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Investigados negam acusações da Lava Jato

Por Nill Júnior

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Folha On Line

Os 49 deputados e senadores que tiveram inquéritos abertos ou diligências investigativas autorizadas pelo STF (Supremo Tribunal Federal) por suposto envolvimento no esquema de corrupção na Petrobras já começam a negar envolvimento com as acusações.

Os nomes das autoridades políticas foram tornados públicos na noite de sexta (6) por decisão do ministro Teori Zavascki, relator dos processos relativos à Operação Lava Jato no STF.

Presidente da Câmara dos Deputados, o deputado federal Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro, foi um dos primeiros a se manifestar à reportagem da Folha: “Estou tranquilo. Vou esperar o conteúdo para analisar e depois me pronuncio”.

Em nota oficial, Cunha afirmou que só falará “depois de conhecer as razões do pedido de inquérito”.

Senador pelo PSDB de Minas Gerais, Antônio Anastasia, disse por sua assessoria de imprensa que só vai se pronunciar após seu advogado ter acesso aos autos do inquérito no qual é citado.

Ex-governador mineiro, Anastasia é um dos dois políticos –o outro é o ex-presidente da República e senador Fernando Affonso Collor de Mello– cujos inquéritos não apenas foram aceitos, como já tiveram aprovados pedidos de diligências.

O senador Lindbergh Farias, do PT do Rio de Janeiro, disse que só se posicionaria depois de ler o despacho do ministro do STF.

O deputado Simão Sessim (PP-RJ) não foi localizado para comentar a inserção de seu nome em inquérito.

O senador Benedito de Lira, do PP de Alagoas, também negou envolvimento no caso:

“Estou surpreso com o meu nome na lista. Nunca tratei de nenhum assunto com nenhum desses caras da Petrobras. Nunca tive relações com eles nem fiz qualquer gestão junto a eles nem qualquer negociação política. Agora, vão ter que me mostrar do que fui acusado porque não estou sabendo de nada”.

Outras Notícias

Partido Novo anuncia oposição ao governo de Jair Bolsonaro

Uma diretriz partidária divulgada pelo Novo, na noite desta segunda-feira (08/03), indicou aos filiados que o partido passará a ser oposição do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As informações são do Estado de Minas. De acordo com o comunicado, os parlamentares da sigla terão que votar de acordo com os princípios da própria […]

Uma diretriz partidária divulgada pelo Novo, na noite desta segunda-feira (08/03), indicou aos filiados que o partido passará a ser oposição do governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). As informações são do Estado de Minas.

De acordo com o comunicado, os parlamentares da sigla terão que votar de acordo com os princípios da própria legenda e que seguirão de forma independente na Câmara dos Deputados, sem se aliar ao bloco de oposição.

Para justificar a decisão, o Partido Novo alegou que o “bolsonarismo, assim como o petismo, tem como propósito melhorar a vida de alguns às custas da maioria”. Além disso, a direção da legenda afirmou que, “após dois anos de governo, foi visto que o bolsonarismo pode causar tanto mal quanto o petismo”.

Para o Novo, o governo federal “abandonou” as pautas “essenciais para o cidadão”, como as reformas. Além disso, a sigla reprovou o estilo de comunicação de Jair Bolsonaro, classificando como “ofensiva”, citando como exemplos as falas contra o Congresso Nacional, o Poder Judiciário e o Sistema Eleitoral.

O Novo também citou a interferência de Bolsonaro no comando da Polícia Federal e o uso da máquina pública para produzir a defesa de familiares do presidente em processos. 

A pandemia também foi lembrada pela direção do Novo para se afastar do governo Bolsonaro. 

O partido disse que o presidente “divulgou medicamento não recomendado pelas autoridades sanitárias” e trocou diversas vezes o comando do Ministério da Saúde. A sigla também afirmou que o governo deixou de priorizar a compra de vacinas e o planejamento de imunização, “impactando na quantidade de óbitos e prolongando o período de incertezas ao postergar a retomada normal das atividades econômicas”.

Cimpajeú participa de encontro estadual de Consórcios Públicos

Por André Luis Nesta terça-feira (9), parte da diretoria do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), participaram do Encontro Estadual de Consórcios Públicos de Pernambuco promovido pela Amupe no Recife. O Cimpajeú foi representado pelo presidente, Luciano Torres; a gerente-geral, Hilana Santana e a consultora do Serviço de Inspeção Municipal – SIM Consorciado, […]

Por André Luis

Nesta terça-feira (9), parte da diretoria do Consórcio de Integração dos Municípios do Pajeú (Cimpajeú), participaram do Encontro Estadual de Consórcios Públicos de Pernambuco promovido pela Amupe no Recife.

O Cimpajeú foi representado pelo presidente, Luciano Torres; a gerente-geral, Hilana Santana e a consultora do Serviço de Inspeção Municipal – SIM Consorciado, Dra. Deorlanda Carvalho.

Estiveram presentes a Presidente da Amupe e secretária executiva do Cimpajeú, Márcia Conrado; o deputado estadual, José Patriota; vários Consórcios do Estado, como o Comupe, Comagsul, Comrio, Coniape e Comsul.

A iniciativa foi do projeto Desenvolver PE, uma parceria entre Sebrae e Amupe,  e teve o objetivo de promover trocas de experiências e fortalecimento dos Consórcios Públicos.

Câmara pode votar projeto que muda ISS; Senado analisa reforma política

A Câmara dos Deputados pode votar nesta semana um projeto de lei que fixa uma alíquota mínima de 2% do Imposto Sobre Serviços (ISS) para todos os municípios e estende a cobrança a sites que disponibilizam áudio e vídeo, como Netflix, e à aplicação de tatuagens e piercings. A Casa também deve ouvir, na CPI […]

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta semana um projeto de lei que fixa uma alíquota mínima de 2% do Imposto Sobre Serviços (ISS) para todos os municípios e estende a cobrança a sites que disponibilizam áudio e vídeo, como Netflix, e à aplicação de tatuagens e piercings.

A Casa também deve ouvir, na CPI da Petrobras, depoimento do dono da UTC, Ricardo Pessoa. No Senado, o plenário deve concluir a votação de texto da reforma política.

O ISS é um imposto indireto, ou seja, que não incide diretamente sobre o cidadão, mas sobre um serviço que é consumido pelas pessoas. O imposto é arrecadado por governos municipais e incide sobre a prestação de serviços no município.

A proposta em tramitação na Câmara proíbe que o imposto seja objeto de isenções, incentivos ou benefícios tributários e financeiros, com o objetivo de acabar com a chamada guerra fiscal. Atualmente, cada município tem uma alíquota diferente, o que acirra a disputa entre municípios que tentam atrair empresas para se instalarem em seu território.

Senado: O plenário do Senado deve votar nesta semana a redação final do texto que propõe medidas para a reforma política. Na última quarta (2), os senadores aprovaram o fim do financiamento de pessoas jurídicas para campanhas políticas. Segundo a proposta, as empresas ficam proibidas de doar tanto a candidatos quanto a partidos.

Os senadores já votaram o texto-base e as propostas de alteração, mas precisam bater o martelo em relação à edição final. Essa versão final será enviada para a Câmara. O projeto já foi aprovado pelos deputados, mas, como foi alterado pelos senadores, terá de passar por nova análise da Câmara.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), adiantou que os deputados vão modificar a decisão do Senado e restabelecer a autorização de doação de empresas a partidos. Segundo Cunha, a Casa votará o projeto assim que receber o texto do Senado, o que pode ocorrer ainda nesta semana. (G1)

Miss de Patos morreu por ‘ter medo de enfrentar as chamas’, diz irmão

Rede social da jovem de Patos foi invadida após episódio O jovem César Henrique Silva Nitão, de 23 anos, ficou sabendo no domingo (26) que a irmã dele, a modelo e miss Maya Nitão, morreu após cair do 6º andar do prédio onde moravam, em São Paulo, para fugir de um incêndio. O pai do casal, Carlos César […]

Rede social da jovem de Patos foi invadida após episódio

O jovem César Henrique Silva Nitão, de 23 anos, ficou sabendo no domingo (26) que a irmã dele, a modelo e miss Maya Nitão, morreu após cair do 6º andar do prédio onde moravam, em São Paulo, para fugir de um incêndio.

O pai do casal, Carlos César Nitão, contou ao g1 que o filho relatou ter tentado chamar a irmã para sair do apartamento, mas que ela “teve medo de enfrentar as chamas”. O incêndio aconteceu no apartamento onde os irmãos moravam, no bairro Itaim Bibi, na Zona Sul de São Paulo, na manhã do sábado (25).

“Eles estavam dormindo quando o meu filho acordou e já percebeu as chamas. Ele a chamou várias vezes, para sair do apartamento, mas ela estava em pânico e disse que estava com medo de enfrentar as chamas. Quando ele conseguiu abrir a porta do quarto, ela já havia caído”, disse o pai dos jovens.

No hospital, César Henrique, conhecido como Cesinha, relatou que o incêndio pode ter começado em um curto-circuito atrás do sofá. “Meu filho disse que o fogo começou na sala, e que depois foi se espalhando, junto a uma fumaça preta. O prédio é antigo, com instalações elétricas antigas, então pode ter acontecido este curto-circuito na tomada atrás do sofá”, disse. As causas do incêndio vão ser apuradas por uma perícia a ser feita pelo Corpo de Bombeiros.

Mayara Ingrid Silva Nitão, conhecida como Maya Nitão, tinha 26 anos e havia sido eleita a primeira Miss Sertão Paraibano, em janeiro deste ano. Ela foi para São Paulo há oito anos, e morava com o irmão, que se formou engenheiro de produção há cerca de 15 dias. Ele é diretor de um cursinho para concursos.

Último vídeo: as redes sociais de Maya foram invadidas após o episódio, chegando a mais de 91 mil seguidores. Seu último vídeo é de foi felicitando as atrizes paraibanas Isadora Cruz e Lucy Alves por suas partiocipações em Mar do Sertão e Travessia, novelas da Globo. Veja:

Acima do piso: Prefeito de Ouro Velho autoriza aumento de 35% para professores

O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares (DEM),  autorizou na tarde desta terça-feira (08), o reajuste salarial de 35% no piso salarial dos professores da rede municipal de ensino. Dia 4, o presidente Jair Bolsonaro assinou portaria que oficializou o aumento de 33,24% no piso salarial dos professores da educação básica da rede pública. Com isso, a remuneração mínima […]

O prefeito de Ouro Velho, Augusto Valadares (DEM),  autorizou na tarde desta terça-feira (08), o reajuste salarial de 35% no piso salarial dos professores da rede municipal de ensino.

Dia 4, o presidente Jair Bolsonaro assinou portaria que oficializou o aumento de 33,24% no piso salarial dos professores da educação básica da rede pública. Com isso, a remuneração mínima passou para R$ 3.845 em todo o país. No Estado, o piso aumentou 31,30%. Ouro Velho aumentou mais que os demais.

O prefeito disse ao blog que a conta é simples: “dos 100% do Fundeb você tem que investir 70% com professores. O recurso tem como base o número de alunos. Em 2020 tínhamos trezentos alunos. Em 2021, quinhentos. Ano passado recebemos com base em quinhentos alunos. E vamos pagar até 15º salário aos profissionais”.

De acordo com o prefeito, ano passado pagou 14, 15, rateio e um terço de férias. O município  atingiu 72% com os profissionais. Com o aumento dado esse ano, acredita que não será necessário rateio para chegar aos 70%, ou o valor será mínimo. “É uma grande avanço para a Educação de Ouro Velho”, comemorou.