Israel Rubis critica fala de Dinca. “A história pune covardes e mentirosos”
Por Nill Júnior
Prezado e estimado amigo Nill Júnior,
Diariamente como sempre faço, vi em suas redes sociais um vídeo, no qual o lúdico e desnorteado ex-prefeito Dinca Brandino declara ter mentido para a população de Tabira, com relação ao seu voto para Presidente em 2018.
Relata ter dito à população que havia votado em Fernando Hadad, do PT, porém “na vera” votou em Bolsonaro. Em continuidade, relata que nesta eleição votará novamente em Bolsonaro.
A história pune severamente os covardes e mentirosos. O que surpreende é a expressão cínica e debochada com a qual o arremedo de gestor fala à respeitada população tabirense em uma das suas costumeiras lives, que se assemelham a um espetáculo circense.
O comportamento de Brandino reflete o que Bolsonaro gosta, qual seja, mentira, deboche e irresponsabilidade. Dinca está no palanque certo, no do bolsonarismo, que castiga a população humilde com uma alta inflação, perda direitos, para bancar privilégios.
A curiosidade que me desperta é saber se Dinca convidará Bolsonaro, em sua próxima vinda à Pernambuco, até a data da eleição, para ir à Tabira, a fim de saborear um ensopado de frango.
Israel Rubis – vice-prefeito de Arcoverde e candidato a Deputado Federal
Márcia Conrado manteve estratégia de se ausentar dos últimos encontros Em 13 de novembro de 2020 Foi reconhecidamente de melhor nível e organização o “Último Debate”, apresentado pela Cultura FM na noite desta quinta (12) com candidatos à prefeitura de Serra Talhada. O encontro reuniu três dos quatro candidatos à Capital do Xaxado, Marquinhos Dantas […]
Márcia Conrado manteve estratégia de se ausentar dos últimos encontros
Em 13 de novembro de 2020
Foi reconhecidamente de melhor nível e organização o “Último Debate”, apresentado pela Cultura FM na noite desta quinta (12) com candidatos à prefeitura de Serra Talhada. O encontro reuniu três dos quatro candidatos à Capital do Xaxado, Marquinhos Dantas (PRTB), Socorro de Carlos Evandro (Avante) e Victor Oliveira (PR).
A candidata Márcia Conrado, do PT, manteve a mesma estratégia dos debates promovidos pelo Farol de Notícias e Vilabela FM e não compareceu, alegando motivos de agenda. Foi alvo dos três adversários pela ausência.
O momento mais curioso foi quando o candidato Marquinhos Dantas a chamou de “Márcia Corrida”. Nem o assessor de Victor Oliveira segurou-se e soltou uma gargalhada na plateia.
Apesar do episódio, a maior parte do Debate da Cultura teve bom nível dos candidatos. A emissora lançou a estratégia de convidar representantes de 30 instituições para acompanhar o encontro e ainda promoveu blocos com perguntas de representantes da CDL (Everaldo Melo), Sindicom (Chico Mourato) e CDI (Pedro Lira).
Pela imprensa, Guilherme Azevedo pelo Portal Nayn Neto, Juliana Lima pela Serra FM e Padre Josenildo Nunes (Rádio Pajeú) fizeram perguntas aos candidatos. Com isso o debate ficou mais propositivo e com menor margem para ataques que marcaram outros encontros.
Dentre os temas, Socorro prometeu ações para combate à criminalidade em Serra Talhada que dependam do município e defendeu o legado de Carlos Evandro. Marquinhos Dantas falou de políticas públicas para melhorar a infraestrutura do turismo na cidade e Victor Oliveira defendeu maior aplicação de recursos na saúde em detrimento dos atuais gastos com publicidade. Também disse ser a continuidade política de Inocêncio Oliveira.
O clima se manteve bem até o último bloco quando Victor atacou Carlos Evandro por não ser ficha limpa e ser obrigado a devolver R$ 300 mil por condenações. Ainda voltou a fazer referência ao “escândalo do bode e do peixe”. Socorro rebateu dizendo ser inverdade a condenação, que Carlos não disputou por questões clínicas e que Victor “era um menino que nem assumiu, já tinha várias condenações “.
Na última fala, sem dar detalhes, o candidato Victor ainda disse ter sido ameaçado.
O debate teve coordenação de Alysson Lima, produção e apresentação de Nill Júnior, Tony Alencar, Orlando Santos, Lailson Silva, Ranilson Clebson e Marina Ferraz. A assessoria jurídica foi do advogado Stefferson Nogueira.
Um dia após assumir a Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, o Deputado Federal Carlos Veras (PT) falou ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM. O parlamentar colocou como prioridades a atuação pela alimentação e a vacina. “A fome aumenta no país das supersafras e assombra milhões de brasileiros. […]
Um dia após assumir a Presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara Federal, o Deputado Federal Carlos Veras (PT) falou ao comunicador Anchieta Santos na Rádio Cidade FM.
O parlamentar colocou como prioridades a atuação pela alimentação e a vacina.
“A fome aumenta no país das supersafras e assombra milhões de brasileiros. Dois anos antes da pandemia, entre junho de 2017 e julho de 2018, mais de 10 milhões de pessoas j&aacu te; não tinham o que comer conforme a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), do IBGE. Hoje a situação é ainda mais grave. E a agilização da vacina neste período de pandemia é o melhor caminho”, disse.
Auxílio Emergencial, a afirmação de Eduardo Bolsonaro sobre o uso da máscara e Lula elegível, foram outros temas abordados com o deputado.
No dia 1º de abril, durante entrevista ao Programa Tribuna Popular da Rádio Líder do Vale da cidade de Serra Talhada, o candidato da oposição de São José do Belmonte, Romonilson Mariano (PHS), fez um desafio ao deputado Rogério Leão para juntos contratarem o Instituto IBOPE para realizar uma pesquisa entre ele e o médico […]
No dia 1º de abril, durante entrevista ao Programa Tribuna Popular da Rádio Líder do Vale da cidade de Serra Talhada, o candidato da oposição de São José do Belmonte, Romonilson Mariano (PHS), fez um desafio ao deputado Rogério Leão para juntos contratarem o Instituto IBOPE para realizar uma pesquisa entre ele e o médico Vital Sobreira (PSB), na disputa pela prefeitura.
“Se a diferença da pesquisa fosse inferior a 20% a meu favor eu mesmo pagaria. Sefor superior a 20% a seu favor, quem paga é o Deputado Rogério Leão”, desafiou.
No dia seguinte, Leão procurou a emissora e anunciou que aceitava o desafio. Sugeriu que Romonilson enviasse ao Recife no dia 04 uma pessoa escolhida por ele e que levasse um cheque seu para que, juntamente com um assessor de Rogério e de posse de um cheque do deputado, fossem ao Instituto IBOPE fazer a contratação da pesquisa.
Todos os telefones do parlamentar, fixo, móvel, foram passados para evitar desculpas sobre eventual falta de comunicação. Rogério retornou ao Recife no domingo (03) para aguardar a concretização do desafio já na segunda-feira. Por volta das 16h de ontem, Pedro Souto assessor do deputado, recebeu uma mensagem via Whatzapp do sr. Romualdo Falcão, identificando-se como funcionário de Romanilson para enviar a proposta do instituto.
Em nota, Rogério Leão diz que é importante informar ao povo de Belmonte, um fato curioso que circula nas redes sociais. Um documento do Instituto IBOPE endereçado a Romualdo Falcão datado de 30/03/2016 com uma proposta de preço. “Nos faz acreditar que já havia uma movimentação no sentido de contratação de pesquisa, antes mesmo do desafio lançado. Fato este, comprovado com a mensagem de Romualdo, solicitando nosso e-mail para o envio da proposta. Esclarecemos a população que não foram esses os termos colocados por nós no programa de rádio”.
Diz Leão que o firmado é que os representantes de cada um iriam juntos ao Instituto IBOPE formalizar o contrato. Ambos com os cheques dos seus representados.
“Confirmo a aceitação do desafio, mas não de forma unilateral como quer o pré-candidato. Continuaremos aguardando até quarta-feira (06) durante todo o expediente, a vinda de uma pessoa escolhida pelo desafiante, na Rua da União nº 397, Gabinete 105, Boa Vista, Recife, completou Rogério Leão.
Da editoria de Política do JC O Tribunal Regional Eleitoral em Pernambuco (TRE) acatou o pedido da coligação “Pernambuco Vai Mudar”, encabeçada pelo senador Armando Monteiro (PTB), em que pede a retirada do guia eleitoral do governador Paulo Câmara (PSB) onde o candidato Fernando Haddad (PT) faz a leitura de uma carta escrita pelo ex-presidente […]
O Tribunal Regional Eleitoral em Pernambuco (TRE) acatou o pedido da coligação “Pernambuco Vai Mudar”, encabeçada pelo senador Armando Monteiro (PTB), em que pede a retirada do guia eleitoral do governador Paulo Câmara (PSB) onde o candidato Fernando Haddad (PT) faz a leitura de uma carta escrita pelo ex-presidente Lula (PT).
O bloco de oposição argumenta que a peça publicitária coloca o ex-presidente como candidato no disputa eleitoral. No último dia 31 de agosto, o Tribunal Superior Eleitoral negou o registro à Lula com base na lei da Ficha Limpa. O petista foi condenado pelo TRF-4 por corrupção e lavagem de dinheiro no caso do triplex do Guarujá, em São Paulo.
“Diante disso, em primeira análise, entendo que as postagens apresentam propaganda inverídica, podendo confundir o eleitor, razão pela qual, reputo presente a probabilidade do direito alegado, no tocante à retirada das propagandas combatidas.”, afirma a desembargadora eleitoral Karina Albuquerque Aragão de Amorim. E complementa:
“Claro está, ainda, o perigo da demora, diante da possível grande repercussão das propagandas, sendo inegável que a utilização da imagem do ex-presidente e ex-candidato a Presidência, por sua inquestionável força eleitoral na região, pode interferir na disputa eleitoral.”
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado Numa reunião marcada por embates entre aliados do governo e o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), a CPI da Pandemia confirmou nesta quinta-feira (29) a convocação do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e de três outros ex-titulares da pasta na gestão do presidente Jair Bolsonaro: Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e […]
Numa reunião marcada por embates entre aliados do governo e o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), a CPI da Pandemia confirmou nesta quinta-feira (29) a convocação do atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e de três outros ex-titulares da pasta na gestão do presidente Jair Bolsonaro: Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich e Eduardo Pazuello.
As oitivas já têm data agendada. Os dois primeiros a falar aos parlamentares serão Mandetta, na terça-feira (4), a partir das 10h, e Teich, à tarde. O dia seguinte (quarta, dia 5) será dedicado ao general Eduardo Pazuello, que esteve por mais tempo no comando do ministério desde que a pandemia começou. Na quinta-feira (6), será a vez de Marcelo Queiroga.
Também foi aprovado requerimento para convocações do diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antonio Barra Torres, que falará após Queiroga. Todos vão comparecer ao Senado na condição de testemunhas.
Reunião presencial
A reunião desta quinta-feira foi aberta com uma reivindicação do senador Marcos Rogério (DEM-RO), que defendeu o funcionamento totalmente presencial da comissão para que, segundo ele, os trabalhos não sejam comprometidos.
No entanto, o presidente da CPI, Omar Aziz (PSD-AM), não concordou e indeferiu a questão de ordem. Ele foi apoiado por outros senadores que também descartaram a hipótese, alegando que a Justiça brasileira e o próprio Senado estão funcionando de forma semipresencial durante a pandemia, sem prejuízo de suas atividades.
Requerimentos
A votação dos requerimentos também foi precedida de embates entre os parlamentares. Inicialmente, senadores da base governista pediram que as sugestões de convocação da oposição e do governo fossem aprovadas e ouvidas de forma alternada, sugestão que foi descartada de imediato pelo relator Renan Calheiros.
Até o início da reunião desta quinta-feira, a comissão havia recebido 288 requerimentos, e, ao analisar as centenas de pedidos de informação na mesa, o relator fez uma pré-seleção dos que gostaria de votar primeiro — o que provocou protestos dos aliados do governo, que queriam votar também outros pedidos e de forma mais organizada.
“Nós não podemos votar aqui requerimento para tirar o foco da investigação que nós estamos fazendo. O Brasil não vai perdoar nenhum dos senhores que está fazendo isso — disse Renan, que ironizou o que classificou como uma “tropa de choque” formada pelo governo. — O que eu sei, pelo tempo que estou na Casa, é que essa coisa de tropa de choque, de pegar senadores novos, com carinha de novos, para vir aqui defender coisa indefensável do governo… Isso não vai passar!”
O senador Marcos Rogério rebateu, dizendo que o relator estava com medo:
“O foco da CPI não pode ser aquele que é dado só pelo relator. O relator deve respeitar o Senado Federal. Esta CPI não pode ser a CPI do ódio, do direcionamento. Eu não sei qual é o medo que o relator tem das informações que virão a partir dos requerimentos! Qual é o medo? — indagou o parlamentar, que ainda pediu a Renan que “afastasse o ódio”.
O presidente da CPI reconheceu que era necessário sistematizar os requerimentos, pois muitos deles eram repetidos, e determinou a suspensão da sessão por meia hora.”
“Eu não aceito, como presidente, que algum pedido de informação pertinente dos senadores não seja votado. Quem não quiser dar informação que vá à Justiça. Agora, aqui na CPI, todos os pedidos de informações dos senadores serão apreciados e votados […] é só pedir para sistematizar… Entrando um requerimento atrás do outro no sistema, vindos de todos os gabinetes, eu não tenho como. Eu não sou o “The Flash” para pegá-los e colocá-los para votar aqui. Só foi isso que eu pedi: sistematizar. Eu não estou me negando a votar”, justificou Omar Aziz.
Depois do intervalo, a votação foi finalmente realizada, e os parlamentares aprovaram dezenas de pedidos de informações, registros, contratos e de outros documentos.
Ao governo federal, a CPI pediu, por exemplo, detalhes sobre o planejamento e distribuição de recursos a municípios e estados; sobre ações relacionadas a medicamentos sem eficácia comprovada; sobre estratégia e campanha de comunicação e sobre contratações de vacinas, medicamentos e insumos.
Plano de trabalho
Além de votação de requerimentos, a reunião desta quinta-feira serviria para aprovação do plano de trabalho do relator, o que acabou não ocorrendo. Ao falar do assunto, o senador Jean Paul Prates (PT-RN) sugeriu que a CPI não se ocupe somente de erros do passado, mas de problemas presentes, a fim de que possam ser corrigidos a tempo.
“Uma das razões pelas quais defendemos que a CPI fosse instalada neste momento, ainda no curso da pandemia, é justamente a possibilidade que ela tem de mudar algumas metodologias, alguns hábitos, alguns protocolos que estão ocorrendo agora e que podem estar levando pessoas à morte. Ao definir a forma de atuar das nossas sessões, peço que reservem sempre um tempo para as coisas atuais, que ainda podem ainda ser corrigidas — sugeriu”.
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