Filha do vereador de Ingazeira, Genivaldo Souza faleceu no fim da manhã deste domingo.
Neste domingo (20), a Secretaria de Saúde de Ingazeira, confirmou em seu boletim epidemiológico, a primeira morte por covid-19 no município.
Trata-se de Gislenne Márcia, 30 anos, que faleceu no final da manhã de hoje no Recife. Ela estava grávida e teve pré-eclâmpsia. Foi feita uma cirurgia cesariana e em seguida foi confirmada a contaminação por covid-19.
Gislenne era filha de Genivaldo de Souza, vereador da Ingazeira. Nas redes sociais, parentes, amigos e conhecidos lamentam a morte tão precoce da jovem, que fazia parte do Encontro de Jovens com Cristo (EJC) de Ingazeira, que publicou nota de pesar no Instagram. Leia abaixo.
“É com pesar na certeza da ressurreição, que o Encontro de Jovens com Cristo da Paróquia São José em Ingazeira – PE, lamenta o falecimento de Gislenne Márcia. Nossa irmã, Que o Senhor da esperança e da paz, console os corações de seus familiares, amigos e irmãos em Cristo que choram a sua partida. Descanse em Paz nossa amiga e irmã!”
A Câmara Municipal de Vereadores da Ingazeira também publicou uma nota de pesar:
“Nós, vereadores e funcionários da Câmara de Vereadores de Ingazeira, externamos nossa tristeza e nossa solidariedade ao vereador Genivaldo De Sousa Silva e família, pela partida precoce da sua filha Gislenne Márcia. Nesse momento de dor, só nos restam nossas orações. Nossos sentimentos!”
O boletim também apresentou mais um caso confirmado para a covid-19. Ingazeira conta agora com 36 casos confirmados, 23 recuperados, 20 em investigação e 1 óbito.
Zuleide Pereira tinha 83 anos e morreu em Serra Talhada. Era mãe de Marcelo Pereira, ex-prefeito do município O deputado estadual Rogério Leão (PR) lamentou hoje em nota o falecimento de Zuleide de Carvalho Pereira, ex-vereadora do município e mãe do ex-prefeito Marcelo Pereira. Ela morreu esta madrugada na Clínica São Vicente, em Serra Talhada. […]
Zuleide Pereira tinha 83 anos e morreu em Serra Talhada. Era mãe de Marcelo Pereira, ex-prefeito do município
O deputado estadual Rogério Leão (PR) lamentou hoje em nota o falecimento de Zuleide de Carvalho Pereira, ex-vereadora do município e mãe do ex-prefeito Marcelo Pereira. Ela morreu esta madrugada na Clínica São Vicente, em Serra Talhada.
“Quero prestar a minha solidariedade e o meu respeito aos familiares e amigos de Zuleide de Carvalho Pereira, falecida hoje. Dona Zuleide, como era carinhosamente chamada, foi vereadora em São José do Belmonte por três mandatos, mulher forte e sensível as necessidades do povo”, disse Leão.
“Dedicou toda sua vida à família e a comunidade do distrito de Bom Nome, onde residiu por quase toda vida. Que o seu exemplo sirva de referência para todos nós”, concluiu.
Em 2000, ela foi eleita com 640 votos, após candidata pelo então PFL. Natural de Bom Nome, São José do Belmonte, nasceu em 1 de dezembro de 1934. Tinha 83 anos. Ela será sepultada no distrito de Bom Nome, nesta quarta (30), às 17 horas.
Prezado Jornalista Nill Júnior, Em relação a matéria veiculada hoje pelo seu respeitado blog, visando a verdade dos fatos é necessário esclarecer: 1 – O vereador Carlos Nunes em momento algum falsificou documentos em nome do Sr. Carlos Arthur Nunes. 2 – O vereador Carlos Nunes é pai do Sr. Carlos Arthur Nunes, por isso, […]
Em relação a matéria veiculada hoje pelo seu respeitado blog, visando a verdade dos fatos é necessário esclarecer:
1 – O vereador Carlos Nunes em momento algum falsificou documentos em nome do Sr. Carlos Arthur Nunes.
2 – O vereador Carlos Nunes é pai do Sr. Carlos Arthur Nunes, por isso, estava na referida repartição o representando, como sempre o fez.
3 – É de esclarecer que todo o equívoco ocorreu tendo em vista o Vereador Carlos Nunes ter esquecido a procuração pública (em anexo) que possui com amplos os poderes de representar seu filho em repartições públicas.
4 – Neste modo todo o equívoco de suposta falsidade ideológica foi esclarecido com a apresentação da procuração pública posteriormente.
5 – Em relação ao Chefe da Coletoria envolvido na questão o Vereador Carlos Nunes irá tomar todas as providências necessárias e cabíveis em relação a suposto abuso de poder, visando com isso resguardar os seus direitos e a sua imagem.
Atualizado às 23h30 Um grave acidente deixou saldo de uma pessoa morta na PE 320, entre Brejinho de Tabira e a sede. Viviane Souza, 31 anos, estudante de odontologia, morreu quando seu carro foi atingido por uma D-10. Ela ficou presa as ferragens e não resistiu. Ela era filha de Afogados da Ingazeira e casada […]
Viviane e o marido: esposa morreu atingida por caminhão
Atualizado às 23h30
Um grave acidente deixou saldo de uma pessoa morta na PE 320, entre Brejinho de Tabira e a sede. Viviane Souza, 31 anos, estudante de odontologia, morreu quando seu carro foi atingido por uma D-10. Ela ficou presa as ferragens e não resistiu.
Ela era filha de Afogados da Ingazeira e casada com o tabirense Valdeir, conhecido por Deir, nora de Xavier da Borracharia. Tinha dois filhos. Estudava Odontologia na FIP, em Patos e estava no último período. Já havia sido professora em Afogados.
Viviane passou o dia em Afogados no Barcheff e retornou a Tabira. De lá seguia sentido povoado da Arara onde seu marido tem uma chácara. Na hora do acidente Viviane seguia sozinha num carro Corsa e seu marido ia atrás de moto com um dos filhos. Eles presenciaram o acidente. O marido ficou desesperado.
Carro de Viviane ficou bastante danificado. Ela morreu presa às ferragens
Preliminarmente, a informação é de que foi atingida por estar em sentido contrário. Ela ultrapassou o esposo que ia de moto e não voltou para a faixa correta. Se chocou com uma Caminhonete D-10 que transportava bois, no lado do passageiro.
Os pais, que são ligados a uma denominação evangélica de Afogados, estão bastante abalados, assim como os demais familiares. Uma das irmãs, Vandilma, trabalha na prefeitura de Afogados da Ingazeira. Nas duas cidades há muita comoção.
O município de Sertânia atendeu ao pedido da Secretaria Estadual de Saúde e cedeu o seu estoque da vacina Coronavac/Butantan. Foram entregues 510 doses ao Governo do Estado. O município receberá esse mesmo quantitativo da vacina Oxford/Astrazeneca. “Nós cedemos ao governo de Pernambuco para que esse possa distribuir a todos os municípios que estão encontrando […]
O município de Sertânia atendeu ao pedido da Secretaria Estadual de Saúde e cedeu o seu estoque da vacina Coronavac/Butantan.
Foram entregues 510 doses ao Governo do Estado. O município receberá esse mesmo quantitativo da vacina Oxford/Astrazeneca.
“Nós cedemos ao governo de Pernambuco para que esse possa distribuir a todos os municípios que estão encontrando dificuldade para aplicação da segunda dose dessa vacina, já que está havendo um déficit de oferta desse imunizante em todo o país”, disse o prefeito Ângelo Ferreira.
A Secretária Municipal de Saúde, Mariana Araújo, explicou que Sertânia possuía estoque porque seguiu rigorosamente as notas técnicas da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), inclusive, respeitando a ordem dos grupos prioritários.
Todo reconhecimento ao esforço do Ministério Público da 3ª Circunscrição ao reunir os prefeitos da área e ter a colegiada e ousada decisão de fechamento completo das atividades na região a partir da próxima quarta-feira (24) até o dia 28 de março. O promotor Aurinilton Leão Sobrinho afirmou que a medida é necessária pelo colapso […]
Todo reconhecimento ao esforço do Ministério Público da 3ª Circunscrição ao reunir os prefeitos da área e ter a colegiada e ousada decisão de fechamento completo das atividades na região a partir da próxima quarta-feira (24) até o dia 28 de março.
O promotor Aurinilton Leão Sobrinho afirmou que a medida é necessária pelo colapso no sistema de saúde. “São medidas necessárias para quebrar essa cadeia de contaminação e aliviar os hospitais”.
Ele conclamou para espírito de humanidade e empatia. E lembrou da foto da enfermeira desolada com o paciente morto em um piso de hospital em Teresina. “Pode chegar na sua casa, pode chegar na minha casa”, disse, também defendendo celeridade no processo de vacinação.
Saudações a quem tem coragem, por mais difícil que possa ser tomar essas posições. O mesmo se aplica aos prefeitos que tomaram a iniciativa, das cidades de Afogados da Ingazeira, Brejinho, Carnaíba, Ingazeira, Iguaraci, Itapetim, Quixaba, Santa Terezinha, São José do Egito, Solidão, Tabira, Sertânia, Itapetim e Tuparetama. Mas não envolver o Cimpajeú na articulação, o que garantiria adesão de 100% da região, gerou uma divisão institucional e política. Na articulação, nomes como Luciano Torres e Sandrinho Palmeira deveriam ter percebido a necessidade de envolver toda a região. Não o fizeram.
O pior, a falta de uma decisão uníssona da região gerou uma espécie de “guerra fria” entre as cidades. É aí que enxergamos como nós, como seres humanos, ao contrário do que imaginávamos, sairemos piores dessa pandemia.
Isso porque entre as cidades que aderiram e as que não entraram há toda sorte de argumentações, muitas sem pé nem cabeça, algumas absurdas, como a que leva em consideração o debate em torno das candidaturas de Luciano Duque, em Serra Talhada, e de José Patriota, de Afogados da Ingazeira. Durante as horas que sucederam a decisão de MP e alguns prefeitos tiveram esse debate como pano de fundo.
As notícias que questionavam a postura de Márcia eram “para prejudicar a candidatura de Luciano”. As notícias que colocavam a AMUPE como “organizadora” do movimento queriam “minar a candidatura de Patriota”. Até este jornalista, sem político de estimação, com inúmeras bandeiras levantadas em nome de toda a região foi questionado por dar voz a todas as correntes que se manifestaram, algumas questionando a prefeita de Serra Talhada, Márcia Conrado, que também teve sua voz reverberada no blog.
Até a pesquisa, o ato de dar voz ao que pensava a população da Capital do Xaxado na Cultura FM foi criticada, como se a população que foi ouvida e a aprovou um mandato para ela não tivesse mais o direito de opinar, ou como se fosse proibido a um jornalista dar voz à população, missão soberana do meio rádio. Isso porque uma maioria disse que Márcia deveria ter tomado também uma decisão mais dura. Ficou aparente até uma espécie de divisão de vaidades no próprio MP, com quem não seguiu criticando veladamente quem promoveu a reunião.
Em resumo, uma guerra divisionista que não soube dar um olhar humanizado sobre o mais importante: as vidas que estão no meio de tudo isso. Os hospitais continuam com lotação beirando os 100% em todo o Estado. No Pajeú, a rotatividade de vagas está sendo gerada por mortes, não por altas. No Estado, 98% de ocupação da rede pública, mas de 90% na rede privada. Deve faltar leito pra quem tem plano de saúde. E as lideranças no Pajeú poderiam conjuntamente discutir o tema, mesmo que desse debate não saísse um encaminhamento tão duro: qualquer que fosse o resultado, seria conjunto, mostraria unidade, não essa vexatória, vergonhosa divisão.
Pior é saber que se todos estivessem remando na mesma direção, Governo Federal, Estados e municípios, já teríamos uma luz no horizonte, pois o primeiro lockdown, do ano passado, teria dado certo e não nos colocaria como maior ameaça global da pandemia. Ainda mais se tivéssemos uma vacinação atingindo um percentual bem maior. Já poderíamos até sonhar. Outro encaminhamento óbvio tinha relação com uma medida que ajudasse a conter o vírus enquanto a vacina não vem e socorro articulado às vítimas sociais da pandemia. Muitos torcem o nariz pra essa possibilidade. O ter venceu o ser. O dinheiro venceu a vida…
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