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IPA emite nota sobre transporte irregular de carne em Ingazeira

Por André Luis

Por André Luis

O Instituto Agronômico de Pernambuco (IPA), enviou nota sobre o flagrante de transporte irregular e carne publicado no blog na manhã desta sexta-feira (14). Segundo o IPA o caso apesar de não ser aceito pelo órgão é um fato isolado e atípico.

Ainda segundo a nota, diante dos fatos ocorrido, decidiram suspender o Programa de Aquisição de Alimentos no município, até a volta da extensionista Dra. Deorlanda Carvalho, que encontra-se de férias, afirmando que, quando da volta da mesma, será realizada reunião com o executivo municipal para esclarecer os fatos e tomar medidas e decisões em conjunto.

Na nota o IPA diz ainda que apesar de não aceitar de forma alguma o procedimento adotado no transporte do produto, preocupa-se que a denúncia tenha viés político, pelo fato da extensionista ser vereadora na referida cidade. Leia abaixo a nota na íntegra:

Gostaríamos de nos reportarmos a respeito da reportagem publicada em seu conceituado blog sobre Transporte de Carne do PAA na cidade de Ingazeira.

O Programa de Aquisição de Alimentos, é uma importante ferramenta do Governo do Estado em parceria com o Governo Federal, fruto de muito esforço e luta do estado e dos agricultores mobilizados e organizados de PE.

Talvez o programa mais importante que tem como estratégia a aquisição e escoamento de produtos dos que labutam a terra com fins de Distribuição/Doação Simultânea e Imediata, para o mercado institucional (Governo), beneficiando escolas, creches, lar de idosos, hospitais dentre outros.

Na Regional do IPA no Pajeú, o Governo Estadual está investindo R$ 2.800.000.00 nos municípios que abrange o Pajeú, beneficiando diretamente mais de 500 famílias de agricultores familiares. Faço esse relato para entendermos a importância deste programa.

O caso do transporte de carne na Ingazeira é um fato que de forma alguma aceitamos ou concordamos, porém, é um fato isolado e atípico mesmo naquele município. Vale ressaltar que o Transporte da carne ou de qualquer outro produto não é de responsabilidade do escritório local do IPA em qualquer município, inclusive, coibido por nós.

A responsabilidade é da Prefeitura, nosso principal parceiro. O produto carne, ora citado, não foi transportado para o IPA, mas sim, para uns freezers da prefeitura localizado em local vizinho ao IPA.

Ressalto que a extensionista local autorizou a entrega do produto no último dia 07/07 e que no dia 10/07 entrou em férias, portanto, estava afastada por direito de suas atividades.

Diante dos fatos ocorridos, tomamos em conjunto, a providência de Suspender o Programa no município, até a volta da Extensionista Dra. Deorlanda Carvalho, as suas atividades, para realizarmos uma reunião com o executivo Municipal, com fins de esclarecimentos e tomada de outras medidas e decisões conjuntamente.

Apesar de não aceitarmos de forma alguma o procedimento adotado no transporte do produto da forma como ocorreu, fato este como já dito , isolado, preocupa-nos os indícios de utilização desse fato com fins políticos, pelo fato da Extensionista Dra. Deorlanda ser vereadora na cidade.

Nesse processo desgastante os únicos que não podem ser prejudicados são os agricultores e agricultoras da cidade de Ingazeira, assistidos pelo IPA, que participam do Programa, que produzem e vendem produtos de indiscutível qualidade. Sempre prontos para maiores esclarecimentos…

Dêva Pessoa

Diretor Regional do IPA

Outras Notícias

Condenado a 121 anos, Youssef deixará prisão na quinta-feira

Paraná Portal Condenado a 121 anos e 11 meses de prisão, o doleiro e um dos principais delatores da Operação Lava Jato, Alberto Youssef deixa a carceragem da Polícia Federal na quinta-feira (17) e passa a cumprir a pena em regime domiciliar, monitorado por uma tornozeleira eletrônica. Youssef ficou preso 2 anos e oito meses […]

Alberto Youssef depõe na CPI dos Fundos de PensãoParaná Portal

Condenado a 121 anos e 11 meses de prisão, o doleiro e um dos principais delatores da Operação Lava Jato, Alberto Youssef deixa a carceragem da Polícia Federal na quinta-feira (17) e passa a cumprir a pena em regime domiciliar, monitorado por uma tornozeleira eletrônica. Youssef ficou preso 2 anos e oito meses na carceragem da Superintendência da Polícia Federal em Curitiba.

Ao cumprir revisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o juiz Sérgio Moro autorizou a antecipação da progressão de Youssef para o regime domiciliar.

Depois da também doleira Nelma Kodama e do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, Youssef  foi a terceira pessoa a assumir em acordo de delação o compromisso de apresentar documentos e provas contra outros envolvidos no esquema investigado na Lava Jato.

Os advogados do doleiro defendem que os acordos de colaboração não tornam os investigados impunes – mas, sim, tem um grau de punição mais brando, como recompensa por cooperar com a Justiça. Segundo advogados, o fim do regime fechado significa, para o doleiro, o início de uma nova conduta.

Alberto Youssef foi preso no dia 17 de março de 2014 – na primeira fase da Operação Lava Jato. Em outubro do mesmo ano, o doleiro assinou acordo com o Ministério Público Federal (MPF).

Desde então, Youssef foi ouvido por inúmeras autoridades – Polícia Federal, Polícia Civil, Controladoria-Geral da União (CGU), Receita Federal e outras comissões administrativas, como a CPI da Petrobras.

A defesa estima que foram tomados mais de 150 depoimentos. São mais de quatrocentas horas de audiências gravadas em áudio ou vídeos. Ele citou mais de 50 pessoas jurídicas envolvidas nos esquemas de corrupção investigados pela Polícia Federal. O doleiro revelou, também, mais de 100 nomes – entre parlamentares e outras pessoas físicas sem foro privilegiado.

Alberto Youssef fechou acordo de delação premiada com a previsão de cumprimento de três anos de prisão em regime fechado. O acordo, no entanto, foi revisto pelo STF, que antecipou a progressão do regime de prisão do colaborador.

Bispo cearense defende investigações mas diz que partidos querem aproveitar crise para dar golpe

O bispo Dom Ailton Menegussi, da Diocese de Cratéus (CE), rechaçou duramente a tentativa de Impeachment contra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Ele disse que a Confederação Nacional dos Bispos Brasileiros (CNBB) não aceita que “partidos políticos se aproveitem a crise para dar golpe no País”. “Não vamos apoiar a troca de governo, […]

domO bispo Dom Ailton Menegussi, da Diocese de Cratéus (CE), rechaçou duramente a tentativa de Impeachment contra o governo da presidente Dilma Rousseff (PT). Ele disse que a Confederação Nacional dos Bispos Brasileiros (CNBB) não aceita que “partidos políticos se aproveitem a crise para dar golpe no País”.

“Não vamos apoiar a troca de governo, de pessoas interesseiras. Tem muita gente pousando de santinho, mas nunca pensou em pobre. Fazem discurso bonito porque querem poder, e a CNBB não concorda”, disse ele para religiosos em Tauá, no Sertão cearense.

“Que sejam punidos políticos de todos os lados porque sabemos que têm um monte de processos de outros políticos e que são engavetados. Mas quando se trata de governo que nasceu dos pobres, esse é criminoso. Nós não pensamos assim”.

Na avaliação do bispo, a Justiça “está tratando criminosos antes de provas as coisas”. “Uma vez provadas, que se punam os culpados. Agora os culpados não é só desse partido ou só daquele. Não sejamos bobos”, afirmou. “Queremos que o País seja respeitado, que os cidadãos seja respeitados”.

Santana: Fila de envolvidos em caixa 2 seria maior que Muralha da China

Jornal do Brasil Marqueteiro da campanha eleitoral da presidente afastada Dilma Rousseff em 2010, João Santana admitiu, nesta quinta-feira (21), em depoimento de delação premiada, que errou ao aceitar pagamento por meio de caixa dois, mas que a prática é comum, apesar de ele e sua mulher, Mônica Moura, serem “os únicos presos neste país” pela prática. […]

jsJornal do Brasil

Marqueteiro da campanha eleitoral da presidente afastada Dilma Rousseff em 2010, João Santana admitiu, nesta quinta-feira (21), em depoimento de delação premiada, que errou ao aceitar pagamento por meio de caixa dois, mas que a prática é comum, apesar de ele e sua mulher, Mônica Moura, serem “os únicos presos neste país” pela prática.

“Se todos que já foram remunerados com caixa 2 no Brasil fossem tratados com o mesmo rigor que eu, era para estar aqui, atrás de mim, uma fila de pessoas que chegaria a Brasília. Uma muralha humana capaz de concorrer com a muralha da China. Capaz de ser fotografada por qualquer satélite que orbita em torno da terra.Mas estaria eu aqui a defender o caixa 2? Jamais!”, afirmou.

Publicitário disse que ele e a mulher são os únicos presos por receber dinheiro de caixa 2 no Brasil

Ainda no depoimento, Santana, que recebeu R$ 4,5 milhões da campanha petista, disse que não é o marketing eleitoral a causa das práticas irregulares, mas o próprio sistema de financiamento de campanha eleitoral “adulterado e distorcido em sua origem”, como ele destacou.

“O marketing eleitoral não cria corrupção, não corrompe, e não cobra propina. Não somos a causa de práticas eleitorais irregulares. Elas são consequência de um sistema eleitoral adulterado e distorcido em sua origem. Isto é assim aqui e na maioria esmagadora dos países. E atinge todos os partidos, sem exceção. Com generosidade, e com conhecimento de causa, eu digo que 98% das campanhas no Brasil utilizam caixa 2. Que isso envolve das pequenas às grandes campanhas. Que centenas de milhares de pessoas – quase certo que milhões – de todas as classes sociais e de dezenas de profissões são remuneradas com dinheiro de caixa 2. Mais que isso: o caixa 2 é um dos principais – senão o principal – centros de gravidade da política brasileira”, relatou o publicitário.

De acordo com a mulher de Santana, o trabalho na eleição de 2010 foi concluído, mas a campanha não pagou tudo o que devia. Ainda segundo Mônica Moura, o casal fez cobranças insistentes ao PT. Em 2013, Mônica e João Santana foram chamados pelo então tesoureiro do partido, João Vaccari Neto, que os orientou a procurar Zwi Skorniki, que tinha negócios com a Petrobras e faria os pagamentos. De dez parcelas, nove foram pagas em uma conta não declarada no exterior.

Ainda no depoimento, Santana afirmou que tinha conhecimento sobre o modo como a dívida estava sendo saldada. O casal afirmou que não sabia que Zwi tinha contratos com a Petrobras nem que os recursos poderiam ser fruto de propina. A presidente Dilma Rousseff não foi mencionada no depoimento, assim como não houve citação a qualquer integrante da coordenação da campanha de 2010.

“Não somos nós que vamos resolver a vida dela”, diz Teresa Leitão sobre Marília Arraes

A senadora Teresa Leitão (PT) afirmou que o Partido dos Trabalhadores não tem mais responsabilidade sobre as decisões políticas da ex-deputada federal Marília Arraes, que deve se filiar ao PDT e é cotada como pré-candidata ao Senado em possível aliança com a governadora Raquel Lyra (PSD). A declaração foi dada nesta sexta-feira (13), durante o […]

A senadora Teresa Leitão (PT) afirmou que o Partido dos Trabalhadores não tem mais responsabilidade sobre as decisões políticas da ex-deputada federal Marília Arraes, que deve se filiar ao PDT e é cotada como pré-candidata ao Senado em possível aliança com a governadora Raquel Lyra (PSD).

A declaração foi dada nesta sexta-feira (13), durante o ato de filiação da deputada estadual Dani Portela ao PT. Questionada sobre a movimentação de Marília, Teresa disse que o movimento não havia sido tratado dessa forma na conversa que teve anteriormente com a ex-petista.

Segundo a senadora, Marília tem total autonomia para definir seus rumos: “A gente não tem nada mais a ver com o comportamento de Marília. Marília não é mais do PT. Ela tem liberdade de entrar no partido, de sair do partido, de se posicionar.”

Teresa Leitão afirmou ainda que, em um primeiro diálogo, saiu com a compreensão de que Marília seguiria no chamado “campo” político próximo ao PT: “Eu tinha compreendido na primeira conversa que fiz com ela que ela se manteria no nosso campo, porque foi isso que ela me disse.”

Diante da possibilidade de uma aliança com Raquel Lyra, vista como fora desse campo, a senadora atribuiu a mudança a fatores conjunturais e deixou claro que o PT não pretende interferir nas decisões da ex-deputada: “Se as conjunturas ou as contingências estão levando ela a tomar outra posição, não somos nós que vamos resolver a vida dela.”

Lei seca autua motoristas de Tabira

Policiais do Batalhão de Polícia Rodoviária de Pernambuco (BPRv) autuaram 10 condutores por infração, durante blitze à Lei Seca. Os flagrantes ocorreram na sexta-feira (13), antes da abertura oficial do Carnaval 2015. De acordo com o órgão de trânsito, a maior parte das infrações constatadas foi dirigir sem portar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH). […]

lei_seca-1Policiais do Batalhão de Polícia Rodoviária de Pernambuco (BPRv) autuaram 10 condutores por infração, durante blitze à Lei Seca. Os flagrantes ocorreram na sexta-feira (13), antes da abertura oficial do Carnaval 2015.

De acordo com o órgão de trânsito, a maior parte das infrações constatadas foi dirigir sem portar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Do Tabira Hoje