O prefeito do Recife, João Campos, postou em suas redes sociais que é mentirosa a notícia de que esteve em Brasília negociando o ingresso de Marília Arraes na chapa do PSB como candidata ao Senado.
“É mais uma mentira de quem quer tumultuar o debate eleitoral”, escreveu.
Os últimos dias tem sido tumultuados em relação ao futuro da petista. Já Carlos Veras, que aparece com preferência para a disputa, disse na visita do governador Paulo Câmara ao Pajeú que falta pouco para o PT fechar a definição.
Carlos foi uma das estrelas da vinda de Câmara à região, a ponto de ser tratado como “senador” pelos aliados prefeitos e lideranças políticas.
Por Anchieta Santos Diante da alta demanda de pessoas que necessitam de atendimento fora do domicilio as Prefeituras tem recorrido a empresa Progresso para transportar pacientes do TFD. Presidente do Consórcio de Prefeitos do Pajeú-Moxotó, Deva Pessoa anunciou através da Rádio Cidade FM que esta semana o Cimpajeú se reunirá com a Gerência de Convênios […]
Diante da alta demanda de pessoas que necessitam de atendimento fora do domicilio as Prefeituras tem recorrido a empresa Progresso para transportar pacientes do TFD.
Presidente do Consórcio de Prefeitos do Pajeú-Moxotó, Deva Pessoa anunciou através da Rádio Cidade FM que esta semana o Cimpajeú se reunirá com a Gerência de Convênios da Progresso para buscar soluções ou até mesmo o distrato.
Entre as queixas está o abandono de passageiros na garagem da empresa no Recife.
O Tribunal de Contas de Pernambuco acompanha com preocupação os desdobramentos do Projeto de Lei nº 4.162/2019, que prorroga para até 2024 a obrigatoriedade dos municípios em adotar o uso de aterros sanitários para a disposição final de seus resíduos sólidos. O projeto foi aprovado pela Câmara em dezembro do ano passado e aguarda tramitação […]
O Tribunal de Contas de Pernambuco acompanha com preocupação os desdobramentos do Projeto de Lei nº 4.162/2019, que prorroga para até 2024 a obrigatoriedade dos municípios em adotar o uso de aterros sanitários para a disposição final de seus resíduos sólidos. O projeto foi aprovado pela Câmara em dezembro do ano passado e aguarda tramitação no Senado (PL nº 3261/2019) ainda este mês.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela Lei nº 12.305/2010, previa inicialmente que a situação deveria estar normalizada até 2014, mas o compromisso não foi atendido pela maioria dos municípios que alegaram, principalmente, a falta de recursos e os altos custos para a implantação dos aterros. O assunto foi matéria de capa do Diario de Pernambuco, em edição publicada neste fim de semana.
A proposta a ser votada no Senado estabelece como primeiro prazo para que a disposição ambientalmente adequada dos rejeitos seja implementada até o final deste ano, exceto para cidades que possuam Plano Intermunicipal de Resíduos Sólidos ou Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos.
Assim, capitais e municípios localizados na região metropolitana terão até dois de agosto de 2021 para incorporar as mudanças. Já os que possuem população com mais de 100 mil habitantes, entre 50 e 100 mil e menos de 50 mil, terão até o dia dois de agosto dos anos de 2022, 2023 e 2024, respectivamente, para fazê-lo.
Para o gerente de Estudos e Auditorias Temáticas do TCE, Alfredo Montezuma, a nova Lei representa um retrocesso, uma vez que desestimula os gestores municipais que se empenharam em adotar as medidas socioambientais e acomoda aqueles que vêm resistindo e protelando a aderir às determinações da PNRS.
“A medida prorroga não apenas os prazos. As novas datas-limite permitirão a manutenção e até o agravamento da situação da poluição dos mananciais pelo chorume, intensificando e ampliando os problemas de saúde pública, com prejuízos ainda maiores para a questão social dos catadores”, concluiu.
O presidente do TCE, Dirceu Rodolfo, demonstrou preocupação com a alteração do dispositivo e classificou a iniciativa como “a prorrogação de algo improrrogável”. A procuradora geral do Ministério Público de Contas, Germana Laureano, advertiu que a alteração traz riscos já que possui um dispositivo que permite o repasse de recursos federais a quem não esteja depositando corretamente os seus resíduos.
Atualmente, a Lei prevê que apenas os municípios que tenham cumprido os prazos e que deixaram de cometer crime ambiental podem ter acesso a esta verba.
Estudo – De acordo com levantamento atual do TCE houve uma nova evolução na quantidade de municípios que fazem o correto descarte do lixo em aterros sanitários. O número subiu de 92, em novembro de 2019, para 104 em janeiro deste ano.
Já o número de municípios que fazem o depósito irregular em lixões ou aterros controlados caiu de 92 para 80, segundo o levantamento.
A previsão para julho de 2020 é ainda mais otimista, quando se espera que 134 (73%) dos 184 municípios pernambucanos cumpram a determinação. “O avanço se deve em grande parte ao trabalho exaustivo do Tribunal de Contas para orientar os gestores municipais quanto às boas práticas que devem ser seguidas e ao monitoramento que realizamos para acompanhar o descarte do lixo pelos municípios, cujo resultado pode ser prejudicado com a concessão de novos prazos”, afirmou o auditor Pedro Teixeira, do Núcleo de Engenharia do TCE.
Os municípios que atendem às normas estão aptos a receber uma parcela do ICMs Socioambiental, cujo valor ajuda a cobrir as despesas com a operação e manutenção dos aterros.
Reação – De acordo com o presidente Dirceu Rodolfo, o Tribunal pretende continuar o trabalho educativo, orientando os gestores para as boas práticas que devem ser adotadas, mas pretende também atuar com mais rigor em suas auditorias, inclusive com a lavratura de autos de infração e aplicação de multas.
A partir de agora, quem não cumprir as determinações do TCE, que estabeleceu, através de Acórdãos, prazos para que alguns municípios apresentassem seus planos de ação visando à eliminação dos lixões, estará sujeito também às sanções administrativas cabíveis, além das previstas pela Lei de Crimes Ambientais (Lei nº 9.605/98) e a sofrer ação por improbidade administrativa por renúncia de receita (ICMs Socioambiental), conforme previsto pela Lei nº 8.429/92 e pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
No início da tarde desta quinta-feira (19) um serra-talhadense identificado como Djvan Clébio despencou acidentalmente da Cachoeira do Pinga, no município vizinho de Triunfo. O local, de grande beleza, é um dos principais pontos turísticos da região. A reportagem do Farol de Notícias conseguiu contato com familiares da vítima, que lamentaram o fato profundamente. Segundo uma prima […]
No início da tarde desta quinta-feira (19) um serra-talhadense identificado como Djvan Clébio despencou acidentalmente da Cachoeira do Pinga, no município vizinho de Triunfo. O local, de grande beleza, é um dos principais pontos turísticos da região.
A reportagem do Farol de Notícias conseguiu contato com familiares da vítima, que lamentaram o fato profundamente. Segundo uma prima de Djavan Clébio, Rogéria Silva, a operação de resgate do corpo demorou devido o difícil acesso ao local. Os Bombeiros em Serra Talhada receberam o chamado por volta das 12h25.
Segundo testemunhas, Djavan teria escorregado e se chocado com as pedras. O serra-talhadense deixa mulher e filhos. “Ele era uma pessoa maravilhosa. Um super marido, um pai excelente, um bom filho e um bom neto. Era muito especial, agora fica a saudade. Meu primo era tudo de bom”, disse Rogéria Silva, em tom de pesar. Clébio morava próximo à Avenida Saco, no bairro da Cagep. Era conhecido como uma pessoa do bem, filho de ‘Dona Lelê’. Todos do bairro estão lamentando a tragédia e prestando sinceros sentimentos de pesar à família.
Por Gustavo Uribe e Daniel Carvalho, da Folhapress Por falta de dinheiro, famílias que dependem de carros-pipa no Nordeste devem deixar de receber água potável a partir deste domingo (1º), em meio ao período de seca na região. Segundo relatos feitos à reportagem, a interrupção do serviço, por meio da Operação Carro-Pipa, foi informada por […]
Por Gustavo Uribe e Daniel Carvalho, da Folhapress
Por falta de dinheiro, famílias que dependem de carros-pipa no Nordeste devem deixar de receber água potável a partir deste domingo (1º), em meio ao período de seca na região.
Segundo relatos feitos à reportagem, a interrupção do serviço, por meio da Operação Carro-Pipa, foi informada por integrantes do governo federal a autoridades estaduais e municipais de estados como Bahia e Pernambuco.
A iniciativa, que atende cerca de 850 municípios, prevê que o Exército fiscalize e coordene a distribuição da água em áreas atingidas pela seca.
A reportagem teve acesso a um aviso de um batalhão baiano a motoristas de caminhões-pipa, enviado na quinta-feira (29), especificando que o serviço será interrompido “por falta de recursos para pagamentos diversos”.
Procurado pela reportagem, o Exército não se manifestou até a publicação desta reportagem.
O governo federal tinha conhecimento de que não haveria dinheiro suficiente e pediu a realocação de recursos para que o Exército contratasse carros-pipa. O projeto que autoriza a medida, porém, ainda não foi votado pelo Congresso.
Documento com data de 30 de setembro anexado ao PLN (projeto de lei do Congresso Nacional) nº 30 informa que o crédito em pauta visa possibilitar o atendimento de despesas no Ministério do Desenvolvimento Regional, entre outros.
Ele detalha que os recursos são para o “custeio da Operação Carro-Pipa entre os meses de setembro a dezembro visando garantir o atendimento com água potável à população vitimada pela seca no semiárido brasileiro, entre outras”. O texto é assinado pelo ministro Paulo Guedes (Economia).
Nesta sexta-feira (30), o senador Jaques Wagner (PT-BA) ingressou com requerimento pedindo esclarecimentos ao ministro Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional) sobre o fornecimento de água no Norte e no Nordeste.
O documento aponta que a iniciativa envolve cerca de 7.000 veículos, que levam água para 79 mil pontos de abastecimento e cisternas coletivas.
Em São Bento do Una (PE), a 210 km do Recife, a prefeitura disse que há 144 pontos abastecidos pelo Exército.
Com a interrupção do serviço, a prefeita Débora Almeida (PSB) afirmou que entre 30 e 40 famílias ficarão sem água. “É muito ruim. Estamos na seca. A prefeitura não consegue abastecer todo mundo. É impossível”, afirmou Almeida à reportagem.
“Eu nem tenho carro-pipa suficiente. Só tenho três caminhões e temos de abastecer hospital, posto de saúde, e as escolas, mesmo sem estarem funcionando. Não conseguimos chegar no número de pessoas que eles chegam”, afirmou.
A prefeita disse que um de seus secretários recebeu de integrante do Exército mensagem que dizia “informo que na semana que vem a operação vai estar parada até recebermos os créditos do MDR [Ministério do Desenvolvimento Regional]. Estávamos com as OS [ordens de serviço] feitas, porém não chegaram os créditos”.
O presidente da Amupe (Associação Municipalista de Pernambuco), José Patriota, disse que os prefeitos foram informados do corte apenas nesta sexta, dois dias antes da interrupção do serviço.
No fim da tarde, ele ainda tomava pé da situação e articulava com a bancada nordestina do Congresso uma solução para o problema.
A região passou por sete anos de seca, de 2012 a 2019. Em 2020, voltou a chover, mas agora o momento é de estiagem. “Isso vai dar um rebuliço grande. É o pico da seca de todo o semiárido nordestino”, disse Patriota.
O Ministério do Desenvolvimento Regional informou que solicitou a suplementação de recursos do orçamento para manter as ações da operação carro-pipa, bem como a continuidade de obras essenciais nas áreas de saneamento e segurança hídrica, evitando paralisações.
O remanejamento de recursos está previsto no PLN 30, que aguarda apreciação pelo Congresso Nacional. De acordo com a pasta, para a manutenção da operação carro-pipa até o final do ano são necessários R$ 142 milhões.
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), disse à reportagem que o Congresso fará sessão na quarta-feira (4) para votar todos os 29 PLNs, matérias que abrem espaço no Orçamento, que estão parados sobre sua mesa.
O Presidente da CDL Afogados da Ingazeira, Darlan Quidute, divulgou no último final de semana uma ação realizada pela entidade no município para o conforto e renovação das esperanças da população. “Estamos vivendo um momento difícil por conta da pandemia, então, nós nos inspiramos em uma ação que vimos em Triunfo, idealizada pelo Diretor Laydson […]
O Presidente da CDL Afogados da Ingazeira, Darlan Quidute, divulgou no último final de semana uma ação realizada pela entidade no município para o conforto e renovação das esperanças da população.
“Estamos vivendo um momento difícil por conta da pandemia, então, nós nos inspiramos em uma ação que vimos em Triunfo, idealizada pelo Diretor Laydson Santos, para renovar a fé das pessoas em dias melhores não apenas no comércio, mas na vida de todos“, explicou o presidente.
O cantor Igor Alves foi convidado a participar da ação e cantar a música “Aleluia”, com voz e violão, além de um carro de som atrás, passando pelas principais ruas no município. Foi emocionante.
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