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Horário eleitoral começa nesta sexta-feira (28), no rádio e na TV; veja regras e tempo dos candidatos

Por Michael Andrade

Propaganda gratuita será exibida até 1º de outubro. Na disputa presidencial, apenas quatro candidaturas terão espaço no horário eleitoral, com Lula concentrando o maior tempo, seguido por Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Augusto Cury.

Começa nesta sexta-feira (28), a veiculação do horário eleitoral gratuito no rádio e na televisão para o primeiro turno das Eleições 2026. A propaganda seguirá até 1º de outubro, três dias antes da votação marcada para 4 de outubro.

Os programas serão exibidos de segunda-feira a sábado, com horários divididos de acordo com os cargos em disputa. Além dos blocos em rede, haverá inserções de 30 e 60 segundos distribuídas ao longo da programação das emissoras, entre 5h e meia-noite.

Na televisão, os programas para presidente serão exibidos às terças, quintas e sábados, das 13h às 13h12min30s e das 20h30 às 20h42min30s. No rádio, os horários serão das 7h às 7h12min30s e das 12h às 12h12min30s.

Governador

A propaganda para governador será exibida às segundas, quartas e sextas-feiras. No rádio, os blocos serão das 7h15 às 7h25 e das 12h15 às 12h25. Na televisão, das 13h15 às 13h25 e das 20h45 às 20h55.

Senado

Os candidatos ao Senado também terão programas às segundas, quartas e sextas-feiras. No rádio, a propaganda será exibida das 7h às 7h05 e das 12h às 12h05. Na televisão, das 13h às 13h05 e das 20h30 às 20h35.

Deputado federal

Para deputado federal, os programas serão veiculados às terças, quintas e sábados. No rádio, das 7h12min30s às 7h25 e das 12h12min30s às 12h25. Na televisão, das 13h12min30s às 13h25 e das 20h42min30s às 20h55.

Deputado estadual e distrital

A propaganda para deputado estadual e distrital será exibida às segundas, quartas e sextas. No rádio, das 7h05 às 7h15 e das 12h05 às 12h15. Na televisão, das 13h05 às 13h15 e das 20h35 às 20h45.

Além dos programas em bloco, a legislação prevê inserções de 30 e 60 segundos distribuídas durante a programação das emissoras. Ao todo, são reservados 70 minutos diários para essas inserções, divididos entre os cargos em disputa.

Só quatro candidaturas presidenciais terão espaço

Na disputa pela Presidência da República, quatro candidaturas terão tempo no horário eleitoral gratuito em rádio e televisão.

O Tribunal Superior Eleitoral aprovou, na terça-feira (25), o plano de mídia para a eleição presidencial. Cada bloco terá 12 minutos e 30 segundos. 

A coligação de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), formada por PDT, PSB, Federação Brasil da Esperança — PT, PCdoB e PV —, PSOL e Rede, terá o maior tempo: 5 minutos e 31 segundos por bloco.

Flávio Bolsonaro, candidato do PL, terá 4 minutos e 20 segundos. Ronaldo Caiado, do PSD, contará com 2 minutos e 2 segundos, enquanto Augusto Cury, do Avante, terá 35 segundos. 

A divisão leva em consideração a representação dos partidos na Câmara dos Deputados. Pela legislação, 90% do tempo é distribuído proporcionalmente ao número de deputados federais eleitos pelas legendas que integram cada candidatura, enquanto os 10% restantes são divididos entre os partidos que atendem aos requisitos previstos para acesso à propaganda eleitoral.

Inserções presidenciais

Além dos programas em bloco, as quatro candidaturas terão inserções ao longo da programação. Para a disputa presidencial, o TSE reservou 14 minutos por dia, correspondentes a 980 inserções de 30 segundos durante o período de propaganda. 

A coligação de Lula terá 434 inserções; o PL, de Flávio Bolsonaro, 339; o PSD, de Ronaldo Caiado, 160; e o Avante, de Augusto Cury, 47.

No primeiro dia reservado aos candidatos à Presidência, a ordem de exibição será Augusto Cury, Ronaldo Caiado, Flávio Bolsonaro e Lula. A partir daí, a sequência será alternada conforme as regras estabelecidas pelo TSE. 

Fonte: TSE

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Outras Notícias

PT confirma Odacy Amorim na disputa para a prefeito de Petrolina

Com grande comparecimento de apoiadores e da população petrolinense que lotaram o Centro Cultural Dom Bosco, localizado no Centro da cidade, o ex-prefeito e ex-deputado Odacy Amorim (PT) foi confirmado na Convenção da Frente Brasil da Esperança, neste sábado (20), como pré-candidato e futuro candidato a prefeito pela federação partidária que reúne PT, PC do […]

Com grande comparecimento de apoiadores e da população petrolinense que lotaram o Centro Cultural Dom Bosco, localizado no Centro da cidade, o ex-prefeito e ex-deputado Odacy Amorim (PT) foi confirmado na Convenção da Frente Brasil da Esperança, neste sábado (20), como pré-candidato e futuro candidato a prefeito pela federação partidária que reúne PT, PC do B e PV. Odacy chega para a disputa majoritária no município que é hoje o terceiro em população do estado e o quinto colégio eleitoral de Pernambuco, com mais de 238 mil eleitores.

“Estou voltando para retomar uma parceria forte com o governo do presidente Lula e para fazer um governo muito melhor. E para que as obras de saneamento voltem à Petrolina. As últimas obras de saneamento que foram realizadas pela Prefeitura, ainda foram no meu governo”, disse. 

Presente no evento, o senador Humberto Costa deixou claro a importância  da disputa eleitoral de Petrolina para o Partido dos Trabalhadores em Pernambuco, junto com as disputas majoritárias de Jaboatão dos Guararapes e Olinda.

“Odacy é um nome forte, é conhecido pela população , tem uma excelente trajetória como prefeito e deputado e tem uma proposta para o município. Eu acredito que aqui o nosso companheiro Odacy terá um excelente desempenho com possibilidade de vitória bastante concreta”, expressou o senador.

João Fernando vota contra MP 665

O deputado federal João Fernando Coutinho (PSB) votou contra o texto-base da Medida Provisória (MP) 665/2014, aprovado na noite desta quarta-feira (06), na Câmara dos Deputados. A MP, que faz parte do ajuste fiscal proposto pelo Governo Federal, modifica as regras de pagamento do seguro-desemprego, do abono salarial e do seguro-defeso para pescador artesanal. Segundo […]

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O deputado federal João Fernando Coutinho (PSB) votou contra o texto-base da Medida Provisória (MP) 665/2014, aprovado na noite desta quarta-feira (06), na Câmara dos Deputados. A MP, que faz parte do ajuste fiscal proposto pelo Governo Federal, modifica as regras de pagamento do seguro-desemprego, do abono salarial e do seguro-defeso para pescador artesanal.

Segundo o deputado, o ajuste é necessário, diante do atual momento da economia brasileira, porém, não são os trabalhadores que devem ser penalizados. “Estamos passando por um momento muito difícil em nosso País , portanto não é adequado reduzir conquistas consolidadas  dos trabalhadores”, ressaltou.

Um dos pontos mais criticados é a alteração do seguro-desemprego. Pelo texto da MP, o acesso ao benefício fica mais difícil. Atualmente, são necessários seis meses de trabalho com carteira assinada para solicitar o seguro-desemprego pela primeira vez. Porém, com a nova norma, o período trabalhado passa a ser de 12 meses ininterruptos nos 18 meses anteriores à demissão.

Arthur Lira fez muito mal ao país

A eleição do paraibano Hugo Mota representa ainda o fim do período de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados. A chegada de Mota não quer dizer um avanço, já que vem com o rótulo do famigerado Centrão. Se foi apoiado por setores mais progressistas, é porque seria difícil e geraria fissuras perigosas […]

A eleição do paraibano Hugo Mota representa ainda o fim do período de Arthur Lira (PP-AL) como presidente da Câmara dos Deputados.

A chegada de Mota não quer dizer um avanço, já que vem com o rótulo do famigerado Centrão. Se foi apoiado por setores mais progressistas, é porque seria difícil e geraria fissuras perigosas não seguir a manada.

Mas nada é pior qur Arthur Lira, que deixa a Câmara após dois mandatos consecutivos. A gestão do parlamentar alagoano com postura de “coronel” consolidou o centrão como força política dominante e foi marcada por autoritarismo, manobras regimentais, chantagens, perseguições políticas, retrocessos ambientais e sociais, além de denúncias pessoais. Sob seu comando, a Câmara viveu anos de forte centralização de poder e práticas autoritárias que minaram a pluralidade política e reforçaram as críticas ao modelo do presidencialismo de coalizão no Brasil.

Lira foi eleito presidente da Câmara pela primeira vez em fevereiro de 2021 com 302 votos, graças ao apoio do então presidente Jair Bolsonaro, que ofereceu cargos estratégicos no governo e a liberação de verbas parlamentares para assegurar a vitória do aliado.

Ao assumir, concentrou poderes e apoiou Bolsonaro incondicionalmente durante seu mandato, utilizando a presidência da Câmara para barrar investigações contra o governo, travar a criação de CPIs e garantir que a Casa funcionasse como uma extensão do Executivo e de seus próprios interesses pessoais.

As emendas de relator, popularmente conhecidas como orçamento secreto, tornaram-se a principal arma de Lira para atuar como uma espécie de primeiro-ministro e encampar seu estilo autoritário. A partir de 2021, ele estruturou um esquema em que bilhões de reais eram distribuídos a parlamentares aliados sem critérios claros ou transparência.

Em 2022, as emendas de relator atingiram um recorde de R$ 20 bilhões e foram amplamente utilizadas como moeda de troca para aprovação de projetos do governo Bolsonaro. Mesmo após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar mais transparência, Lira articulou manobras que permitiram manter o controle sobre os recursos, garantindo a fidelidade de sua base e perpetuando um sistema de trocas políticas que favorecia o centrão e seu poder absoluto na Câmara.

Durante sua gestão, Lira utilizou diversas manobras regimentais para colocar em tramitação projetos fundamentalistas; atrasou votações para chantagear o governo; “passou a boiada” em propostas que representam retrocessos sociais e ambientais e perseguiu opositores.

Articulou a aprovação do regime de urgência para o PL 1904/2024, um projeto fundamentalista que equipara a interrupção de gestações acima de 22 semanas ao crime de homicídio, a aprovação do marco temporal para a demarcação de terras indígenas, articulou a aprovação da Medida Provisória 1154/2023, que enfraqueceu o Ministério do Meio Ambiente. Em vários momentos, torceu o nariz para movimentos por democracia, como os que condenaram o 8 de janeiro, tentou em vão enfraquecer o Supremo e o governo Lula, pelo capricho da divergência ideológica, sem respeito à composição institucional.

Travou pautas prioritárias do governo, como a reforma tributária (PEC 45/2019). A aprovação só foi viabilizada após longas negociações, que incluíram a concessão de cargos estratégicos e a liberação de bilhões em emendas.

Perseguiu parlamentares opositores, especificamente os de esquerda. Glauber Braga (PSOL-RJ), que sofre um processo de cassação no Conselho de Ética por chamar corretamente Lira de “chefe do orçamento secreto” em plenário. Por outro lado, aliados nos últimos anos, receberam prioridade para apresentar projetos e ocupar cargos-chave nas comissões.

É inimigo da liberdade de imprensa. Tentou barrar e intimidar a atividade jornalística, como no caso da denúncia de uma ex-mulher. Em 2023, Arthur Lira proibiu a entrada de fotojornalistas de veículos de imprensa no plenário da Câmara. A decisão ocorreu após o fotógrafo Lula Marques publicar uma imagem em que Lira parecia usar um cocar indígena. Na foto, o ângulo dava a impressão de que Lira usava o adereço, embora estivesse sendo segurado por outra pessoa ao fundo. Marques compartilhou a imagem nas redes sociais, chamando Lira de “cacique da Câmara”.

Mais recentemente, o jornalista Guga Noblat foi expulso da Câmara por Lira. “É pura perseguiçãozinha de um político mimado que se acha dono do Congresso”, afirmou Noblat.

Desde 2022, sua ex-esposa Jullyene Lins o acusa de agressão e violência sexual, apresentando provas documentais em processos que ganharam repercussão nacional.

Jullyene Lins também reforça as críticas contra Lira por conta do orçamento secreto e acusa o ex-marido de praticar corrupção.

Esse é Arthur Lira, o déspota que comprometeu a democracia e o equilíbrio institucional do Brasil. Se Hugo Motta não for seu capacho, até nunca mais…

 

Edson Moura assume vice-presidência do PSL em Afogados

O ex-prefeito de Tabira, Edson Moura, está confirmado como vice-presidente do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, em Afogados da Ingazeira. A informação foi confirmada ao blog pelo Presidente da legenda, Toninho Valadares. A Diretoria ainda tem nomes como Wellington Pires (Secretário), Wesley Almeida (Tesoureiro), Josivan Véras e Capitão Sidney Cruz. A maior surpresa de […]

O ex-prefeito de Tabira, Edson Moura, está confirmado como vice-presidente do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, em Afogados da Ingazeira. A informação foi confirmada ao blog pelo Presidente da legenda, Toninho Valadares.

A Diretoria ainda tem nomes como Wellington Pires (Secretário), Wesley Almeida (Tesoureiro), Josivan Véras e Capitão Sidney Cruz.

A maior surpresa de fato é o médico que para estaria querendo pleiteiar uma presença em chapa majoritária no município. Moura já tinha externado em uma ocasião simpatia pelo projeto do PSL no município.

O partido tem algumas possibilidades para 2020. Uma delas, defendida pela sala mais jovem do partido, a candidatura própria, que a legenda nacional e estadualmente tem estimulado.

Outra possibilidade ventilada é da composição com outro projeto. Aí, ganharia força um possível alinhamento com o ex-prefeito Totonho Valadares.

Sertão do Pajeú passa dos 24,2 mil casos confirmados de Covid-19

Por André Luis O Sertão do Pajeú confirmou, nesta quinta-feira (06.05), mais 84 casos confirmados de Covid-19 e 83 recuperados, de acordo com os boletins epidemiológicos dos 17 municípios, que compõem a região. Os números são referentes às últimas 24 horas. Agora o Sertão do Pajeú conta com 24.271 casos confirmados, 23.179 recuperados (95,49%), 470 […]

Por André Luis

O Sertão do Pajeú confirmou, nesta quinta-feira (06.05), mais 84 casos confirmados de Covid-19 e 83 recuperados, de acordo com os boletins epidemiológicos dos 17 municípios, que compõem a região. Os números são referentes às últimas 24 horas.

Agora o Sertão do Pajeú conta com 24.271 casos confirmados, 23.179 recuperados (95,49%), 470 óbitos e  622 casos ativos da doença.

Abaixo seguem as informações detalhadas, por ordem alfabética, relativas a cada município do Sertão do Pajeú:

Afogados da Ingazeira registrou 28 novos casos positivos e 32 recuperados. O município conta com 4.062 casos confirmados, 3.829 recuperados, 53 óbitos e 180 casos ativos. 

Brejinho registrou 1 novo caso positivo. O município conta com 565 casos confirmados, 527 recuperados, 11 óbitos e 27 casos ativos. 

Calumbi  Não registrou alterações no boletim. O município permanece com 418 casos confirmados, 395 recuperados, 3 óbitos e 20 casos ativos da doença.

Carnaíba  registrou 12 novos casos positivos. O município conta com 1.324 casos confirmados, 1.193 recuperados, 28 óbitos e 103 casos ativos da doença. 

Flores confirmou 1 caso recuperado. O município conta com 846 casos confirmados, 791 recuperados, 30 óbitos e 25 casos ativos. 

Iguaracy registrou 4 novos casos ativos e 2 recuperados. O município conta com 599 casos confirmados, 572 recuperados, 22 óbitos e 5 casos ativos. 

Ingazeira registrou 4 novos casos positivos. O município conta com 272 casos confirmados, 258 recuperados, 2 óbitos e 12 casos ativos.

Itapetim registrou 11 novos casos positivos e 11 recuperados. O município conta com 913 casos confirmados, 885 recuperados, 21 óbitos e 7 casos ativos. 

Quixaba não divulgou boletim até às 22h15. O município permanece com 352 casos confirmados, 324 recuperados, 12 óbitos e 16 casos ativos. 

Santa Cruz da Baixa Verde não divulgou boletim até às 22h15. O município permanece com 460 casos confirmados, 432 recuperados, 11 óbitos e 17 casos ativos.

Santa Terezinha não registrou alterações no boletim. O município permanece com 758 casos confirmados, 727 recuperados, 24 óbitos e 7 casos ativos. 

São José do Egito registrou 8 novos casos positivos e 15 recuperados. O município conta com 1.772 casos confirmados, 1.714 recuperados, 40 óbitos e 18 casos ativos. 

Serra Talhada não divulgou boletim até às 22h15. O município permanece com 8.269 casos confirmados, 8.027 recuperados, 136 óbitos e 106 casos ativos da doença. 

Solidão registrou 7 novos casos positivos e 12 recuperados. O município conta com 420 casos confirmados, 402 recuperados, 2 óbitos e 16 casos ativos.

Tabira registrou 9 novos casos positivos e 7 recuperados. O município conta com 2.139 casos confirmados, 2.068 recuperados, 31 óbitos e 40 casos ativos. 

Triunfo confirmou 2 casos recuperados. O município conta com 740 casos confirmados, 702 recuperados, 24 óbitos e 14 casos ativos. 

Tuparetama confirmou 1 caso recuperado. O município conta com 362 casos confirmados, 333 recuperados, 20 óbitos e 9 casos ativos da doença.