Josete Amaral: “Deixo o Hospital de Tabira, não o governo”
Por Nill Júnior
Em Tabira, a bomba do dia a que o blog teve acesso foi a rescisão do contrato do médico Josete Amaral da unidade hospitalar de Tabira. Josete pediu para deixar a unidade e gerou especulações sobre o possível afastamento do governo Sebastião Dias, um dia após seu irmão, Mário Amaral, afirmar que a Prefeitura tinha dificuldade de crédito no comércio.
Com a saída de Amaral do governo, para muitos há um sinal claro de desincompatibilização política, o que levaria a gestão Sebastião Dias a enfrentar grave crise política. Para se ter uma ideia, são ligados a Josete nomes como o ex-prefeito Mano Sampaio, Mário Amaral (que assume lugar de Val do Bar), Nely Sampaio e Didi da Borborema .
À Rádio Pajeú, através da produção do programa Manhã Total, Amaral afirmou que de fato deixou o hospital, mas não deixa o governo. Convidado a explicar sua saída da unidade, Josete afirmou apenas que explicaria em outro momento por não ter tempo e desligou o telefone.
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) recebeu mais 517 nomes de políticos e gestores condenados pela Justiça. A lista integra, agora, um documento com 1.598 processos de prefeitos e vereadores, além de gestores municipais e federais que tiveram as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Com base nessa lista é que a Justiça […]
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) recebeu mais 517 nomes de políticos e gestores condenados pela Justiça. A lista integra, agora, um documento com 1.598 processos de prefeitos e vereadores, além de gestores municipais e federais que tiveram as contas rejeitadas pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE). Com base nessa lista é que a Justiça Eleitoral poderá declarar a inelegibilidade de candidatos políticos.
Essa última listagem foi encaminhada ao órgão pelo Tribunal Regional Federal (TRF) da 5ª Região no dia 14 deste mês. Entretanto, só o fato de estar com o nome na lista não significa que o político poderá ter sua candidatura impugnada.
No caso desses 517 nomes enviados pelo TRF, os gestores considerados condenados ainda podem requerer o registro de candidatura ao juiz eleitoral, que analisará as condições de elegibilidade ou inelegibilidade. Caso o juiz indefira, o candidato ainda tem a chance de recorrer e seguir a campanha sob judice, de acordo com o Art. 16 A da Lei 9505/97.
Já as contas rejeitadas pelo TCE, só se caracterizará inelegibilidade se ficar demonstrado um ato doloso de improbidade administrativa. E isso caberá ao promotor eleitoral decidir.
A Lei da Ficha Limpa prevê várias causas para inelegibilidade, entre elas: rejeição de contas de exercício de cargos ou funções públicas, condenação por improbidade administrativa, compra de voto, abuso de poder econômico ou político.
A lista final com os declarados ilegíveis está prevista para ser divulgada no dia 15 de agosto. Os gestores públicos que forem declarados inelegíveis não poderão concorrer às eleições que se realizarem nos oito anos seguintes.
Veja atualização dos nomes sertanejos com acréscimo da nova relação:
Adelmo Moura – Itapetim
Adilson Valgueiro de Carvalho Barros – Arcoverde
Afonso Ferraz – Floresta
Albérico Silva de Mendonça – Arcoverde
Alberto Carlos de Souza – Floresta
Aloysio de Souza Lima – Santa Cruz da Baixa Verde
Ana Lúcia Miguel – Quixaba
Andrezza Albertina Guimarães e Silva Torres – Tuparetama
Antonia Ferreira Belo – Santa Cruz da Baixa Verde
Antonio Alves de Andrada Melo – Serra Talhada
Antonio Ferreira dos Santos – Santa Cruz da Baixa Verde
Antonio Gomes Vasconcelos Menezes – Tuparetama
Antonio Liberato Filho – Betânia
Arigean Cristina Siqueira Silva – Carnaíba
Aryskllébia Guimarães Rafael – Santa Terezinha
Audione Morais Veras – Ingazeira
Carla Frazão Lima – Custódia
Carlos Evandro Pereira de Menezes – Serra Talhada
Charla Maria Gomes de Souza Araújo
Clênio de Novaes Barros – São José do Belmonte
Diomésio Alves de Oliveira – Prefeitura de Solidão
Domingos Sávio da Costa Torres – Tuparetama
Edilson José dos Santos – Santa Terezinha
Edmilson Pereira dos Santos – Quixaba
Eleno Rodrigues dos Santos
Erinaldo Pereira Feitosa – Santa Cruz da Baixa Verde
Eugênia de Souza Araújo – Prefeitura de Betânia
Francisco de Sales Rodrigues da Costa – Prefeitura de Brejinho
Francisco Dessoles Monteiro – Prefeitura de Iguaracy
Francisco Gomes da Silva – Santa Cruz da Baixa Verde
Franklin Marques Pereira da Silva – Santa Cruz da Baixa Verde
Genival Ferreira de Araújo – Prefeitura de Betânia
Genivaldo Pereira Leite – Prefeitura de Serra Talhada
Geraldo Collier Júnior – Custódia
Gilberto Sanomya – Afogados da Ingazeira
Gilberto Siqueira Leite – São José do Egito
Inês Jurubeba – Carnaíba
Jacinete Vieira de Melo – Solidão
Jário Fernando Muniz Nunes – Ingazeira
Joaquim de Souza Guerra – Calumbi
Joel Mário de Freitas – Arcoverde
Jose Aristides de Souza – Betânia
José de Vasconcelos Silva – Sertânia
José Edson Cristóvão de Carvalho – Tabira
José Hermano Alves de Lima – Triunfo
José Lopes da Silva Sobrinho – Itapetim
José Mário Cassiano Bezerra – Carnaíba
José Nogueira da Silva – Solidão
José Pereira de Lima – Flores
José Ubirajara Vieira Jucá – Tabira
José Vanderlei da Silva – Brejinho
Joselita Alves Monteiro – Brejinho
Josinaldo Alves da Costa – Brejinho
Kássio Felipe Valeriano Freitas – Custódia
Laura Suênia de Lira – Santa Terezinha
Lenilda Gomes da Silva – Carnaíba
Luciano Fernando de Souza – Triunfo
Luiz Alves dos Santos – Afogados da Ingazeira
Luiz Carlos Gaudêncio de Queiroz – Custódia
Manoel Machado Neto – Santa Terezinha
Márcia Rejane Araújo de Sá – Betânia
Marcones Libório de Sá – Salgueiro
Marconi Santana – Flores
Maria Aparecida Vicente Oliveira Caldas – Solidão
Maria de Fátima Rodrigues de Medeiros Andrade – Carnaíba
Mário Gonçalves de Araujo – Iguaracy
Nemias Gonçalves de Lima – Custódia
Paulo Soares – Santa Terezinha
Pedro dos Santos Freire – Santa Cruz da Baixa Verde
Pedro Izidório da Silva – Solidão
Praxedes Epaminondas da Silva – Betânia
Raimundo João de Melo – Santa Cruz da Baixa Verde
Rogério Araújo Leão – São José do Belmonte
Romoaldo Gonçalves Torres – Floresta
Rosângela de Moura Maniçoba Novaes Ferraz – Floresta
Sylvia Maria Barbosa e Silva Queiroz – Custódia
Teógenes Lustosa de Araújo – Santa Terezinha
Terezinha Leão da Costa – Triunfo
Valdenildo Gomes Brasil – Santa Cruz da Baixa Verde
Em entrevista, Marília Arraes analisa os 100 dias do Governo Raquel e reafirma postura de oposição Da Folha de Pernambuco Candidata ao Governo estadual nas últimas eleições, a ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) analisa os 100 dias do Governo Raquel e reafirma postura de oposição no Estado. A ex-parlamentar ainda fala sobre as perspectivas para […]
Em entrevista, Marília Arraes analisa os 100 dias do Governo Raquel e reafirma postura de oposição
Da Folha de Pernambuco
Candidata ao Governo estadual nas últimas eleições, a ex-deputada federal Marília Arraes (Solidariedade) analisa os 100 dias do Governo Raquel e reafirma postura de oposição no Estado. A ex-parlamentar ainda fala sobre as perspectivas para seu futuro político e também faz uma leitura dos primeiros meses do Governo Lula.
100 dias de Raquel
“O que a gente tem visto, aqui, em Pernambuco é uma usina de crises em todas as áreas, mas principalmente na área que ela mais falava durante a campanha: a educação.
Os professores de Caruaru vinham avisando a Pernambuco inteiro, mas o povo terminou dando esse voto de confiança e ela mostrado que está repetindo a experiência negativa que teve na sua cidade: falta de diálogo, de compromisso com os professores e, principalmente, revelando o posicionamento político que ela tenta manter camuflado, que é o posicionamento bolsonarista, tanto de negar uma prioridade à educação, aos profissionais da educação quanto à própria ciência.
Por exemplo, em relação ao pagamento do piso nacional, concursos de professores feitos desde a gestão passada, concurso de técnico e assistente, atraso no pagamento do Fundef, tanto os professores quanto os herdeiros estão à procura de uma razão para esse atraso.
Também atraso do pagamento de terceirizados, merendeiras, pessoas que precisam desse salário. Desde a década de 1980 não se via atraso em pagamentos de servidores terceirizados. Atraso no fornecimento de fornecedores da Secretaria de Educação, e a própria secretária da Educação que é conhecida no meio acadêmico como outra conservadora e que começou como um indício de que haveria a presença bolsonarista no governo de Raquel.
Foi a primeira indicação bolsonarista, depois foram se revelando outras indicações feitas pela família Ferreira, por exemplo, no Detran, na Secretaria Executiva de Justiça e Direitos do Consumidor e em outras áreas do governo.
Teve também a demissão de Rafael West, que é referência na política de combate às drogas, é consultor das Nações Unidas, tem um trabalho reconhecido, mas que é combatido pela ala mais fundamentalista que trata da questão das drogas. Ele foi demitido por pressão dessas pessoas que encaram a política de drogas dessa maneira”.
Sem transição
“As falhas vêm desde a campanha, não na transição, porque a campanha dela foi feita de uma maneira obscura. Pernambuco não conhecia Raquel Lyra, Pernambuco conheceu uma Raquel Lyra sob uma aura de que resolveria todos os problemas.
Pernambuco pensou que Caruaru tinha virado uma Suíça no governo dela. Não é verdade que Caruaru estava às mil maravilhas, nem é verdade que Raquel Lyra é uma boa gestora, nem verdade que conhece Pernambuco. Raquel Lyra pode estar começando a conhecer Pernambuco agora.
Ela não conhece Pernambuco, nem uma máquina pública do tamanho da do estado. Não é somente a questão de experiência de gestão, precisa ter uma noção do tamanho da envergadura do cargo de governadora, e ela não tinha essa noção.
Desde a campanha, a gente tentou alertar, não só eu no segundo turno, mas outras pessoas no primeiro. Depois foram se mostrando esses defeitos, desde a transição, que nem houve. Houve uma tentativa de se fazer oposição, de se apontar o dedo para as falhas da gestão anterior. Isso se faz durante a campanha, não durante a transição. Não houve um diálogo, um diagnóstico de fato de como estava o estado.
Por isso, ela teve atitudes inconsequentes, como aquele ‘exoneraço’ do início do ano. É natural se mudar a equipe, mas se faz essa análise de como vai ser feita essa mudança durante a transição. Como ela não fez transição, Pernambuco está parado até hoje. Há repartições que estão acéfalas”.
Nesta quinta-feira (1), o Bairro Mutirão recebeu a caravana do ‘Movimento 13’ que voltou às ruas de Serra Talhada com os candidatos a prefeito e vice – Luciano Duque e Márcio Oliveira. Antes de discursar no palco do ‘caminhão 13’ Luciano Duque percorreu por diversas ruas do bairro. Lá destacou ações como a instalação da Cozinha […]
Nesta quinta-feira (1), o Bairro Mutirão recebeu a caravana do ‘Movimento 13’ que voltou às ruas de Serra Talhada com os candidatos a prefeito e vice – Luciano Duque e Márcio Oliveira.
Antes de discursar no palco do ‘caminhão 13’ Luciano Duque percorreu por diversas ruas do bairro. Lá destacou ações como a instalação da Cozinha Comunitária, construção da Academia da Saúde e reforma da Escola Vicente Inácio de Oliveira, que também passou a funcionar em tempo integral. Uma quadra poliesportiva também está sendo construída.
“Hoje o Bairro do Mutirão tem orgulho desta academia, tem orgulho de poder passar à noite aqui, que antes era um espaço odem ninguém podia passar, pela escuridão que era, e desta forma cumprimos o compromisso de entregar esta praça”, destacou Luciano.
Luciano ainda falou sobre o início dos trabalhos de construção de uma Unidade Básica de Saúde e, garantiu construir mais um espaço para prática de skate. Luciano ainda cobrou de público, ao deputado Augusto César, recursos para investimentos em pavimentação.
O Governo de Pernambuco abriu a oferta de 1.300 novas bolsas do PROUPE para as Autarquias Municipais de Ensino Superior, sem fins lucrativos, no interior do estado. Alinhado à nova Lei Estadual nº 16.166, de 19 de outubro de 2017, as novas bolsas priorizam as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Computação, chamadas de […]
O Governo de Pernambuco abriu a oferta de 1.300 novas bolsas do PROUPE para as Autarquias Municipais de Ensino Superior, sem fins lucrativos, no interior do estado.
Alinhado à nova Lei Estadual nº 16.166, de 19 de outubro de 2017, as novas bolsas priorizam as áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia, Matemática e Computação, chamadas de STEM+C (da sigla em inglês). Na tarde desta segunda-feira (11), na sede da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Pernambuco (Secti), as autarquias assinaram o novo termo de adesão ao programa.
As inscrições são gratuitas e estarão abertas a partir da próxima segunda-feira (18). Os interessados podem realizar o cadastro até 3 de janeiro pelo site da Secti http://www.secti.pe.gov.br/. Estão aptos a participar alunos universitários oriundos de escolas públicas e privadas, caso tenha sido bolsista integral, e professores efetivos da rede pública de ensino e que não estejam licenciados.
É importante lembrar que, após a inscrição inicial feita pelo site, o candidato deverá validar presencialmente o cadastro junto à Autarquia Municipal. Nessa ocasião, deverá apresentar a documentação solicitada, como o comprovante de inscrição, original e cópia do documento citado no cadastro, comprovante da nota escolar usada para a seleção, entre outros.
As autarquias terão o dia 9 de janeiro como prazo para inserção da nota final de cada candidato no sistema do PROUPE. O resultado preliminar será divulgado em 12 de janeiro, cabendo recurso, e o resultado final dos bolsistas contemplados será divulgado em 25 de janeiro, também pelo site da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti).
No Estado, estão aptas as autarquias de Serra Talhada (AESET), Salgueiro (FACHUSC), Petrolina (FACAPE), Palmares (FAMASUL), Limoeiro (FACAL), Goiana (FFPG), Garanhuns (AESGA), Cabo (FACHUCA), Belo Jardim (AEB), Belém de São Francisco (CESVASF), Arcoverde (AESA), Araripimna (AEDA) e Afogados da Ingazeira (FASP).
O juiz federal Sérgio Moro decretou nesta quinta-feira, 9, a extinção da punibilidade da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva em mais uma ação na Operação Lava Jato. A mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era ré em processo sobre supostas vantagens indevidas que teriam sido recebidas pelo petista de uma espécie de […]
O juiz federal Sérgio Moro decretou nesta quinta-feira, 9, a extinção da punibilidade da ex-primeira-dama Marisa Letícia Lula da Silva em mais uma ação na Operação Lava Jato. A mulher do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva era ré em processo sobre supostas vantagens indevidas que teriam sido recebidas pelo petista de uma espécie de “caixa geral de propinas” junto ao Grupo Odebrecht, que teria relação com esquema de corrupção em contratos da Petrobrás.
Marisa morreu aos 66 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, em decorrência de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) em 3 de fevereiro deste ano. Na sexta-feira 3 de março, o juiz Moro determinou a extinção da punibilidade de Marisa Letícia no processo relacionado ao tríplex do Guarujá.
Assim como na ação anterior, a defesa da mulher de Lula havia pedido a absolvição sumária. O Ministério Público Federal concordou com a declaração de extinção a punibilidade
Segundo Moro, “pela lei e pela praxe, cabe, diante do óbito, somente o reconhecimento da extinção da punibilidade, sem qualquer consideração quanto à culpa ou inocência do acusado falecido em relação à imputação”.
“De todo modo, cumpre reconhecer que a presunção de inocência só é superada no caso de condenação criminal. Não havendo condenação criminal, é evidente que o acusado, qualquer que seja o motivo, deve ser tido como inocente. Assim, em vista do lamentável óbito, declaro a extinção da punibilidade de Marisa Letícia Lula da Silva”, decidiu Moro.
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