Itapetim: Hospital Municipal Maria Silva passa a oferecer cirurgias videolaparoscópicas
Por André Luis
O Hospital Municipal Maria Silva, em Itapetim, passou a realizar cirurgias por vídeo (Videolaparoscopia). O primeiro procedimento aconteceu no domingo (29).
A cirurgia foi de RTU (Reconstrução do Trato Urinário), realizada pelo urologista Dr. Antônio Segundo, o médico Dr. Adeilson Alves, o anestesista Roberto Calumbi e a equipe de enfermagem do hospital.
Itapetim é o primeiro município da região a fazer a cirurgias videolaparoscópicas pelo SUS. Antes os pacientes só conseguiam em Recife. Para realizar de forma particular, o custo é de quase R$ 10 mil
“Graças ao nosso compromisso, a saúde do nosso município avança a cada dia. Quero parabenizar a secretária, Aline Karina, pelo ótimo trabalho, e parabenizo também todos que fazem a saúde de Itapetim. Vamos juntos avançar muito mais!”, afirmou o prefeito Adelmo Moura.
Segundo pesquisa, Lula tem 48% no 1º turno, seguido de Bolsonaro (22%), Moro (9%) e Ciro (7%) Folha de S. Paulo O presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta na rejeição do eleitorado um dos seus maiores problemas na tentativa de ficar na cadeira a partir de janeiro de 2023. Nada menos que 60% dos eleitores dizem […]
Segundo pesquisa, Lula tem 48% no 1º turno, seguido de Bolsonaro (22%), Moro (9%) e Ciro (7%)
Folha de S. Paulo
O presidente Jair Bolsonaro (PL) enfrenta na rejeição do eleitorado um dos seus maiores problemas na tentativa de ficar na cadeira a partir de janeiro de 2023. Nada menos que 60% dos eleitores dizem que não votariam de jeito nenhum nele em 2022.
É o que revela levantamento feito com 3.666 pessoas acima de 16 anos pelo Datafolha de 13 a 16 de dezembro. A pesquisa, encomendada pela Folha, tem margem de erro de dois pontos para mais ou menos.
No levantamento anterior, feito nos dias 13 a 15 de setembro, a situação de Bolsonaro era semelhante, com 59% de rejeição. No período, ele colecionou mais más notícias na área econômica, como a inflação em alta e a subida dos juros prometendo um período recessivo mais longo.
O presidente conta com o impacto do Auxílio Brasil, programa de transferência de renda, para tentar melhorar sua posição no quesito.
Na política, ele também sacramentou seu casamento com o centrão ao filiar-se ao PL, rompendo uma de suas últimas promessas de campanha em 2018 —a de não associar-se justamente ao grupo.
Já o líder na pesquisa, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), viu sua rejeição cair quatro pontos, de 38% para 34%. Em movimento descendente, dentro da margem de erro, o governador João Doria (PSDB-SP) foi de 37% para 34% também.
Recém-chegado à disputa pelo Podemos, o ex-juiz símbolo da Operação Lava Jato e ex-ministro da Justiça de Bolsonaro Sergio Moro marcou 30% de rejeição, patamar de político conhecido.
Por sua vez, o ex-governador Ciro Gomes (PDT) viu o índice daqueles que não votariam nele cair de 30% para 26%, apesar de ele ter protagonizado episódio negativo nos dois últimos dias do campo desta pesquisa.
Ele e seu irmão Cid são investigados em um suposto esquema de desvios de verbas que Ciro acusa ser perseguição política da Polícia Federal sob Bolsonaro.
Os outros candidatos a nome da chamada terceira via se beneficiam do baixo conhecimento do público para marcar uma rejeição bastante baixa.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), tem 17% de eleitores que nunca votariam nele. Já o ex-ministro Aldo Rebelo (sem partido) registra 16%, enquanto o cientista político Felipe d’Ávila (Novo) e os senadores Simone Tebet (MDB-MS) e Alessandro Vieira (Cidadania-SE) têm 15%.
Não votariam em ninguém 3%, enquanto 1% não rejeitariam nenhum nome e 1%, não sabem dizer.
Os números, é claro, exprimem o momento atual da campanha. O time de Bolsonaro considera que a rejeição ao chefe já está precificada e pode ser reduzida com o poder de sua caneta, enquanto Lula sabe que nem começou a receber a artilharia dos adversários, por exemplo.
O grau de conhecimento é um dos elementos avaliados pelas campanhas para estipular o potencial de voto de um candidato. Quanto menos conhecido, teoricamente menos rejeitado e, se bem trabalhado, o nome pode crescer.
Quem já governou ou governa, por óbvio, não tem essa vantagem comparativa. Segundo o Datafolha, 99% dos ouvidos conhecem Lula, que governou o Brasil de 2003 a 2010. Destes, 65% dizem o conhecer muito bem.
Na mesma linha, 97% dizem conhecer o presidente atual, Bolsonaro. Entre esses, 50% afirmam que o fazem muito bem.
Outro chefe de Executivo exposto às intempéries do noticiário, Doria, é um pouco menos conhecido: 77% sabem quem ele é, e só 23% dizem que o conhecem muito bem.
Ele é menos conhecido do que figuras sem mandato, mas que já tiveram destaque na política. O estreante nessa edição das pesquisas do Datafolha como pré-candidato para 2022, Moro, é conhecido por 88% —fruto dos seus anos de Lava Jato e no governo. Mas apenas 27% dos ouvidos dizem o conhecer muito bem.
O ex-governador e ex-ministro Ciro, por sua vez, marca 86% de conhecimento, mas também com apenas 26% do grau “muito bem” dos eleitores.
No grupamento dos candidatos a candidato da terceira via, que por óbvio têm baixa rejeição, o desconhecimento impera: 64% nunca ouviram falar de Pacheco, 69% de Aldo, 79% de Tebet, 78% de d’Ávila e 85%, de Vieira.
No caso de Tebet e Vieira, a curiosidade fica no fato de que o lançamento de seus nomes na praça decorreu da crença na exposição de ambos na CPI da Covid, na qual tiveram trabalho destacado e horas de cobertura televisiva nos canais fechados.
Pernambuco é um Estado conhecido pelas altas temperaturas e pelo clima convidativo aos turistas que procuram aproveitar a beleza das praias do litoral ou o calor das famosas cidades do Sertão. No entanto, diversos municípios são conhecidos pelas baixas temperaturas que marcam o período do inverno. Alguns municípios estão no roteiro dos turistas que querem […]
Pernambuco é um Estado conhecido pelas altas temperaturas e pelo clima convidativo aos turistas que procuram aproveitar a beleza das praias do litoral ou o calor das famosas cidades do Sertão.
No entanto, diversos municípios são conhecidos pelas baixas temperaturas que marcam o período do inverno.
Alguns municípios estão no roteiro dos turistas que querem aproveitar esta época do ano em Pernambuco, como Gravatá, Garanhuns, Caruaru, no Agreste, e também em cidades do Sertão, como Serra Talhada, Arcoverde e Sertânia.
Mas, qual é a cidade mais fria de Pernambuco? Ao contrário do que se pensa, diversas cidades do Sertão registram baixas temperaturas durante o inverno.
De acordo com a Agência Pernambucana de Águas e Climas (Apac), a cidade de Triunfo, no Sertão do Pajeú, já chegou a registrar 6,8°C no dia 07 de julho de 1975 e tem o título de cidade mais fria do Estado.
No entanto, outros municípios não ficam muito atrás de Triunfo quando o assunto é relacionado às baixas temperaturas. O NE10 Interior preparou um ranking com outras 10 cidades mais frias de Pernambuco:
Cidades mais frias de Pernambuco
1 – São José do Egito: o município que fica no Sertão já chegou a registrar 12,7ºC
2 – Sertânia: a cidade, que também fica no Sertão, já registrou 13ºC
3 – Caruaru: a Capital do Forró, que reúne turistas no mês de junho, já teve registro de 13,5ºC
4 – Ibimirim: localizada a 339 quilômetros do Recife, a cidade já registrou 13,8ºC
5 – Garanhuns: conhecida como Suíça Pernambucana, a cidade chega a temperaturas de até 14ºC
6 – Arcoverde: o “portal do Sertão”, a 256 quilômetros da capital, tem registro de 14,3ºC
7 – Araripina: a terra conhecida como “capital do gesso” teve registro de 14,7ºC
8 – Serra Talhada: uma das cidades mais importantes do Sertão de Pernambuco já chegou a registrar 14,8ºC
9 – Cupira: município localizado a 167 quilômetros do Recife registrou 15,2ºC
10 – Águas Belas: a cidade já chegou a registrar 15,5ºC
Patriota, claro, foi chamado a avaliar a gestão Sandrinho e falar dos rumores de afastamento com o gestor. “A política só presta se tiver fofoca”, disse, referindo-se aos rumores. E seguiu: “Não tenho nada contra quem é rico mas Sandrinho foi forjado na luta do povo. É dedicado e comprometido”, afirmou, lembrando sua relação desde […]
Patriota, claro, foi chamado a avaliar a gestão Sandrinho e falar dos rumores de afastamento com o gestor. “A política só presta se tiver fofoca”, disse, referindo-se aos rumores.
E seguiu: “Não tenho nada contra quem é rico mas Sandrinho foi forjado na luta do povo. É dedicado e comprometido”, afirmou, lembrando sua relação desde que o gestor era Secretário até a função de vice, com autonomia segundo Patriota. “Como vice, foi ordenador de despesas e ninguém desmanchava”.
Sobre eventuais divergências, afirmou: “Ninguém é igual, somos diferentes. É natural. E graças a Deus. Importante são os compromissos comuns de mudança e transformação, a lealdade. Não podia botar um boneco. Um boneco não pensa, um ser humano pensa. Uma hora ele pode fazer melhor que eu penso, hora deixar de fazer o que o povo cobra, mas é normal”.
Sobre 2024, disse: “Ele é o coordenador da sucessão. Tem vários modelos de coordenação, aquele que concentra, que compartilha, que abre demais e não decide. Temos o nosso”.
Disse ainda haver oportunistas que alimentam fissuras entre ele e o prefeito. “Às vezes chegam junto de mim e junto dele até mais, porque quem tá com a caneta é ais arrodeado”, brincou. Sobre o direito de Sandrinho de ser candidato: “É um direito a reeleição. Só não seria por uma coisa muito estranha. Apenas cobro que cuide da saúde dele. Ele deve estar encabeçando até porque ninguém da frente se lançou”. E acrescentou: “não abrimos discussão porque o tempo é de gestão”.
Sobre os rumores em torno de que ele iria ajudar a emplacar a esposa, Madalena Leite no debate sucessório, disse: “Ela jamais vai disputar com Sandrinho. Agora, não veto o nome e não posso coibir que alguém cite ela”, afirmou sobre o debate da vice. E concluiu: “Não é qualquer pessoa que pode ser gestora de Afogados”, referindo-se a eventuais postulantes, sem citar nomes.
Da Assessoria de Imprensa – Casa Civil ao blog Mais de cem mil pessoas são esperadas para prestar sua última homenagem ao ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em Santo (SP), na última quarta-feira (13). O velório ocorrerá durante toda noite de hoje e o dia de amanhã, na frente do […]
Mais de cem mil pessoas são esperadas para prestar sua última homenagem ao ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos, morto em um acidente aéreo em Santo (SP), na última quarta-feira (13). O velório ocorrerá durante toda noite de hoje e o dia de amanhã, na frente do Palácio do Campo das Princesas, área central do Recife. Às 10h deste domingo, o arcebispo de Olinda e Recife, dom Fernando Saburido, juntamente com outros 12 bispos de várias dioceses do Nordeste, celebrará uma missa de corpo presente.
A missa contará com a participação do governador João Lyra Neto e da primeira dama, além de aproximadamente 60 mil pessoas. A celebração será transmitida por três telões montados de frente para a Praça da República, onde devem se concentrar os admiradores do ex-governador e assessores. Um cordão de isolamento foi montado em frente ao Palácio do Campo das Princesas, onde populares e admiradores poderão se aproximar dos caixões, logo assim que a área for liberada para visitação. Estarão de prontidão nas proximidades da Praça da República, unidades de atendimento emergencial de saúde do Corpo de Bombeiros e do SAMU.
Já confirmaram presença no velório, a presidente da República, Dilma Roussef, que virá acompanhada por uma comitiva de ministros e assessores diretos, o presidente da Câmara Federal, Henrique Eduardo Alves, dez governadores, além de autoridades locais, diretores e presidentes de empresas recém-instaladas no Estado, a exemplo de Cledorvino Belini, da FIAT do Brasil.
Às 16h o caixão conduzindo o corpo do ex-governador seguirá em carro do Corpo de Bombeiros. A previsão é que o sepultamento ocorra por volta das 17h, no Cemitério de Santo Amaro, também na área central da capital pernambucana. Eduardo Campos será enterrado no mesmo túmulo do seu avô e ex-governador de Pernambuco por três mandatos, Miguel Arraes.
O vereador Sinézio Rodrigues anunciou nesta segunda-feira (18), na sessão da Câmara de Vereadores, que deu inicio a elaboração do Projeto de Lei que dispõe sobre a criação do Arquivo Público Municipal, em Serra Talhada. A iniciativa partiu, principalmente, da sugestão do escritor, professor e historiador serra-talhadense, Paulo Cesar Gomes, que há um tempo viu […]
O vereador Sinézio Rodrigues anunciou nesta segunda-feira (18), na sessão da Câmara de Vereadores, que deu inicio a elaboração do Projeto de Lei que dispõe sobre a criação do Arquivo Público Municipal, em Serra Talhada. A iniciativa partiu, principalmente, da sugestão do escritor, professor e historiador serra-talhadense, Paulo Cesar Gomes, que há um tempo viu a necessidade do município ter arquivado e preservado o seu patrimônio documental e sua historia institucional.
“Então, resolvi abraçar a ideia e me comprometi em buscar meios legais para a criação de um acervo que assegurasse a preservação de todos os documentos públicos e privados, além de sua conservação através da digitalização. Outro ponto importante do projeto é o de certificar que professores, estudantes, pesquisadores e população em geral tenham acesso aos documentos para fins de estudos ou simples conhecimento da história serra-talhadense,” declarou o parlamentar.
O projeto será apresentado na próxima sessão para que seja feito sua leitura, após lido, seguirá os trâmites necessários até sua aprovação.
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