José Patriota lamenta morte da professora Adalva Siqueira
Por André Luis
Venho externar o meu profundo pesar pelo falecimento da nossa querida professora Adalva Siqueira. Tivemos a honra de contar com o seu talento, como professora da rede municipal de ensino de Afogados.
Foi também Professora no Colégio Normal Estadual e integrou a Equipe de Ensino da DERE do Sertão do Alto Pajeú. Concluiu suas atividades profissionais no magistério superior, como professora efetiva da nossa FAFOPAI, hoje FASP, onde exerceu também as funções de Diretora Pedagógica e representante dessa Instituição no Conselho Municipal de Educação de Afogados.
Teve ainda participação ativa junto aos movimentos sociais em defesa do preservação do meio ambiente.
Professora exemplar, educou várias gerações de Afogadenses, que guardarão para sempre o seu exemplo de dedicação, integridade e profissionalismo.
Adalva Siqueira nos fará falta. Mas seu exemplo e sua vida, continuarão inspirando a todos nós. Que Deus traga o conforto nesse momento tão difícil para os seus familiares e amigos. E que a receba em seus braços, em sua nova e definitiva morada.
Em entrevista à BBC News Brasil, o ministro Brito Pereira diz que é o ‘desenvolvimento da economia’ que pode estimular a geração de vagas. Terra Em julho, mês em que a sanção da nova lei trabalhista completa dois anos, o presidente do TST afirmou, em entrevista à BBC News Brasil, que “sabidamente” a lei não […]
Em entrevista à BBC News Brasil, o ministro Brito Pereira diz que é o ‘desenvolvimento da economia’ que pode estimular a geração de vagas.
Terra
Em julho, mês em que a sanção da nova lei trabalhista completa dois anos, o presidente do TST afirmou, em entrevista à BBC News Brasil, que “sabidamente” a lei não é capaz de gerar novos postos de trabalho.
“Foi um equívoco alguém um dia dizer que essa lei ia criar empregos. Foi um equívoco. Sabidamente ela não consegue criar empregos”, afirmou o presidente da mais alta corte trabalhista.
É o “desenvolvimento da economia”, segundo ele, que pode estimular a criação de novas vagas.
O argumento de que a flexibilização das leis trabalhistas ampliaria o nível de contratações foi amplamente utilizado pelos defensores da reforma, sancionada em julho de 2017 pelo então presidente Michel Temer. Na época, o governo chegou a dizer que ela abriria espaço para a geração de até 6 milhões de empregos no país.
Em 2018, o Brasil criou 529 mil empregos, segundo dados do governo. Em anos de maior crescimento da economia, no entanto, a criação anual de empregos no país ficava na casa dos milhões.
Hoje o desemprego atinge 13 milhões de brasileiros, uma taxa de 12,3% de março a maio deste ano, segundo o IBGE. Foi em 2016 que essa taxa superou os 10% – antes disso, não havia chegado a dois dígitos, aponta a série histórica da Pnad Contínua, que começou em 2012.
Brito Pereira disse que a reforma trabalhista favorece a modernização das leis de trabalho e que um dos resultados dela é que as pessoas estão mais cautelosas ao acionar a Justiça do Trabalho. As ações, segundo ele, “já não vêm mais com aqueles pedidos de A a Z”.
“Um grande número (de pessoas) está até deixando de ingressar com ação”, disse.
Nesta terça-feira (26), o Prefeito Brejinho, Gilson Bento, juntamente com o vice-prefeito Naldo de Valdim, anunciaram em suas redes sociais a entrega do tradicional desjejum da Semana Santa que será realizada nessa quarta-feira (27), a partir das 6h da manhã, e será destinada para as famílias da Zona Rural e Urbana de Brejinho. A entrega […]
Nesta terça-feira (26), o Prefeito Brejinho, Gilson Bento, juntamente com o vice-prefeito Naldo de Valdim, anunciaram em suas redes sociais a entrega do tradicional desjejum da Semana Santa que será realizada nessa quarta-feira (27), a partir das 6h da manhã, e será destinada para as famílias da Zona Rural e Urbana de Brejinho.
A entrega do Desjejum para as famílias já é uma tradição da Gestão Gilson Bento. Cada kit contém itens essenciais para alimentação das famílias.
Durante a 16ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Salgueiro, realizada nesta quarta-feira (4), o vereador Pitel Filho, segundo vice-presidente da Casa, fez declarações polêmicas e consideradas desrespeitosas por mães e pais atípicos ao questionar a quantidade de cuidadores destinados a estudantes com deficiência na rede pública de ensino. Em tom crítico, Pitel colocou em […]
Durante a 16ª Sessão Ordinária da Câmara Municipal de Salgueiro, realizada nesta quarta-feira (4), o vereador Pitel Filho, segundo vice-presidente da Casa, fez declarações polêmicas e consideradas desrespeitosas por mães e pais atípicos ao questionar a quantidade de cuidadores destinados a estudantes com deficiência na rede pública de ensino.
Em tom crítico, Pitel colocou em dúvida a legitimidade dos laudos médicos que garantem o direito ao acompanhamento especializado. “Será se esses laudos realmente são corretos? Será se não são duvidosos? Então bora fiscalizar, bora cair para dentro. Certo é certo, errado é errado”, afirmou.
O parlamentar ainda insinuou que há excesso de profissionais atuando como cuidadores no município, chegando a dizer: “Se for desse jeito mesmo, vai ter mais cuidador do que aluno daqui uns dias”. Segundo ele, Salgueiro já conta com cerca de 500 cuidadores, número que, na sua avaliação, “tá passando dos limites”.
A fala, considerada insensível por ativistas e familiares de pessoas com deficiência, também criticou as mães que buscam garantir os direitos dos filhos. “Eu acho que as mães estão se precipitando um pouco, elas devem analisar essa situação direito”, declarou Pitel, minimizando a importância da luta das famílias por inclusão escolar.
Em um dos trechos mais graves, o vereador chegou a afirmar que “tá esculhambado o negócio”, ao relatar casos em que mães solicitam mais de um cuidador para um único aluno. “Pode empencar cuidador aí, viu? Pessoal tudo pedindo cuidador para fazer isso”, ironizou.
As declarações repercutiram negativamente nas redes sociais e entre representantes da luta pelos direitos das pessoas com deficiência, que classificaram a postura do parlamentar como desrespeitosa e capacitista.
Para especialistas, o direito ao cuidador é garantido por lei e visa assegurar a permanência e a aprendizagem de estudantes com deficiência no ambiente escolar, além de ser um instrumento fundamental para a inclusão e o combate à discriminação.
Da Coluna do Domingão Essa semana, quatro prefeitos da mesma região editaram decretos de contenção de gastos usando a mesma argumentação, da queda de repasses do FPM e ICMS, somadas a questões mais provincianas. Dia 1 de setembro, a primeira delas, Iguaracy. A Prefeitura gerida por Pedro Alves publicou decreto estabelecendo medidas de austeridade. A […]
Essa semana, quatro prefeitos da mesma região editaram decretos de contenção de gastos usando a mesma argumentação, da queda de repasses do FPM e ICMS, somadas a questões mais provincianas.
Dia 1 de setembro, a primeira delas, Iguaracy. A Prefeitura gerida por Pedro Alves publicou decreto estabelecendo medidas de austeridade. A alegação, “para enfrentar a redução nas receitas municipais e assegurar a continuidade dos serviços públicos. O documento determina a suspensão e a redução temporária de despesas em diferentes setores da administração”.
Entre as determinações, proibição do uso de veículos oficiais em fins de semana e feriados, exceto em situações de urgência, restrições na concessão de licenças, horas extras, diárias e capacitações, além de cortes no consumo de energia elétrica, combustíveis e materiais de expediente. Também ficam suspensos serviços de horas-máquina e manutenções de poços, e haverá redução nos salários de cargos comissionados, contratados e prestadores de serviço.
No dia seguinte, o prefeito de São José do Egito, Fredson Brito, anunciou um corte linear de 20% nos salários do prefeito, vice-prefeito, secretários, cargos comissionados e contratados pelos próximos quatro meses. A medida, segundo o gestor, foi uma resposta à queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e do ICMS, além de dificuldades adicionais provocadas por decisões judiciais ligadas ao Fundo de Previdência Municipal (FUNPREJ).
A Justiça determinou que o município aumente em cerca de R$ 300 mil mensais os repasses ao FUNPREJ, após reconhecer que a gestão anterior havia reduzido salários de professores aposentados.
No dia 4, o prefeito Luciano Torres, de Ingazeira, anunciou por meio do Decreto nº 027/2025, um conjunto de medidas administrativas para reduzir despesas e equilibrar as contas públicas. “A decisão foi motivada pela queda nos repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e pela necessidade de assegurar o pagamento em dia da folha de servidores e fornecedores”, disse a municipalidade.
Entre as ações previstas estão a restrição no uso da frota de veículos, a suspensão de novas gratificações, o corte de 10% nos salários de cargos comissionados e contratados temporários (exceto para serviços essenciais) e a redução de 50% nas gratificações já concedidas. Também diminuição de despesas com energia, água, diárias e assessorias contratadas.
E por fim, neste sábado, o prefeito de Afogados da Ingazeira, Sandrinho Palmeira, emitiu um decreto buscando conter despesas. Diz que a medida é tomada tendo em vista “a crise provocada nos municípios brasileiros pela queda brutal nos repasses do FPM”. O município também reclama quedas no ICMS estadual.
O decreto vale até 31 de dezembro e prevê suspensão da permissão de novos afastamentos de servidores, novas gratificações para prestação de serviços extraordinários quando não expressamente autorizados, suspensão da cessão de veículos oficiais da frota própria ou decorrente de locações para associações, entidades ou afins, expediente de 8h às 14h, exceto os serviços essenciais, inaugurações sem pompa, redução de despesas com água, energia, combustível e manutenção de frota e suspensão do pagamento de diárias a servidores para participação em eventos externos.
As medidas geram algumas perguntas: Pernambuco terá mais gestores adotando medidas similares? As decisões de aperto do cinto tem justificativa exclusiva na queda dos repasses? Há outros fatores ligados à gestão dos recursos? A AMUPE vai engrossar e apoiar a demanda dos prefeitos?
Uma curiosidade, dois dos gestores são aliados de Raquel Lyra, dois alinhados com João Campos. A questão quebra a possibilidade de alegar contaminação do ambiente pré-eleitoral.
Outra questão invocada será da legitimidade do movimento. Os prefeitos são eventualmente acusados de “perder a mão gerencialmente”. Faltaria mais controle fiscal dos gastos. Também há a possibilidade ventilada de uma saída para apertar os cintos que os atuais ou antecessores afrouxaram no ano eleitoral. Os decretos evitariam assim jogar ao ventilador o que fora feito de forma descontrolada no passado por antecessores ou pelo ano eleitoral, à exceção de quem quer expor o adversário, como em São José do Egito.
Os prefeitos envolvidos no “G4 da contenção” negam e dizem que de fato, “agosto foi o mês do desgosto” e que tem como provar. Apertem os cintos: o piloto não sumiu. Mas, decretou: apertem os cintos.
Por volta das 21h deste sábado (23), no bairro Bom Jesus, na Serra Talhada, mais um homicídio foi registrado. Foi na Rua Vila Nova. Segundo a Polícia, a vítima foi identificada como Givanildo Dias Sousa, conhecido como “Dodô”, 30 anos. Segundo o blog de Nayn Neto, Testemunhas relataram que dois homens não identificados, em uma […]
Por volta das 21h deste sábado (23), no bairro Bom Jesus, na Serra Talhada, mais um homicídio foi registrado. Foi na Rua Vila Nova. Segundo a Polícia, a vítima foi identificada como Givanildo Dias Sousa, conhecido como “Dodô”, 30 anos.
Segundo o blog de Nayn Neto, Testemunhas relataram que dois homens não identificados, em uma motocicleta Honda Biz, de características, não anotadas, efetuaram vários disparos contra a vítima, dos quais seis tiros à atingiram na região do tórax. A vítima veio a óbito no local.
“Dodô”, era conhecido da polícia e já cumpriu pena na cadeia pública de Serra Talhada por tentativa de homicídio. O corpo da vítima foi levado para o necrotério do HOSPAM e posteriormente será encaminhado para o IML de Caruaru.
É o 26º homicídio do ano registrado na Capital do Xaxado. Também neste sábado, um caso de feminicídio chocou a cidade. O corpo de Maria Aparecida da Silva, 30 anos, do bairro Bom Jesus, foi encontrado em outra área da cidade, o bairro Malhada enterrado em uma vala. A última vez que foi vista foi na companhia do ex-marido.
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