Notícias

Justiça mantém suspensão de reunião do PSDB-PE que escolheu Diogo Moraes como líder

Por André Luis

A Justiça Eleitoral rejeitou o pedido do PSDB para reconsiderar a decisão que anulou os efeitos de uma reunião da Comissão Executiva Interventora do partido em Pernambuco. No encontro, havia sido escolhida a liderança da bancada tucana na Assembleia Legislativa, com o deputado Diogo Moraes indicado para o posto. A medida foi questionada judicialmente pela deputada Débora Almeida.

Na decisão, o magistrado reconheceu que a direção nacional pode intervir nos diretórios estaduais, mas ressaltou que a medida não permite descumprir o estatuto partidário. Ele destacou que regras internas, como prazos de convocação e quórum mínimo, são essenciais para garantir participação e transparência.

“O cumprimento dos prazos previstos no estatuto não é mero formalismo, mas instrumento para assegurar debate e isonomia entre as correntes internas. Sem tempo adequado, não há participação consciente”, registrou o juiz.

O magistrado ainda pontuou que a presença de todos os membros da Executiva Interventora não elimina a necessidade de seguir os procedimentos previstos nas normas internas. Com isso, todos os atos deliberados no encontro, incluindo a escolha de Moraes como líder, permanecem suspensos.

Outras Notícias

Datafolha em SP: Bruno Covas tem 55% e Guilherme Boulos, 45%

Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira 24 pela Folha de São Paulo mostra Bruno Covas (PSDB) ainda na liderança do segundo turno em São Paulo, mas com uma vantagem menor em relação a Guilherme Boulos (PSOL). O tucano aparece com 48%, enquanto o candidato do PSOL tem 40%. Em comparação com a última pesquisa, realizada nos […]

Pesquisa Datafolha divulgada nesta terça-feira 24 pela Folha de São Paulo mostra Bruno Covas (PSDB) ainda na liderança do segundo turno em São Paulo, mas com uma vantagem menor em relação a Guilherme Boulos (PSOL).

O tucano aparece com 48%, enquanto o candidato do PSOL tem 40%. Em comparação com a última pesquisa, realizada nos dias 17 e 18 de novembro e divulgada em 19 de novembro, Covas manteve o percentual, e Boulos oscilou positivamente 5 pontos percentuais (35% para 40%).

No levantamento atual, realizado no dia 23 de novembro, foram ouvidos 1.260 eleitores na cidade de São Paulo. O índice de branco/nulo foi de 9%;  não sabe/Não respondeu foi de  3%.

Calculados somente os votos válidos, quando são  excluídos da amostra os votos brancos, os nulos e os eleitores que se declaram indecisos, Covas aparece com 55% e Boulos com 45%. Em relação à pesquisa anterior, Covas oscilou negativamente 3 pontos percentuais, e Boulos oscilou positivamente 3 pontos percentuais.

Lula está bem e deve ter alta na semana que vem, dizem médicos após procedimento

A equipe médica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na manhã desta quinta-feira (12), em entrevista à imprensa, que o presidente está bem e “superestável” após a realização de procedimento para evitar um novo sangramento na cabeça. A previsão de alta está mantida para o início da semana que vem, na segunda ou […]

A equipe médica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse na manhã desta quinta-feira (12), em entrevista à imprensa, que o presidente está bem e “superestável” após a realização de procedimento para evitar um novo sangramento na cabeça. A previsão de alta está mantida para o início da semana que vem, na segunda ou terça-feira.

Segundo os médicos, o exame neurológico do presidente está normal. A única recomendação é de repouso relativo para que ele não faça esforço físico e evite estresse emocional.

A técnica realizada em Lula não é considerada uma cirurgia, mas um “procedimento endovascular (embolização de artéria meníngea média)”. A intervenção faz parte do protocolo pós-cirúrgico.

“O procedimento foi feito com sucesso, é um complemento ao procedimento cirúrgico [de terça]. O presidente está acordado, na UTI, já está comendo, está superestável. Então, isso não atrasou nem um pouco a programação dos próximos dias, que, dependendo da evolução do presidente, ele deverá ter alta no começo da semana”, afirmou Roberto Kalil, que é médico pessoal de Lula, acrescentando depois que a alta deverá ser na segunda ou terça. As informações são do g1.

Tabira: governista garante que candidato sairá de pesquisa

Djalma das Almofadas disse que decisão será entre ele e Flávio Marques. Já Marcos Crente, responsabiliza deputado Carlos Veras pela divisão. Dois vereadores e dois destinos para a sucessão municipal de Tabira. Djalma das Almofadas eleito e reeleito no palanque do ex-prefeito Dinca pelo MDB, passou de líder da oposição para integrante da bancada governista […]

Djalma das Almofadas disse que decisão será entre ele e Flávio Marques.

Já Marcos Crente, responsabiliza deputado Carlos Veras pela divisão.

Dois vereadores e dois destinos para a sucessão municipal de Tabira. Djalma das Almofadas eleito e reeleito no palanque do ex-prefeito Dinca pelo MDB, passou de líder da oposição para integrante da bancada governista e tem o nome colocado pelo PT como um dos postulantes a cadeira do Prefeito Sebastião Dias (ainda no PTB, mas vai mudar para o PSB).

Marcos Crente, eleito no palanque da terceira via pelo PSB, se transferiu para o DEM e tem o nome cogitado como pré-candidato a vice do bloco do ex-prefeito. Falando ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM, cada um expôs as suas possibilidades para a eleição.

Djalma confirmou a realização da pesquisa informada por José Amaral ao Programa Cidade Alerta, mas já que o vice-prefeito não se filiou ao PT, a pesquisa valeu pra ele e o vereador Aristóteles Monteiro e assim em disputa com Flávio Marques, Secretário de Administração, novo filiado a sigla, sairá o candidato do palanque governista.

Já Marcos Crente declarou respeitar a liderança do Deputado Carlos Veras, mas o responsabiliza pela divisão do grupo. “Ficou claro que quem não aceitar a chapa PT/PSB dane-se. Para que esta decisão fosse tomada, vereador não foi ouvido, suplente não foi escutado”.

Marcos admite ter sido convidado para integrar a chapa de oposição como vice, mas disse entender que tem o bloco da ex-vice-prefeita Genedy Brito e assegurou estar torcendo pelo ingresso da Presidente da Câmara Nely Sampaio (PSC) no bloco e ela também tem chances de formar na majoritária.

Marcos Crente mostrou-se confiante de que Dinca ao contrário do que todos já conhecem, terá um governo com perfil diferente, democrático, e ouvirá os aliados e o povo, ou seja, será um novo Dinca.

Defesa Civil de Afogados recebe orientações sobre Sistema Integrado de Informações de Desastre 

A Defesa civil de Afogados da Ingazeira recebeu a vista do Sargento Edvaldo Thomazi e do Cabo Josemar Cartier, representantes da Defesa Civil Estadual, organismo vinculado à casa militar do Governo de Pernambuco.  Segundo o coordenador da Defesa Civil de Afogados da Ingazeira, Fernando Moraes, o objetivo da reunião foi nivelar junto ao município as […]

A Defesa civil de Afogados da Ingazeira recebeu a vista do Sargento Edvaldo Thomazi e do Cabo Josemar Cartier, representantes da Defesa Civil Estadual, organismo vinculado à casa militar do Governo de Pernambuco. 

Segundo o coordenador da Defesa Civil de Afogados da Ingazeira, Fernando Moraes, o objetivo da reunião foi nivelar junto ao município as orientações sobre o Sistema Integrado de Informações sobre Desastres. 

Ainda segundo Fernando, a Prefeitura já tem um diagnóstico sobre as perdas na agricultura e pecuária local relativas aos efeitos da estiagem. “A estiagem é considerada um desastre, com implicações importantes, em termos de prejuízo, na economia local,” destacou. 

Um levantamento preliminar realizado pela secretaria de agricultura do município aponta perdas da ordem de 50% na produção de milho e feijão.

Alertas – Para receber alertas da Defesa Civil municipal basta enviar um SMS para o número 40199 com o cep do município: 56800000.

O Blog e a História: os 100 dias do primeiro governo Lula

Nos seus 100 dias do primeiro mandato, em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva administrou uma alta na taxa básica de juros logo na terceira semana do governo. O Banco Central, presidido então por Henrique Meirelles, aumentou a Selic de 25% para 25,5% ao ano, no dia 22 de janeiro. Na véspera, a […]

Nos seus 100 dias do primeiro mandato, em 2003, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva administrou uma alta na taxa básica de juros logo na terceira semana do governo.

O Banco Central, presidido então por Henrique Meirelles, aumentou a Selic de 25% para 25,5% ao ano, no dia 22 de janeiro. Na véspera, a meta de inflação havia sido revista e o teto da variação de preços fora fixado em 8,5%.

Assim como agora, o cenário em 2003 era de baixo crescimento econômico e a inflação preocupava. Quem deu o tom do início do governo foi o Ministério da Fazenda, tocado então por Antônio Palocci.

Uma grande diferença estava na retórica do presidente. Em um ambiente de tranquilidade institucional , Lula tomou posse pedindo o controle “das muitas e legítimas ansiedades sociais”, que seriam atendidas, em suas palavras, “no momento justo”.

O momento demoraria. No segundo mês do governo, o BC promoveu novo aumento da Selic, de 25,5% para 26,5% e apertou o crédito, elevando a alíquota do depósito compulsório de 45% para 60%. O ajuste era a palavra de ordem do começo de 2003, como ficou claro na reunião de Lula com os 27 governadores em 22 de fevereiro, quando se comprometeu a enviar a reforma da Previdência e a tributária ainda no primeiro semestre.

No primeiro mês do governo, o superávit primário do setor público alcançou 7,01% do PIB, melhor resultado em 12 anos. Estes primeiros movimentos tiveram resposta no mercado financeiro, com queda no risco-país. Em 4 de março, o FMI liberaria a segunda parcela do desembolso previsto para o Brasil, de US$ 4,6 bilhões (valores da época). A inflação também cedeu: o IGP-M em março foi de 1,53%, menor variação desde maio de 2002.

O aperto do governo federal também se refletia na relação com os Estados. Em 10 de março, Minas Gerais sofreu um bloqueio de contas pelo não cumprimento do acordo de reestruturação da dívida da União, celebrado em 2001.

Próximo à marca de 100 dias, Lula começou a soltar as amarras. No dia 31 de março anunciou o aumento do salário mínimo de R$ 200 para R$ 240, o que em termos reais significava um aumento de 1,85% em relação a abril de 2002.

Gordura para queimar não era problema para Lula: pesquisa do Ibope divulgada em 2 de abril mostrava o presidente com 51% de bom e ótimo e apenas 7% de ruim e péssimo, realidade muito diferente da atual. Mas a relação de Lula com suas bases começava a estressar. Um protesto de servidores federais reuniu milhares de pessoas em 8 de abril, contra a política de austeridade do governo.