e idade não reveladas morreu agora a pouco na PE 320, próximo ao entroncamento com a PE 309, que vai até o município de Solidão.
Segundo informações preliminares, a moto em que o homem seguia se chocou com uma D20. A imagem era forte, com o senhor estendido na pista.
Não há detalhes das circunstâncias do acidente, como, por exemplo, quem deu causa à colisão.
Nas redes sociais, muitos boatos sobre sua identidade, ainda não confirmada. Uma das versões dá conta de que é um cobrador do estado do Ceará.
Partido deverá identificar e incluir responsáveis pelas páginas citadas no processo PRIMEIRA MÃO O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) intimou o Partido Socialista Brasileiro (PSB) para aditar a petição inicial da Representação nº 0600107-07.2026.6.17.0000, que apura suposta propaganda eleitoral irregular atribuída à governadora Raquel Lyra e à vice-governadora Priscila Krause, entre outros. De acordo […]
Partido deverá identificar e incluir responsáveis pelas páginas citadas no processo
PRIMEIRA MÃO
O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE) intimou o Partido Socialista Brasileiro (PSB) para aditar a petição inicial da Representação nº 0600107-07.2026.6.17.0000, que apura suposta propaganda eleitoral irregular atribuída à governadora Raquel Lyra e à vice-governadora Priscila Krause, entre outros.
De acordo com o documento assinado em 25 de março de 2026 pela servidora Maria Helena Sales de Oliveira, da Coordenadoria de Registros e Informações Processuais, a intimação cumpre determinação do relator, o desembargador Erik de Sousa Dantas Simões.
O texto determina que o PSB, “para, querendo, promova o aditamento da petição inicial, com a inclusão, no polo passivo, dos responsáveis que vierem a ser identificados”, em conformidade com o item “c” da decisão anterior.
Representação e partes envolvidas
A representação foi proposta pelo PSB, tendo como representados:
Raquel Teixeira Lyra Lucena (governadora de Pernambuco);
Priscila Krause Branco (vice-governadora);
Daniel Pires Coelho;
Simone Benevides de Pinho Nunes;
Facebook Serviços Online do Brasil Ltda.;
e as páginas de apoio denominadas “Time Raquel Lyra Oficial”, “Time de Raquel”, “Time Priscila Krause” e “PE com Raquel”.
A ação trata de publicações nas redes sociais que o PSB entende configurarem divulgação irregular de imagem e conteúdo político, caracterizando possível propaganda antecipada.
Etapa processual
A intimação não decide o mérito da causa, mas apenas concede prazo para que o partido:
inclua eventuais novos responsáveis identificados, como administradores das páginas;
adapte a petição inicial com base nas informações coletadas;
e dê prosseguimento ao processo conforme as exigências da decisão anterior.
A próxima fase dependerá do aditamento da petição pelo PSB e da posterior análise pelo relator do caso.
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