Ladrão do Mercadão é reincidente e deveria estar preso antes do crime
Por Nill Júnior
O criminoso que furtou o Mercadão Confiança é contumaz reincidente, apurou o blog.
Ruan Gomes de Santana, que fez recentemente 20 anos, foi alvo de mandado de prisão, cujo cumprimento foi comunicado na data de hoje, nos autos do processo n. 0000452-82.2022.8.17.4110, o do furto ao Mercadão.
Ele ainda responde à ação penal 0000783-50.2022.8.17.2110, também por furto. Ainda consta em sua ficha medida socioeducativa por ato infracional análogo ao crime de furto, quando menor.
“Não entendi como ele foi preso ontem se já estaria preso desde julho. Ou fugiu da cadeia ou havia sido revogada a sua prisão anteriormente, o que não encontrei nos processos”, diz um assessor jurídico do blog.
A Expoagro não é apenas a programação artística que todos respeitam. É também um importante espaço de exposição e comercialização da caprinovinocultura nordestina. A XVI Expoagro foi palco de uma das maiores exposições ranqueadas, reunindo dezenas de criadores de Pernambuco e de outros Estados do Nordeste. Organizada pela Prefeitura de Afogados, a feira contou com […]
A Expoagro não é apenas a programação artística que todos respeitam. É também um importante espaço de exposição e comercialização da caprinovinocultura nordestina.
A XVI Expoagro foi palco de uma das maiores exposições ranqueadas, reunindo dezenas de criadores de Pernambuco e de outros Estados do Nordeste.
Organizada pela Prefeitura de Afogados, a feira contou com mais de quinhentos animais vindos de cidades do Pajeú, Moxotó, bem como dos Estados de Sergipe, Alagoas, Rio Grande do Norte e Paraíba.
Segundo o Secretário de Agricultura de Afogados, Rivelton Santos, essa foi uma das melhores de todos os tempos também na exposição de animais.
“Tudo correu bem, tivemos a participação de mais de cinquenta criadores, gerando um volume de negócios de mais de duzentos mil reais. Concluímos a feira com uma avaliação muito positiva e agradecendo a participação de todos os criadores,” afirmou Rivélton Santos. A premiação concedida pelo município aos criadores totalizou R$ 40 mil.
Na tarde desta quarta-feira (7), o prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares realizou a entrega de uma nova quadra poliesportiva para o município na Escola São José Professora Rosa do Prado. A nova quadra, foi construída com o objetivo de proporcionar um espaço adequado e seguro para a prática de diversas modalidades esportivas, […]
Na tarde desta quarta-feira (7), o prefeito de São José do Egito, Evandro Valadares realizou a entrega de uma nova quadra poliesportiva para o município na Escola São José Professora Rosa do Prado.
A nova quadra, foi construída com o objetivo de proporcionar um espaço adequado e seguro para a prática de diversas modalidades esportivas, beneficiando diretamente a comunidade local, especialmente os jovens e estudantes da região do Alto Egipciense, que engloba os bairros São João, Conjunto Habitacional Júnior Valadares, Vila da Cohab e Antônio Marinho.
A cerimônia de entrega contou com a presença da secretária de educação, a professora Selma Leite e demais secretários municipais, além de toda comunidade escolar.
Durante o evento, Evandro Valadares destacou a importância de investir em equipamentos públicos que promovam a saúde e a qualidade de vida da população.
“Esta quadra representa não apenas um espaço para a prática esportiva, mas também um local de encontro, convivência e formação de valores para nossos jovens. Continuaremos trabalhando para oferecer cada vez mais oportunidades e melhorar a vida dos nossos cidadãos”, afirmou o prefeito.
A nova quadra poliesportiva é coberta, tem iluminação em led, arquibancadas, além de ser adaptada para receber diferentes esportes como futsal, vôlei, e handebol.
A entrega da quadra também teve as apresentações de alunos da Escola São José Professora Rosa do Prado, com a Banda de Fanfarra Jânio Leite e dois grupos de dança. Uma partida de futsal entre alunos das escolas de Mundo Novo e São José aconteceu para marcar a entrega oficial.
Do Blog do Magno Prefeitos do interior do Estado e gestores de 11 autarquias atenderam ao chamado da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e da Assiespe (Associação das Instituições de Ensino Superior) para discutir a situação do Proupe (Programa Universidade para Todos em Pernambuco). Todos aproveitaram a reunião, realizada ontem, no Recife, para apresentar as […]
Prefeitos do interior do Estado e gestores de 11 autarquias atenderam ao chamado da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe) e da Assiespe (Associação das Instituições de Ensino Superior) para discutir a situação do Proupe (Programa Universidade para Todos em Pernambuco). Todos aproveitaram a reunião, realizada ontem, no Recife, para apresentar as dificuldades pelas quais as instituições estão passando devido ao atraso no repasse das bolsas.
O presidente da Faculdade de Ciências Aplicadas e Sociais de Petrolina (Facape) e vice-presidente da Assiespe, Rinaldo Remígio, destacou que, após um protesto realizado por professores e estudantes em frente ao Palácio do Campo das Princesas na semana passada, o governo realizou o pagamento de uma parcela atrasada na última segunda-feira, mas três meses ainda estão pendentes. O débito já ultrapassaria R$ 8 milhões. O presidente da Facape vem buscando, junto a parlamentares e representantes do Governo do Estado, estratégias para regularização do pagamento e permanência do programa nos próximos semestres.
“As autarquias atendem diretamente a uma população de quase 4 milhões de habitantes, chegando a beneficiar até municípios de estados vizinhos. Com o atraso do Proupe, muitas dessas instituições estariam com estrutura e salários comprometidos”, reforçou.
O presidente da Amupe, José Patriota, reconheceu a importância do pleito e destacou a necessidade de manter o Proupe como instrumento facilitador no acesso dos estudantes ao Ensino Superior. Durante a reunião de ontem, ficou agendado mais um encontro no dia 8 de outubro com os secretários estaduais da Fazenda, Márcio Stefani, e da Ciência e Tecnologia, Lúcia Melo.
“Representantes da União dos Estudantes de Pernambuco (UEP), secretários estaduais, prefeitos e gestores das autarquias deverão participar de uma nova reunião no início do próximo mês para apresentação de uma proposta definitiva acerca do futuro do Proupe. Acreditamos que a união de forças fortalecerá o programa que abre os caminhos e dá oportunidades para muitos estudantes do interior”, disse o professor Remígio.
A Prefeitura de Serra Talhada emitiu nota nesta sexta-feira (11) propondo a municipalização do Museu do Cangaço, que pertence à Fundação Cultural Cabras de Lampião. A proposta foi feita após a a presidenta da Fundação Cabras de Lampião, Cleonice Maria, dizer na Cultura FM 92,9 que a gestão da prefeita Márcia Conrado cortou a ajuda […]
A Prefeitura de Serra Talhada emitiu nota nesta sexta-feira (11) propondo a municipalização do Museu do Cangaço, que pertence à Fundação Cultural Cabras de Lampião.
A proposta foi feita após a a presidenta da Fundação Cabras de Lampião, Cleonice Maria, dizer na Cultura FM 92,9 que a gestão da prefeita Márcia Conrado cortou a ajuda que era repassada mensalmente para a manutenção de museu. Ela disse ainda que a gestão da petista vem ignorando a campanha em prol do equipamento cultural em Serra Talhada.
Contrariando a fala de Cleonice, a gestão alega que segue ajudando na manutenção do Museu do Cangaço. As informações são do Sertão Notícias PE.
CONFIRA A NOTA:
Após a notícia de que o Museu do Cangaço, que reúne um importante acervo da história de Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, o Rei do Cangaço, corre o risco de fechar as portas, a gestão municipal de Serra Talhada sugeriu, nesta sexta-feira (11), a municipalização do Museu, que guarda importantes referências para a preservação da cidade sertaneja. Em entrevista à rádio Vila Bela, o presidente da Fundação de Cultura de Serra Talhada, Josenildo Barboza, reforçou que em nenhum momento a gestão municipal foi procurada ou sequer comunicada da atual situação do Museu do Cangaço.
Atualmente, a Fundação Cabras de Lampião, responsável pela administração do referido museu, que é privado, recebe o ajuda da Prefeitura, garantindo o pagamento de contas como água e energia, além da própria cedência do prédio. A entidade lançou uma campanha com o intuito de salvar o Museu do Cangaço.
Na entrevista concedida ao radialista Francis Maya, Josenildo Barboza propôs que o Museu do Cangaço fosse municipalizado garantindo gratuidade da entrada, assim como o pagamento de todas as despesas geradas no museu.
O presidente da Fundação de Cultura ainda sugeriu que para salvar o Museu do Cangaço e toda a história de Lampião, o acervo, que é de propriedade particular, seja doado ao município, fazendo assim valer a responsabilidade com cultura do município e assegurando a todos o acesso de forma livre.
Cautelar suspende pagamentos para gráfica que já foi investigada em operação da Polícia Federal O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) determinou a suspensão de novos pagamentos para uma empresa gráfica contratada pela Secretaria de Educação da Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho. O contrato de R$ 11 milhões foi assinado com uma […]
Cautelar suspende pagamentos para gráfica que já foi investigada em operação da Polícia Federal
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) determinou a suspensão de novos pagamentos para uma empresa gráfica contratada pela Secretaria de Educação da Prefeitura do Cabo de Santo Agostinho.
O contrato de R$ 11 milhões foi assinado com uma empresa supostamente investigada pela Operação Casa de Papel, da Polícia Federal. O pedido de suspensão dos pagamentos partiu do Ministério Público de Contas de Pernambuco (MPC-PE), em representação protocolada pelo procurador Cristiano Pimentel.
O contrato assinado pelo ex-deputado federal Betinho Gomes (PSDB), atual secretário municipal, tinha por objeto o “projeto de apoio pedagógico de cunho inovador, a fim de apoiar a Secretaria de Educação no desenvolvimento do Programa AprovaCabo para os estudantes do Ensino Fundamental”.
O valor do contrato, segundo o TCE, era de R$ 11.479.579,52 (onze milhões quatrocentos e setenta e nove mil quinhentos e setenta e nove reais e cinquenta e dois centavos) com a empresa UTILGRAFICA E EDITORA LTDA.
A decisão cautelar do TCE, assinada pela relatora Teresa Duere, aponta que a empresa contratada está sendo investigada pela Operação Casa de Papel, da Polícia Federal. “O juiz federal da 13ª Vara Federal, autorizou a Operação Casa de Papel, da Polícia Federal, contra o mesmo grupo empresarial do ramo gráfico e de material escolar, comandado pelo empresário Sebastião Figueiroa”, diz trecho da decisão do TCE.
O MPC-PE também apontou outras supostas irregularidades no processo de contratação da Prefeitura do Cabo. O MPC-PE diz que R$ 4 milhões em empenhos foram emitidos a favor da empresa antes mesmo da homologação da licitação em pregão.
“Conforme informado acima, a homologação do pregão ocorreu em 05/09/2022. Todavia, a Prefeitura já tinha emitido antes dois empenhos de R$ 2.457.240,78 e de R$ 2.459.162,70 para a empresa em 26/08/2022, portanto, antes da homologação, em indício de favorecimento da empresa”, diz o MPC-PE na representação.
Os pagamentos, segundo o MPC-PE, foram feitos dias após a Prefeitura homologar a licitação.
“As duas notas fiscais da empresa foram emitidas em 08/09/2022, portanto, apenas três dias após a homologação. Ainda, os dois pagamentos de R$ 2.457.240,78 e R$ 2.459.162,70 foram realizados em 15/09/2022, apenas após dez dias da homologação”, diz a representação do MPC-PE.
A decisão do TCE registra que “apenas dez dias depois da homologação, a empresa já recebeu R$ 4.916.403,48 de um contrato total de R$ 11.479.579,52”. Ainda, para o MPC-PE, a sede da empresa, um endereço do bairro da Boa Vista no Recife, é “incompatível” com o tamanho do contrato de R$ 11 milhões.
A decisão da conselheira Teresa Duere, relatora do processo, acatou também outros argumentos da representação do MPC-PE.
“Afora o indicativo de a empresa contratada ser investigada em recentes operações policiais, conforme cita o MPC-PE em sua representação, há o fato de que (i) está irregular na Junta Comercial, (ii) apresenta baixo capital social ante o valor do contrato, (iii) existe incompatibilidade entre o valor contratado e o faturamento de seu enquadramento como microempresa, e (iv) sua sede não indicar a capacidade operacional para a execução do objeto do contrato. Merece destaque o volume de pagamentos já efetuados a Utilgrafica e Editora Ltda. O MPC-PE aponta a emissão de dois empenhos na data de 26/08/2022, que juntos somam R$ 4.916.403,48, antes da homologação do Pregão ocorrida em 05/09/2022”, disse Teresa Duere, em sua decisão.
A ordem do TCE, ao final, foi para “determinar ao Secretário Municipal de Educação do Cabo de Santo Agostinho, Heberte Lamarck Gomes da Silva, que suspenda os pagamentos do Contrato celebrado com a empresa Utilgrafica e Editora Ltda, até pronunciamento posterior deste TCE-PE”.
O secretário Betinho Gomes terá cinco dias para se manifestar, perante o TCE, sobre esta cautelar.
A Segunda Câmara do TCE, composta por três conselheiros, ainda vai analisar a decisão.
É a segunda cautelar recentemente deferida pelo TCE contra um contrato milionário assinado pelo secretário Betinho Gomes. Em setembro, o TCE expediu outra medida cautelar para suspender os pagamentos decorrentes de um contrato sem licitação da Prefeitura com a organização social Instituto Educacional Menino Jesus. Na ocasião, o contrato tinha o valor total de R$ 6 milhões. Leia aqui a íntegra da medida cautelar.
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