Justiça Eleitoral multa Vaninho de Danda por propaganda eleitoral antecipada
Por André Luis
Ato aconteceu durante evento de Carnaval, em fevereiro.
Por André Luis
O juiz eleitoral da 99ª Zona, Carlos Henrique Rossi, julgou procedente a representação do partido Podemos, de Delson Lustosa, cotra o atual prefeito e candidato a reeleição à Prefeitura de Santa Terezinha, Vaninho de Danda (Avante), por ter usado a sua fala durante evento de carnaval para pedir votos.
O juiz reconheceu o pedido explicito de voto proferido perante multidão por conseguinte, a prática de propaganda eleitoral antecipada, aplicando multa no valor de R$15 mil a Vaninho.
No entanto, o juiz Carlos Henrique Rossi, não reconheceu a realização de showmício (, por observar nas provas juntadas ao processo, “a existência de camisetas, bandeiras, adesivos, jingles, músicas ou quaisquer outros sinais com alusão a nome, ou número de candidato, ou legenda, ou mesmo ao pleito vindouro. Exceção feita, por óbvio, à fala do Representado”. Leia aqui a íntegra da sentença.
O senador por Pernambuco Armando Monteiro (PTB) retomou nesta segunda-feira (17) o seu mandato no Senado Federal, após uma licença de 120 dias. Armando foi eleito Senador em 2010, conquistando naquela eleição o maior número de votos no Estado para o cargo: 3.142.930. Ele assumiu o mandato em 01 de fevereiro de 2011 e, em […]
O senador por Pernambuco Armando Monteiro (PTB) retomou nesta segunda-feira (17) o seu mandato no Senado Federal, após uma licença de 120 dias. Armando foi eleito Senador em 2010, conquistando naquela eleição o maior número de votos no Estado para o cargo: 3.142.930. Ele assumiu o mandato em 01 de fevereiro de 2011 e, em pouco tempo, conseguiu ingressar em algumas das comissões mais importantes do Senado. É membro titular das comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), Assuntos Econômicos (CAE) e Educação, Cultura e Esportes (CE).
Ao falar sobre sua volta ao Senado, Armando diz que o principal objetivo é continuar atuando para servir a Pernambuco, valorizando as parcerias firmadas com o Governo Federal para a realização de projetos estruturadores. Ele também reforça que contribuirá com o segundo mandato da presidente Dilma, ajudando o Brasil a enfrentar a nova agenda que se coloca para o País.
Para Armando, obras como a duplicação da BR-232 de São Caetano a Arcoverde e a Adutora do Agreste exemplificam bem a importância da parceria entre o Governo Federal e Pernambuco.
“A duplicação da BR-232 e a adutora do Agreste são duas obras importantes que a presidente Dilma prometeu e que vamos cobrar e trabalhar para que ela possa fazer. Vou continuar cobrando a duplicação da BR-232, porque este é um eixo fundamental de desenvolvimento que vai se criar. Já a adutora do Agreste também é fundamental para que se possa relançar a economia da Região”.
Armando reafirma ainda a disponibilidade de seu gabinete em Brasília para atender às demandas de Pernambuco. “Eu quero fazer de meu mandato um instrumento. Meu gabinete em Brasília continuará aberto para atender a todos os municípios. Eu tenho compromisso de ajudar os pernambucanos”, finaliza.
Secretário de Saúde destacou que a cada cinco pacientes que morrem pela Covid-19, quatro estão sem o ciclo vacinal completo Por André Luis Nesta quinta-feira (10), o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, destacou em entrevista a uma rádio da capital pernambucana, a importância da vacinação contra Covid-19. Longo informou que de cada cinco […]
Secretário de Saúde destacou que a cada cinco pacientes que morrem pela Covid-19, quatro estão sem o ciclo vacinal completo
Por André Luis
Nesta quinta-feira (10), o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo, destacou em entrevista a uma rádio da capital pernambucana, a importância da vacinação contra Covid-19.
Longo informou que de cada cinco pacientes que morrem pela doença, quatro estão sem o ciclo vacinal completo.
O secretário também destacou que o fato tem criado um gargalo na rede hospitalar. “Essa questão aí dos hospitais, ela é fortemente impactada pelas pessoas que não se vacinaram. Está muito claro. A gente tem 85% das pessoas que podiam se vacinar com a primeira dose, vacinadas, mas só 75% com a segunda dose e com a terceira dose que é a de reforço, algo em torno de 30%. Então, precisamos avançar na vacinação, porque hoje, quatro de cada cinco pernambucanos que estão hospitalizados não tomaram as vacinas que deviam ter tomado”, destacou o secretário.
Segundo Longo, o cenário pandêmico que o Estado vive hoje é justamente causado por essa defasagem na procura por vacinas por parte da população. “Então é preciso que a população entenda que isso que a gente tá vivendo hoje, ainda é fruto também na negligência de parte da sociedade que não colaborou com a saúde pública. Isso é preciso ficar muito claro para a população. Quem não tomou a vacina quando devia ter tomado é negligente e responsável pelo cenário que a gente ainda tá vivendo”, alertou.
André Longo informou também que o Estado estuda a possibilidade de uma quarta dose paras as pessoas mais idosas. “Porque são essas que, infelizmente, mesmo tendo tomado todas as vacinas… aí estou me referindo a esse um dos cinco, que tinha tomado todas as vacinas e mesmo assim precisaram se internar”, informou.
Para o secretário, após um ano de vacinação, “a rigor, está se pagando o preço por essa onda negacionista, por essa coisa anticiência, que se implantou aqui, especialmente estimulada pelo Governo Federal, que sabotou em muitos aspectos a pandemia aqui, no Estado e no Brasil”, pontuou Longo.
Os trabalhos legislativos da Câmara Municipal de Tabira foram oficialmente iniciados na noite desta segunda-feira (20), marcando o início das atividades do ano de 2025. A primeira sessão ordinária foi presidida pela vereadora Socorro Veras (PT) e contou com a presença de todos os secretários(as) municipais, proporcionando um momento de integração entre os poderes Executivo […]
Os trabalhos legislativos da Câmara Municipal de Tabira foram oficialmente iniciados na noite desta segunda-feira (20), marcando o início das atividades do ano de 2025.
A primeira sessão ordinária foi presidida pela vereadora Socorro Veras (PT) e contou com a presença de todos os secretários(as) municipais, proporcionando um momento de integração entre os poderes Executivo e Legislativo.
O prefeito Flávio Marques, que cumpria outra agenda, foi representado pelo Secretário de Governo e Participação Social, Edmundo Barros. Em seu discurso no plenário, Edmundo enfatizou a importância da harmonia entre os poderes e a necessidade de colaboração mútua para enfrentar os desafios e as dificuldades encontradas já no início da gestão, perante a situação em que tudo foi deixado pelo governo anterior.
“Acreditamos na importância do Legislativo e também na harmonia entre os poderes. Por isso, estamos aqui todos os secretários municipais para unir forças com todos vocês e, assim, proporcionar dias melhores para o nosso povo”, destacou o secretário.
Além disso, Edmundo aproveitou a oportunidade para desejar sucesso aos vereadores, tanto aos novatos quanto aos reeleitos, em seus mandatos, e colocou todo o governo municipal à disposição dos parlamentares. “Estamos à inteira disposição, afinal, esses secretários estão aqui justamente para que vocês já possam se familiarizar com as reivindicações de vocês que serão atendidas”, enfatizou.
Durante a sessão, vereadores da oposição e da situação reconheceram os trabalhos realizados, até o momento, por pastas do governo e fizeram pedidos por meio de requerimentos, que foram prontamente anotados pelos secretários municipais.
Ao final da sessão, a presidente Socorro Veras fez um balanço das atividades realizadas até o momento e reafirmou o compromisso de continuar o trabalho colaborativo entre os poderes, com o objetivo de garantir a execução de políticas públicas eficazes para a população de Tabira.
Pernambuco confirmou, nesta segunda-feira (27), 460 novos casos e 35 óbitos de pacientes com a Covid-19, doença transmitida pelo novo coronavírus. Com isso, o estado passa a ter 5.358 pacientes com a doença e 450 mortes. Dos 460 casos, 203 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e outros 257 são casos leves. De acordo […]
Pernambuco confirmou, nesta segunda-feira (27), 460 novos casos e 35 óbitos de pacientes com a Covid-19, doença transmitida pelo novo coronavírus. Com isso, o estado passa a ter 5.358 pacientes com a doença e 450 mortes.
Dos 460 casos, 203 se enquadram como Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag) e outros 257 são casos leves. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), esses pacientes são profissionais de saúde e segurança, além de pacientes ambulatoriais da rede privada.
Com os acréscimos, o estado passa a ter 3.688 casos graves e 1.670 casos leves da Covid-19. “São 1.684 pessoas em isolamento domiciliar, 190 em UTIs públicas e privadas e 660 em leitos de enfermaria”, disse o secretário de Saúde de Pernambuco, André Longo.
Entre os novos óbitos, há 20 homens e 15 mulheres, em 15 municípios. “Eles tinham entre 20 e 97 anos e morreram entre 16 e 26 de abril. Vinte e cinco deles tinham comorbidades, um não tinha doença pré-existente e os demais estão em investigação pelos municípios”, afirmou o secretário.
Brasil: o Ministério da Saúde divulgou nesta segunda-feira (27) o mais recente balanço dos casos de coronavírus no Brasil. Os principais dados são: 4.543 mortes, no domingo (27) eram 4.205. Foram 338 mortes a mais. Ainda 66.501 casos confirmados, no domingo (27) eram 61.888. Foram 4.613 casos a mais. Em 7 dias foram mais 1.802 mortes.
Maciel Júnior tem leve melhora: segundo boletim médico divulgado no fim da tarde de hoje, o comentarista esportivo Maciel Júnior, da Rádio Jornal, que encontra-se internado na UTI acometido pelo novo coronavírus, está estável.
Uma tabela distribuída pela Casa Civil da Presidência enumera 23 acusações frequentes sobre o desempenho do governo Bolsonaro no enfrentamento à Covid-19. A coleta de dados do governo coincide com a instalação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pandemia no Senado, prevista para a próxima terça-feira (27). A tabela foi encaminhada por e-mail a […]
Uma tabela distribuída pela Casa Civil da Presidência enumera 23 acusações frequentes sobre o desempenho do governo Bolsonaro no enfrentamento à Covid-19. A coleta de dados do governo coincide com a instalação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Pandemia no Senado, prevista para a próxima terça-feira (27). A tabela foi encaminhada por e-mail a 13 ministérios para que cada um produzisse e enviasse uma resposta à Casa Civil até a última sexta-feira (23). Cada ministério deveria dizer o que está fazendo ou o que fez a respeito dos temas críticos. A informação, publicada com exclusividade é do jornalista Rubens Valente, em sua coluna no UOL.
Como todos os assuntos citados pelo próprio governo poderão ser alvo da Comissão, o trabalho da Casa Civil deverá funcionar como material de defesa durante a investigação parlamentar.
O documento foi distribuído dentro do governo pela SAM (Subchefia de Articulação e Monitoramento) da Casa Civil. “Dando continuidade aos trabalhos iniciados na reunião situacional de ontem [segunda-feira, 19 de abril], que contou com a participação de representantes de alguns Ministérios, a Casa Civil realizará novas reuniões relacionadas às ações executadas pelo Governo Federal no enfrentamento da pandemia da Covid-19. Neste sentido, será entregue em meio físico na Secretaria Executiva dos Ministérios envolvidos o documento com temas selecionados no intuito de que respondam, desde já, com as ações realizadas”, diz a mensagem distribuída na quarta-feira (21).
A tabela faz 23 afirmações e marca os ministérios que deverão respondê-las. O tema “genocídio indígena” é o que demandará a resposta de mais ministérios, num total de cinco. As afirmações feitas pelo governo são as seguintes, na íntegra:
“1- O Governo foi negligente com processo de aquisição e desacreditou a eficácia da Coronavac (que atualmente se encontra no PNI [Programa Nacional de Imunização];
2- O Governo minimizou a gravidade da pandemia (negacionismo);
3- O Governo não incentivou a adoção de medidas restritivas;
4- O Governo promoveu tratamento precoce sem evidências científicas comprovadas;
5- O Governo retardou e negligenciou o enfrentamento à crise no Amazonas;
6- O Governo não promoveu campanhas de prevenção à Covid;
7- O Governo não coordenou o enfrentamento à pandemia em âmbito nacional;
8- O Governo entregou a gestão do Ministério da Saúde, durante a crise, a gestores não especializados (militarização do MS);
9- O Governo demorou a pagar o auxílio-emergencial;
10- Ineficácia do PRONAMPE [programa de crédito];
11- O Governo politizou a pandemia;
12- O Governo falhou na implementação da testagem (deixou vencer os testes);
13- Falta de insumos diversos (kit intubação);
14- Atraso no repasse de recursos para os Estados destinados à habilitação de leitos de UTI;
15- Genocídio de indígenas;
16- O Governo atrasou na instalação do Comitê de Combate à Covid;
17- O Governo não foi transparente e nem elaborou um Plano de Comunicação de enfrentamento à Covid;
18- O Governo não cumpriu as auditorias do TCU durante a pandemia;
19- Brasil se tornou o epicentro da pandemia e ‘covidário’ de novas cepas pela inação do Governo;
20- Gen Pazuello, Gen Braga Netto e diversos militares não apresentaram diretrizes estratégicas para o combate à Covid;
21- O Presidente Bolsonaro pressionou Mandetta e Teich para obrigá-los a defender o uso da Hidroxicloroquina;
22- O Governo Federal recusou 70 milhões de doses da vacina da Pfizer;
23- O Governo Federal fabricou e disseminou fake news sobre a pandemia por intermédio do seu gabinete do ódio.”
Segundo a tabela da Casa Civil, o Ministério da Saúde deveria responder a todos os itens, com exceção do 9, 10 e 11. O MCTI (Ciência e Tecnologia) responderia aos itens 1, 7, 9, 19 e 20. O MRE (Ministério das Relações Exteriores) cuidaria dos itens 1, 11 e 13. O MD (Defesa) ficou responsável pelos itens 5, 7, 8, 15 e 20. O MCOM (Comunicações) ficou com os itens 6 e 17.
A AGU (Advocacia Geral da União) deveria responder aos itens 7, 18 e 23. O ME (Economia) ficou com as afirmações 8, 9, 10, 14 e 18. A Segov (Secretaria de Governo) deveria esclarecer os itens 9, 11, 12, 14, 16, 17, 19 e 20 – depois do Ministério da Saúde, foi a mais sobrecarregada com a tarefa das respostas. O Ministério da Cidadania ficou com os itens 9 e 10.
O MJSP (Justiça e Segurança Pública) deveria responder aos itens 9 e 10. O GSI (Gabinete de Segurança Institucional) ficou com dois temas, 15 e 23. O MMFDH (Mulher, Família e Direitos Humanos) abordaria um tema, de número 15. A CGU (Controladoria Geral da União) também ficou com uma área, a de número 18.
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