Outro lado: Prefeito de Tuparetama explica atraso em reunião e diz ter se encontrado com setores do PMDB
Por Nill Júnior
Sávio e PMDB se arretaram com gesto de Dêva
Diante da insatisfação do Presidente do PMDB de Tuparetama Sávio Pessoa com o irmão-prefeito Deva, que não compareceu a uma reunião agendada com o partido, o gestor se explicou em contato com a produção do Programa Rádio Vivo. A informação é de Anchieta Santos ao blog.
Dêva disse que como pauta de elaboração do plano de governo, se reuniu com o setor cultural do município numa reunião que atrasou e impediu sua presença no encontro com o PMDB na Choupana.
Deva informou que na mesma noite se reuniu com setores do PMDB na residência da senhora Lurdinha Perazzo de um encontro onde estiveram presentes o ex-vice prefeito Romero Perazzo, Thiago Perazzo, Domenico e conta com o PMDB em sua coligação.
Deva confirmou a convenção para o dia 30 de julho e disse que hoje receberá o Governador Paulo Câmara na fazenda do vereador e Presidente da Camara Thiago Lima. Um detalhe: Sávio cobrou a presença de Deva numa reunião do PMDB onde nem ele compareceu.
Dois candidatos fortes do PMDB, como a esposa de Sávio Neide Enfermeira e o sindicalista Orlando da Cacimbinha, que segundo Sávio não deveriam disputar, segundo Dêva vão para o pleito. O partido, garante, estará dentro da convenção sem problemas.
Outros 37% desejam renúncia em meio à pandemia de coronavírus Igor Gielow/Folha de São Paulo A renúncia do presidente Jair Bolsonaro em meio à sua atuação no combate à Covid-19 é rejeitada por 59% dos brasileiros. Já 37% desejam que ele renuncie, conforme vem sendo pedido por políticos de oposição, e 4% não sabem dizer. […]
Outros 37% desejam renúncia em meio à pandemia de coronavírus
Igor Gielow/Folha de São Paulo
A renúncia do presidente Jair Bolsonaro em meio à sua atuação no combate à Covid-19 é rejeitada por 59% dos brasileiros.
Já 37% desejam que ele renuncie, conforme vem sendo pedido por políticos de oposição, e 4% não sabem dizer. Foi o que apurou pesquisa do Datafolha com 1.511 entrevistados, feita por telefone de 1º a 3 de abril. A margem de erro é de três pontos.
Apesar de o levantamento apontar que apenas 33% dos ouvidos consideram a gestão da crise sanitária pelo presidente da República como boa ou ótima, 52% creem que ele tem condições de seguir liderando o país.
Para 44%, Bolsonaro perdeu tais condições, e 4% não souberam responder.
A pesquisa Datafolha mostra que a renúncia do presidente tem maior apoio entre jovens (44%), mulheres (42%), os que têm até o ensino fundamental (40%) e quem tem renda mensal acima de 10 salários mínimos (39%).
Já a rejeição ao gestor tem maior apelo entre quem ganha de 5 a 10 mínimos (69%), homens (65%) e quem ganha de 2 a 5 mínimos (64%).
A região Nordeste segue a tendência geral do levantamento e registra o maior índice de apoiadores da renúncia de Bolsonaro: 47%, ante 49% contrários à ideia.
Já o Sul, região bolsonarista na eleição, vem com 28% de apoio à renúncia. Norte e Centro-Oeste registram 30% e o Sudeste, 37%.
A divisão se mantém quando a pergunta é sobre a capacidade de liderança do presidente da República. Bolsonaro é visto como capaz por 62% no Sul, 60% no Norte/Centro-Oeste, 49% no Sudeste e 47% no Nordeste —onde empata com os que o acham incapaz (49%).
Foram entrevistados 1.511 brasileiros adultos que possuem telefone celular em todas as regiões e estados do país. A margem de erro é de três pontos percentuais. A coleta de dados aconteceu do dia 1º ao dia 3 de abril de 2020. Leia a íntegra da pesquisa na Folha de São Paulo.
O corpo de Maria Eduarda Medeiros, de 38 anos, foi localizado na manhã desta terça (24), em Calhetas, no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife O corpo da advogada Maria Eduarda Medeiros, de 38 anos, foi encontrado, nesta terça (24), entre as Praias de Calhetas e Gaibu, no Cabo de Santo Agostinho, no Grande […]
O corpo de Maria Eduarda Medeiros, de 38 anos, foi localizado na manhã desta terça (24), em Calhetas, no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife
O corpo da advogada Maria Eduarda Medeiros, de 38 anos, foi encontrado, nesta terça (24), entre as Praias de Calhetas e Gaibu, no Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife.
O resgate aconteceu no início do quarto dia de buscas, após o naufrágio de um veleiro ocorrido no sábado (21), na praia de Suape, na mesma cidade. O namorado dela, o médico urologista Seráfico Júnior, de 55 anos, sobreviveu ao acidente, nadando por cerca de três horas até um molhe de pedras.
A localização do corpo foi confirmada pela Marinha do Brasil, que atuou na área com duas embarcações.
Buscas
Pouco antes de encontrar o corpo, os bombeiros informaram que estavam usando embarcações e um helicóptero. Maria Eduarda havia postado em redes sociais fotos no veleiro, com um cão, que também desapareceu no mar.
O animal ainda não tinha sido encontrado, até a última atualização desta reportagem. O corpo da advogada seguiu para o Instituto de Medicina Legal (IML), em Santo Amaro, na área central do Recife.
A Secretaria Municipal de Saúde, após mapeamento e Bloqueio Epidemiológico, informa a confirmação de mais quatro casos de COVID-19. São dois pacientes do Bairro Centro, um paciente do Povoado da Borborema e um paciente do Povoado do Brejinho. Ambos encontram-se estáveis. O paciente do Povoado do Brejinho está internado em Salgueiro. Os outros três casos […]
A Secretaria Municipal de Saúde, após mapeamento e Bloqueio Epidemiológico, informa a confirmação de mais quatro casos de COVID-19.
São dois pacientes do Bairro Centro, um paciente do Povoado da Borborema e um paciente do Povoado do Brejinho. Ambos encontram-se estáveis.
O paciente do Povoado do Brejinho está internado em Salgueiro. Os outros três casos estão em isolamento domiciliar. Os contatos dos pacientes estão sendo monitorados pela Secretaria Municipal de Saúde e pela Unidade Básica de Saúde.
Vice de Zeca Cavalcanti cobra imagens de câmeras de segurança. Em nota intitulada de “A apelação dos desesperados”, o candidato a vice-prefeito de Arcoverde, na chapa de Zeca Cavalcanti, Eduíno Filho, levantou suspeitas sobre o ataque a casa e ao carro do coordenador de campanha da candidatura de Wellington LW, tendo como vice, o delegado […]
Vice de Zeca Cavalcanti cobra imagens de câmeras de segurança.
Em nota intitulada de “A apelação dos desesperados”, o candidato a vice-prefeito de Arcoverde, na chapa de Zeca Cavalcanti, Eduíno Filho, levantou suspeitas sobre o ataque a casa e ao carro do coordenador de campanha da candidatura de Wellington LW, tendo como vice, o delegado Israel Rubis.
Eduíno, diz na nota que o ataque teria partido de apoiadores do candidato situacionista, numa tentativa de incriminar a oposição e desafia, a vítima do ataque, Patrick a mostrar as imagens das câmeras de segurança. Leia a íntegra da nota.
A apelação dos desesperados
O desespero e o ódio à candidatura de Zeca Cavalcanti vêm levando os seguidores do candidato da pior prefeita de nossa história a fazerem os maiores absurdos para tentar eleger um despreparado para o serviço público e um vice agressivo, cuja política se resume ao ataque a qualquer custo.
O mais novo foi jogar tinta amarela na casa e no carro de um dos próprios coordenadores da campanha, o Sr. Patrick. Já que se fala em lei e ética, as oposições, que sempre prezaram pelo respeito às leis, cobram ao Sr. Patrick e ao delegado acusado de tortura que acionem a polícia e apresentem as imagens de suas câmeras de segurança.
Será que nesse dia e nessa hora elas não estavam funcionando? É muita apelação. Isso é uma vergonha que agride a inteligência do povo de Arcoverde. Conclamo os candidatos da chapa da prefeita a terem a mesma sensatez que o povo de Arcoverde tem e convencerem o seu coordenador a mostrar as imagens.
Quem é novo na política e acha que pode fazer tudo não somos nós, são vocês.
#MOSTRAAFITAPATRICK
Eduíno Filho
Candidato a vice-prefeito de Arcoverde na chapa de Zeca Cavalcanti (PTB)
Do Congresso em Foco O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello afirmou que está trabalhando para liberar as primeiras ações penais da Operação Lava Jato até abril. O decano da Corte é revisor da Lava Jato no Supremo e afirmou que irá observar a ordem de chegada dos processos ao seu gabinete. […]
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello afirmou que está trabalhando para liberar as primeiras ações penais da Operação Lava Jato até abril. O decano da Corte é revisor da Lava Jato no Supremo e afirmou que irá observar a ordem de chegada dos processos ao seu gabinete. As ações contra o deputado Nelson Meurer (PP-PR) e contra a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) serão as primeiras liberadas. Em entrevista ao jornal O Globo, o ministro afirmou que deve liberar os processos até abril. “Até antes disso. Eu estou a todo vapor trabalhando”, afirmou.
Para Celso de Mello, as críticas direcionadas ao STF por ainda não ter punido acusados na Lava Jato não compreendem o funcionamento do tribunal, uma vez que os ministros não podem aceitar denúncias monocraticamente. “Há várias razões para isso. Primeiro porque decidir monocraticamente é muito mais prático e ágil do que decidir colegiadamente. Eu não posso receber uma denúncia contra alguém monocraticamente. Se eu fosse magistrado de primeiro grau, eu levaria o inquérito com a denúncia para a minha casa num sábado, ficaria estudando no fim de semana, redigiria minha decisão e segunda-feira liberaria. Mas isso não é possível fazer em tribunal, não é só no Supremo”, disse o ministro.
Ele também completa afirmando que o Supremo não pode decretar prisões de boa parte dos investigados, uma vez que trata-se de parlamentares com proteção constitucional. Deputados e senadores só podem ser presos após condenação criminal final (em última instância) ou em flagrante de crime inafiançável. “Esse círculo de imunidade em torno dos congressistas impede que eles sejam presos preventivamente. O STF não pode decretar a prisão (fora dessas hipóteses). E, se decretar, será inconstitucional”, lembra Celso de Mello.
O decano também entende que não se pode condenar réus com base apenas em delações premiadas, mesmo se o Ministério Público for capaz de colher depoimentos de diferentes delatores que corroborem uma versão, o que que é chamado de corroboração recíproca. “Mesmo nos casos de corroboração recíproca dos colaboradores, se essa for a única prova, não se condena também”.
Prisão em segunda instância
O ministro também disse que a presidente do Supremo, ministra Cármen Lúcia, terá a “sensibilidade” para entender a necessidade de voltar a discutir a execução da pena para condenados em segunda instância. Apesar de admitir que teria sido melhor discutir o assunto antes da condenação do ex-presidente Lula, “ainda é tempo” para voltar ao tema.
O STF tem duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI) que questionam a possibilidade de condenado em segunda instância ser preso. Para Celso de Mello, o julgamento das ADIs permitirá que a Corte julgue “questão envolvendo o direito fundamental de qualquer pessoa de ser presumida inocente”.
O ministro foi contrário ao entendimento fixado em 2016, de que tribunais de segunda instância possam determinar o início do cumprimento da pena, e disse se manter fiel à posição adotada há quase dois anos. Para ele, o entendimento do STF é preocupante. “É um retrocesso que se impõe em matéria de direito fundamental”, afirmou o ministro, para quem a “Constituição está sendo reescrita”, uma vez que exige que a pena só começará a ser executada com o trânsito em julgado.
Mesmo assim, o decano reconhece a dificuldade em chegar a um consenso sobre o assunto entre os ministros do STF. Para ele, o STF pode adotar uma posição intermediária, permitindo a execução da pena com sentença confirmada pelo Superior Tribunal de Justiça (STF).
De acordo com levantamento do jornal Folha de S. Paulo, o STF concedeu liberdade a pelo menos um quinto dos habeas corpus analisados nos últimos dois anos. Dos 23 pedidos de liberdade que chegaram à mesa do ministro nesse período, sete foram concedidos.
Lei da Anistia
O decano também vê espaço para que o STF tenha novo entendimento para a Lei da Anistia. A Procuradoria-Geral da República (PGR) encaminhou ao Supremo um pedido para reabrir um processo que discute a hipótese. A tese do ministro compreende que responsáveis por sequestros durante a ditadura poderão ser processados, uma vez que sequestro é um crime permanente, que não está anistiado. “As vítimas eram sequestradas, executadas e enterradas. Nesses casos, quando você não conseguiu libertar a vítima e não houve uma solução do caso, porque a vítima não apareceu, então o crime é permanente, ou seja, ele ainda está sendo cometido. Logo, ele ultrapassa o marco temporal da Lei da Anistia” esclarece o ministro.
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