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Infeliz e irresponsável, diz ministro sobre fala de Romeu Zema

Por André Luis

Governador de Minas Gerais se mostra cada vez mais alinhado ao bolsonarismo, assim como o seu partido, o NOVO

Por André Luis

O ministro de Minas e Energia do governo Lula, Alexandre Silveira, usou as suas redes sociais para criticar a fala do governador de Minas Gerais Romeu Zema (NOVO).

Alexandre chamou de infeliz e irresponsável a suposição que o governador fez durante entrevista a Rádio Gaúcha nesta segunda-feira (16), onde, mostrando que está cada vez mais alinhado com o bolsonarismo, seguindo o seu partido, o NOVO, levantou a suspeita de que o governo Lula teria feito vistas grossas com relação aos ataques golpistas para se beneficiar de uma narrativa posterior.

“Me parece que houve um erro da direita radical, que é minoria. Houve um erro também, talvez até proposital, do governo federal, que fez vista grossa para que o pior acontecesse e ele se fizesse, posteriormente, de vítima. É uma suposição. Mas as investigações vão apontar se foi isso”, disse Zema que está cada vez mais alinhado com o bolsonarismo, seguindo os rumos de seu partido.

“Há muito não se ouvia algo tão estarrecedor e absurdo. Sua declaração deve ser repudiada. Essa postura em nada colabora para apuração dos fatos criminosos nem para a pacificação que se espera do País. Ao contrário, inventa teorias absurdas. As ações criminosas de extremistas em atos antidemocráticos são inadmissíveis e deverão ser punidas com o rigor da lei”, criticou Alexandre.

“Apesar dessa atitude desrespeitosa e descabida do governador, reitero o meu compromisso de continuar trabalhando para ser ponte entre o Governo Federal e o Estado, de forma a beneficiar as mineiras e os mineiros. O momento exige responsabilidade de todos”, completou o ministro que é ex-senador pelo estado de Minas Gerais.

Outras Notícias

Danilo Cabral pede à PGR para investigar Bolsonaro após revelações de Moro

A partir das declarações de Sérgio Moro, durante o anúncio de sua saída do governo, nesta sexta-feira (24), o deputado federal Danilo Cabral (PSB) pediu que a Procuradoria-Geral da República apurasse os fatos narrados pelo ex-ministro da Justiça e Segurança Pública. “Moro fez uma delação de vários crimes praticados pelo presidente Jair Bolsonaro. Deixou claro […]

Foto: Chico Ferreira

A partir das declarações de Sérgio Moro, durante o anúncio de sua saída do governo, nesta sexta-feira (24), o deputado federal Danilo Cabral (PSB) pediu que a Procuradoria-Geral da República apurasse os fatos narrados pelo ex-ministro da Justiça e Segurança Pública. “Moro fez uma delação de vários crimes praticados pelo presidente Jair Bolsonaro. Deixou claro que o presidente feriu os princípios constitucionais da legalidade e impessoalidade e atacou o Estado Democrático de Direito”, justificou o parlamentar.

Para Danilo Cabral, Sérgio Moro disse abertamente que o presidente fez a troca do comando da Polícia Federal para ter o controle político de instituição, ter ingerência sobre investigações e acesso a informações privativas.  Além disso, mentiu ao publicar um ato de exoneração do diretor-geral da instituição, afirmando ter sido “a pedido”. “São fatos gravíssimos que devem ser rigorosamente apurados pelo Congresso Nacional e pelo Supremo Tribunal Federal”, afirmou.

No pedido protocolado à PGR, o parlamentar pede a investigação por crimes de responsabilidade. Requerer informações confidenciais de inquéritos avaliados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) configura-se em crime de responsabilidade, ferindo o artigo 85, da Constituição.

Também viola o Código Penal, no artigo 321, ao patrocinar, direta ou indiretamente, interesse privado perante a administração pública, valendo-se da qualidade de funcionário; e a Lei 1.079/50, nos artigos 7 e 9. Estes elencam como crimes de responsabilidade servir-se das autoridades sob sua subordinação imediata para praticar abuso do poder, ou tolerar que essas autoridades o pratiquem sem repressão  e expedir ordens ou fazer requisição de forma contrária às disposições expressas da Constituição.

Ao dizer que o ex-diretor da PF Marcelo Valeixo não pediu exoneracão, como está publicado no Diário Oficial da União, Sergio Moro afirma que o presidente feriu novamente o artigo 85 da Constituiçao. Além disso, o artigo 299, do Código Penal, que diz ser crime inserir informações falsas em documentos públicos.

Danilo Cabral lamentou que a demissão do ministro e as denúncias feitas por ele ocorram em meio a pandemia provocada pelo novo coronavírus, que já matou mais de 400 brasileiros. “O país precisa ser conduzido com responsabilidade na maior crise sanitária do mundo e dar respostas à sociedade. Mas as denúncias de Sérgio Moro são graves e precisam ser investigadas”, disse. Ele acrescentou que a bancada do PSB na Câmara dos Deputados deu entrada a um pedido de abertura de CPI para apuração dos fatos descritos por Sérgio Moro.

Servidores municipais de Itapetim recebem salários de março nesta quinta

A Prefeitura de Itapetim, através da Secretaria de Administração e Finanças, inicia nesta quinta-feira (31/03) o pagamento dos servidores municipais referente ao mês de março. O pagamento será efetuado novamente em dia conforme determinação do prefeito Arquimedes Machado, que apesar da crise em que o país está mergulhado segue cumprindo rigorosamente com suas obrigações. Recebem […]

A Prefeitura de Itapetim, através da Secretaria de Administração e Finanças, inicia nesta quinta-feira (31/03) o pagamento dos servidores municipais referente ao mês de março.

O pagamento será efetuado novamente em dia conforme determinação do prefeito Arquimedes Machado, que apesar da crise em que o país está mergulhado segue cumprindo rigorosamente com suas obrigações.

Recebem os servidores das secretárias de Administração e Finanças, Educação, Gabinete, Cultura, Controle Interno, Infraestrutura e Ação Social, além de inativos e pensionistas.

Vice de Iguaracy ajuda gestão Pollyana em Sertânia

Após deixar a Secretaria de Administração em Iguaracy,  o vice-prefeito Marquinhos Melo foi convidado e aceitou a missão de assessorar a prefeita Pollyanna Abreu em Sertânia. Melo atua na consultoria e assessoria de planejamento e convênios. Há poucos dias esteve com Pollyana no Palácio das Princesas destravando alguns convênios. “Ao lado da gestora conseguimos destravar […]

Após deixar a Secretaria de Administração em Iguaracy,  o vice-prefeito Marquinhos Melo foi convidado e aceitou a missão de assessorar a prefeita Pollyanna Abreu em Sertânia.

Melo atua na consultoria e assessoria de planejamento e convênios. Há poucos dias esteve com Pollyana no Palácio das Princesas destravando alguns convênios. “Ao lado da gestora conseguimos destravar alguns convênios. A prefeita inclusive já assinou um deles essa semana”, disse, referência à agenda com Túlio Vilaça.

Em outubro do ano passado, Marquinhos deixou a Secretaria de Administração em Iguaracy, afirmando que sua decisão era irrevogável.

Ele contou ter conversado com o prefeito Dr. Pedro Alves após o anúncio, mas sem possibilidade de retorno ao cargo.

Marquinhos apontou a procuradora Sinara Maranhão como pivô da crise política, alegando que ela estaria atuando como uma “supersecretária” ou até mesmo assumindo o papel de prefeita, tomando decisões que ultrapassam o campo jurídico e avançam sobre o político.

Desembargador relator da Lava Jato virá a São José do Egito

A Faculdade Vale do Pajeú, em São José do Egito, recebe dia 4 de maio nomes que estiveram no centro da Lava Jato.  Dentre eles, o Desembargador do TRF-4 João Pedro Gebran Neto. O tema do debate que terá sua participação será “Colaboração Premiada e o novo Processo Penal Brasileiro “. Gebran é relator da […]

A Faculdade Vale do Pajeú, em São José do Egito, recebe dia 4 de maio nomes que estiveram no centro da Lava Jato.  Dentre eles, o Desembargador do TRF-4 João Pedro Gebran Neto. O tema do debate que terá sua participação será “Colaboração Premiada e o novo Processo Penal Brasileiro “.

Gebran é relator da ação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o sítio de Atibaia.  Ele ampliou a condenação de Lula de 12 para 17 anos de prisão.

Em dezembro, negou que o TRF-4 tenha afrontado o STF. O relator em segunda instância da Operação Lava Jato busca um fim para o que ele enxerga como falsa polêmica: a de que houve um enfrentamento ao Supremo Tribunal Federal (STF) na decisão que ampliou a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, de 12 para 17 anos de prisão no processo do sítio de Atibaia.

A defesa de Lula tinha pedido nulidade da condenação porque a 13.ª Vara de Curitiba (primeira instância) não havia aplicado prazo distinto para delatores e delatados entregarem suas alegações finais no processo, conforme decisão recente do STF, em outra ação penal da Operação Lava Jato. “O que se fez é aplicar o entendido do Supremo, em conformidade com os precedentes da existência e demonstração de prejuízo”, afirmou.

Gebran Neto rebateu acusações de que os julgamentos têm conotação política. “Tampouco há contaminação ideológica dos julgadores”, afirma. A seguir, os principais trechos da entrevista.

Em São José do Egito, estarão ainda os ministros do STJ Paulo de Tarso Sanseverino e Joel Ilan Paciornik, mais o procurador Andrey Borges Mendonça e o advogado Marlus Arns de Oliveira,  esses dois últimos com experiência na Lava Jato.

Empresa do prefeito de Brejinho tem carreta roubada na divisa de PE e PI

Uma empresa do prefeito de Brejinho, Gilson Bento, e da primeira dama, Emília Carmem, o Grupo Granja no Quintal, teve uma carreta Volvo roubada. A carreta vermelha, placas PGO 5250, além do bi trem com placas NGB 7272 e NGB 7592 foi roubada em uma ação criminosa na divisa de Pernambuco e Piauí. O motorista […]

Uma empresa do prefeito de Brejinho, Gilson Bento, e da primeira dama, Emília Carmem, o Grupo Granja no Quintal, teve uma carreta Volvo roubada.

A carreta vermelha, placas PGO 5250, além do bi trem com placas NGB 7272 e NGB 7592 foi roubada em uma ação criminosa na divisa de Pernambuco e Piauí.

O motorista não sofreu ferimentos na ação. A carreta estava carregada de farelo de soja para alimentação dos animais da empresa.

Um comunicado foi compartilhado pelo prefeito em suas redes sociais. Informações sobre o veículo podem ser compartilhada nos telefones (87) 9-9666-0808 ou (87) 9-9993-0103. A polícia foi comunicada nos dois estados.

Os estados de Pernambuco e Paraíba fazem divisa na região do Araripe, que tem cidades como Araripina, Santa Filomena e Afrânio.