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Iguaraci: ex-vereador formaliza apoio a Anchieta Patriota

Por Nill Júnior

ANCHIETA480

O ex-vereador da cidade de Iguaracy, Romero de Lucas, reuniu neste sábado (09/08), em sua chácara no distrito de Jabitacá, correligionários, lideranças políticas e amigos para apresentar o candidato a deputado estadual, Anchieta Patriota.

Romero ainda reafirmou o apoio as candidaturas de Danilo Cabral (federal), Fernando Bezerra (senador), Paulo Câmara (governador) e Eduardo Campos (presidente).

O ex-parlamentar do município, Davi Pires, também anunciou apoio à chapa. Patriota estava acompanhado do prefeito de Carnaíba, Zé Mário Cassiano, da primeira dama Marluce Freire e do presidente da Câmara, Júnior de Mocinha.

Outras Notícias

Justiça Federal de Curitiba diz que não existe investigação sobre Lula

A 13ª Vara Federal de Curitiba enviou na tarde desta quinta-feira (25) nota à imprensa em que informa que não existe “qualquer investigação em curso relativamente a condutas do Exmo. ex-Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva”. A nota menciona a necessidade de “afastar polêmicas desnecessárias”. Foi impetrado ontem um pedido de habeas corpus […]

lula-e1418936425406A 13ª Vara Federal de Curitiba enviou na tarde desta quinta-feira (25) nota à imprensa em que informa que não existe “qualquer investigação em curso relativamente a condutas do Exmo. ex-Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva”.

A nota menciona a necessidade de “afastar polêmicas desnecessárias”.

Foi impetrado ontem um pedido de habeas corpus preventivo em nome de Lula ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região, TRF-4, que abrange a Justiça Federal no Paraná, onde ocorre a investigação da Lava Jato. O pedido foi feito por um terceiro não relacionado com o ex-presidente petista.

Lula pede anulação de Habeas Corphus a advogados: O ex-presidente Lula solicitou a seus advogados que entrem com uma petição na Justiça argumentando não ter conhecimento do habeas corpus que pede que o ex-presidente não seja preso no âmbito da Operação Lava Jato, caso o juiz federal Sérgio Moro decida proceder desta forma.

“O ex-presidente já instruiu seus advogados para que ingressem nos autos e requeiram expressamente o não conhecimento do Habeas Corpus”, diz trecho da nota divulgada pelo Instituto Lula, em que nega que o petista seja responsável pelo documento. O HC foi impetrado ontem por Maurício Ramos Thomaz, que se apresenta como consultor.

Mais cedo, o Instituto Lula declarou ter ficado sabendo do habeas corpus por meio da imprensa e manifestou estranheza sobre a divulgação da notícia ter sido feita pelo senador Ronaldo Caiado (DEM-GO). O deputado federal Wadih Damous (PT-RJ) afirmou que o fato “dá sinal de armação” e acusou Caiado de “má-fé” e “irresponsabilidade”.

Falta de repasses federais ameaça SAMU Regional

Segundo Vinicius Machado, controlador do Cimpajeú, que gere o SAMU Regional, a demora do governo Federal em assumir sua parte no custeio do SAMU está gerando o impasse sobre o modelo do programa. “O custeio é tri partite, com 25% dos municípios, 25% do estado e 50% do Governo Federal. Um ano após a instalação, cumprindo […]

Segundo Vinicius Machado, controlador do Cimpajeú, que gere o SAMU Regional, a demora do governo Federal em assumir sua parte no custeio do SAMU está gerando o impasse sobre o modelo do programa.

“O custeio é tri partite, com 25% dos municípios, 25% do estado e 50% do Governo Federal. Um ano após a instalação, cumprindo todos os pré requisitos, alimentando sistemas do Governo Federal, o programa não recebeu nenhum repasse. A gente não consegue honrar os compromissos. O contrato venceu em setembro. Não tem a garantia de nova renovação por igual período se não  tem confirmação. Fizemos um aditivo de mais um mês e vamos aguardar a decisão de Brasília”, disse.

Ele lembrou a reunião que a diretoria do Cimpajeú, com Luciano Torres, teve com Ana Juliana Rodrigues, que coordena todo o SAMU Nacional. À época, ficou acertado que até setembro, o Termo de Adesão seria assinado pelo Ministro da Saúde, e ficaria normalizada a situação do SAMU da II Macrorregião. Isso não ocorreu. “Assim, prefeitos vem fazendo mágica pra custear serviços sozinhos. O estado fez o repasse de 6 meses, mais aditivos de mais três meses. Mas fica impedido se não houver o repasse federal.

Caso não haja novidades, após o aditivo, deverá ser formatado um novo modelo com os remanescentes. Estão regulares com o SAMU as cidades e gestores de Custódia (Manuca), Petrolândia (Fabiano Marques), Sertânia (Ângelo Ferreira), Afogados da Ingazeira (Sandrinho Palmeira), Carnaíba (Anchieta Patriota), Iguaracy (Zeinha Torres), Ingazeira (Luciano Torres), Itapetim (Adelmo Moura), Flores (Marconi Santana) e Serra Talhada (Márcia Conrado).

 

Em Debate, Patriota aumenta meta de votação e diz esperar reciprocidade de Aline e cia

O  ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Presidente licenciado da Amupe, José Patriota, foi o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú. Patriota voltou a mostrar confiança na conquista de um mandato estadual e até aumentou a  projeção de sua votação. “Estamos projetando uma votação com mais de 40 mil votos”, afirmou. Ele disse que além dos […]

O  ex-prefeito de Afogados da Ingazeira, Presidente licenciado da Amupe, José Patriota, foi o convidado do Debate das Dez de hoje na Rádio Pajeú.

Patriota voltou a mostrar confiança na conquista de um mandato estadual e até aumentou a  projeção de sua votação. “Estamos projetando uma votação com mais de 40 mil votos”, afirmou. Ele disse que além dos apoios de Sandrinho Palmeira (Afogados), Anchieta Patriota (Carnaíba), Luciano Torres (Ingazeira),  Djalma Alves (Solidão) e Luciano Bonfim (Triunfo), está construindo apoios em outros municípios do estado.

Brincou dizendo que não citaria todas as cidades onde é apoiado, pois existem muitas “raposas” de olho, referência a outros candidatos. Patriota voltou a confirmar a dobradinha com o candidato a Federal Pedro Campos e disse estar confiante que terá uma boa votação em Recife, citando o apoio do prefeito João Campos.

A maior dúvida dos blogueiros Finfa, Pedro Araújo e Mário Martins foi como ele recebeu as candidaturas de Evângela Vieira (SD) e Aline Mariano (PP), pela oposição, com a possibilidade de minar seus votos em Afogados. Patriota minimizou, defendendo o direito de disputa das duas. Mas questionou se o projetos tinham viabilidade. Sobre Aline, acrescentou que a família Mariano é grande, fazendo referência à vereadora Gal, que estava nos estúdios. Lembrou ainda a posição política do coordenador da Ciretran, Heleno Mariano e disse que não tinha recebido confirmação da candidatura por Aline.

“Ela foi candidata sozinha e teve 2 mil votos. Com nosso apoio e empenho, quase 6 mil votos na última eleição. Todo mundo tá vendo que eu estou numa batalha. Espero reciprocidade, solidariedade”, disse, numa fala direcionada à ex-vereadora do Recife.

Patriota esteve acompanhado do prefeito Sandrinho Palmeira (Afogados), do prefeito de Carnaíba, Anchieta Patriota (Carnaíba), mais o vice-prefeito Daniel Valadares e dez vereadores da base governista, para mostrar coesão em torno de sua candidatura.

Sobre a disputa estadual, defendeu as ações da gestão Paulo Câmara e disse que no momento certo, Danilo Cabral irá reagir nas pesquisas. “Ganhar agora não é importante”, brincou, fazendo referência também a quem acha que haverá crescimento da oposição.

Ele ainda defendeu o ex-presidente Lula e suas políticas, mas foi moderado quando perguntado em votos casados com Bolsonaro e Marília Arraes. Disse que tem uma linha de defesa e convencimento, mas não tem como obrigar esses seus eleitores a mudar de posição.

O pré-candidato foi provocado a falar de 2024 e disse ainda ser cedo, defendendo a gestão Sandrinho Palmeira e dizendo que ela faz parte de uma construção da Frente Popular. “Hoje a lei garante a ele o direito a reeleição. Não sei amanhã caso haja reforma eleitoral”, disse, para em seguida reafirmar que há uma construção coletiva que vem desde Totonho. Também que, como o ex-prefeito, deixou projetos encaminhados para o atual gestor. Perguntado sobre seu papel no governo, negou interferência e se colocou na condição de conselheiro.

Gestão Márcia erra ao anunciar mudanças a conta gotas

A decisão da gestão Márcia de exonerar a conta gotas, e da mesma forma manter mistério sobre quem entra, abrindo margem para especulações, é a menos adequada. Primeiro e claro, Conrado tem a caneta, está investida de um momento de avaliação muito positiva da gestão e ainda tem o alinhamento com a ponte entre o […]

A decisão da gestão Márcia de exonerar a conta gotas, e da mesma forma manter mistério sobre quem entra, abrindo margem para especulações, é a menos adequada.

Primeiro e claro, Conrado tem a caneta, está investida de um momento de avaliação muito positiva da gestão e ainda tem o alinhamento com a ponte entre o Palácio e Serra tanto com quem sai, o governador Paulo Câmara, como com quem entre, a governadora Raquel Lyra.

Mas então, pra que gerar desgaste com uma adequação na equipe aos pedacinhos? O ideal e recomendável por sua assessoria, que muitas vezes bate e quebra cabeça, era orientar um único anúncio em nota oficial de todas as mudanças e, preferencialmente, uma coletiva para ela explicar à sociedade as alterações.

Como está fazendo, a cada mudança gera um fato novo, um questionamento, um “porque saiu”, “porque entrou”, “pra onde vai”. A repercussão e especulação é muito maior.

Agora, por exemplo, a cidade vive a síndrome de Odete Roitman: “quem será a próxima vítima?” Só gera mais material para a imprensa e, eventualmente, algum desgaste, como sugerem as manchetes de alguns portais e blogs que invocam caça aos petistas e manutenção aos bolsonaristas, a presença da sogra na Saúde, etcétera.

O próximo passo será após esse modelo de exoneração ao retalho, saber se Márcia fica no PT, partido que a abrigou para disputa da prefeitura, já que o clima ficou péssimo depois da exoneração de dois petistas. Também seria importante sinalizar logo se fica ou sai da legenda e não alimentar os que já tocam o samba de Beth Carvalho: “você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão”.

Lucas Ramos destaca papel do Legislativo para retomada do crescimento

O deputado estadual e vice-líder da bancada governista na Assembleia Legislativa de Pernambuco, Lucas Ramos (PSB), analisou o relatório de gestão fiscal do 3º quadrimestre de 2015 que foi apresentado pelo secretário da Fazenda do Estado, Márcio Stefanni. Os números discutidos durante a reunião da Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação confirmam que Pernambuco passa […]

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O deputado estadual e vice-líder da bancada governista na Assembleia Legislativa de Pernambuco, Lucas Ramos (PSB), analisou o relatório de gestão fiscal do 3º quadrimestre de 2015 que foi apresentado pelo secretário da Fazenda do Estado, Márcio Stefanni. Os números discutidos durante a reunião da Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação confirmam que Pernambuco passa por um momento de dificuldade na arrecadação, mas também demonstram a eficiência no controle dos gastos por parte do Poder Executivo.

O parlamentar afirmou que é o momento dos gestores públicos trabalharem em conjunto para promover a retomada do crescimento econômico. “Em Pernambuco temos um ambiente favorável para a chegada de novas empresas graças à nossa política de incentivos fiscais que procura estimular o consumo, o que gera mais emprego e renda para a população”, discursou na tribuna da Alepe, destacando o papel do Poder Legislativo com a aprovação de leis que colaboraram para a consolidação deste cenário atrativo.

Para o vice-líder, ações prudentes tomadas pelo Poder Executivo foram determinantes para que as finanças estaduais estivessem em uma situação melhor que a de muitos estados. “A gestão do governador Paulo Câmara aplicou um plano de contingenciamento que proporcionou uma economia de aproximadamente R$ 1 bilhão, colocando Pernambuco como o estado que mais poupou sem prejudicar a prestação de serviços públicos”, frisou Lucas.

O Estado fechou 2015 com uma receita orçamentária R$ 790 milhões menor que a de 2014, cenário agravado pela crise econômica nacional. Em todo o país foram encerrados cerca de 1,5 milhão de postos de trabalho, o que afeta diretamente o consumo e a arrecadação da União, estados e municípios. “O Estado ainda sofreu com a queda vertiginosa nas transferências voluntárias e repasses de convênios vigentes, além de uma redução de quase 80% nas operações de crédito”, analisou o socialista.