A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados no âmbito do inquérito que apura a negociação irregular de joias do acervo da Presidência da República.
O relatório dos investigadores deve ser entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF). Em seguida, será encaminhado à Procuradoria-Geral da República (PGR). Caberá ao Ministério Público avaliar se denuncia o ex-presidente e outros envolvidos, se pede mais apurações ou se arquiva o caso.
O inquérito das joias começou com a descoberta de dois kits de joias dadas de presente pelo governo da Arábia Saudita ao governo do ex-presidente Bolsonaro.
Os kits, com joias de luxo de valor milionário, não foram declarados como manda a legislação brasileira e não foram incluídos como patrimônio do Estado, o que também contrariou a lei.
Novo repasse do governo federal, no valor de R$ 16 milhões, assegura manter ritmo acelerado da construção do empreendimento e aumentar de 15 para 19 o número de frentes de trabalho Para garantir que as obras da Adutora do Agreste não parem e continuem no ritmo acelerado, em 2017, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, […]
Novo repasse do governo federal, no valor de R$ 16 milhões, assegura manter ritmo acelerado da construção do empreendimento e aumentar de 15 para 19 o número de frentes de trabalho
Para garantir que as obras da Adutora do Agreste não parem e continuem no ritmo acelerado, em 2017, o governador de Pernambuco, Paulo Câmara, vem acompanhando de perto a liberação de recursos do governo federal para a construção do empreendimento.
Ontem (5), o governador esteve em Brasília para uma audiência com o ministro da Integração Nacional, Hélder Barbalho, que confirmou mais um repasse, no valor de R$ 16 milhões para a Adutora do Agreste. A audiência contou com a participação do presidente da Compesa, Roberto Tavares.
Com os recursos em conta, a companhia tem condições de aumentar de 15 para 19 o número de frentes de trabalho espalhadas na região Agreste, intensificando as obras até o final deste mês.
De acordo com Roberto Tavares, para concluir toda a primeira etapa do projeto da Adutora do Agreste, que corresponde ao conjunto de obras para atender 23 municípios da região – e que já está licitado – ainda é preciso o repasse de R$ 636 milhões do governo federal. “Mas se vierem 360 milhões, que é o que a gente pactuou para este ano, conseguiremos atender todas as cidades. No entanto, se forem repassados R$ 200 milhões, teremos que nos replanejar. O importante é que a obra não seja mais paralisada, porque a desmobilização e remobilização gera um atraso de pelo menos um ano na conclusão da adutora. Não queremos que isso aconteça mais”, explica o presidente da Compesa, lembrando que 33 cidades estão com o abastecimento de água em situação de colapso no estado.
Foto: Aluísio Moreira
A Adutora do Agreste é a maior obra hídrica complementar e estruturadora de Pernambuco, foi projetada para receber a água da Transposição do Rio São Francisco e atender 2 milhões de pessoas em 68 municípios, além de 80 localidades. A segunda etapa do projeto, que ainda não foi conveniada, vai beneficiar os outros 45 municípios do Agreste, a região mais afetada no estado pela seca prolongada, que já entra no sétimo ano consecutivo.
“A determinação do governador é que aceleremos as obras. Quem passa pelo interior está percebendo o volume de obras, situação diferente do que se viu em 2015 e no começo de 2016”, compara.
Agora, a prioridade da Compesa é colocar o Sistema Adutor do Moxotó para operar até o final deste ano. A obra é a alternativa encontrada pelo governo do estado para antecipar a chegada da água do canal do Eixo Leste da Transposição do Rio São Francisco na região Agreste. A captação da água será feita na Barragem do Moxotó, no distrito de Rio da Barra, em Sertânia, e será transportada até a Estação de Tratamento de Água (ETA), em Arcoverde, onde o sistema será interligado à Adutora do Agreste.
A bateria de poços de Tupanatinga é outra obra hídrica importante para a região, cuja ordem de serviço, no valor de R$ 54 milhões, foi assinada hoje (6) pelo governador Paulo Câmara, e que também será integrada à Adutora do Agreste para atender grande parte das cidades do Agreste Meridional.
O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello concedeu liminar (decisão provisória) nesta segunda-feira (5) para afastar Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado. O ministro atendeu a pedido do partido Rede Sustentabilidade e entendeu que, como Renan Calheiros virou réu no Supremo, não pode continuar no cargo em razão de estar na linha sucessória […]
O Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello concedeu liminar (decisão provisória) nesta segunda-feira (5) para afastar Renan Calheiros (PMDB-AL) da presidência do Senado.
O ministro atendeu a pedido do partido Rede Sustentabilidade e entendeu que, como Renan Calheiros virou réu no Supremo, não pode continuar no cargo em razão de estar na linha sucessória da Presidência da República.
“Defiro a liminar pleiteada. Faço-o para afastar não do exercício do mandato de Senador, outorgado pelo povo alagoano, mas do cargo de Presidente do Senado o senador Renan Calheiros. Com a urgência que o caso requer, deem cumprimento, por mandado, sob as penas da Lei, a esta decisão”, afirma o ministro no despacho.
O plenário do STF terá de se manifestar para dar uma decisão final sobre o caso, o que ainda não tem data para ocorrer. Renan Calheiros ainda poderá recorrer da decisão de Marco Aurélio.
Réu no STF: na semana passada, o plenário do Supremo decidiu, por oito votos a três, abrir ação penal e tornar Renan réu pelo crime de peculato (apropriação de verba pública).
Segundo o STF, há indícios de que Renan fraudou recebimento de empréstimos de uma locadora de veículos para justificar movimentação financeira suficiente para pagar pensão à filha que teve com a jornalista Mônica Veloso.
A Corte também entendeu que há indícios de que Renan Calheiros usou dinheiro da verba indenizatória que deveria ser usada no exercício do cargo de Senador para pagar a locadora, embora não haja nenhum indício de que o serviço foi realmente prestado.
Aliados do ex-prefeito e pré-candidato João Campos recorreram à estratégia de, 72 horas depois da divulgação, buscar censurar a divulgação da pesquisa Múltipla. A estratégia foi de criar confusão na cabeça do eleitorado, dada a divulgação de outra pesquisa com praticamente o mesmo resultado, do Datafolha, que deu 48% a 43% pró Raquel. Soltar a […]
Aliados do ex-prefeito e pré-candidato João Campos recorreram à estratégia de, 72 horas depois da divulgação, buscar censurar a divulgação da pesquisa Múltipla.
A estratégia foi de criar confusão na cabeça do eleitorado, dada a divulgação de outra pesquisa com praticamente o mesmo resultado, do Datafolha, que deu 48% a 43% pró Raquel. Soltar a informação de que uma pesquisa teria sido “suspensa” alimenta a militância e cria desinformação.
CARD TENTA CONFUNDIR COM DATAFOLHA
Prova disso é que o card distribuído pelos socialistas apenas informa “Justiça suspende pesquisa com Raquel na frente”, sem citar o instituto, para dar a impressão de que seria a pesquisa do instituto Datafolha, que saiu hoje.
LIMINAR NÃO JULGA MÉRITO
O que houve foi uma decisão a pedido do MDB estadual, aliado serviçal do PSB, que quer proibir a divulgação da pesquisa 72 horas depois de um resultado já conhecido, alegando questões de ordem técnica e formal. Liminar é uma medida jurídica para garantir o direito em caso de dolo, que se derruba no mérito, principalmente ao se comprovar o que já é de domínio público: a lisura do Instituto, inclusive celebrado por sua credibilidade por muitos socialistas em seus municípios, quando lideram levantamentos.
Nas pesquisas anteriores, com o socialista liderando, não houve manifestação ou questionamento. A virada gerou a ação. Tanto para o blog quanto para o Múltipla, apesar de achar que a civilização avançou, não há novidades nesse sentido. Ambos confiam no trabalho que realizam e que vai continuar.
O Datafolha, aliás, mostrou a mesma tendência hoje. A se conferir os próximos levantamentos.
Manifestação pacífica e participação em debate aconteceram hoje em Afogados Em Afogados da Ingazeira, continua a dor da família com o desaparecimento do afogadense Evandeilson Lima, conhecido por Vando. Ele não é visto desde a sexta-feira dia 23 de fevereiro. Familiares fizeram uma manifestação pelas ruas de Afogados da Ingazeira esta manhã e em seguida […]
Manifestação pacífica e participação em debate aconteceram hoje em Afogados
Em Afogados da Ingazeira, continua a dor da família com o desaparecimento do afogadense Evandeilson Lima, conhecido por Vando.
Ele não é visto desde a sexta-feira dia 23 de fevereiro. Familiares fizeram uma manifestação pelas ruas de Afogados da Ingazeira esta manhã e em seguida estiveram no programa Manhã Total da Rádio Pajeú. Em mãos, cartazes com a mesma frase: “Queremos respostas”.
Uma das dúvidas recai sobre o fato de que as investigações identificaram quem estava no carro filmado em um posto abastecendo e guiando o veículo em que estava Vando. À polícia o homem, cujo nome não foi informado, disse que deu uma carona à vítima até o bairro São Francisco.
A família questiona, já que ele não informou que havia ido levar Vando para o local, só se pronunciando quando procurado pela polícia, após identificação das imagens que o mostram saindo com a vítima em uma carro. “Uma carona que custou R$ 92,00? Meu irmão disse que iria para Recife. Meu irmão não voltou, ele sim”, diz Cida Nicácio, a irmã. A família diz não ter dúvidas de que há envolvimento no episódio e tem receio de que haja fuga ou destruição de provas.
Perguntado do porque do abastecimento com tanque cheio ter sido pago por Evandeilson, ele teria dito que passou o dinheiro ao vigilante para que ele pagasse com cartão, cuja data de vencimento seria posterior. O Delegado Germano Ademir está a frente das investigações. A PM afirma que também faz diligências.
A família critica o fato de que só agora, foi possível à polícia a quebra de sigilos, mais algumas diligências autorizados pelo Judiciário. “Não havia até agora promotor ou juiz na área criminal. Só aparecem no plantão às quintas feiras”. A queixa é pelo fato de que perícias podem ser prejudicadas passado todo esse tempo. Há uma cobrança para que a Secretaria de Defesa Social seja comunicada do fato.
A família está inconsolável e fazendo apelos desesperados nas redes sociais para quem souber do paradeiro do mesmo. A PM informou que está divulgando imagens de Evandeilson através de aplicativos para companhias e batalhões do estado.
Informações podem ser passadas à polícia ou pelo (87) 9-9189-7519. A família pede que evitem passar informações que não ajudem a localizá-lo.
Emissora destacou relação histórica com a Cidade das Tradiçõe radiopajeu.com.br A Rádio Pajeú foi homenageada na Sessão Solene pelos 70 anos de Tabira, que serão comemorados até o próximo dia 27. A noite de entregas de várias comendas e títulos de cidadão tabirense a personalidades e instituições que contribuíram com a história de 70 anos […]
Emissora destacou relação histórica com a Cidade das Tradiçõe
radiopajeu.com.br
A Rádio Pajeú foi homenageada na Sessão Solene pelos 70 anos de Tabira, que serão comemorados até o próximo dia 27.
A noite de entregas de várias comendas e títulos de cidadão tabirense a personalidades e instituições que contribuíram com a história de 70 anos do município.
A sessão foi presidida pela vereadora Nelly Sampaio e teve a participação de boa parte do legislativo, como os proponente da homenagem à Rádio Pajeú, Aristóteles Monteiro, aprovada por unanimidade. Os trabalhos foram presididos por Maria Nelly Sampaio.
A emissora recebeu a Medalha Pedro Pires Ferreira Classe Ouro, comenda entregue a pessoas ou instituições que tenham prestado relevantes serviços à cidade e ao seu povo.
Foto: Vanderlei Miron
A entrega foi feita pelo proponente, vereador Aristóteles Monteiro ao Gerente Administrativo da emissora e Presidente da Asserpe, Nivaldo Galindo, o Nill Júnior.
Em sua fala, ele destacou a relação histórica entre a emissora e a Cidade das Tradições.
“Quando a Rádio Pajeú nasceu, em 4 de outubro de 1959, Tabira tinha dez anos, já iniciando os passos para ser a cidade pujante que é hoje, impulsionada por nomes como Pedro Pires. Assim, dos setenta, em sessenta anos a Pajeú esteve presente, como parceira de Tabira e sua gente, em todos os passos de seu desenvolvimento”.
A sessão ainda foi marcada por homenagens a outros nomes que tem parte na história da emissora como Luciano Bezerra, hoje defensor público e Elias Mariano. O jornalista Magno Martins, que apresenta na emissora o Frente a Frente, também recebeu como os demais o título de Cidadão Tabirense.
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