João Campos é destaque em O Globo: “a esquerda de novo visual”
Por Nill Júnior
Socialistas estão compartilhando aos montes a matéria de três páginas com o prefeito do Recife, João Campos em O Globo.
A reportagem de João Carlos Sartori apresenta o prefeito do Recife como um exemplo de sucesso nas redes sociais, um dos desafios da esquerda no Brasil.
“Aos 31 anos, o prefeito do Recife é hoje mais João do que Campos, mas não deixa de ser o bisneto de Miguel Arraes e o filho de Eduardo Campos, os dois políticos mais vivos na memória pernambucana. Reeleito com 78% dos votos, também já escuta aos montes gritos que o colocam na disputa do ano que vem pelo Palácio do Campo das Princesas, sede do governo do estado comandado pelo bisavô em diferentes momentos dos anos 60, 80 e 90, e pelo pai entre 2007 e 2014”, diz a reportagem.
Integrantes da equipe de João passaram a compor o time do novo ministro da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, e o estrategista de sua campanha de reeleição, Rafael Marroquim, também desembarcou por uma semana na capital federal para ajudar o Planalto. Resultado: os vídeos de Lula sob o estilo João dobraram o número de visualizações desde a semana passada.
Em maio, o prefeito vai assumir a presidência nacional do PSB, apesar de ainda adotar cautela ao falar da missão, outra que o pai e o bisavô cumpriram por vários anos. À frente da sigla, lidará com a construção do processo eleitoral de 2026, enfrentando pela primeira vez dilemas de outros estados e, sobretudo, impondo pressão para Lula manter Geraldo Alckmin como vice na chapa de reeleição.
View this post on Instagram Erivaldo Ribeiro, de 40 anos, estava trabalhando de pedreiro em Caruaru Um sertanejo foi assassinado neste domingo em Caruaru, no Sítio Campo Novo. Segundo o Caruaru no Face (veja acima) crime aconteceu onde vários pedreiros que atuam em Caruaru de regiões do Estado dormiam juntos. Erivaldo Ribeiro da Silva, 40 […]
Erivaldo Ribeiro, de 40 anos, estava trabalhando de pedreiro em Caruaru
Um sertanejo foi assassinado neste domingo em Caruaru, no Sítio Campo Novo.
Segundo o Caruaru no Face (veja acima) crime aconteceu onde vários pedreiros que atuam em Caruaru de regiões do Estado dormiam juntos.
Erivaldo Ribeiro da Silva, 40 anos, natural de Tabira e que morava em Afogados da Ingazeira estava há cerca de 40 dias no local, onde trabalhava em uma construção no Anel Viário.
Ele estava conversando com colegas sentado em uma cadeira quando indivíduos em um veículo já desceram atirando na vítima.
O SAMU foi acionado mas a vítima já estava em óbito. Não há indícios das causas do homicídio, com características de execução. O corpo foi levado ao IML e deverá ser sepultado em Afogados.
Quimioterapia ‘não foi suficiente’, diz David Uip G1 Após realizar oito sessões de quimioterapia para combater o câncer, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), iniciou a imunoterapia nesta quarta-feira (26), em nova fase do tratamento, segundo informou a equipe médica que o acompanha, em coletiva de imprensa no Hospital Sírio-Libanês, no início da tarde desta […]
Após realizar oito sessões de quimioterapia para combater o câncer, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), iniciou a imunoterapia nesta quarta-feira (26), em nova fase do tratamento, segundo informou a equipe médica que o acompanha, em coletiva de imprensa no Hospital Sírio-Libanês, no início da tarde desta quinta-feira (27). A cirurgia não foi descartada, mas não foi indicada neste momento.
“A terapia que ele se submeteu foi extremamente eficiente, mas não foi suficiente. A biópsia do gânglio foi positiva do diagnóstico do tumor. Por conta desse diagnóstico ontem mesmo iniciou a segunda fase de tratamento que é a imunoterapia”, informou o médico infectologista David Uip.
A imunoterapia é um tratamento alternativo contra o câncer e consiste na aplicação de doses de medicamentos para estimular o sistema imunológico a produzir anticorpos e combater células cancerígenas.
“A imunoterapia tem menos efeitos adversos. Ontem nós o vimos e ele está muito melhor clinicamente do que estava há duas semanas”, informou Uip. Após a primeira sessão nesta quarta, Covas fará as próximas a cada três semanas.
“A equipe discutiu por uma opção, e discutimos com o Bruno e ele podia aceitar ou não, ele acatou e imediatamente começou a imunoterapia. É decisão da equipe médica e de consenso do paciente”, disse Uip.
Segundo o médico oncologista Túlio Pfiffer, a avaliação completa da imunoterapia poderá ser feita em dois ou três meses. “A imunoterapia é muito mais tranquila e procura fazer soltar o freio de mão do sistema imunológico dele para que o sistema imunológico combata o tumor. Estamos ajudando o sistema imunológico dele para combater o tumor”, disse Pfiffer.
Covas trata desde novembro de 2019 de um câncer entre o estômago e o esôfago, com metástase no fígado e nos linfonodos.
Participaram da entrevista o infectologista David Uip, o cardiologista Roberto Kalil Filho e os oncologistas Artur Katz e Tulio Eduardo Pfiffer.
Após concluir as oito sessões de quimioterapia, o prefeito foi internado no início de fevereiro no Hospital Sírio-Libanês para realizar novos exames e definir os próximos passos do tratamento, que agora foi anunciado pela equipe médica.
Na ocasião, os médicos já haviam anunciado que os tumores não apareceram mais nos exames, mas ainda não era possível falar em cura. Já os linfonodos, que são gânglios, apresentaram um aumento.
Covas trata desde novembro de 2019 de um câncer entre o estômago e o esôfago, com metástase no fígado e nos linfonodos. Há 10 dias, Uip ressaltou que o tratamento realizado até agora foi eficiente. “O que nós temos nesse momento é que a quimioterapia foi muito eficiente e exitosa. O que resta saber é se essa quimioterapia é suficiente ou se teremos novos encaminhamentos a partir do diagnóstico da investigação que foi feita hoje”, afirmou o infectologista David Uip.
“O que se buscava alcançar foi alcançado. Esta quimioterapia alcançou seu benefício máximo, o que a gente podia esperar dela foi alcançado. Esse tratamento seguramente não continua porque esta quimioterapia era planejada para ser usada no seu número máximo de aplicações e agora vamos definir o que faremos daqui para frente, seguramente será algo diferente, se a gente precisar fazer alguma coisa, do que a gente fez até agora. Só não sabemos ainda o que é porque evidentemente as decisões são pautadas nos resultados”, afirmou Katz.
Do G1 O Congresso Nacional encerrou na madrugada desta quinta-feira (4), depois de mais de 18 horas de debates, a sessão destinada a votar o projeto enviado pelo governo federal que derruba a meta fiscal prevista para 2014. Os parlamentares aprovaram o texto-base da proposta, mas, por falta de quórum, o último destaque (proposta de […]
Parlamentares dividem pacotes de bolacha durante a sessão do Congresso (Foto: Fernanda Calgaro / G1)
Do G1
O Congresso Nacional encerrou na madrugada desta quinta-feira (4), depois de mais de 18 horas de debates, a sessão destinada a votar o projeto enviado pelo governo federal que derruba a meta fiscal prevista para 2014. Os parlamentares aprovaram o texto-base da proposta, mas, por falta de quórum, o último destaque (proposta de alteração ao texto principal) não foi votado e uma nova sessão foi convocada para a próxima terça-feira (9).
A sessão foi marcada por troca de acusações entre os parlamentares, obstrução dos oposicionistas e confusão entre manifestantes que tentaram acompanhar a votação do plenário. Alguns parlamentares chegaram a dormir em suas poltronas e outros dividiram pacotes de bolachas.
O texto-base foi aprovado por volta de 3h45, mas quatro destaques ficaram pendentes. Três deles foram rejeitados em votações simbólicas, sem a contagem de votos. No momento em que o último destaque estava sendo discutido, parlamentares da oposição pediram votação nominal, quando foi detectado que não havia o quórum mínimo de 257 deputados.
No total, apenas 192 deputados marcaram presença na votação do último destaque. O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), anunciou, então, que uma nova sessão para discutir o texto deverá ocorrer na próxima terça-feira.
“A democracia exige, sobretudo, que nós tenhamos paciência para levar o processo legislativo ao final, garantindo a palavra a todos, especialmente, à minoria. Eu acho que chegamos a bom termo”, afirmou Renan Calheiros após a sessão.
O projeto discutido pelo Congresso, considerado prioritário pelo Palácio do Planalto, derruba a meta fiscal e permite ao governo fechar as contas públicas sem a obrigação de cumprir o superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública) estabelecido para 2014. No início do ano, a previsão de superávit era de R$ 116 bilhões. Com a aprovação do projeto, passa para R$ 10 bilhões.
Apesar da ampla base de apoio ao governo na Câmara e no Senado, o Congresso fez cinco tentativas até conseguir a aprovação do texto. O presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), chegou a colocar o projeto em pauta na semana passada, mas, antes, os parlamentares tiveram de analisar 40 vetos presidenciais e um projeto de lei que estavam à frente da meta fiscal na ordem do dia.
A oposição classificou o projeto como uma “anistia” à presidente Dilma Rousseff pelo descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Já o governo pediu “consciência” e afirmou que a mudança na meta fiscal busca “estabilizar” a política econômica do país.
A manhã de hoje foi de repercussão da entrevista do Vereador Vicente Zuza Filho, o Vicentinho, que afirmou retirar seu nome da discussão no bloco de oposição com o qual vinha conversando e não apoiar o nome de Emídio Vasconcelos. Mas tivemos outras novidades, como no Debate das Dez do Programa Manhã Total. Uma delas, […]
Itamar França (e) lançou candidatura. Zé Negão diz que só vai se unir o grupo e tiver apoio popular
A manhã de hoje foi de repercussão da entrevista do Vereador Vicente Zuza Filho, o Vicentinho, que afirmou retirar seu nome da discussão no bloco de oposição com o qual vinha conversando e não apoiar o nome de Emídio Vasconcelos. Mas tivemos outras novidades, como no Debate das Dez do Programa Manhã Total.
Uma delas, o lançamento do pré candidato Itamar França (PRP) ao cargo de prefeito. França afirmou que vai levar com entusiasmo sua candidatura, depois de não aceitar se incorporar à gestão Patriota. Ele defendeu que vai tocar o projeto ouvindo as pessoas. Afirmou que Afogados precisa de uma alternativa que gere mais oportunidades e atenda a comunidade evangélica, segundo ele, esquecida.
Já Zé Negão voltou a defender que a oposição tenha seu candidato balizado por uma pesquisa de opinião. O vereador disse que para unir o grupo até poderá ser candidato, com algumas condições. “Serei candidato, primeiro, se estiver vivo, com saúde, se houver preferência popular por pesquisa e unidade do grupo”.
Zé descartou pela primeira vez uma reaproximação polítrica com o ex-prefeito Totonho Valadares, por ter se filiado ao PSDB, que segundo o vereador, “ajudou o golpe”. Também disse estar com apoio do Deputado Federal Zeca Cavalcanti.
Em mais uma reviravolta, o governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) decidiu recriar o Ministério da Cultura (MinC), que havia sido incorporado pelo Ministério da Educação (MEC). A informação foi confirmada pelo ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE), neste sábado (21), por meio de sua conta no Twitter. Marcelo Calero, nomeado secretário nacional de Cultura na quarta-feira […]
Em mais uma reviravolta, o governo do presidente interino Michel Temer (PMDB) decidiu recriar o Ministério da Cultura (MinC), que havia sido incorporado pelo Ministério da Educação (MEC). A informação foi confirmada pelo ministro da Educação, Mendonça Filho (DEM-PE), neste sábado (21), por meio de sua conta no Twitter.
Marcelo Calero, nomeado secretário nacional de Cultura na quarta-feira (18), será o novo ministro da pasta. A recriação do MinC será feita por meio de uma medida provisória, a ser editada na segunda-feira (23). A posse de Calero deve ocorrer na terça-feira (24).
“A decisão de recriar o MinC é um gesto do presidente Temer no sentido de serenar os ânimos e focar no objetivo maior: a cultura brasileira”, afirmou Mendonça Filho, pelo Twitter. “Com Marcelo Calero vamos trabalhar em parceria para potencializar os projetos e ações entre os ministérios da Educação e da Cultura”, completou, também pela rede social.
Calero, ex-secretário de Cultura da cidade do Rio de Janeiro, havia assumido a Secretaria Nacional de Cultura nesta semana, após a negativa de cinco mulheres: a antropóloga Cláudia Leitão, a consultora de projetos culturais Eliane Costa, a atriz Bruna Lombardi, a cantora Daniela Mercury e a jornalista e apresentadora Marília Gabriela.
O governo interino tentou emplacar uma mulher no cargo, tentando minimizar críticas ao fato de todos os novos ministros nomeados por Temer serem homens.
Protestos da classe artística: A extinção do MinC e sua fusão com o Ministério da Educação gerou uma série de protestos da classe artística na última semana: ao menos 18 capitais registraram ocupações em prédios públicos ligados ao Ministério da Cultura.
Na sexta-feira (20), no Rio, um ato cultural no pilotis do Palácio Gustavo Capanema, que já sediou o ministério e hoje abriga a Funarte, reuniu os músicos Caetano Veloso, Erasmo Carlos, Seu Jorge e Marcelo Jeneci. “O MinC é nosso. É uma conquista do Estado brasileiro. Não é de nenhum governo”, disse Caetano Veloso, ao abrir sua apresentação.
Havia a expectativa, também, que a Virada Cultural, que acontece neste fim de semana em São Paulo, também pudesse aumentar a pressão pela recriação da pasta.
Além da movimentação de artistas e entidades culturais, o anúncio do fim do Ministério da Cultura também gerou críticas negativas entre parlamentares. Na terça-feira (17), a Comissão de Educação do Senado aprovou a convocação de Mendonça Filho para que ele explicasse a extinção do MinC, mas a audiência pública não chegou a ocorrer.
Um dia depois, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), se comprometeu a recriar a pasta por meio de uma emenda parlamentar no Congresso. “Reconheço a importância do Ministério da Cultura. Seu custo para o Orçamento é muito pequeno. Se não tivermos o Ministério, isso vai quebrar o Brasil, por tudo o que ele representa”, declarou na ocasião.
O anúncio da volta do Ministério da Cultura foi comemorado por artistas. O ator José de Abreu e a cantora Daniela Mercury classificaram o retorno da pasta como uma “vitória”.
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