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Humberto critica aumento na conta de luz

Por Nill Júnior

Após autorizar o aumento do combustível e do gás de cozinha, o governo de Michel Temer mirou na tarifa de energia e anunciou o reajuste da conta de luz.

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Annel) aprovou um acréscimo nos valores das bandeiras tarifárias. A elevação na cobrança da conta de luz vai deixar a conta até 43% mais cara, já a partir de novembro. De acordo com o senador Humberto Costa (PT), a medida é mais um dos efeitos da tentativa do governo de privatizar a Eletrobrás.

“A população já começa a sentir os efeitos dessa tentativa do governo Temer de vender o patrimônio nacional a preço de banana. É inaceitável que, além de atacar a soberania nacional, ainda queiram que a população pague esta conta. O setor de energia é extremamente estratégico para o País e tem um efeito cascata em diversos outros setores. O aumento gera uma reação em cadeia. Vários outros setores vão querer também colocar essa conta para o consumidor. Então, o custo vai ser dobrado”, afirmou o líder da Oposição no Senado.

Vigente pelo menos até o próximo mês, a bandeira vermelha no patamar 2 vai subir de R$ 3,50 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) para R$ 5. A vermelha, em patamar 1, permaneceu em R$ 3 a cada 100 kWh. E a amarela vai custar R$ 1 a cada 100 kWh. As bandeiras servem para repassar para o consumidor os custos extras das empresas do setor elétrico que precisam contratar energia mais cara de termoelétricas quando as hidrelétricas não conseguem suprir a necessidade da população.

Segundo Humberto, o custo da energia deve ainda ser maior, caso o governo concretize a venda da Eletrobrás. “A própria Aneel calcula que em caso de privatização do setor elétrico as tarifas devem subir ainda mais. Com Temer, quem sempre paga a conta é a população”, disse o senador.

Outras Notícias

Afogados FC perde 18 pontos e está fora das semifinais na A2

Diretoria diz que já recorreu O Afogados da Ingazeira foi punido pela 2ª Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva de Pernambuco, que decidiu condenar o clube como infrator do art. 214 do CBJD, aplicando a pena de “perda de pontos números máximos atribuídos a uma vitória no regulamento, no caso três pontos sem prejuízo do que […]

Equipe escalou de forma irregular lateral Romário
Equipe escalou de forma irregular lateral Romário

Diretoria diz que já recorreu

O Afogados da Ingazeira foi punido pela 2ª Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva de Pernambuco, que decidiu condenar o clube como infrator do art. 214 do CBJD, aplicando a pena de “perda de pontos números máximos atribuídos a uma vitória no regulamento, no caso três pontos sem prejuízo do que se refere o parágrafo 1º do art. 214 e multa de R$ 1.000,00”.

Segundo confirmou a Assessoria de Imprensa da FPF ao blog e em nota da entidade, a Afogados da Ingazeira foi penalizado com 18 pontos. Três no que se refere a cada partida realizada com o atleta irregular e mais três atribuídos a cada  vitória. A derrota no TJD-PE foi por quatro votos a zero.

A equipe foi punida pela escalação do lateral Romário, que ainda tinha jogos a cumprir por suspensão quando jogava no Pesqueira ano passado.

Ainda cabe recurso e a Diretoria já avisou que recorreu da decisão. O mesmo fez o Belo Jardim, quando foi punido por escalar a mais jogadores nascidos em 1993 em julgamento por 4×0, recorreu e ganhou por 7×0 no mesmo TJD. A situação é complexa, já que as semifinais acontecem domingo. Com o julgamento, as semifinais terão Belo Jardim x Barreiros e Araripina x Vitória.

De acordo com a decisão, a equipe  perdeu 9 pontos pela irregularidade do atleta nos três jogos em que escalou Romário Deodato dos Santos Silva,  contra  Serrano (ida e volta) e Petrolina,  mais os nove pontos que o Afogados conquistou nesses confrontos.  A equipe havia vencido o Serrano por WO e 5×0 e o Petrolina por 3×0.

Atualizado às 7h05

Carlos Veras apresenta demandas de municípios do interior para inclusão no Caminhos de Pernambuco

O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) participou nesta segunda-feira (20) do lançamento do Programa Caminhos de Pernambuco. Na oportunidade, encaminhou à secretária de Infraestrutura, Fernandha Batista, uma pauta de reivindicações advindas do interior do Estado, que contempla os municípios de Tabira, Granito, Ouricuri, Bodocó, Exu, Águas Belas, Itaíba, São José do Egito, Tuparetama, Carnaubeira da […]

O deputado federal Carlos Veras (PT-PE) participou nesta segunda-feira (20) do lançamento do Programa Caminhos de Pernambuco. Na oportunidade, encaminhou à secretária de Infraestrutura, Fernandha Batista, uma pauta de reivindicações advindas do interior do Estado, que contempla os municípios de Tabira, Granito, Ouricuri, Bodocó, Exu, Águas Belas, Itaíba, São José do Egito, Tuparetama, Carnaubeira da Penha, Floresta e Araripina.

A pavimentação e requalificação das estradas são indispensáveis para escoar a produção das trabalhadoras e trabalhadores rurais do interior e assegurar o acesso aos serviços de educação, saúde, assistência social, enfim, garantir ao povo o direito de ir e vir.

Um dos exemplos é a PE 304. O Deputado comemorou o anúncio de que a via passará por recapeamento completo. A via, entre  Tabira e Água Branca, está entre as piores do Estado. Protestos foram registrados na imprensa e houve uma paralisação. “Esse anúncio apresenta uma chama de esperança de uma estrada melhor não só no Pajeú, mas no estado todo. Desde que tomei posse como Deputado Federal já rodei em torno de 40 mil quilômetros. Em todo as regiões a dificuldade é muito grande”, disse.

Ele pontuou sobre as vias que ligam à Cidade das Tradições. “A nossa cidade de Tabira passa por uma dificuldade nas vias que a ligam a Água Branca e Solidão. Conversei com Fernandha Batista reforçando as demandas que nós já havíamos apresentado. A ideia é até julho estar com o projeto pronto e em setembro começar a construção para valer até Água Branca, para perdurar por mais dez anos”.

 

ExpoSerra supera expectativas gerando mais de R$ 40 milhões em negócios

A 24ª ExpoSerra, que celebrou os 40 anos de CDL em Serra Talhada, conseguiu superar as expectativas em negócios gerados a partir da feira, atraindo mais de R$ 40 milhões de reais em vendas.  Vários segmentos conseguiram se destacar, desde as novas empresas que expuseram seus produtos e serviços pela primeira vez, até aquelas que […]

A 24ª ExpoSerra, que celebrou os 40 anos de CDL em Serra Talhada, conseguiu superar as expectativas em negócios gerados a partir da feira, atraindo mais de R$ 40 milhões de reais em vendas. 

Vários segmentos conseguiram se destacar, desde as novas empresas que expuseram seus produtos e serviços pela primeira vez, até aquelas que já conhecem os efeitos positivos da feira para seus negócios, como foi o caso dos empreendimentos no segmento automotivo, de caminhões e carretas que juntos geraram mais de R$ 30 milhões do montante geral da feira. 

“Nós estamos muito felizes com o resultado, porque a cada ano nós aumentamos nossas expectativas na feira e sempre conseguimos superar. Mas isso só acontece porque nós continuamos confiando no potencial de Serra Talhada e da ExpoSerra para o desenvolvimento da nossa região. Hoje, quem vem para a feira sabe que vai fazer negócio, que vai ter um network de alto nível, que vai mostrar seu produto ou serviço para gente de todo o Brasil”,  afirmou o presidente da CDL de Serra Talhada, Maurício Melo. 

A presença expressiva do público também foi destacada por Maurício. “Foi muito importante este ano nós termos realizado a nossa feira sem a área de shows, porque conseguimos visualizar o público que veio para a feira para realmente fazer negócios, consumir na ExpoSerra, conhecer os estandes e levar essa experiência completa do que é visitar uma feira de negócios. Os expositores, de um modo geral, também aprovaram esse formato e nós só confirmamos que o peso da feira é medido pela quantidade de negócios gerados a partir dela, que é nosso objetivo principal, desde o início”, contou. 

Na terceira e última noite da 24ª edição da ExpoSerra, o público lotou o pátio da feira para acompanhar o sorteio de uma moto 0km, em parceira com a TNP Bank, que contemplou o serra-talhadense Francisco Luiz da Silva. 

O Palco Cultural também contou com os shows de Pajeuzeiros e Banda Vizzu, para celebrar da melhor forma o sucesso de mais uma edição da Feira da Indústria, Comércio e Serviços de Serra Talhada.

Moro aceita denúncia contra Lula e outros 12 por caso do sítio de Atibaia

G1 O Juiz Sérgio Moro aceitou nesta terça-feira (1º) a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros 12 denunciados pelo caso do sítio em Atibaia. Segundo a força-tarefa da Lava Jato, as empreiteiras Odebrecht e OAS compraram e pagaram por melhorias no sítio como forma de propina ao ex-presidente. Ainda conforme […]

G1

O Juiz Sérgio Moro aceitou nesta terça-feira (1º) a denúncia contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros 12 denunciados pelo caso do sítio em Atibaia.

Segundo a força-tarefa da Lava Jato, as empreiteiras Odebrecht e OAS compraram e pagaram por melhorias no sítio como forma de propina ao ex-presidente. Ainda conforme a acusação Lula ajudou a manter no cargo ex-diretores da Petrobras que comandaram boa parte dos esquemas fraudulentos entre empreiteiras e a Petrobras, descobertos pela operação.

Lula nega as acusações e diz não ser o dono do imóvel, que está no nome de sócios de um dos filhos do ex-presidente. A acusação trata do pagamento de propina de pelo menos R$ 128 milhões pela Odebrecht e de outros R$ 27 milhões por parte da OAS. Conforme a denúncia, Lula foi beneficiado com parte desse dinheiro, por meio de obras realizadas no sítio Santa Bárbara, em Atibaia, cuja escritura está no nome de Fernando Bittar, mas que o MPF defende que pertence, na verdade, ao ex-presidente.

As obras, conforme a denúncia, serviram para adequar o imóvel às necessidades de Lula. Segundo o MPF, a Odebrecht e a OAS custearam R$ 850 mil em reformas na propriedade.

O MPF diz que Lula ajudou as empreiteiras ao manter nos cargos os ex-executivos da Petrobras Renato Duque, Paulo Roberto Costa, Jorge Zelada, Nestor Cerveró e Pedro Barusco, que comandaram boa parte dos esquemas fraudulentos entre empreiteiras e a estatal, descobertos pela Lava Jato.

Todos já foram condenados em ações penais anteriores.Conforme a denúncia, as duas empreiteiras foram beneficiadas em pelo menos sete contratos. Também faz parte da denúncia o contrato de aluguel do navio-sonda Vitória 10.000, realizado pela empreiteira Schahin, junto à Petrobras.

Nesse contrato, o processo apura um suposto pagamento de R$ 150 mil a Lula, com a ajuda do pecuarista José Carlos Bumlai, que teria intermediado os repasses ao ex-presidente.

Afogados: Alegando inexistência de provas, Ministra do TSE nega recurso e mantém mandatos de Igor Sá e Frankilin Nazário

A Ministra do TSE, Luciana Lóssio  negou nesta sexta (01) provimento ao recurso especial feito pelo MPPE e absolveu os vereadores Igor Mariano (PSDB) e Franklin Nazário (PMDB). Em 2012, o MP pediu a cassação deles, mais outros nomes da então Coligação União Pelo POvo. Todos os demais haviam se livrado da acusação no TRE-PE, […]

Igor e Frankilin, quando estiveram na Rádio Pajeú: livres da cassação
Igor e Frankilin, quando estiveram na Rádio Pajeú: livres da cassação

A Ministra do TSE, Luciana Lóssio  negou nesta sexta (01) provimento ao recurso especial feito pelo MPPE e absolveu os vereadores Igor Mariano (PSDB) e Franklin Nazário (PMDB). Em 2012, o MP pediu a cassação deles, mais outros nomes da então Coligação União Pelo POvo. Todos os demais haviam se livrado da acusação no TRE-PE, mas os processos de Igor e Frankilin seguiram para apreciação em Brasília, após recurso.

A acusação havia sido de sufrágio ilícito de votos através de um torneio de futebol que havia contado com o apoio deles. Foi no Bairro da Ponte em Afogados da Ingazeira. Em primeira instância os dois vereadores foram cassados e recorreram ao pleno do TRE-PE. Lá, eles foram absolvidos por unanmiidade. A Procuradoria Eleitoral apresentou recurso especial de ambos.

Mas, decidiu a Ministra Luciana Lóssio em decisão publicada : “Não vislumbro em suas condutas a caracterização de captação ilícita de sufrágio a gerar a sanção de inelegibilidade. Não foi pedido voto de qualquer eleitor determinado em troca de tal doação, pelo que, parece-me que a conduta foi irregular apenas porque se quis aferir, de forma genérica, vantagem eleitoral mediante o emprego de pecúnia, mas sem que, para isso, se coagisse ou identificasse eleitores para a contraprestação”.

Disse ainda não haver como se afirmar, de forma incontroversa, que todos os presentes eram eleitores dos candidatos que ali estavam; tampouco que os ganhadores dos prêmios eram, ao menos, simpatizantes de tais candidatos. “Isso impossibilita comprovar que o recebimento da benesse estaria vinculado ao voto daqueles que, de fato, ganharam os prêmios, de forma a caracterizar a captação ilícita de sufrágio”.

Assim, concluiu: “ante a existência de provas inconcussas nos autos acerca da prática, por parte dos recorridos, do ilícito descrito no art. 41-A da Lei nº 9.504/97, mantenho a decisão regional. Pelo exposto, nego seguimento ao recurso especial, com base no art. 36, § 6º, do Regimento Interno do Tribunal Superior Eleitoral”.