Incêndios em áreas rurais continuam assustando na região
Por Nill Júnior
Um incêndio na madrugada dessa segunda-feira (11) destruiu completamente a residência de uma idosa na Fazenda Lagoa da Pedra, zona rural de Serra Talhada.
A dona da casa, uma idosa de identidade não revelada, foi resgatada por familiares e nada sofreu.
Segundo o Corpo de Bombeiros, que foi acionado para combater o fogo, quando a equipe chegou as chamas já estavam baixas e foi realizado o resfriamento dos pontos em combustão. A idosa morava ao lado da residência do filhos e foi amparada.
A reportagem do Farol de Notíciasapurou que houve perda total, inclusive, com queima de cama e mesa, além do telhado. O acidente aconteceu por volta de 01h da madrugada e ainda não foi revelado o que provocou o sinistro.
Cantor Anginho dos Teclados diz que sua música foi tocada como se fosse do Rei da Sofrência. Pablo diz que a canta com autorização desde 2004 O cantor pernambucano de Afogados da Ingazeira Anjinho dos Teclados está revoltado com o cantor Pablo do Arrocha. Isso porque o “Rei da Sofrência” foi apresentado no programa A Hora do faro, […]
Cantor Anginho dos Teclados diz que sua música foi tocada como se fosse do Rei da Sofrência. Pablo diz que a canta com autorização desde 2004
O cantor pernambucano de Afogados da Ingazeira Anjinho dos Teclados está revoltado com o cantor Pablo do Arrocha. Isso porque o “Rei da Sofrência” foi apresentado no programa A Hora do faro, da TV Record, como autor da música “Mãe”, no último domingo. A música foi composta por Anginho e lançada no CD “O Anginho dos teclados – o cantor romântico do Pajeú”, da GEMA Produções em 1995. A notícia, veiculada inicialmente no blog Mais Pajeú, repercutiu na Rádio Pajeú esta manhã.
Participando do programa A Hora do Faro, Pablo recebeu suas irmãs em uma surpresa para interpretar a canção e foi apresentado como dono da música. “Por muito tempo tentei cantar essa música e não consegui”, limitou-se a dizer.
Em entrevista a Nill Júnior no programa Manhã Total, Anginho explicou como ficou sabendo do episódio. “Na hora do programa estava no meu carro e minha irmã Geneci ligou de Pernambuco dizendo o que estava acontecendo. No primeiro momento achei que fosse um descuido ou desleixo que pode ser cometido. Fiquei magoado com a emissora, com a apresentador e com o cantor Pablo. Nada contra ele como artista. Achei que a emissora foi induzida ao erro”.
Ele disse que a emissora chegou a manter contato e ficou de se retratar em rede nacional. “Quero essa retratação por minha mãe e pela mãe do Pablo”. A mãe Anjinho se chama Djanira Almeida e tem 90 anos. Ele ainda diz que vai acionar juridicamente por danos morais. “Meus advogados já estão trabalhando”.
Outro lado: o cantor Pablo do Arrocha respondeu através de sua Assessoria à queixa de Anjinho dos Teclados, que reclamou por conta da execução da música “Mãe”, sem autorização do artista.
A nota, assinada por Andressa Silva, da AG Produções, diz que a musica “Mãe” foi gravada por Pablo pela gravadora Patos Discos em 2004, em CD original com as devidas autorizações.
“Em momento algum o cantor Pablo fala que fez a musica. Quem falou foi o apresentador Rodrigo Faro”, afirmou.
O CD quando Pablo fazia parte do “Grupo Arrocha”, chamado “Em Ritmo de Brega”, mostra na capa um Pablo muito diferente do artista de sucesso de hoje. O CD traz várias músicas, dentre elas a música Mãe, que você pode ouvir a partir de 18 minutos e 19 segundos no vídeo.
A Prefeitura de São José do Egito, no Sertão do Pajeú, firmou um termo de cooperação com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para a implantação do projeto MP Empodera — iniciativa que busca fomentar políticas públicas voltadas à autonomia das mulheres e ao enfrentamento da violência de gênero. O acordo foi celebrado por meio […]
A Prefeitura de São José do Egito, no Sertão do Pajeú, firmou um termo de cooperação com o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) para a implantação do projeto MP Empodera — iniciativa que busca fomentar políticas públicas voltadas à autonomia das mulheres e ao enfrentamento da violência de gênero.
O acordo foi celebrado por meio do Núcleo de Apoio à Mulher (NAM) e da 2ª Promotoria de Justiça local, com foco em ações afirmativas que promovam a igualdade entre os gêneros e incentivem o desenvolvimento econômico e sustentável de mulheres em situação de vulnerabilidade.
Entre os compromissos assumidos pela gestão municipal está a apresentação, em até 30 dias, de um relatório detalhado com os programas voltados ao empoderamento feminino já existentes, incluindo cursos de capacitação ofertados no último ano, com número de beneficiadas e carga horária. O município também se compromete a ampliar o número de atendidas em 10% no primeiro ano de execução do projeto, 20% no segundo e 30% no terceiro.
Além disso, dentro de um prazo de 120 dias, a Prefeitura deverá garantir capacitação profissional e inserção no mercado de trabalho para mulheres em situação de vulnerabilidade, utilizando programas próprios ou parcerias com instituições como Sebrae-PE e Secretaria Estadual da Mulher.
Mais detalhes sobre o termo de cooperação podem ser consultados na edição do Diário Oficial Eletrônico do MPPE de 5 de maio de 2025.
O valor total dessas emendas é de R$ 19,4 bilhões em 2023 O Congresso Nacional aprovou a resolução (PRN 3/22) que fixou novas regras para as emendas de relator ao Orçamento da União, privilegiando a distribuição dos recursos de acordo com o tamanho das bancadas partidárias. A aprovação ocorreu por 398 votos a 66 na […]
O valor total dessas emendas é de R$ 19,4 bilhões em 2023
O Congresso Nacional aprovou a resolução (PRN 3/22) que fixou novas regras para as emendas de relator ao Orçamento da União, privilegiando a distribuição dos recursos de acordo com o tamanho das bancadas partidárias. A aprovação ocorreu por 398 votos a 66 na Câmara e por 66 votos a 20 no Senado. Quatro parlamentares se abstiveram na Câmara e 2 no Senado.
A norma diz que o valor das emendas, de R$ 19,4 bilhões para 2023, deve ser distribuído para as Mesas da Câmara e do Senado em 7,5% para cada; para a Comissão Mista de Orçamento em 5%; e o restante, 80%, para as bancadas dos partidos na Câmara e no Senado conforme os seus tamanhos, sendo que dois terços para a Câmara. Pelo texto, 50% do valor terá que ser direcionado para ações nas áreas de saúde, assistência social e educação.
Hoje o relator do Orçamento tem o poder de destinar os recursos conforme as solicitações que receber, e o volume de recursos é equivalente à soma das emendas individuais e de bancadas estaduais, que são de execução obrigatória.
Julgamento no STF
Alguns parlamentares disseram que seria melhor o Congresso esperar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a constitucionalidade das emendas de relator, o que deverá ocorrer na segunda-feira. Foi o caso do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que também se manifestou contrariamente ao projeto por acreditar que ele não trata igualmente os parlamentares.
O líder do PT na Câmara, deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), defendeu o texto, afirmando que ele vincula metade do valor das emendas a projetos nacionais na área social.
Debate
O senador Jean Paul Prates (PT-RJ) lembrou que o partido sempre foi contrário ao uso dado às emendas de relator nos últimos anos, o que teria favorecido a troca de apoio político de maneira não transparente. Mas o senador explicou que não existem votos suficientes para acabar com as emendas de relator e que, portanto, seria melhor regular o que existe. Ele chamou o projeto de “regra de transição” e lembrou que as emendas de relator não têm execução obrigatória. “Como não há impositividade, o novo governo não vai, certamente, usar esse dispositivo para cooptar ninguém”, assegurou.
O líder do governo, senador Carlos Portinho (PL-RJ), rejeitou a ideia de que o governo Bolsonaro tenha usado as emendas de relator como instrumento de troca. “No Senado Federal, nunca foi o Orçamento objeto de barganha do governo. Nunca precisei de voto para vencer as batalhas que venci por conta de Orçamento secreto”, destacou.
Para a deputada Fernanda Melchionna (Psol-RS), é errado que, além das bancadas, as Mesas da Câmara e do Senado tenham o poder de distribuir recursos orçamentários. Ela acredita que a discussão orçamentária tem que ser feita a partir de políticas nacionais. “Mas vai ter uma figura do líder que vai dizer: esse aqui vota comigo e vou dar R$ 20 milhões; esse aqui não, vou dar R$ 10 mil… O que é isso?”, questionou.
O deputado Marcel Van Hattem (Novo-RS) disse que a distribuição de recursos para as bancadas não elimina a barganha política com as emendas. “Ele não está dando mais transparência. Ele está apenas fazendo com que o orçamento outrora secreto se torne um orçamento descarado”.
Já o deputado Hildo Rocha (MDB-MA) acredita que a nova norma traz publicidade aos atos públicos. “O que mais eu critiquei aqui durante todo este ano e o ano passado no que diz respeito à emenda de relator foi justamente a falta de publicidade. Mas isso foi sanado com a proposta dessa resolução”, afirmou.
O senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator do projeto e relator-geral do Orçamento, voltou a dizer que a elaboração das emendas de relator foi feita de maneira totalmente transparente para 2023 porque é obrigatória a assinatura de cada emenda pelo parlamentar que a solicitou.
Os parlamentares rejeitaram duas emendas ao texto, destacadas para votação em separado. Uma que dividia igualmente o valor das emendas do relator entre todos; e outra que determinava que, na distribuição dos recursos para as bancadas partidárias, seria verificado o tamanho de cada uma quando do envio da proposta orçamentária ao Congresso.
O senador Alessandro Vieira (PSBD-SE) anunciou que vai questionar a regulamentação aprovada pelo Congresso no STF. As informações são da Agência Câmara de Notícias
A decisão da coordenação e caciques da Frente Popular, o PSB no Estado, além de nomes como Paulo Câmara e o ex-presidente Lula, de dar ao PT a disputa ao senado com Teresa Leitão, causa um tsunami nos grupos de André de Paula e Dudu da Fonte. André e Dudu já se reuniram com a […]
A decisão da coordenação e caciques da Frente Popular, o PSB no Estado, além de nomes como Paulo Câmara e o ex-presidente Lula, de dar ao PT a disputa ao senado com Teresa Leitão, causa um tsunami nos grupos de André de Paula e Dudu da Fonte.
André e Dudu já se reuniram com a coordenação da campanha de Marília Arraes, do Solidariedade, e devem anunciar o pulo pra o bloco oposicionista.
André de Paula (PSD) convocou coletiva para amanhã pela manhã em Boa Viagem. As informações que circulam dão conta de que ele teria recebido oferta da vice, que refugou desde o início do processo.
Já Dudu da Fonte entrou em rota de colisão com o socialista Milton Coelho que o mandou “pegar o beco”. A reação, Dudu também desembarca da Frente Popular.
A ida de PSD e Progressistas para o palanque de Marília poderão dar a ele mais capilaridade de campanha e tempo de guia. Atualmente ela só conta com 18 segundos, como informou a Coluna do Domingão.
Não se sabe qual será o impacto na campanha de Danilo Cabral. A reviravolta surpreendeu a maioria esmagadora dos analistas políticos do estado, apostando que já eram favas contadas as candidaturas de André de Paula ao Senado e um nome do PT na vice (Teresa não queria).
A virada de mesa é creditada principalmente ao ex-presidente Lula, que entende, o PT já cedeu a cabeça de chapa ao PSB. Também porque não quer que o Centrão tenha o mesmo protagonismo, gerando uma dependência excessiva do governo. Ele tem estimulado que nomes do PT foquem na disputa da Câmara e senado para fortalecer sua bancada em caso de vitória.
O ex-deputado estadual Delegado Cavalcante (PL), suplente de deputado federal pelo partido do presidente Jair Bolsonaro, teve o diploma cassado e ficará inelegível por 8 anos por decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-CE). A decisão, segundo o Diário do Nordeste, foi tomada nesta segunda-feira (13). O ex-parlamentar foi condenado pela polêmica declaração na qual disse […]
O ex-deputado estadual Delegado Cavalcante (PL), suplente de deputado federal pelo partido do presidente Jair Bolsonaro, teve o diploma cassado e ficará inelegível por 8 anos por decisão do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-CE).
A decisão, segundo o Diário do Nordeste, foi tomada nesta segunda-feira (13). O ex-parlamentar foi condenado pela polêmica declaração na qual disse que se o ex-presidente não ganhasse nas urnas, “nós vamos ganhar na bala”.
A declaração do parlamentar foi dada nos comícios realizados em 7 de setembro de 2022 e publicado nas redes sociais durante a campanha eleitoral do ano passado.
Cavalcante já havia sido condenado a pagar multa por incitar a violência na declaração. Agora, entretanto, em decisão por 4 votos a 3, o TRE decidiu cassar o mandato de suplente e tornar o ex-parlamentar inelegível.
Delegado Cavalcante obteve pouco mais de 24 mil votos para deputado federal na última eleição. Ele ficou como 5º suplente do Partido Liberal. E a decisão do TRE determina ainda a anulação dos votos dados a ele e a recontagem dos votos. Ainda cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral.
Os juízes George Marmelstein, Kamile Castro, Roberto Soares Bulcão e Raimundo Deusdeth Rodrigues Júnior votaram a favor da cassação e inelegibilidade. Raimundo Nonato Silva Santos, Davi Sombra Peixoto e Inacio de Alencar Cortez votaram contrários à condenação.
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