Itapetim: bairros ainda reclamam falta de água
Em alguns bairros, população continua juntando água
Compesa diz que quem recebeu fatura e não recebeu água terá conta cancelada

Em Itapetim, o esforço conjunto da Compesa para retomar a distribuição de água no município, depois da super chuva que encheu reservatórios, ainda não surtiu o efeito desejado em alguns bairros.
Moradores da Vila do Rotary, Conjunto Habitacional Miguel Arraes, Vila da Cohab, dentre outras áreas ainda não viram o precioso líquido nas torneiras. E o pior, a conta da água já está chegando nas comunidades.
Alguns imóveis receberam valores que chegam a quase R$ 80,00. Muitos estão indo à Compesa devolver as contas. Outros sinalizam que vão ao MP questionar a cobrança.
As barragens de Mãe Dágua, Caramuquiqui e Boa Vista, que abastecem o município, receberam grande volume de água de março para abril, pondo fim teoricamente a um colapso que durou dois anos e sete meses. Onde chega, a água também está turva.
Resposta da Compesa: segundo Washington Jordão, Chefe do Setor de Distribuição, o caso de Itapetim é um pouco mais complexo. “A cidade está a três anos sem abastecimento. Tivemos muitos problemas por contas da rede, em parte danificada, sucateada ou até retirada por completo. Estamos refazendo a rede”.
Ele deu o exemplo do bairro Miguel Arraes, onde a construção de uma praça fez com que a Compesa tenha que fazer o desvio de toda a rede. Mas, garante, quem não recebeu água e já recebeu a fatura pode procurar o escritório da Compesa. “A conta será cancelada”, garante.



A Prefeitura de Triunfo, em parceria com a Fundação do Patrimônio Artístico de Pernambuco (FUNDARPE) divulgou neste sábado (13) a programação oficial da 61ª Festa dos Estudantes.
O prefeito de Itapetim, Adelmo Moura, usou uma rede social nesta quinta-feira (26) para informar que está curado da Covid-19.
Por Juliana Lima
A sessão da Câmara de Vereadores de Triunfo desta segunda-feira (24) foi marcada por declarações do vereador Mácio de Selminha contra a realização de blitz do Detran no município. Em discurso registrado em vídeo, o parlamentar pediu que o Executivo impeça a permanência das operações, argumentando que elas estariam “atrapalhando o comércio” e gerando “medo” entre moradores — posições que vão na contramão da legislação de trânsito e das competências de fiscalização previstas em lei.













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