IPMN aponta vantagem de 18 pontos para Geraldo Julio
Por Nill Júnior
Houldine Nascimento – Blog do Magno
Segundo o levantamento do Instituto de Pesquisa Maurício de Nassau (IPMN) feito em parceria com o portal Leia Já e o Jornal do Commercio, divulgado hoje, o prefeito do Recife e candidato à reeleição, Geraldo Julio (PSB), tem tudo para vencer o pleito. O socialista aparece com 59% dos votos válidos, enquanto João Paulo (PT) possui 41%.
Quando considerada a totalidade dos votos da pesquisa estimulada, Geraldo surge com 49% das intenções e mantém o percentual apresentado na consulta anterior do IPMN, publicada na última sexta. O postulante petista tem a preferência de 35% dos eleitores, apresentando um crescimento de quatro pontos (antes tinha 31%).
Brancos e nulos representam 13%, havendo redução de um ponto, e os indecisos somam apenas 3% (antes eram 5%).
No modelo espontâneo, quando os entrevistados são têm acesso aos nomes dos candidatos na pesquisa, Geraldo Julio seria votado por 47%, enquanto João Paulo receberia o voto de 34%. Brancos e nulos são 13% e os indecisos representam 5%.
A pesquisa entrevistou 816 eleitores entre os dias 25 e 26 de outubro. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiança estimado é de 95%. O levantamento do IPMN está registrado sob o protocolo PE-01672/2016.
O indicador contribui para direcionar investimentos com o objetivo de melhorar o aprendizado dos alunos pernambucanos Reconhecendo os destaques educacionais de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra entregou, nesta quinta-feira (21), o Prêmio Idepe 2023. O Índice de Desenvolvimento da Educação de Pernambuco (Idepe) premia escolas, municípios e Gerências Regionais de Educação (GREs) que alcançaram o […]
O indicador contribui para direcionar investimentos com o objetivo de melhorar o aprendizado dos alunos pernambucanos
Reconhecendo os destaques educacionais de Pernambuco, a governadora Raquel Lyra entregou, nesta quinta-feira (21), o Prêmio Idepe 2023. O Índice de Desenvolvimento da Educação de Pernambuco (Idepe) premia escolas, municípios e Gerências Regionais de Educação (GREs) que alcançaram o melhor desempenho no ano letivo de 2023.
Pela primeira vez, o índice passou a incluir as escolas de campo nas avaliações. No ano passado, também foram incluídas na premiação as escolas indígenas e quilombolas. A iniciativa de incluir novas categorias contribui para reduzir as desigualdades regionais no acesso à educação de qualidade.
Durante a cerimônia, a chefe do Executivo estadual entregou placas de menção honrosa em reconhecimento ao trabalho executado ao longo do último ano aos representantes de municípios, escolas e GREs premiadas.
“Nós estamos trabalhando muito para transformar a educação de Pernambuco para melhor. Por isso, realizamos o maior investimento da nossa história, com R$ 5,5 bilhões através do programa Juntos pela Educação. Esse esforço que todos estão fazendo — as escolas, as GREs e os municípios — está sendo reconhecido. Dessa forma, estimulamos os diretores, professores e os alunos para continuarem crescendo, permitindo que as novas gerações possam ter também muito mais oportunidades”, destacou a governadora Raquel Lyra.
A avaliação é um indicador que mensura a qualidade da educação pública no Estado em três dimensões: desempenho em língua portuguesa, desempenho em matemática e fluxo escolar; levantados a partir de informações do Censo Escolar. A premiação é dividia em 36 categorias e avalia a qualidade da educação nas escolas das redes públicas estadual e municipais de Pernambuco.
“Esse é um prêmio para reconhecer aqueles que tiveram um bom desempenho no Idepe. O importante é reforçar o avanço de cada escola, município e gerência regional. A educação de Pernambuco se fortalece a cada resultado do Idepe, estabelecendo metas e fazendo um acompanhamento permanente para garantir a educação de qualidade aos nossos estudantes”, afirmou o secretário de Educação, Alexandre Schneider.
O Idepe abrange toda a rede pública de ensino do estado de Pernambuco, nas etapas do 5º e 9º anos do Ensino Fundamental e 3º ano do Ensino Médio. Na edição de 2023, foram avaliados 339.074 estudantes matriculados em turmas do 5º e 9º anos do Fundamental e 3º ano do Médio, em 3.280 escolas. Destas, 2.413 das redes municipais e 867 da rede estadual.
Presente no evento, a deputada estadual Débora Almeida afirmou que o índice representa um incentivo aos profissionais da educação. “O Idepe é um importante reconhecimento a todos aqueles que fizeram seu melhor pela educação de Pernambuco, e ainda serve de estímulo para que todos continuem trabalhando, se esforçando para melhorar os resultados. A governadora Raquel Lyra tem se dedicado e investido na educação do Estado, a exemplo das reformas que tem feito nas escolas e das entregas de ônibus escolares”, afirmou.
A gerente de educação do Campo, Waldênia Carvalho, afirmou que a inclusão da categoria reforça o compromisso do Governo do Estado com todas as escolas representadas. “Hoje é um dia muito especial para a educação do campo. Com a criação dessa categoria, nos incluindo, o Estado reafirma o compromisso que tem com o conjunto de escolas, sujeitos e seus territórios. São 76 escolas do campo. A diversidade exige um olhar pedagógico específico para diminuir as desigualdades sociais e econômicas da nossa sociedade”, argumentou.
Os resultados refletem o esforço contínuo de professores, gestores e comunidades em busca de uma educação de qualidade. A análise desses dados permitirá avaliar se as iniciativas implementadas estão surtindo efeito e onde ainda é necessário implementar melhorias.
O prefeito de Águas Belas, Luiz Aroldo, agradeceu a parceria que tem construído com o Estado. “Para mim, enquanto prefeito, negro, quilombola, defensor das causas rurais e agrícolas, perceber como estamos avançando nos índices da educação é uma felicidade. Agradecemos à governadora Raquel Lyra por essa parceria, que vai se fortalecer cada vez mais pelo nosso desenvolvimento”, afirmou.
Divulgado anualmente, o Prêmio Idepe existe desde 2017 e tem o objetivo de orientar a formulação de políticas públicas e a alocação de recursos, a fim de promover ações que reduzam as desigualdades regionais no acesso à educação de qualidade.
A Festa de Reis 2024 chegou ao seu final na madrugada deste domingo (7), com uma performance emocionante do renomado cantor Mano Walter. O evento, que ocorreu no Pátio de Eventos Miguel Arraes de Alencar, foi marcado por três dias de intensa celebração, reunindo um público expressivo de mais de 72 mil pessoas que desfrutaram […]
A Festa de Reis 2024 chegou ao seu final na madrugada deste domingo (7), com uma performance emocionante do renomado cantor Mano Walter. O evento, que ocorreu no Pátio de Eventos Miguel Arraes de Alencar, foi marcado por três dias de intensa celebração, reunindo um público expressivo de mais de 72 mil pessoas que desfrutaram de uma eclética programação musical composta por onze shows de artistas regionais e nacionais.
A última noite da festividade contou com quatro atrações. O talentoso Seu Marquinhos, já consagrado no Nordeste, abriu o espetáculo, seguido pelo promissor cantor Wesley Amorim, que promete se tornar uma grande revelação no cenário musical. Gleydson Gavião, figura consagrada na música nordestina, também deixou sua marca, preparando o terreno para a apresentação de Mano Walter.
Mano Walter, com sua energia contagiante e repertório envolvente, encerrou a programação de 2024 em grande estilo. O ponto alto da festa ocorreu no meio da madrugada, quando mais de 27 mil pessoas lotaram o pátio de eventos, estabelecendo um recorde de público nas três noites de comemoração.
A Festa de Reis em São José do Egito se consolidou como um evento cultural marcante, proporcionando momentos de alegria, música de qualidade e celebração da cultura regional. O sucesso desta edição reforça a tradição e a importância dessa festividade para a comunidade local e para todos os amantes da cultura nordestina. Com informações de Marcello Patriota.
A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou uma nota informando que realizará, nesta segunda-feira (18), manutenções elétrica e hidráulica programadas na Estação Elevatória do Sistema Adutor do Pajeú. Os trabalhos terão início às 8h e devem ser concluídos até as 17h do mesmo dia. De acordo com a nota, os serviços exigem a suspensão total […]
A Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa) divulgou uma nota informando que realizará, nesta segunda-feira (18), manutenções elétrica e hidráulica programadas na Estação Elevatória do Sistema Adutor do Pajeú. Os trabalhos terão início às 8h e devem ser concluídos até as 17h do mesmo dia.
De acordo com a nota, os serviços exigem a suspensão total do abastecimento de água nos municípios de Brejinho e Itapetim durante o período de manutenção. A regularização do fornecimento ocorrerá gradualmente, conforme o calendário de distribuição estabelecido para as áreas afetadas.
A Compesa ressalta que as intervenções são essenciais para garantir a continuidade do serviço e melhorar a eficiência do sistema de bombeamento, responsável pelo abastecimento de água na região.
A companhia orienta os moradores dos municípios impactados a economizarem água e utilizarem o recurso de forma consciente enquanto o serviço é restabelecido. Para mais informações, os usuários podem entrar em contato com os canais de atendimento da Compesa.
O Projeto de Extensão Intitulado “Reuso de Efluentes como Ferramenta para Alcançar a Sustentabilidade Hídrica na Região do Pajeú” do professor Antonio Rene Benevides de Melo, com a colaboração do professor Kennedy Francys Damascena, apresenta uma alternativa para o tratamento de águas de esgotos no Campus com finalidade de uso não potável. O projeto tem […]
O Projeto de Extensão Intitulado “Reuso de Efluentes como Ferramenta para Alcançar a Sustentabilidade Hídrica na Região do Pajeú” do professor Antonio Rene Benevides de Melo, com a colaboração do professor Kennedy Francys Damascena, apresenta uma alternativa para o tratamento de águas de esgotos no Campus com finalidade de uso não potável.
O projeto tem como bolsistas as estudantes do Curso Técnico Integrado de Saneamento Ellen Larissa de Queiroz Gonçalves e Lívia Thays Mariano da Silva Lima e fez parte da X Mostra de Extensão do IFPE Afogados, organizada pelo Departamento de Pesquisa e Extensão – DPEX do Campus.
O objetivo é contribuir com a redução do uso de água potável para fins não nobres ou sem necessidade deste grau de tratamento, oferecendo uma opção de baixo custo e biologicamente segura de reuso, em uma região de baixa disponibilidade hídrica, como é o caso do Sertão do Pajeú.
Como funciona
A iniciativa usa o “Wetland” (“Terra Úmidas”, em português), um sistema de escoamento superficial ou subsuperficial de água que tem como meio filtrante pedras e areia grossa, formando pequenas lagoas ou canais artificiais rasos, que abrigam plantas aquáticas. Estas, por sua vez, absorvem os nutrientes presentes na água poluída devolvendo, após a filtragem, um líquido tratado. Em outras palavras, esses sistemas simulam ecossistemas naturais, para aproveitar os benefícios destes ambientes para a eliminação de poluentes presentes nos esgotos, uma opção considerada sustentável e ecologicamente correta.
O experimento já está a decorrer, sendo estudado para que em um futuro próximo, possa tratar todo o esgoto gerado no Campus. Esta água poderá ser utilizada para tarefas de manutenção das instalações do prédio como a irrigação de plantas ornamentais e a lavagem de pisos e áreas externas, por exemplo. Porém o projeto tem potencial para escalas maiores, podendo ser aplicado na indústria ou órgãos de governo.
“As principais vantagens da aplicação deste método é a elevada capacidade de remoção de matéria orgânica, remoção de nutrientes e eliminação de sólidos suspensos tornando o efluente tratado em uma fonte alternativa de água para reuso. Além disso, outra importante vantagem é a baixa necessidade de manutenção, fácil operação, e a não necessidade do uso de energia elétrica, o que torna esta técnica extremamente promissora para ser expandida pelo país nos próximos anos”, explica o professor Rene Benevides.
Os primeiros resultados dos estudos com amostras de água tratada com o sistema, podem ser conferidos no vídeo de apresentação do Projeto disponível no canal do Campus Afogados no Youtube.
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado A CPI da Pandemia vai ouvir, pela segunda vez, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. O depoimento marcado para esta terça-feira (8), às 9h, foi antecipado pelos senadores depois que o Brasil decidiu sediar a Copa América e após o depoimento da infectologista Luana Araújo, na quarta-feira (2). — Ele estava […]
A CPI da Pandemia vai ouvir, pela segunda vez, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. O depoimento marcado para esta terça-feira (8), às 9h, foi antecipado pelos senadores depois que o Brasil decidiu sediar a Copa América e após o depoimento da infectologista Luana Araújo, na quarta-feira (2).
— Ele estava ontem com o presidente da República inaugurando a Copa América. Dia 8, Marcelo Queiroga — disse o presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM) no dia 2 ao anunciar a data do depoimento.
Já na reunião da terça-feira (1º), senadores criticaram a decisão de o país receber o evento, a ser realizado entre junho e julho, diante de uma iminente terceira onda de covid-19 e após a Argentina desistir de sediar o torneio. A discussão prosseguiu na reunião de quarta-feira. Para o relator, Renan Calheiros (MDB-AL), o episódio é mais um sinal da falta de autonomia do ministro da Saúde.
— Esse episódio da Copa América, em que ele se calou como Ministro da Saúde e preferiu ser ministro do silêncio, demonstrou, de uma outra forma, que a autonomia realmente não existe — apontou Renan.
A fala de Renan ocorreu durante o depoimento de Luana Araújo. A médica relatou sua dispensa da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 do Ministério da Saúde. Luana chegou a ser anunciada, mas não nomeada e, segundo senadores de oposição, esse seria mais um indício da existência de um “gabinete paralelo”, um grupo de pessoas que daria orientações externas ao presidente e interferiria no ministério.
No depoimento à CPI, a médica afirmou que não recebeu justificativa pela desistência de sua contratação como secretária extraordinária. Em uma audiência na Câmara dos Deputados no dia 26 de maio, 20 dias depois de prestar depoimento na CPI da Pandemia, Queiroga afirmou que Luana Araújo era uma “pessoa qualificada”, e que tinha as condições técnicas para exercer “qualquer função pública”, mas que não foi nomeada porque, além de “validação da técnica”, era necessário “validação política”. Por isso, parlamentares esperam que o ministro responda sobre a sua real autonomia nesse retorno à CPI.
— Existe um gabinete negacionista, um grupo que continua impedindo que os melhores quadros da ciência brasileira possam contribuir no enfrentamento à pandemia — apontou o vice-presidente da CPI, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que é autor de um dos requerimentos de convocação.
Já o senador Marcos Rogério (DEM-RO) vê um “ato político” na segunda convocação de Marcelo Queiroga. Ele lamentou que o ministro tenha que interromper suas atividades à frente da pasta para voltar à CPI.
— O que se vê são teorias. Todos ali conhecem como funciona a administração em relação a nomeações. O ato administrativo é discricionário. Não há nenhum elemento novo no sentido de condenar o governo — avaliou.
Para o senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), a reconvocação de Marcelo Queiroga é uma atitude “protelatória” para que a CPI não investigue governos estaduais.
— O ministro tem a função de coordenar o trabalho da pandemia. Se for esse o desejo do presidente e relator, ele estará aqui perdendo tempo precioso para ajudar a saúde do Brasil inteiro.
O retorno de Queiroga já havia sido aprovado antes mesmo do anúncio da Copa América e do depoimento de Luana Araújo. Para Humberto Costa (PT-PE) e Tasso Jereissati (PSDB-CE), autores de outros requerimentos, o primeiro depoimento de Marcelo Queiroga foi contraditório.
“O depoimento foi contraditório em diversos aspectos. Um deles diz respeito à afirmação de que, na gestão dele, não há promoção do uso da hidroxocloriquina para tratamento da covid. Todavia, o ministro, até o presente momento, não revogou a portaria do Ministério da Saúde que prescreve o uso da medicação”, aponta o senador por Pernambuco no pedido aprovado no dia 26 de maio.
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