Itapetim sedia evento em homenagem ao centenário do poeta Pedro Amorim
Por Nill Júnior
Na noite desta sexta-feira (26), Itapetim foi palco de uma grandiosa festa em formato virtual em homenagem o centenário do poeta, Pedro Amorim, que se estivesse vivo completaria 100 anos no próximo dia 18 de setembro.
Promovida pelo Governo Municipal através da Secretaria de Cultura, a festa cultural também teve como objetivo valorizar a cultura e os artistas locais que se encontram sem trabalhar por causa da pandemia.
O evento, batizado de I Itapetim Diverso Virtual, contou com a participação de vários artistas da poesia e da música itapetinense, que deram um grande show durante as apresentações no Espaço Cultural Poeta Rogaciano Leite, sede da Secretaria de Cultura.
Participaram da homenagem os poetas Zé Adalberto e Lenelson Piancó, da poetisa Evelyn Marianny, da dupla de repentistas Marcos Freitas e Lourival Batista. Aldinho Kceteiro, Zezo do Pajeú, e Alex do Acordeon e Banda, animaram ainda mais a noite dedicada a Pedro Amorim. Os filhos do poeta, a professora Bartira Amorim, e o músico Raulino Amorim, também participaram do tributo ao pai.
O show cultural foi transmitido pelo Facebook da Prefeitura de Itapetim, o canal do Bisaco do Doido no YouTube e Rádio Pedras Soltas FM. Internautas de várias cidades do Brasil, e de fora do país, acompanharam a live através das redes sociais.
Conhecido como “o poeta dos vaqueiros”, Pedro Vieira de Amorim nasceu em 18 de setembro de 1921, no Sítio Surubim, município de Desterro-PB, mas ainda criança veio morar em Itapetim onde faleceu em 27 de abril de 2011, aos 89 anos.
Pedro cantou ao lado de grandes repentistas, a exemplo de Dimas, Otacílio e Lourival Batista, Pinto do Monteiro, Jó Patriota, Zé Catota, Cancão e vários outros. Em 1988, publicou um livro intitulado “O Poeta dos Vaqueiros”.
O Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, e da Diretoria de Infraestrutura, iniciou a revitalização da praça Poeta João Arcanjo, no Conjunto Habitacional Miguel Arraes de Alencar. Segundo nota, as melhorias contam com reforma dos bancos, pintura, iluminação, manutenção da pista de cooper e um novo paisagismo com plantas […]
O Governo Municipal de Itapetim, através da Secretaria de Cultura, Esportes e Turismo, e da Diretoria de Infraestrutura, iniciou a revitalização da praça Poeta João Arcanjo, no Conjunto Habitacional Miguel Arraes de Alencar.
Segundo nota, as melhorias contam com reforma dos bancos, pintura, iluminação, manutenção da pista de cooper e um novo paisagismo com plantas ornamentais e frutíferas.
O prefeito Adelmo esteve vistoriando o serviço ao lado do secretário de Cultura Ailson Alves e do diretor de Infraestrutura, Seu Dido.
Não adianta mudar comando. Erro está na formação da PM Esta foi a semana em que caíram o Secretário de Defesa Social, Antonio de Pádua e o Comandante da PMPE, Coronel Vanildo Maranhão, pela ação desproporcional contra uma manifestação de movimentos de esquerda no Recife. Na ação, cujas imagens de truculência rodaram o país, condenadas […]
Não adianta mudar comando. Erro está na formação da PM
Esta foi a semana em que caíram o Secretário de Defesa Social, Antonio de Pádua e o Comandante da PMPE, Coronel Vanildo Maranhão, pela ação desproporcional contra uma manifestação de movimentos de esquerda no Recife.
Na ação, cujas imagens de truculência rodaram o país, condenadas por especialistas em segurança e operações dessa natureza, dois pais de família perderam a visão, pelo menos um com imagens que apontam intenção entre a ação, o tiro e o objetivo, acertar o olho, dentre outros vários excessos.
Até o momento, oito policiais militares estão afastados, incluindo o responsável por comandar a operação na rua. O PM que atirou no olho do arrumador de contêiner Jonas Correia de França é um dos afastados. Já o policial que fez o mesmo com o adesivador Daniel Campelo da Silva segue sem identificação.
Infelizmente, é certo dizer que apurar o episódio no Recife é enxugar gelo. O problema vai muito além, na formação dos profissionais de segurança no país e e especificamente em Pernambuco. O estado é um dos conhecidos por entregar praças após abusos físicos, psicológicos e disciplinares por seus superiores.
Isso explica a tradicional transformação daquele jovem que se enche de esperança ao ser aprovado em “outra pessoa” pós formação, em alguns casos, transtornado psicologicamente, diluindo o medo que viveu nos quartéis em violência gratuita, sem humanização, compreensão das desigualdades, conhecimento da própria constituição, milirobotizado.
Claro, não há porque generalizar. Há ótimos quadros de coronéis a praças, com ciência e qualificação para essa realidade. Mas o que ocorreu em Recife mostra em parte das polícias um desvio da percepção real do seu papel. Exemplos não faltam.
E não só em Pernambuco. “Parecia que tava adestrando um cachorro. O soldado é treinado pra ter medo de oficial e só. O treinamento era só mexer com o emocional, era pro cara sair do quartel igual a um pitbull, doido pra morder as pessoas”, disse à Exame o ex-PM cearense Darlan Menezes Abrantes.
“Lá dentro é um sistema feudal, você tem os oficiais que podem tudo e os soldados que abaixam a cabeça e pronto, acabou. Você é treinado só pra ter medo de oficial, só isso. O soldado que vê o oficial, mesmo de folga, se treme de medo”, acrescenta.
Ou seja, o assédio moral é a regra na formação do PM em cursos de curta duração que têm como preocupação principal imprimir a cultura militar no futuro soldado; com pouco aprendizado teórico em temas como direito penal, constitucional e direitos humanos; além da sujeição a regulamentos disciplinares rígidos.
A pesquisa “Opinião dos Policiais Brasileiros sobre Reformas e Modernização da Segurança Pública”, um dos documentos mais completos sobre o tema, publicado pelo Centro de Pesquisas Jurídicas Aplicadas (CPJA), da Escola de Direito da FGV de São Paulo, e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública prova isso.
Foram ouvidos mais de 21 mil profissionais de segurança pública (entre policiais civis, militares, rodoviários federais, agentes da polícia científica, peritos criminais e bombeiros) de todas as unidades da federação, mais da metade deles policiais militares, sobretudo praças (policiais de patentes mais baixas).
Destes, 82,7% afirmaram ter formação máxima de um ano antes de exercer a função, 38,8% afirmaram que já foram vítima de tortura física ou psicológica no treinamento ou fora dele e 64,4% disseram ter sido humilhados ou desrespeitados por superiores hierárquicos. 98,2% de todos os profissionais (incluindo profissionais de outras áreas) que responderam a pesquisa afirmaram que a formação e o treinamento deficientes são fatores muito importantes para entender a dificuldade do trabalho policial.
Apesar dos números alarmantes, o tema ainda é pouco discutido dentro das corporação e fora dela. Em vários estados, inclusive Pernambuco, regimentos internos das polícias militares proíbem expressamente que os policiais se manifestem a respeito da própria profissão.
Esse processo mal gerido também cria bolhas de defesa do militarismo como solução política, como nos policiais que veladamente falam na volta do regime militar ou ameaçam como em Recife e em outras cidades cidadãos críticos ao Bolsonarismo, como nos casos de presos sob argumento de ferirem a Lei de Segurança Nacional, nunca invocada após o regime, por críticas ao presidente Jair Messias.
Resumindo, o que aconteceu em Recife naquele sábado, 29 de maio, é a pontinha do iceberg no debate sobre a polícia que temos e a polícia que queremos…
Ameaça à liberdade
Veladamente, alguns poucos policiais militares da ala bolsonarista não engolem os comentários de Saulo Gomes na Rádio Pajeú, crítico da política do presidente. Chegam até a ameaças sutis, em vez de, democraticamente, argumentar contra. Entre o direito de divergir, prevalece a vontade de calar.
Processo eficaz
Começam a ser relatados processos contra médicos que receitaram hidroxicloroquina a pacientes que morreram por arritmia. No país, estima-se ações milionárias também contra hospitais e o estado, já que o presidente defendeu abertamente remédio ineficaz. Calma, estamos falando de Trump e EUA, segundo a Reuters.
Como antes
Em Arcoverde, o vice-prefeito Israel Rubis confirmou à Coluna que reassume a pasta de Serviços Públicos. O martelo foi batido sexta-feira após definição do prefeito Wellington Maciel. Rubis tinha sido rifado pelo ex-interino, Siqueirinha, que por isso foi apelidado de “Judas” por governistas.
Repetindo o “mito”
Em Serra Talhada, a campanha bolsonarista da vez é assinada pelos Atiradores Esportivos – CACs do município. Com a imagem do presidente, traz a mensagem já dita pelo Capitão: “povo armado jamais será escravizado”.
Cadê assessoria?
O Presidente da Câmara de Afogados da Ingazeira, Rubinho do São João, tem se encarregado de filtrar a ação de colegas que apresentam requerimentos já votados. Só na última semana foram dois: Erickson Torres, no voto de pesar por Graça Maciel, já aprovado na sessão anterior, e Toinho da Ponte, pedindo vacina pros garis, já aprovado há três meses.
A conta
Evandro Valadares voltou a cutucar João de Maria por não votar o projeto da previdência no município. Lembrou que os R$ 8,4 milhões aplicados na PE 264 representam o valor que São José do Egito perde com o projeto engavetado.
Na parede
O primeiro dia de restrições no Pajeú deu trabalho às autoridades. Em Afogados, ações de fiscalização de Vigilância, PM e MP pegaram um bar com funcionamento integral e cerca de 25 pessoas bebendo no local. Todas foram levadas para a Delegacia.
Frase da semana:
“A senhora não sabe nada de infectologia, nem estudou, doutora…”
Do Senador Otto Alencar (PSD-BA), que é médico, à médica Nise Yamaguchi, defensora de tratamento precoce, ao ouví-la errar a resposta sobre a diferença entre um protozoário e um vírus.
A Prefeitura de Afogados promoveu na noite da quarta (14) mais uma edição do já tradicional “Arraial Municipal”, na sede da AABB. Logo na chegada, os participantes eram recepcionados por “Lampião” e “Maria Bonita”, representados por integrantes da Junina Sanfonar. Do lado de fora, uma grande fogueira aquecia os corações e dava o calor necessário […]
A Prefeitura de Afogados promoveu na noite da quarta (14) mais uma edição do já tradicional “Arraial Municipal”, na sede da AABB. Logo na chegada, os participantes eram recepcionados por “Lampião” e “Maria Bonita”, representados por integrantes da Junina Sanfonar. Do lado de fora, uma grande fogueira aquecia os corações e dava o calor necessário para assar o bom e saboroso milho verde.
Como de praxe, a decoração deu o brilho que a noite merecia. Idealizada pelo Secretário adjunto de Cultura, César Tenório, balões, bandeirolas e adereços em chita colorida embelezavam o salão de festa. Até uma plantação de milho, com um espantalho de palha, foi instalada na entrada do Arraial.
A banda forró de candeeiro subiu ao palco às 22h30, interpretando “Ouro puro”, um dos grandes sucessos de Elba Ramalho. O repertório primou pelo forró de qualidade, tipicamente nordestino, incrementado por excelentes arranjos de metais.
Sucessos de Assisão, Geraldinho Lins, Petrúcio Amorim, Jackson do Pandeiro, Eliane (a rainha do forró), entraram pela noite. Em seguida, Valdinho Paes, acompanhado por uma excelente banda, não deixou a “peteca” cair, e manteve a animação do público.
“Foi uma noite muita agradável, ao som da boa música nordestina, com tudo muito organizado para atender bem ao público afogadense que veio prestigiar o nosso arraial,” avaliou o Prefeito José Patriota, que participou do evento ao lado da primeira-dama Madalena Leite; do Vice-Prefeito Alessandro Palmeira; do Secretário de Cultura, Edygar Santos; e do vereador Raimundo Lima.
Defensores de Jair Bolsonaro no Pajeú, existem, não tem papas na língua e não levam desaforo pra casa, mesmo ao defender posições tidas como ultra-conservadoras, na contramão da história na avaliação de historiadores e pensadores políticos mais a esquerda. Essa é a conclusão tirada a partir do primeiro debate entre os integrantes do grupo pró-Bolsonaro em […]
Brenda e Maxuel, observados por Giovani Sá: defesa intransigente de Bolsonaro
Defensores de Jair Bolsonaro no Pajeú, existem, não tem papas na língua e não levam desaforo pra casa, mesmo ao defender posições tidas como ultra-conservadoras, na contramão da história na avaliação de historiadores e pensadores políticos mais a esquerda.
Essa é a conclusão tirada a partir do primeiro debate entre os integrantes do grupo pró-Bolsonaro em Serra Talhada com os radialistas Francys Maya e Giovani Sá. O programa resolveu ouví-los após um Outdoor que defendia sua pré-candidatura ter sido pichado e ter a inscrição “fascista” escrita.
O grupo esteve no programa representado por Helder Menezes, Cícero Ricardo, Maxuel Vitório e Brenda Vitória. “A decisão de apoio não foi influencia de ninguém. Tem muito político corrupto, muito escândalo. Você não vê nenhum escândalo de Bolsonaro. Inclusive os valores que recebeu da JBS foram devolvidos. Outro não devolveria. O movimento não surgiu em Serra. É Um movimento estadual de 2014 que surgiu no Recife, liderado por Leandro Quirino”, disse Helder.
O grupo tem adeptos em WhattsApp e, garante o movimento, ex-políticos e empresários. Só não citaram quais são os nomes. “Em momento oportuno vamos falar”, complementa Helder. “Temos regimento interno. Vamos criar um instituto de direita para formar pessoas . Queremos ocupar DCEs em universidades, lançar candidatos, dar assistência social e difundir valores”, diz João Daniel.
Eles vão pro ataque quando questionados. Perguntados pelo jornalista Giovani Sá o que acham do período do regime militar, que Bolsonaro diz ter sido o melhor da história, em que houveram medidas como Congresso fechado, torturadores como o General Ustra (defendido pelo parlamentar), mortes e privação de liberdades, em época que alguns do movimento sequer eram nascidos, a defesa foi o ataque.
“Alguém que é acusado de comunista e defensor do socialismo não pode exigir isso de um candidato. Colocaram o nome de Ustra, mas temos gente do outro lado apoiando Marighela. São fatos inquestionáveis. Quem tem ideologia progressista e de esquerda questiona tanto só que hoje agem com represália, repressão e subjulgo a quem pensa diferente. Quem fez isso no outdoor, a atitude colocada lá foi fascista”, disse Brenda, que defendeu o projeto de armar a população, defendido pelo parlamentar, mesmo que não esteja dando certo em países como os EUA.
O linguajar também é bem pitoresco. Quando perguntado se havia possibilidade de uma guerra civil com a possível eleição de Bolsonaro, Cícero Ricardo foi direto. “Impossível. Não existe vagabundo suficiente para encarar uma guerra civil é impossível de acontecer. Não existe ais imposto sindical”, referência ao Movimento Sindical, aliado com o petismo.
por Juliana Lima Vinte e oito de julho de 1967. Há quase 47 anos, nascia no Rio de Janeiro, em pleno período da ditadura, uma instituição de inspiração cristã, comprometida com a defesa e a promoção dos direitos humanos, cuja história destaca-se no cenário dos movimentos sociais brasileiros: a ONG Diaconia. Para celebrar as quase […]
Vinte e oito de julho de 1967. Há quase 47 anos, nascia no Rio de Janeiro, em pleno período da ditadura, uma instituição de inspiração cristã, comprometida com a defesa e a promoção dos direitos humanos, cuja história destaca-se no cenário dos movimentos sociais brasileiros: a ONG Diaconia.
Para celebrar as quase cinco décadas de atuação, a entidade realizará no sábado (26) e domingo (27) próximos, o 1º Seminário Interdenominacional Sobre Missão Integral no Sertão do Pajeú. O evento ocorre no Centro de Inclusão Digital de São José do Egito, rua Coronel Inácio Mariano Valadares, sempre das 7h às 19h.
Na programação: painéis de apresentações de experiências Sobre Missão Integral no Nordeste; visitas a famílias agricultoras apoiadas pela Diaconia nos municípios do Pajeú; apresentações culturais; e culto celebrativo em Ação de Graças pelos 47 anos da Diaconia.
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